Galeria Amparo 60

Galeria Amparo 60 Galeria de Arte Contemporânea

Anti Ribeiro, Marlan Cotrim, Marcelo Silveira, Cristiano Lenhardt, Márcio Almeida e Lourival Cuquinha são alguns dos art...
02/09/2026

Anti Ribeiro, Marlan Cotrim, Marcelo Silveira, Cristiano Lenhardt, Márcio Almeida e Lourival Cuquinha são alguns dos artistas que estão em exposição no segundo andar da Amparo 60.

A mostra de acervo apresenta um recorte do nosso time de artistas, assim como alguns parceiros que integram o nosso acervo.

Paralalamente, no andar principal, apresentamos a exposição “Terravulta”, de Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt.

Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h.



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

“No trabalho de Cristiano Lenhardt, os tecidos recebem pigmentos como argila e chorume dos carás e, à medida que acumula...
31/08/2026

“No trabalho de Cristiano Lenhardt, os tecidos recebem pigmentos como argila e chorume dos carás e, à medida que acumulam cor e textura, são cortados, deslocados e costurados. Sobre essas superfícies repousam formas cerâmicas, metálicas e pictóricas, que criam relações entre planos e volumes distintos. As composições abrem como portais vúlticos sobre a tela em suas concentrações de matéria amalgamada que avançam sobre nós como o mais brilhante fantasma.”

— Rita Vênus, texto curatorial de Terravulta



Cristiano Lenhardt
Desfazer para ser A broa, 2026
Cerâmica e folha de cobre sobre algodão
tingido com pigmentos naturais
88 × 92 cm



“Terravulta”
Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt
Curadoria: Rita Vênus

Em cartaz até 26.09



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

Horários de visitação:
Seg a S*x | 10h às 19h
Sáb | 10h às 15h

Célio Braga desenvolve uma prática artística multidisciplinar marcada pela experimentação e pelo interesse nos processos...
29/08/2026

Célio Braga desenvolve uma prática artística multidisciplinar marcada pela experimentação e pelo interesse nos processos de transformação da matéria. Ao longo de sua trajetória, transita entre desenho, pintura, fotografia, escultura, instalação, performance e vídeo, explorando o tempo e a repetição como elementos fundamentais de sua produção.

A pele aparece como um fio condutor de sua pesquisa, entendida como superfície e metáfora para pensar o corpo humano em sua fragilidade, vulnerabilidade e constante transformação. Em suas obras, questões como memória, sexualidade, cura, passagem do tempo, luto e impermanência atravessam os materiais e os gestos.

Nas obras apresentadas, essas investigações ganham forma em superfícies delicadas e orgânicas, marcadas por vazios, sobreposições, texturas e bordados. Entre a presença e a ausência, Braga constrói trabalhos que evocam a pele como território de marcas, afetos e experiências.



Célio Braga (Célio Braga)

1.
Vermelho Perfurado, 2023
Óleo e cera sobre tecidos e tela
33 x 29 cm

2.
Pele Esticada, 2023
Óleo, aquarela e bordados sobre feltro e tela
32 x 28 cm

24/08/2026

Temos a alegria de anunciar a participação da Amparo 60 na ArtRio 2026, que acontece de 16 a 20 de setembro, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro.

A presença na feira marca mais uma vez o encontro da Amparo 60 com um dos principais eventos do calendário da arte contemporânea no Brasil, fortalecendo a atuação da galeria no circuito nacional e ampliando o diálogo entre a produção artística de Pernambuco e diferentes públicos, colecionadores e instituições.

Para esta 16ª edição da ArtRio, apresentaremos um projeto que reúne obras de diferentes artistas do nosso time, com curadoria de Guilherme Moraes.

Mais informações em breve.

Anti Ribeiro recolhe objetos industriais descartados, resgatando-os antes que desapareçam sob a prensa, e os transforma ...
21/08/2026

Anti Ribeiro recolhe objetos industriais descartados, resgatando-os antes que desapareçam sob a prensa, e os transforma em dispositivos que produzem novas experiências com o som.

Ao provocar a oxidação dos objetos de ferro, Anti percebe que as marcas deixadas pelo metal poderiam ultrapassar a própria escultura sonora e permanecer impressas sobre o tecido. A ferrugem deixa de ser apenas consequência do tempo e passa a funcionar como uma espécie de matriz: uma gravação da ação do metal sobre a superfície.

Assim, como continuação da sua pesquisa com materiais industriais, surgem as monotipias apresentadas na exposição “Terravulta”, nas quais corrosão, tempo e matéria se tornam imagem.

Artista, produtora sonora, DJ e formada em Cinema e Audiovisual pela UFPE, Anti Ribeiro desenvolve uma prática transdisciplinar que explora o som como território narrativo, especulativo e poético. Seu trabalho já circulou por instituições e eventos como a Bienal de Veneza, Festival TONO, Festival AIR e Serpentine Pavilion.



Anti Ribeiro
Inevitável, 2026
Série Ferrugêneses
Ferrugem sobre tela
170 x 210 cm

“A terra é a matriz de toda gravação.”Em diálogo inédito, Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt apresentam em “Terravulta” u...
17/08/2026

“A terra é a matriz de toda gravação.”

Em diálogo inédito, Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt apresentam em “Terravulta” um conjunto de trabalhos recentes que parte da terra, da decomposição e da transformação da matéria para criar novas formas de aparição.

Assim, a curadora Rita Vênus escreve:

“A mostra apresenta um conjunto de trabalhos recentes produzidos numa espécie de terravultagem conjunta das superfícies, nas quais a terra é a matriz de toda gravação, a partir das matérias ferruginosas, cerâmicas e fúngicas incorporadas.

[…]

Nas obras de Anti Ribeiro, essa relação passa pelo ferro e pelo som. Objetos industriais descartados, recolhidos antes de desaparecerem sob a prensa, retornam como escultura sonora. A ferrugem, por sua vez, é incorporada como procedimento para a corrosão induzida que transfere suas marcas no tecido, fazendo da oxidação uma espécie de gravação. Essa corrosão deixa de acontecer apenas sobre o ferro e passa a ser usada pela artista como uma ferramenta de impressão para as monotipias, fazendo com que o tempo e a ação do metal permaneçam inscritos no tecido. 

No trabalho de Cristiano Lenhardt, os tecidos recebem pigmentos como argila e chorume dos carás e, à medida que acumulam cor e textura, são cortados, deslocados e costurados. Sobre essas superfícies repousam formas cerâmicas, metálicas e pictóricas, que criam relações entre planos e volumes distintos. As composições abrem como portais vúlticos sobre a tela em suas concentrações de matéria amalgamada que avançam sobre nós como o mais brilhante fantasma.”



“Terravulta”
Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt

Curadoria: Rita Vênus



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

Horários de visitação:
Seg a S*x | 10h às 19h
Sáb | 10h às 15h



Fotos: Hannah Carvalho

As aberturas da Amparo 60 são sempre momentos de encontro, daqueles calorosos, potentes e cheios de troca que só a arte ...
15/08/2026

As aberturas da Amparo 60 são sempre momentos de encontro, daqueles calorosos, potentes e cheios de troca que só a arte é capaz de promover.

Registros da última quinta-feira (13.08), na vernissage de “Terravulta”, exposição de Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus.

Nosso agradecimento aos artistas, à curadora e a toda a equipe envolvida na construção da mostra, que nasce de um processo intuitivo e experimental, marcado pela experimentação com diferentes materiais, em ateliês e residências.

Um trabalho que evidencia o caráter experimental da arte contemporânea – um dos princípios que orientam o nosso trabalho na Amparo 60.

A mostra permanece em cartaz até 26 de setembro e estará aberta neste sábado (15), das 10h às 15h.



“Terravulta”
Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt

Curadoria: Rita Vênus



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

Horários de visitação:
Seg—S*x | 10h—19h
Sáb | 10h—15h

13/08/2026

Hoje, às 19h, abrimos ao público “Terravulta”, exposição de Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus.

Sobre a relação entre os trabalhos, Rita escreve: “Mesmo partindo de matérias e procedimentos distintos, é na ação detrítica que vão encontrar caminhos para as suas aparições. A exposição nomeia esse movimento em comum, que também pode ser lido como um verbo ‘terravultar’, para essas composições hospedeiras que, por induções ou revelias, e retidas nas telas como pórticos ou rajadas metálicas no espaço lançam vultos no campo mais fundo da nossa retina e no canal mais abissal dos nossos ouvidos.”



“Terravulta”
Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt

Curadoria:
Rita Vênus

Abertura:
Quinta, 13.08 | 19h



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

Horários de visitação:
Seg—S*x | 10h—19h
Sáb | 10h—15h

Luiz Hermano (Preaoca, CE, 1954) vive e trabalha em São Paulo. Sua produção transita entre desenho, gravura, pintura, ob...
08/08/2026

Luiz Hermano (Preaoca, CE, 1954) vive e trabalha em São Paulo. Sua produção transita entre desenho, gravura, pintura, objetos, esculturas e instalações, tendo como uma de suas principais características a experimentação com materiais e formas.

Ao longo de sua trajetória, o artista incorporou à obra elementos bastante diversos, como madeira, bambu, fios de cobre, alumínio, ferro, aço, bronze, plástico, vidro, acrílico, brinquedos, utensílios e pequenos objetos encontrados. Esses materiais são torcidos, trançados, conectados e reorganizados em estruturas que muitas vezes aproximam a geometria de formas orgânicas.

O gesto de tecer e construir também estabelece um diálogo com o artesanato e com o imaginário popular, referências presentes em sua produção desde os primeiros trabalhos.

Sua obra integra o acervo de instituições como Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo (MASP), MACUSP - Museu de Arte Contemporânea da USP, entre outros.

Ontem, 7 de agosto, foi aniversário do artista, e celebramos com felicidade sua trajetória.



Luiz Hermano
Cupim
Metal nas cores cobre e prata
135 x 140 x 7 cm

Na próxima quinta, dia 13 de agosto, às 19h, a Amparo 60 inaugura “Terravulta”, exposição de Anti Ribeiro e Cristiano Le...
06/08/2026

Na próxima quinta, dia 13 de agosto, às 19h, a Amparo 60 inaugura “Terravulta”, exposição de Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus.

“Terravulta” marca o primeiro encontro entre as pesquisas de Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt. Com curadoria de Rita Vênus, a exposição reúne trabalhos recentes produzidos a partir de um processo de diálogo, no qual diferentes materiais e modos de fazer passaram a compartilhar um território de investigação.

Terra, ferrugem, cerâmica, fungos e tecidos aparecem não apenas como suportes ou matérias, mas como agentes de transformação. São elementos que absorvem o tempo, acumulam marcas e registram processos, revelando superfícies onde o gesto artístico convive com a ação da própria matéria.



Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt:
“Terravulta”

Curadoria:
Rita Vênus

Abertura:
Quinta, 13 de agosto | 19h



Galeria Amparo 60
Rua Prof. Eduardo Wanderley Filho, 187, 3º andar, Recife (entrada pela Dona Santa)

Horários de visitação:
Seg—S*x | 10h—19h
Sáb | 10h—15h

Endereço

Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187/3 Andar
Recife, PE
51020-170

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 18:00
Domingo 10:00 - 18:00

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