Pinakotheke

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Inicia hoje em São Paulo a SP Arte Rotas Brasileiras 2025.O estande da Pinakotheke constrói sua narrativa a partir de um...
27/08/2025

Inicia hoje em São Paulo a SP Arte Rotas Brasileiras 2025.

O estande da Pinakotheke constrói sua narrativa a partir de um núcleo histórico fundamental: obras da emblemática exposição Nova Figuração Brasileira, realizada no MAM-Rio em 1965, evento decisivo para a virada crítica na arte do país.

Trabalhos pioneiros em diálogo direto com a produção de artistas de gerações posteriores que se inspiraram naquele gesto inaugural. Dessa forma, reúnem-se nomes que, cada um a seu modo, continuam a tensionar a figura e o signo com um ímpeto político, ambiental e cultural equivalente.

Ao criar essa ponte entre passado e presente, a montagem evidencia como essa linhagem da produção artística nacional permanece pulsante, urgente e profundamente atual.

Horários de visitação:
27 de agosto: convidados
28 de agosto: 13h às 20h
29 e 30 de agosto: 12h às 20h
31 de agosto: 12h às 19h

Em paralelo à exposição “O início do Mundo – mulheres na arte brasileira”, a Edições Pinakotheke lança o livro “Práticas...
26/08/2025

Em paralelo à exposição “O início do Mundo – mulheres na arte brasileira”, a Edições Pinakotheke lança o livro “Práticas dissidentes: artistas contemporâneas brasileiras.”

Fruto de uma extensa pesquisa de Claudia Calirman, “Práticas dissidentes” investiga como 19 artistas brasileiras responderam às transformações sociais do país nos últimos 60 anos.

Conectadas a lutas contra censura, violência de Estado, desigualdade, racismo sistêmico, brutalidade policial e exclusão, suas obras dialogam com o presente.

As práticas destas artistas atravessaram a ditadura, redemocratização e promovem ainda debates atuais sobre gênero, raça e diversidade, revelando contradições, resistências e novas formas de inserção no sistema da arte.

O livro foi estruturado sem uma preocupação cronológica por gerações; acompanha rupturas e viradas históricas: ditadura militar (anos 1960-1970), redemocratização (anos 1980), as transformações do início do século XXI, a ascensão da direita no fim dos anos 2010 e o surgimento recente de uma geração mais diversa mobilizada por igualdade de gênero e direitos LGBTQIAPN+.

Você encontra “Práticas Dissidentes: artistas contemporâneas brasileiras” na nossa livraria online através do link na bio e em breve nas melhores livrarias.

A palavra início vem do latim inire: entrar, ir para dentro.Todo começo inaugura um cosmos — uma órbita que liga, religa...
26/08/2025

A palavra início vem do latim inire: entrar, ir para dentro.
Todo começo inaugura um cosmos — uma órbita que liga, religa e transforma seus elementos. É metamorfose, fabulação da natureza, mito. É um círculo que faz girar o tempo.
A Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro inaugura, no próximo dia 1º de setembro, a exposição “O início do mundo”.

A mostra apresenta uma visão poética e sensível da mulher como matriz, gênese e força-motriz da vida e do cotidiano. Essa ideia conecta as 78 obras de 59 artistas mulheres, reunindo diferentes gerações ao longo de um século.
“O início do mundo” é, portanto, um convite a retornar às origens — onde cada artista reinventa o ato de começar.
A mostra ficará em cartaz de 1º de setembro até o dia 18 de outubro na Pinakotheke em Botafogo.



Obras:
1. ANA VITÓRIA MUSSI (1943) I A nadadora, 1972 I Foto: Arquivo original
2. MIRA SCHENDEL (1919-1988) I Sem título [da série Monotipias], 1965 I Foto: Sergio Guerini
3. BEL PEDROSA (1962) I Ciclovia, 2013 I Foto: Jaime Acioli
4. MARIA MARTINS (1894-1973) I Autorretrato I Foto: Jaime Acioli
5. ANA LINNEMANN (1958) I pintura-dado faces 1/face 6, 2022 I Foto: Pat Kilgore
6. LYZ PARAYZO (1994) I Bixinha Ouriço, 2022 I Foto: Felipe Berndt
7. CLAUDIA ANDUJAR (1931) I Desabamento do céu, 2002 I Foto: Jaime Acioli
8. BEATRIZ MILHAZES (1960) I Tonga II, 1994 I Foto: Sergio Guerini

Desde 1956, Frederico Morais tem sido uma figura central na vida cultural brasileira, influenciando o cenário artístico ...
24/08/2025

Desde 1956, Frederico Morais tem sido uma figura central na vida cultural brasileira, influenciando o cenário artístico com sua atuação como crítico, historiador da arte, curador e artista. Com mais de 4.500 textos publicados, 42 livros e 72 exposições, sua obra reflete o processo histórico da arte contemporânea no Brasil.

Morais não se limitou à crítica escrita, expandindo sua atuação para a curadoria e criando eventos e exposições que continuam a reverberar nos debates atuais sobre arte. Sua atuação foi decisiva em salões e exposições, especialmente na imprensa, onde suas ideias desafiaram as convenções da arte brasileira, subvertendo padrões e ampliando os limites do que se entende por arte. Além disso, foi um dos pioneiros a explorar o audiovisual como linguagem crítica.

Sua visão transgressora e não dogmática materializou-se em um legado que permanece como referência. Com uma prática autodidata e abordagem multidisciplinar, Morais continuou sendo um observador atento da arte, sempre em busca de novas formas de pensamento e expressão.
Em uma justa homenagem, a Edições Pinakotheke lança “Frederico Morais – Arte e Crítica”. A obra integra as comemorações dos 100 anos de O Globo, onde foi um destacado colaborador, e celebra os 90 anos do autor.
A publicação, organizada por Stefania Paiva e Rodrigo Andrade, é fruto de uma década de pesquisa e reúne em dois volumes cerca de 500 textos da sua fortuna crítica publicada nas décadas de 1970 e 1980.

Na próxima semana durante a SPArte Rotas 2025 a Pinakotheke Apresenta um núcleo histórico e expandido da arte brasileira...
22/08/2025

Na próxima semana durante a SPArte Rotas 2025 a Pinakotheke Apresenta um núcleo histórico e expandido da arte brasileira, a seleção parte de obras que integraram a emblemática exposição Nova Figuração Brasileira, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1965 — marco decisivo na virada crítica da produção artística no país e como esse movimento influenciou toda uma vanguarda na arte brasileira nos anos seguintes

Venha nos visitar no estande C06 na ARCA, São Paulo.






1. José Tarcísio, “Chão do parque”, 1969
2. Amélia Toledo, Onça, 1973
3. Carlos Vergara, Série Cacique de Ramos, 1972-1976
4. Antônio Dias, The Illustration of art; Undercoverung the Cover-Up, 1973
5. Cildo Meireles, Sem título, 1983

A partir de 1º de setembro a Pinakotheke Cultural irá apresentar duas exposições simultâneas que celebram a força e a di...
21/08/2025

A partir de 1º de setembro a Pinakotheke Cultural irá apresentar duas exposições simultâneas que celebram a força e a diversidade da arte brasileira sob diferentes perspectivas.

A exposição “O início do mundo” reúne 77 obras de 59 artistas mulheres de diferentes gerações e linguagens, com curadoria de Katia Maciel e Camila Perlingeiro.
A mostra, que ocupa a galeria com pinturas, gravuras, desenhos, vídeos, fotografias, esculturas e objetos, propõe uma reflexão sobre o feminino como princípio criador e força de transformação.

Em paralelo, a mostra “Frederico Morais – Arte e Crítica” homenageia um dos nomes fundamentais da crítica da arte brasileira.
Com curadoria de Stefania Paiva e Diego Matos, a exposição celebra artistas analisados por Frederico Morais ao longo da sua carreira, através de 25 obras de 22 artistas e uma seleção de textos do crítico.
A mostra funciona como uma porta de entrada para seu vasto arquivo, visualizando as conexões essenciais entre crítica, curadoria e criação artística no país.

A visitação ocorrerá de 1º de setembro a 18 de outubro de 2025, com entrada gratuita.



Obras exposição “O início do Mundo”

1. WANDA PIMENTEL (1943-2019 )Sem título [da série Envolvimento], 1968. Foto: Jaime Acioli.
2. MARIA MARTINS (1894-1973) Comme une liane, circa 1946. Foto: Jaime Acioli.
3. CRISTINA SALGADO (1957) Sem título [da série Nuas], 1999. Foto: Wilton Montenegro
4. ANALU CUNHA (1964) Intenções e gestos, 2017. Still
Obras exposição “Arte e crítica” Frederico Moraes
1. WANDA PIMENTEL (1943-2019) Sem título [da série Envolvimento], 1983. Foto: Jaime Acioli.
2. IONE SALDANHA (1919-2001) Paisagem, 1950-1952. Foto: Jaime Acioli.
3. CARLOS VERGARA (1941) Sem título [da série 5 problemas/5 Estampas], 1967. Foto: Jaime Acioli.
4. ANTONIO BANDEIRA (1922-1967) "Forêt", 1955. Foto: Jaime Acioli.

LANÇAMENTO DA SÉRIE O QUE A ARTE ESCREVE NA FLIPA Pinakotheke, em colaboração com o selo Janela Livraria + mapa lab, con...
24/07/2025

LANÇAMENTO DA SÉRIE O QUE A ARTE ESCREVE NA FLIP

A Pinakotheke, em colaboração com o selo Janela Livraria + mapa lab, convida artistas, curadores, pesquisadores e professores a investigarem, em textos curtos, a presença da palavra nas práticas visuais contemporâneas. Cada ensaio propõe uma leitura crítica e afetiva sobre como a arte inscreve, desestabiliza e reinventa a linguagem.

O QUE A ARTE ESCREVE é uma série que acontece em pequenas temporadas e enquanto houver proposições. Escritas que não se leem com os olhos, mas com o corpo inteiro. A cada plaquete, um convite a experimentar a linguagem como sensibilidade ambígua e provocadora. Entre o silêncio e a imagem, entre o risco e a invenção.

Depois do lançamento na FLIP vamos fazer um circuito de conversas na Janela Livraria, no mês de setembro e as plaquetes estarão à venda no nosso site a partir da próxima semana, na livraria Pinakotheke na Casa Roberto Marinho, na loja online da mapa lab e nas Livrarias Janela.

Temporada um
Mira Schendel: palavra, silêncio, Ana Mannarino
O que a arte escreve, Camila Perlingeiro
A pele das coisas: sobre Letícia Parente, Katia Maciel
Cildo Meireles: o que não esta aqui, Stefania Paiva

Viva os encontros!

PRORROGAÇÃO Djanira 110 anos é a exposição mais visitada da história da Pinakotheke. Centenas de visitantes enchem a cas...
14/07/2025

PRORROGAÇÃO

Djanira 110 anos é a exposição mais visitada da história da Pinakotheke. Centenas de visitantes enchem a casa diariamente, mais de uma dezena de visitas guiadas por semana e um entusiasmo contagiante para conhecer mais da vida e a obra da artista.

Vamos prorrogar a exposição até o dia 31 de julho (quinta-feira). Mais 17 dias de Djanira. Aguardamos a sua visita.

Últimos dias. Até 19 de julhoEstá em cartaz na Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro a exposição “Luz de Abril. Portugal 1...
11/07/2025

Últimos dias. Até 19 de julho
Está em cartaz na Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro a exposição “Luz de Abril. Portugal 1974”, com fotografias do renomado Alecio de Andrade.
Fotógrafo carioca de destaque, Alecio viveu em Paris de 1964 até sua morte. Em 1974, percorreu Portugal durante os intensos dias da Revolução dos Cravos, sempre “com sua Leica pendurada no pescoço”, como descreve o historiador francês Yves Léonard.
As legendas das imagens expostas foram elaboradas pelo próprio Léonard, a partir das anotações deixadas por Alecio. Primeiro brasileiro a se associar à lendária agência Magnum Photos, Alecio registrou os bastidores e os protagonistas de um dos momentos mais decisivos da história contemporânea portuguesa.

Imagens:
O futuro e o presente: o general Costa Gomes e o general Spínola – então Presidente da República –, lado a lado, para a revista das tropas no Dia do Exército em Mafra, 14 de agosto de 1974.
O general António Spínola e o brigadeiro-general Otelo Saraiva de Carvalho, líder dos Jovens Capitães e um dos principais estrategistas do 25 de Abril, no Dia do Exército em Agosto de 1974, em Mafra.
Passeio em família, general Spínola e seu irmão Francisco nas termas de Buçaco, 18 de agosto de 1974.
copyright © Alécio de Andrade, AUTVIS, 2025

brasileira

Dando continuidade ao projeto Cineclube Pinakotheke, iremos exibir neste sábado o documentário “Outro País”.Logo após a ...
08/07/2025

Dando continuidade ao projeto Cineclube Pinakotheke, iremos exibir neste sábado o documentário “Outro País”.
Logo após a exibição, o diretor Sérgui Tréfault conversará com a plateia.
O documentário revisita a Revolução dos Cravos por meio de registros de grandes fotógrafos e cineastas estrangeiros que chegaram a Lisboa em 1974.
Portugal, então recém-liberto da ditadura, se tornou símbolo de um experimento democrático que atraiu nomes como Glauber Rocha, Sebastião Salgado e Robert Kramer.
O filme resgata essas imagens e reflexões posteriores.

Serviço:
Duração: 70min.
Sábado, 12 de julho.
15h.
Rua São Clemente 300, Botafogo.
Assentos limitados. Agendamento prévio: 21-97629-9683 ou senha retirada na recepção.

Endereço

Rua Minas Gerais 246
São Paulo, SP
01244-010

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