São Miguel do Tapuio Piauí

São Miguel do Tapuio Piauí Resgatar a história de São Miguel do Tapuio e preservar a nossa memória é um desafio interessant

NOSSO OBJETIVO 1- Preservar a memória do município; 2- Resgatar a história de São Miguel do Tapuio; 4- Proporcionar o reencontro de familiares; 5- Valorizar, apoiar e incentivar as manifestações culturais do município; 6- Dialogar sobre a política local de forma imparcial.

25/03/2025
23/02/2025

Desde criança, fui envolvido pela história de São Miguel do Tapuio. Meu primeiro contato com essa memória veio através das páginas de O Último Berço dos Tacarijus, do Padre Cláudio. Era um livro simples, com poucas páginas, mas carregado de significado. Li e reli tantas vezes que suas palavras se tornaram parte de mim. Mais tarde, ele também inspirou um trabalho acadêmico, reforçando ainda mais minha ligação com essa história.

Foi desse livro que nasceu a inspiração para esta música, que considero um verdadeiro hino ao nosso passado. Escrevi com respeito, sem julgamentos, reconhecendo cada personagem pelo seu papel na história, incluindo Bernardo de Carvalho, que vejo como peça fundamental nesse enredo.

Dedico esta canção ao povo tapuiense e, com muito carinho, ao meu filho, que carrega no nome um tributo à nossa ancestralidade: Rafael Tacarijus.

Marceone Rodrigues

18/02/2025

Dadá: Uma vida de alegria, amizade e carnaval

José Adauto Aragão Campelo, o querido Dadá, veio ao mundo em 1954, na cidade de São Miguel.

Desde cedo, carregava consigo uma energia vibrante, sempre pronto para uma boa conversa, uma gargalhada e, claro, uma grande festa. Filho de Zezé Campelo e Dona Zuleide, cresceu cercado por histórias, amizades e momentos que moldaram sua personalidade marcante. Seu olhar verde intenso era um reflexo fiel de suas emoções: brilhava nas festas, transmitia cumplicidade aos amigos e, quando algo o desagradava, bastava um olhar para que todos entendessem o recado.

Mesmo vivendo em Brasília, jamais se afastou de suas raízes. Pai dedicado de três filhos, foi um homem presente e generoso, sempre disposto a estender a mão a quem precisasse.

Para os amigos, Dadá era aquele porto seguro, um companheiro fiel para todas as horas. E suas "raparigas", como carinhosamente chamava as amigas, sabiam bem disso. Para ele, amizade era compromisso, fosse nos momentos de riso fácil ou nas dificuldades da vida.

Se havia uma época do ano em que Dadá brilhava ainda mais, era o Carnaval. Não precisava de grandes produções; um short, uma camiseta e um bom estoque de maisena eram suficientes para garantir dias e noites de pura folia. Mergulhava na festa como poucos, dançava ao som das marchinhas, via o sol nascer depois de noites intensas e protagonizava cenas lendárias, como os saltos sobre cercas de arame farpado para se refrescar no jorrante da Irauçuba.

Dadá também era um mestre na arte de contar histórias. Entre uma gargalhada e outra, relembrava suas aventuras da juventude, das peladas nos campos lamacentos até as inesquecíveis incursões nos cabarés de São Miguel.

Tinha o riso fácil e transformava qualquer situação em motivo para uma boa piada.

A música também fazia parte de sua alma. Se as marchinhas de Carnaval eram o combustível para a folia, os boleros e sertanejos antigos embalavam seus momentos de nostalgia.

Não era de falar muito, mas seu emblemático "rum" carregava um significado que dispensava explicações.

Em 2014, Dadá partiu, deixando um vazio enorme, mas também uma herança de alegria e amizade. Sua presença ainda ecoa nas rodas de conversa, nos carnavais e no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Porque Dadá não foi apenas um amigo, um irmão ou um folião; foi um verdadeiro símbolo de amor pela vida.

E enquanto houver música, risadas e maisena no Carnaval, sua essência seguirá viva, pulando, dançando e celebrando entre nós.

16/02/2025

Raimunda Nogueira da Cruz nasceu em 1887 na antiga Marvão, hoje Castelo do Piauí. Casou-se com Ângelo Maia Chaves, com quem teve seis dos seus sete filhos. Em São Miguel do Tapuio, formou uma das maiores famílias do município, com mais de 60 netos. Dona Raimunda era carinhosamente chamada por seus descendentes de "Madinha" ou "Mãe do Canto", este último em referência à comunidade onde morava. Faleceu em 4 de setembro de 1980, na localidade Curralinho.

Em 2019, quando fizemos o resgate fotográfico do nosso município na página São Miguel do Tapuio no Facebook, ela foi um dos destaques. Você pode conferir acessando este link: https://www.facebook.com/share/18LspbViz5/

16/02/2025

Ê, Miguel Arcanjo!
Tua luz na cidade ficou!
Na estrada de Castelo, o céu te chamou,
Mas tua semente criou raiz,
Oh, São Miguel,
Viva Miguel, que na Agespisa e na CNEC brilhou!
(Marceone Rodrigues)

Miguel Arcanjo nasceu no dia 5 de julho de 1956, em Castelo do Piauí, e ao longo de sua vida construiu um legado de amor, trabalho e dedicação à sua comunidade.

Sua trajetória foi fortemente entrelaçada com São Miguel do Tapuio, cidade que abraçou e onde deixou marcas que não desaparecem.

Casado com Maria das Dores e pai de Paulo e Pedro Henrique, Miguel era mais do que um nome na administração pública. Ele foi chefe da Agespisa, desempenhando um papel fundamental na gestão e abastecimento de água do município, sempre com um olhar atento ao bem-estar da população.

Como diretor da CNEC (Campanha Nacional de Escolas da Comunidade), Miguel também foi peça chave na construção e crescimento da educação local, acreditando profundamente que o conhecimento era a chave para um futuro melhor.

No esporte, sua paixão era igualmente evidente. Como árbitro de futebol, Miguel se entregava ao jogo com entusiasmo, unindo a comunidade esportiva e compartilhando sua energia positiva.

Aqueles que o conheceram lembram dele não apenas como um profissional comprometido, mas como uma pessoa de alma leve e coração grande. Miguel era o tipo de amigo em que todos podiam confiar, sempre pronto para ajudar e com uma alegria que iluminava qualquer ambiente. Era, sem dúvida, "gente boa de resumo".

Sua vida, marcada pela generosidade e pelo sorriso fácil, foi interrompida tragicamente em 12 de novembro de 1988, na estrada de Castelo, quando nos deixou cedo demais.

Porém, a memória de Miguel Arcanjo permanece viva naqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele. Seu legado continua a ser lembrado, não apenas pelos feitos, mas pela forma com que ele tocou a vida de todos ao seu redor.

16/02/2025

Hoje quem manda é o Catolé!

16/02/2025

"Na cadência desse samba ,olhando lá pro céu
Hoje vejo Dona Horacina, abençoando São Miguel"
(Marceone Rodrigues)

12/02/2025


Maria da Periquita: Dos jorrantes à realeza do carnaval!

Você já ouviu falar de Dona Maria da Periquita? Uma personagem marcante da história de São Miguel do Tapuio. Em 2019, contamos um pouco sobre essa figura incrível. Quer relembrar? Clique no link abaixo e confira! https://www.facebook.com/share/1A3hGnZfWR/

12/02/2025


José Carlos Pitombeira: Um campeão que o tempo não apaga!

12/02/2025



Carmelita: Doce emoção!

12/02/2025


Silva: O mestre da guitarra!

Endereço

Salinas, PA

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