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Binaria Arte Contemporânea Promovendo e conectando a Arte Contemporânea de forma virtual e inovadora!

Elza Suzuki (1963) é artista visual e atuante em Niterói (RJ). Sua pesquisa investiga as relações entre meio ambiente, á...
17/06/2026

Elza Suzuki (1963) é artista visual e atuante em Niterói (RJ). Sua pesquisa investiga as relações entre meio ambiente, água, biodiversidade e território, articulando observação da natureza, memória e crítica ambiental.

É bacharel em Comunicação Visual (1988) e possui pós-graduação pela ESPM/RJ (2012), além de especialização em Arte e Ilustração Botânica pela ENBT/Jardim Botânico do Rio de Janeiro (2024).

Foi contemplada com os Prêmios Ativos Culturais I, II e III (2021, 2023 e 2025) e com o Prêmio Ideias Criativas (2021), da Secretaria de Cultura de Niterói. Em 2023, realizou sua primeira exposição individual, Cantos e Encantos da Lagoa de Piratininga, na Sala de Cultura Leila Diniz.

Participou da Bienal Europeia e Latino-Americana de Arte Contemporânea (2025), com exposições no Brasil, Portugal, Espanha e na Finlândia, além de integrar coletivas, residências e programas de acompanhamento em arte contemporânea.

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

Felipe De Vicente está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela, com obras inéditas resu...
16/06/2026

Felipe De Vicente está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela, com obras inéditas resultantes de uma vasta pesquisa sobre expressionismo abstrato criando uma nova temática além do geometrismo abstrato inspirado pelo movimento De Stjl.

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

O artista português Filipe Assunção está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela com ob...
12/06/2026

O artista português Filipe Assunção está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela com obras inéditas com suas composições enigmáticas.

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

O artista Carlos Décimo está participando da exposição virtual: Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela. Segundo o própri...
08/06/2026

O artista Carlos Décimo está participando da exposição virtual: Fronteiras Invisíveis - A vida na Tela. Segundo o próprio artista, percorre um caminho criativo marcado pela paixão por cores vibrantes, elaboradas em efeitos que se assemelham a uma visão hiperampliada de pixels digitais. O resultado é uma obra de impacto visual que desperta sensações oníricas e, por vezes, psicoO artista Carlos Décimo está participando da exposição virtual: Presenças Multiplas, segundo o próprio artista, percorre um caminho criativo marcado pela paixão por cores vibrantes, elaboradas em efeitos que se assemelham a uma visão hiperampliada de pixels digitais. O resultado é uma obra de impacto visual que desperta sensações oníricas e, por vezes, psicodelicas.

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

A artista visual multidisciplinar portuguesa Sonia Terra está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis: A...
03/06/2026

A artista visual multidisciplinar portuguesa Sonia Terra está participando da exposição virtual Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

Jabim Nunes (1963-Parati-RJ),vive e trabalha no Rio de Janeiro. Licenciado em Educação Artística pelo Instituto Metodist...
03/06/2026

Jabim Nunes (1963-Parati-RJ),vive e trabalha no Rio de Janeiro. Licenciado em Educação Artística pelo Instituto Metodista Bennett, RJ - em 1991.Desde 1994 atua como arte/Educador na Rede Pública da Prefeitura do Rio e da Baixada Fluminense.
Desde 2015, o artista vem participando de várias exposições no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia, entre suas participações internacionais estão; a Finlândia, França, Portugal e Estados Unidos.
Possui obras no acervo do Consulado Geral do Brasil em Nova Iorque, Centro Cultural Correios Rio e Centro Juvenil de Artes Plásticas-CJAP, Curitiba-PR.
Jabim Nunes retrata diferentes formas de viver, ocupar e se apropriar do espaço urbano.

Curatorial:
Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema.
A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.
Em "Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela", somos convidados a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital.

Exposição Virtual: Fronteiras Invisíveis: A Vida na TelaVivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um ...
14/05/2026

Exposição Virtual: Fronteiras Invisíveis: A Vida na Tela

Vivemos em um tempo onde a superfície do vidro deixou de ser um limite para se tornar um ecossistema. A tela, antes compreendida como uma janela para o mundo, hoje é o próprio mundo onde habitamos, trabalhamos e criamos.

Convidamos você a investigar a sutil e muitas vezes imperceptível linha que separa o átomo do bit, o gesto físico do rastro digital. Venha mostrar seu trabalho e elevar sua carreira com uma estrutura profissional de divulgação e vendas!

Por que participar?
🔍 Visibilidade: Alto desempenho em buscas direcionando para seu portfólio.
📢 Divulgação: 2 meses de campanha no Instagram, Facebook e YouTube.
🖼️ Expografia: Exposição Virtual 3D, catálogo digital e página exclusiva.
🛒 Vendas: E-commerce próprio e sem comissão sobre as vendas.
👓 Curadoria: Análise crítica do seu trabalho inclusa.
📄 Profissionalização: Certificados, registro de obras e simulações decorativas em ambientes.

🗓️ CRONOGRAMA
Inscrições: Até 11 de junho de 2026
Exposição virtual: De 18 de junho a 13 de agosto de 2026
Quantidade: Até 03 obras
👉 Inscreva-se agora pelo link na bio!

13/05/2026

A linha é a primeira abstração da humanidade. Antes da forma e antes da cor, existiu o traço. Ele é o gesto primordial que separa o caos do entendimento, o “dentro” do “fora”.

Nesta exposição, investigamos a linearidade não apenas como um elemento geométrico, mas como uma estrutura de pensamento e de existência. No mundo tangível, a linha raramente é perfeita ou reta; ela é o resultado de uma tensão. É o caminho percorrido pelo espaço, é a cicatriz no papel ou na tela que narra uma história de tempo e cura.

Na fotografia, a linha ganha outra dimensão: a do olhar que recorta o mundo. O “click” do obturador age como uma incisão no tempo, transformando o fluxo contínuo da realidade num registro estático e eterno. Seja pelo contraste entre luz e sombra ou pelo enquadramento que busca a geometria oculta na paisagem, a fotografia revela as linhas invisíveis que nos cercam.

“Linearidades” propõe um olhar sobre a persistência do contínuo.

O coletivo aqui reunido explora a dualidade entre o traço íntimo — aquele que nasce do pulso, falho e humano — e a linha do horizonte — aquela que representa o infinito, a promessa e a distância inalcançável. Aqui, a reta não é o caminho mais curto entre dois pontos, mas sim uma narrativa que se desenrola, sugerindo que a vida, assim como a arte, é uma sucessão de continuidades e rupturas.

Ao percorrermos estas obras, somos convidados a questionar: onde começam e onde terminam as linhas que desenham a nossa realidade? Serão elas barreiras que nos limitam ou estradas que nos conduzem?

Artistas: Ana B. Tavares, Felipe De Vicente, Filipe Assunção, Jabim Nunes, Priscilla Ramos, Rose Aguiar, Sonia Terra

Barco em EsperaTécnica: AquarelaTamanho: 24x32cmAna B. Tavares ( |  ) está participando da mostra virtual Linearidades, ...
12/05/2026

Barco em Espera
Técnica: Aquarela
Tamanho: 24x32cm

Ana B. Tavares ( | ) está participando da mostra virtual Linearidades, retratando paisagens através da sua maestria com aquarelas.

Curatorial
A linha é a primeira abstração da humanidade. Antes da forma e antes da cor, existiu o traço. Ele é o gesto primordial que separa o caos do entendimento, o "dentro" do "fora".

Nesta exposição, investigamos a linearidade não apenas como um elemento geométrico, mas como uma estrutura de pensamento e de existência. No mundo tangível, a linha raramente é perfeita ou reta; ela é o resultado de uma tensão. É o caminho percorrido pelo espaço, é a cicatriz no papel ou na tela que narra uma história de tempo e cura.

Na fotografia, a linha ganha outra dimensão: a do olhar que recorta o mundo. O "click" do obturador age como uma incisão no tempo, transformando o fluxo contínuo da realidade num registro estático e eterno. Seja pelo contraste entre luz e sombra ou pelo enquadramento que busca a geometria oculta na paisagem, a fotografia revela as linhas invisíveis que nos cercam.

"Linearidades" propõe um olhar sobre a persistência do contínuo.

[Leia o curatorial completo no site]

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Tuesday 11:00 - 17:00
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