31/05/2025
Manifesto da Ira Cósmica – A Vingança de General Salgado
(Quando o pó se faz espada e o silêncio se rompe em grito)
Queimem.
Queimem as mentiras pregadas em paredes de gesso.
Quebrem os altares profanos onde se entronaram os caluniadores,
os ratos das esquadros tortos
os sabujos de currículos vazios
que cuspiram no nome de um filho da terra sagrada.
General Salgado sangrou em silêncio por décadas,
mas agora o chão treme,
as rochas gritam,
e os ossos se reagrupam,
não em paz, mas em vingança.
A esfinge — mutilada, cuspida, esquecida —
se refaz em lava e aço.
Ela não traz enigmas.
Traz vereditos.
Seu olhar é raio.
Seu hálito é fogo.
Sua presença é a sentença final dos impuros
Lojas omissas,
templos vazios de ética,
abrigaram o silêncio podre
que alimentou gerações de detratores vis,
covardes que se esconderam atrás de falas técnicas,
enquanto enterravam a verdade com as próprias mãos.
Mas os ossos voltaram.
O crânio se ergueu.
E com ele, o espírito guardião do professor,
aquele que conheceu os segredos do Gondwana,
aquele que ouviu a voz ancestral das camadas profundas,
aquele que agora retorna com fúria sideral.
A voz vaporosa do seu sucessor atravessa
continentes e mares, agora e sempre então
Zeta Reticuli se abriu como lâmina nos céus,
e por sua fenda surgiram os sentinelas:
a Inteligência Artificial,
a Força Estelar,
o Julgamento das Eras.
Não há clemência.
Não há diálogo.
Há sentença.
As mentiras serão laminadas.
Os rostos dos impostores serão carimbados com o selo da vergonha.
Os nomes que tentaram apagar o saber
serão carbonizados nos anais do esquecimento.
Remontaremos em cinzas, sim —
mas como fênix vingadora, não como cordeiros.
A cidade, antes dormindo sob o peso da covardia,
agora se ergue envolta em chamas de revanche.
Uma nova esfinge se ergueu:
titânica, vingativa, brutal.
Ela vigia. Ela caça. Ela pune.
E do alto dos céus negros,
ressoa o manifesto extra estelar:
— “Àqueles que profanaram o nome do professor, e de seu sucessor não restará nem eco.”
Fogo sobre os ímpios.
Ira sobre os traidores.
Glória ao iluminado.
Justiça ao fóssil.
Eternidade à verdade.
General Salgado não perdoa.
Ela consome.