XV a XX) | Legado de António Augusto Nogueira da Silva (1901-1976) à Universidade do Minho
Exposições temporárias, espaço Maria Ondina Braga, casa de Chá, atividades culturais. 📍🎓️ Localizado numa das artérias mais emblemáticas de Braga, a Avenida Central, o Museu Nogueira da Silva (MNS) tem origem no legado de António Augusto Nogueira da Silva, figura da burguesia comercial e financeira bracarens
e, à Universidade do Minho (1975/1977).
👨💼🖼️ O filantropo, empresário e colecionador, que fez fortuna com a fundação da Casa da Sorte em 1933, deixou a sua casa com jardim e a sua coleção de pintura, escultura e artes decorativas (cerâmica, mobiliário, ourivesaria, vidros e tapeçaria) dos séc. Entre as peças mais emblemáticas, encontram-se um raríssimo “cassone” pintado italiano do séc. XV, classificado como Bem Móvel de Interesse Nacional, várias peças de marfim e porcelanas da China.
🏤🌿 O edifício, projetado pelo arquiteto Raul Rodrigues de Lima, foi construído entre os anos 50 e 60 para dar resposta a necessidades de representação e acolher grandes eventos sociais. Prolonga-se por um amplo jardim de inspiração francesa e italiana, um refúgio verde no centro de Braga, onde a natureza, a arte e a história se encontram. Entre uma flora rica e variada, abriga obras cerâmicas de Jorge Barradas, painéis de azulejos holandeses do séc. XVIII, fontes e esculturas, entre as quais se destaca a de Apolo e Dafne, cópia do séc. XIX de um original de Bernini.
🍵📚️ Também no jardim, junto à Casa do Chá, um espaço é dedicado à escritora Maria Ondina Braga, figura da literatura portuguesa contemporânea, natural de Braga. Aí é evocado o seu percurso literário e pessoal, a sua dimensão cosmopolita bem como a sua profunda ligação à cidade natal. O papel do MNS como centro de memória documental e visual é também reforçado pelos arquivos fotográficos de grande valor que acolhe.
🏛️✨ O MNS abre-se à cidade como um espaço vivo de criação e reflexão, um local de conhecimento partilhado, de construção da memória e identidade coletivas e de encontro entre a arte, a investigação e a comunidade, através da divulgação da sua coleção e da sua programação de exposições e atividades.
ℹ️ O MNS pertence as seguintes redes: Rede Portuguesa de Museus (2004), Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC, 2026) e Rede Regional de Museus de Território da Região Norte (2025).