Domi Galeria de Arte Online

Domi Galeria de Arte Online DOMI Galeria de Arte Online é um charmoso espaço virtual que atende artistas e fotógrafos

Há obras que não pedem para ser compreendidas.Elas pedem para ser sentidas.O Grito, de Edvard Munch, nasceu de um moment...
17/04/2026

Há obras que não pedem para ser compreendidas.
Elas pedem para ser sentidas.

O Grito, de Edvard Munch, nasceu de um momento íntimo de angústia. O próprio artista descreveu a experiência como um instante em que “um grito atravessava a natureza”. Não era um som externo — era interno, quase impossível de nomear.

Talvez seja por isso que essa imagem tenha se tornado tão universal. Porque, em algum nível, todos reconhecem esse lugar.

A figura distorcida, o céu em chamas, a paisagem que parece vibrar — nada ali busca beleza tradicional. Busca verdade emocional.

E, ainda assim, essa obra atravessou o tempo, os museus, as culturas. Tornou-se um dos ícones mais reconhecidos da história da arte.

O que isso nos revela?

Que a arte não precisa ser perfeita para ser valiosa.
Mas precisa ser autêntica.

O impacto de uma obra não está apenas na técnica, mas na intensidade com que ela consegue traduzir algo humano. Algo que o outro sente — mesmo sem saber explicar.

Hoje, o desafio não é apenas criar com verdade, mas permitir que essa verdade encontre espaço no mundo. Que não fique restrita ao íntimo, ao invisível, ao não compartilhado.

Porque até o mais profundo dos sentimentos, quando encontra forma, pode se tornar linguagem. E, quando encontra o lugar certo, pode se tornar símbolo.

Moisés Anderson de Souza, ou M. Souza, é um artista plástico brasileiro nascido em 1987, na cidade de Santa Cruz do Capi...
16/04/2026

Moisés Anderson de Souza, ou M. Souza, é um artista plástico brasileiro nascido em 1987, na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, agreste pernambucano. Aos três anos de idade, muda-se com a mãe e a irmã adotivas para São Paulo em busca de melhores condições de vida. Aos quatro, passa aos cuidados de uma família de descendentes de italianos, no interior da qual o conflito de culturas se faz presente desde cedo. Durante a infância cultiva a curiosidade sobre o funcionamento de aparelhos eletrônicos, bem como o gosto por desenhar e pintar. Suas primeiras pinturas datam da adolescência. Aos 20 anos, atravessado por questões acerca de suas origens, começa a se descobrir na e através da pintura. Autodidata, é influenciado pelas biografias dos grandes mestres, vendo seu mundo se expandir à medida que conhece as técnicas e o estilo dos artistas de que gosta, buscando sempre encontrar o seu caminho. Em 2010, com muita dificuldade, consegue se matricular na Faculdade Paulista de Artes, onde cursa apenas o primeiro semestre por falta de condições de se manter estudando. No mesmo ano, aprende o ofício de moldureiro como um meio de subsistência, mas também de emoldurar suas próprias obras....

.souzarte

A arte é um gesto de coragem silenciosa.Ela nasce onde nem sempre há palavras — no excesso, na falta, no que ainda não e...
15/04/2026

A arte é um gesto de coragem silenciosa.

Ela nasce onde nem sempre há palavras — no excesso, na falta, no que ainda não encontrou forma. Criar é sustentar esse espaço entre o sentir e o dizer, transformando experiência em presença.

No Dia Mundial da Arte, celebramos mais do que obras: celebramos a escolha de permanecer fiel a uma linguagem própria, mesmo quando ela ainda está em construção. Em um mundo que valoriza o imediato, a arte nos lembra da importância do tempo, da escuta e da profundidade.

Não se trata apenas de produzir, mas de elaborar, investigar, insistir. A arte não pede pressa — pede verdade.

E talvez seja isso que a torna tão necessária: ela nos devolve ao essencial, ao que não pode ser reduzido, ao que nos humaniza.

Hoje, celebramos todos aqueles que escolhem esse caminho — não o mais fácil, mas o mais verdadeiro.

Convidamos você a conhecer a DOMI Galeria — um espaço dedicado à valorização da arte contemporânea, à construção de trajetórias consistentes e ao encontro com artistas que transformam experiência em linguagem.

Link na bio.

Evamm (Buenos Aires, 1987) é uma artista visual argentina radicada no Brasil, cuja prática se desenvolve no campo expand...
15/04/2026

Evamm (Buenos Aires, 1987) é uma artista visual argentina radicada no Brasil, cuja prática se desenvolve no campo expandido da pintura, articulando gesto, materialidade e processos relacionais. Iniciou sua formação ainda na infância, em ateliês de desenho e pintura em Buenos Aires, e posteriormente aprofundou seus estudos na Universidad Nacional de las Artes (UNA), onde consolidou sua base técnica e conceitual.

Sua trajetória é atravessada por um contínuo diálogo entre produção artística, investigação sensível e atuação pedagógica. No Brasil, deu continuidade à sua formação sob orientação de artistas como Jayro Schmidt e José Maria da Cruz, experiências que contribuíram para o refinamento de sua linguagem e para a construção de uma poética própria. Sua pesquisa incorpora elementos orgânicos e simbólicos, tensionando pintura, corpo e território, e desdobrando-se em práticas que ultrapassam o espaço expositivo. Nesse contexto, sua atuação se estende a projetos comunitários, ações colaborativas e dispositivos de mediação artística, onde a arte opera como ferramenta de escuta, reconexão e transformação coletiva. Participou da 1a edição da Bienal Black Brazil Art, sendo contemplada com uma residência artística em Bolonha, Itália, e integrou o acervo do projeto Artistas Latinas. Em 2020, recebeu o Prêmio Lei Aldir Blanc pelo reconhecimento de sua contribuição cultural em Santa Catarina. Atualmente, desenvolve sua produção entre a pintura e o muralismo, ao mesmo tempo em que atua como orientadora de processos criativos e cofundadora do ateliê LA CASA, espaço dedicado à experimentação artística, formação e práticas coletivas.

ENTREVISTA- Nesse mês, a Domi Galeria de Arte teve o prazer de conversar com o artista André Calazans, em um encontro ma...
14/04/2026

ENTREVISTA- Nesse mês, a Domi Galeria de Arte teve o prazer de conversar com o artista André Calazans, em um encontro marcado por sensibilidade, reflexão e paixão pela criação. Em um bate-papo generoso, o artista compartilha aspectos de sua trajetória, suas referências estéticas e o processo íntimo que dá origem às suas obras. Entre memória, intuição e emoção, Calazans revela como a arte atravessa sua vida muito além do ateliê — como forma de olhar o mundo e de traduzir em imagem aquilo que muitas vezes só pode ser sentido.

Em poucas palavras — ou imagens — quem é você quando não está produzindo arte?

Sou alguém movido por curiosidade, sensibilidade e, por que não dizer, uma boa dose de espanto. Em relação ao mundo, à natureza, às pessoas e suas atitudes e criações. Um observador que tenta entender e reciclar emoções próprias e alheias... (ENTREVISTA COMPLETA CONTINUA NO SITE - link na bio)

André Calazans é um artista movido pela urgência de criar — seja com palavras, sons ou cores. Carioca, aprendeu cedo que...
13/04/2026

André Calazans é um artista movido pela urgência de criar — seja com palavras, sons ou cores. Carioca, aprendeu cedo que a arte é uma forma de respirar. Formado em Publicidade, fez da imaginação o seu território de trabalho e da expressão, o seu ofício. Como escritor, publicou seis livros de ficção, tecendo enredos que transitam entre o humano e o poético. Como compositor, viu suas canções ganharem corpo e voz em diferentes produções musicais.

Colecionador de arte por paixão, integrou um coletivo que unia escritores e artistas visuais, participando de exposições em espaços como o MAM/RJ, o CCJF e a Casa Benet Domingo. Nessas experiências, aprendeu que a arte é diálogo — um espelho que reflete o outro, e um abismo que revela a si mesmo.

Agora, dá um novo passo: estreia como artista plástico. Suas telas são territórios de cor e de liberdade, onde o gesto encontra a emoção e o traço revela o que a palavra silencia. Em cada obra, pulsa o mesmo impulso que move sua escrita e sua música — o desejo de transformar o invisível em forma, o tempo em textura, e a vida em arte.


Algumas obras não se revelam por completo.E talvez seja exatamente por isso que permanecem.A Moça com o brinco de pérola...
10/04/2026

Algumas obras não se revelam por completo.
E talvez seja exatamente por isso que permanecem.

A Moça com o brinco de pérola, de Johannes Vermeer, é frequentemente chamada de “a Monalisa do Norte” — não pela semelhança estética, mas pelo mistério que sustenta.

Quem é essa jovem?
Por que olha dessa forma?
O que há nesse instante interrompido?

Não há respostas definitivas. E isso não diminui a obra — ao contrário, a amplia.

A pintura não se impõe pelo excesso, mas pela contenção. Pela luz precisa, pelo gesto mínimo, pela atmosfera quase suspensa. Tudo ali parece simples, e ainda assim, nada é óbvio.

É esse tipo de arte que permanece: aquela que não se esgota. Que continua produzindo perguntas mesmo depois de séculos.

O mistério, na arte, não é ausência de sentido.
É profundidade.

E há um ensinamento silencioso nisso: nem tudo precisa ser explicado para ter valor. Às vezes, é justamente o que não se entrega por completo que sustenta o olhar por mais tempo.

Permita que sua obra carregue profundidade — e encontre o olhar que sabe sustentar o mistério.
Exponha com intenção.

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.Descobriu o desenho ainda criança e j...
09/04/2026

Ailton Ribeiro é pintor, designer e arte educador formado pela Unesp, Campus Bauru.

Descobriu o desenho ainda criança e jamais o deixou. Este tem sido ao longo de sua vida seu principal meio de expressão, e ainda hoje, toda sua produção, que inclui a pintura, a gravura e a escultura, tem como base a pesquisa pessoal e contínua sobre o desenho e o seu desenvolvimento.

Seu trabalho, apesar de figurativo, por seus objetivos plásticos mais notadamente presentes nos valores expressivos dos elementos visuais que utiliza, e como se relacionam no seu conjunto, revela uma obra essencialmente abstrata. Nela, a feminilidade é característica constante, e não se limita aos temas que a podem sugerir diretamente - como os nus femininos, as naturezas mortas ou as rosas, mas é ‘visível’ em toda sua abra, marcada geralmente pelo contraste, pela harmonia, pela ambiguidade e, sobretudo, por aspectos emocionais que se sobrepõem aos da razão.

Ao longo dos anos Ailton participou de vários salões de Arte, exposições individuais e coletivas, conquistando vários prêmios... https://domigaleria.com.br/artista/50

.amarela

Durante séculos, a arte foi medida pela sua capacidade de imitar o mundo. Quanto mais fiel à realidade, maior o reconhec...
08/04/2026

Durante séculos, a arte foi medida pela sua capacidade de imitar o mundo. Quanto mais fiel à realidade, maior o reconhecimento. Técnica, precisão e domínio eram os critérios centrais.

Até que algo mudou.

Em 1874, uma pintura apresentada em uma exposição independente em Paris foi recebida com estranhamento — e até ironia. Chamava-se Impression, Sunrise, de Claude Monet.

A obra não buscava representar com exatidão. As formas eram soltas, as pinceladas visíveis, a luz instável. Não era uma reprodução da realidade — era uma percepção dela.

O que parecia “inacabado” para muitos, na verdade inaugurava uma nova forma de ver.

A partir daquele momento, a arte deixou de ser apenas representação e passou a ser interpretação. O olhar do artista ganhou protagonismo. A experiência passou a importar tanto quanto a técnica.

Nem todos compreenderam de imediato.
Mas o tempo confirmou: algo irreversível havia acontecido.

Hoje, essa mudança ainda ecoa.

O artista contemporâneo já não precisa provar que sabe imitar. Precisa mostrar que sabe ver — e, mais do que isso, que tem algo próprio a dizer.

Mas, como em toda ruptura, não basta criar diferente.
É preciso sustentar essa diferença no mundo.

Porque toda nova forma de arte, antes de ser reconhecida, passa por um momento de estranhamento.

E é justamente aí que começa seu valor.

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre te...
07/04/2026

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre teve a Arte como premissa de suas atuações profissional e pessoal. Em meados dos anos 90 iniciou um curso de joalheria autoral e em um curto espaço de tempo passou a dedicar-se integralmente a essa arte desenvolvendo projetos e ministrando aulas. Dos 25 anos transcorridos na joalheria e com intenso interesse pelo processo de criação tanto em termos técnicos quanto como canal de expressão, Claudia seguiu pelo viés da Arte para ampliar a escala da joia e criar esculturas inicialmente com o refugo deste trabalho. Somaram-se a este toda sorte de material, preferencialmente de descarte. Compreender e pensar a Arte enquanto um canal de expressão e ressignificação também pessoal foi o ponto de partida para a artista iniciar sua pós-graduação em Arteterapia e Psicologia Analítica e assim ampliar e concretizar seu projeto de Esculturas Afetivas. A presença em diversos grupos de Arte, exposições, salões de Arte e integrante na Bienal Internacional de Cerveira/Portugal alimentaram o gosto pelo estudo e pesquisa de novos materiais. Atualmente se dedica à joalheria e às esculturas em seu atelier na cidade de São Paulo.

Costuma-se dizer que a arte é um luxo.Algo distante, reservado a poucos, associado a preços altos e espaços sofisticados...
06/04/2026

Costuma-se dizer que a arte é um luxo.
Algo distante, reservado a poucos, associado a preços altos e espaços sofisticados.

Mas a questão que realmente importa não é se a arte é um luxo... e, sim, se ainda sabemos olhar.

Durante muito tempo, o contato com a arte exigia presença, silêncio e disponibilidade. O olhar não era apressado. Havia tempo para perceber nuances, sustentar dúvidas, construir sentido.

Hoje, vemos muito — mas observamos pouco.

Imagens passam rapidamente diante dos olhos. Obras se tornam conteúdo. O gesto artístico, muitas vezes, é reduzido a segundos de atenção. E, nesse ritmo, a experiência da arte se esvazia.

Não porque ela perdeu valor — mas porque perdemos profundidade no olhar.

A arte continua sendo aquilo que sempre foi: um espaço de encontro. Entre o que se vê e o que se sente. Entre o mundo e aquilo que não sabemos nomear.

E talvez seja justamente isso que a torne valiosa.

Não como luxo inacessível, mas como experiência rara.

Rara porque exige pausa.
Exige presença.
Exige um tipo de atenção que já não é comum.

Para o artista, isso também traz uma responsabilidade: não apenas criar, mas sustentar espaços onde a obra possa ser realmente vista. Onde o olhar não precise disputar com o excesso.

Porque, no fim, a arte não se impõe.
Ela se revela.

Andrew Abbott cria suas obras de arte à partir do uso várias camadas, aparentemente obsessivas, de materiais não tradici...
02/04/2026

Andrew Abbott cria suas obras de arte à partir do uso várias camadas, aparentemente obsessivas, de materiais não tradicionais encontrados, como sacolas de compras, portas de armário e papel de caderno, além das tintas. Ele recebeu seu bacharelado em Artes pelo Studio Art da Universidade da Carolina do Norte. Abbott nasceu na Nova Escócia, cresceu na Carolina do Norte, serviu no exército americano como médico e viveu na Geórgia, no Maine, no Canadá e em Porto Rico. Ele atualmente reside em Brooklyn, NY, com sua esposa, Natalia. Suas obras são exibidas internacionalmente.

Andrew Abbott creates his works of art from the use of several apparently obsessive layers of nontraditional materials found, such as shopping bags, cabinet doors and notebook paper, as well as paints. He received his Bachelor of Arts degree from Studio Art at the University of North Carolina. Abbott was born in Nova Scotia, grew up in North Carolina, served in the US Army as a physician and lived in Georgia, Maine, Canada, and Puerto Rico. He currently resides in Brooklyn, NY, with his wife, Natalia. His works are exhibited internationally... https://domigaleria.com.br/artista/30

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Bauru, SP

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