Profiteor Assessoria Sindical

Profiteor Assessoria Sindical Escritório de Assessoria de Comunicação Sindical, com ênfase em criação de jornais, revistas, folder's, campanhas (salariais e/ou eleitorais).

Trabalhador informal ou “PJ” ganha 44% menos dos que têm carteira assinadaO salário de trabalhadores sem carteira assina...
25/09/2018

Trabalhador informal ou “PJ” ganha 44% menos dos que têm carteira assinada

O salário de trabalhadores sem carteira assinada é cerca de 44% menor que os de colegas que têm carteira assinada. E essa diferença vem aumentando ano a ano. Em 2016 a diferença era de 40,5% a menos. Já chegamos aos 44% e o teto é o infinito!

“Em bom e claro português chamamos isso de exploração desenfreada!” O comentário indignado é do presidente Joaquim Graciano da Silva, o Buda, do Sindicato dos Rodoviários de Nova Iguaçu e Região. Segundo ele, se não se combater essa tendência vamos chegar a um dia em que as Carteiras Profissionais serão peças de museu e praticamente todos estaremos trabalhando no regime de pejotização.

“Tudo isso está acontecendo devido ao enfraquecimento generalizado do movimento sindical brasileiro. Esse enfraquecimento, apoiado decididamente pelo atual governo federal e pelos capitalistas mais selvagens do país, precisa ser combatido pelos trabalhadores."

“Como os únicos instrumentos de luta dos trabalhadores são seus sindicatos”, continua o presidente Buda, “os trabalhadores precisam mantê-los afiados e prontos para o enfrentamento. E aí não estamos falando apenas desta ou daquela categoria – precisam ser todas, unidas, firmes e decididas a lutar vigorosamente para não perder o mínimo de dignidade que nos resta!”

Alertamos todos os rodoviários que se souberem de propostas abusivas através da pejotização – terceirização também – entrem em contato com o Sindicato. “Só assim nos manteremos firmes na defesa de nossos direitos”, finaliza o líder rodoviário.

COMUNICAÇÃO É A ARMA DOS SINDICATOS PARA RESISTIR AOS ATAQUES DO GOVERNO CONTRA A CLASSE OPERÁRIAPara o secretário de co...
27/08/2018

COMUNICAÇÃO É A ARMA DOS SINDICATOS PARA RESISTIR AOS ATAQUES DO GOVERNO CONTRA A CLASSE OPERÁRIA

Para o secretário de comunicação da FENEPOSPETRO, Antônio Vieira Martins, a luta do movimento sindical só vai avançar quando as entidades de classe despertarem para a importância da comunicação no trabalho de conscientização das categorias.

A informação no movimento sindical agora mais do que nunca – com a entrada em vigor da Reforma Trabalhista - se torna essencial para esclarecer e aproximar o trabalhador da sua entidade de classe. A afirmação é do secretário de comunicação da Federação Nacional dos Frentistas (FENEPOSPETRO) e também presidente do sindicato da categoria em Cascavel (PR), Antônio Vieira Martins. Ele defende a unificação da comunicação sindical para fortalecer a luta por direitos e avançar nas conquistas. Antônio Martins diz que os sindicatos têm hoje as redes sociais como forte aliada para propagar a informação e levar o conhecimento ao trabalhador.

O secretário de comunicação frisa que é importante que os sindicatos repliquem a informação para que um número maior de trabalhadores seja atingido. Antônio Martins afirma que até as entidades mais tradicionais, que investem no boletim impresso, devem aproveitar melhor este espaço para replicar as notícias que vão ajudar os trabalhadores. “As informações mais complexas podem ser esmiuçadas e utilizadas no dia a dia do trabalho de base”, completa.

Não podemos esperar e nem ter a ilusão que a grande mídia vai divulgar as ações dos sindicatos. O capital financia os meios de comunicação e não vai permitir que a classe operária tenha voz e opinião. Infelizmente, hoje no Brasil, fora das mídias alternativas, o trabalhador não tem vez, ele só é notícia na grande imprensa se for tragédia. Para furar essa barreira precisamos investir na unificação da comunicação sindical.

Antônio Martins diz que a comunicação é a arma de defesa e resistência dos trabalhadores contra o capital. O secretário afirma que a troca de informação entre os sindicatos da categoria faz com que todos ganhem.

BASE - Os debates nos fóruns sindicais mostram que, neste momento, o trabalho de base é fundamental para fortalecer as entidades de classe e trazer de volta o trabalhador para a sua casa. Segundo Antônio Martins, só através da conversa diária com o trabalhador, é que o sindicato vai conseguir virar o jogo imposto pelo governo para desmantelar e enfraquecer a luta do movimento sindical. Ele destaca a

importância das plenárias realizadas pelas Centrais Sindicais, Confederações e Federações para qualificar os dirigentes sindicais e prepará-los para a luta. Antônio Martins diz que ainda há muitas dúvidas com relação à aplicação da Reforma Trabalhista não só dos trabalhadores, mas também dos dirigentes sindicais. “O sindicato que quiser se manter ativo terá que ir à base para explicar ao trabalhador os males da Lei 13.467 e a importância da participação nas discussões da luta de classes”, completa.

LUTA - O secretário de comunicação da Federação diz que as entidades de classe se afastaram das bases nos últimos 10 anos por causa da estabilidade econômica e da melhoria nas condições sociais do país. Antônio Martins acrescenta que com a melhoria de vida do povo brasileiro e com o mercado de trabalho aquecido, naquele momento, o movimento sindical se acomodou e deixou de ser combativo. Ele cita que o movimento sindical foi pego de surpresa com a aprovação da Reforma Trabalhista, logo após a mudança de governo.

Segundo ele, o governo tirou os direitos dos trabalhadores em uma tacada só e agora o movimento sindical precisa fazer esse mea-culpa e despertar para a luta. Antônio Martins acredita que o impacto da Reforma Trabalhista deu uma boa sacudida nos dirigentes, que agora buscam caminhos para se reaproximar dos trabalhadores. Ele lembra que na época da ditadura militar os sindicatos foram às ruas e desempenharam um papel principal na retomada da democracia no país. Esse é o momento de ressurgimento, e com todo combustível na alma defendermos os direitos dos trabalhadores.

* Estefania de Castro, assessoria de imprensa Fenepospetro.

Dia Nacional do Basta reúne trabalhadores de todo país contra agenda de retrocessos conduzida pelo governoA Nova Central...
13/08/2018

Dia Nacional do Basta reúne trabalhadores de todo país contra agenda de retrocessos conduzida pelo governo

A Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST participou, nesta sexta-feira (10), do Dia do Basta (saiba mais). Com manifestações e paralizações em 22 capitais do país, o ato mobilizou todas as centrais sindicais no protesto em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - Fiesp, na capital paulista. A manifestação teve como objetivo, também, massificar a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora em todo o país (saiba mais) e colocar, no debate eleitoral, as 22 propostas dos trabalhadores para a retomada de uma agenda de desenvolvimento econômico com justiça social.
São 13 milhões de desempregados, 66 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho e aumento do trabalho por conta própria e informal. De acordo com sindicalistas, a reforma trabalhista de Michel Temer e aliados (incluindo os empresários da Fiesp e Confederação Nacional da Indústria) tem sido responsável pela degradação vivida atualmente pelo trabalhador.
Para o presidente da NCST/SP, Luiz Gonçalves, o movimento sindical precisa “mostrar que a classe trabalhadora não aceita passivamente a situação em que o país se encontra”. “Temos desemprego, ataque aos direitos trabalhistas e ao movimento sindical. E ainda tem o risco de uma reforma da Previdência. Não iremos aceitar essa avalanche de retrocessos”, reforçou Luizinho.
Para o presidente licenciado da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB, Adilson Araújo, o retrato do Brasil atualmente é a “degradação humana”. “Foi o que aconteceu a partir do golpe que colocou Michel Temer na presidência. É preciso ter sagacidade para unir o campo democrático popular em um esforço para derrotar o neoliberalismo”, completou Adilson.
"O que vemos hoje são famílias inteiras nas calçadas, o desmonte das políticas sociais e o ataque aos direitos dos trabalhadores. Estamos protestando em frente à Fiesp porque eles foram os grandes protagonistas do golpe e da retirada dos direitos dos trabalhadores. Queremos a democracia de volta e queremos Lula Livre para que possa ser candidato para recuperar os nossos direitos”, declarou Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Dia do Basta!As Centrais Sindicais CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, NCST e UGT organizam para...
08/08/2018

Dia do Basta!
As Centrais Sindicais CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, NCST e UGT organizam para a próxima sexta-feira, 10 de agosto, o Dia do Basta.

Estão programados para esse dia atos de protesto, paralisações, atrasos de turnos, concentrações e manifestações com o objetivo de demonstrar a insatisfação coletiva contra: o desemprego, a queda do poder de compra, a retirada e o rebaixamento de direitos, a reforma trabalhista, a terceirização, a proposta de reforma da previdência.

Um desses atos ocorrerá em São Paulo, às 10h, em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.

Não verás país nenhum O estado de perplexidade de setores da classe média que apoiaram o golpe é quase palpável em certo...
17/07/2018

Não verás país nenhum

O estado de perplexidade de setores da classe média que apoiaram o golpe é quase palpável em certos bairros do Rio. Deve acontecer o mesmo em São Paulo, acredito, e as fotos da quilométrica fila de pessoas em busca de emprego, estampadas hoje nas capas do Estadão e da Folha, como foi ontem, neste blog, são, certamente, produto deste sentimento.

Dois anos e pico após a “redenção” do país do comunismo, populismo, bolivarianismo e outras idiotices que repetiam para deslegitimar o resultado das urnas, o que se tem é um quadro em que as esperanças desceram a quase zero e espalhou-se a convicção geral de que tudo ainda vai piorar.

As ruas, velozmente, coalharam-se de viventes embrulhados em cobertores, de pedintes de todo o tipo – ando vendo-os onde jamais estiveram, como nos vagões do Metrô – e o grau de desordem e de violência, malgrado mais e mais polícia e até Exército, só faz aumentar.

Uma velha definição marxista dizia que a revolução não ocorre quando os “de baixo” já não podem sobreviver, mas quando “os de cima” também já não podem viver seus privilégios.

Andamos assim.

O país está sendo desfeito, livrando-se de seu patrimônio em troca de nada e, afinal, para nada que seja relevante. A casta judicial vai se tornando, cada vez mais, uma camada autoritária, vivendo em um mundo diferente do real.

Lê-se hoje que uma juíza mandou negou que se pagasse tratamento psicológico aos pais do menino assassinado pela polícia na Maré, quando regressava, de uniforme, para casa. “Que façam no SUS”, disse ela, ao que bem respondeu o advogado, dizendo que, se era para fazer no SUS, sem urgência, nem precisariam ter ido ao Judiciário.

Não é, todos lembram, a primeira Maria Antonieta togada. Há outras e outros, de tailleur ou gravatas, nos escritórios, nas repartições, no mando.

Querem um mundo que não existe, clean, que não pode existir quando milhões estão jogados à imundície, à desgraça, ao abandono.

Mas eles não podem viver sós, nem apenas sair de casa de helicópteros, carros blindados, brutamontes às costas.

A idéia de chamar um energúmeno para dirigir o país a bala vai perdendo ímpeto onde ainda resta alguma atividade cerebral.

Porque o energúmeno que o dirigiria, na lábia, de acordo com os interesses exclusivos da elite foi o fracasso que foi.

Os economistas e jornalistas dos status quo, que diziam que aquele Brasil que produzia, consumia, trabalhava e sonhava era “inviável” e que o que temos é a conta dos anos de prosperidade que vivemos.

Mas o que conseguiram, nestes dois anos de golpe e poder absoluto é apenas estagnação à beira do penhasco e uma falta de legitimidade como jamais se teve aqui, na qual é preciso encarcerar um candidato para que ele não vença, fácil, a eleição.

Talvez, quase certo, lhes falte a lucidez para entender que já não podem viver como sempre viveram, porque este país tem 210 milhões de almas, não apenas as 40 ou 50 milhões que entram em sua conta de quem “é gente”.

Não existe mais, em escala histórica, um Brasil de exclusão, como não podem existir mais países de castas, sobretudo os gigantescos, como este.

Laerte, hoje, na Folha, resume numa imagem o Brasil que ergue muros.

E quem, de fato, vira prisioneiro.

Arraiá du Mercado em Santa Tereza, no Mercado Vivo + VerdeDia 08 de julho, o Mercado Distrital de Santa Tereza recebe em...
05/07/2018

Arraiá du Mercado em Santa Tereza, no Mercado Vivo + Verde
Dia 08 de julho, o Mercado Distrital de Santa Tereza recebe em sua parte externa mais uma edição do Mercado Vivo + Verde, desta vez todo decorado com bandeirolas e balões. Um espaço com feira, brechó, artesanato, bebidas e comidas, shows, para toda família, no bairro aonde a hospitalidade vem em primeiro lugar. O evento é uma forma de ocupação pela comunidade do espaço, que está fechado há vários anos. Vai de 10 às 18h e também faz parte das comemorações das festividades juninas.

Assim, durante todo o domingo, além de atividades culturais, como música, circo e teatro, oficinas, gastronomia e brincadeiras para a garotada, cama elástica, haverá feiras setorizadas: artesanato e arte, brechó, produtos orgânicos e agroecológicos e alimentação artesanal.

Na Feira de Arte e Artesanato serão comercializados artigos feitos realmente à mão, como roupas, bijuterias, bolsas, artigos para a casa, entre outros. Na Feira de produtos orgânicos o visitante poderá comprar frutas, verduras, legumes, pão, tempero, doces, queijo. No setor de brechós estarão à venda roupas masculinas, femininas e infantis, sapatos, cintos, bolsas novos e seminovos. Não vão faltar a cervejinha gelada, tira-gosto, churrasquinho, pastel, macarrão na chapa e feijão tropeiro.

A entrada é franca e é uma ótima opção para passar o domingo ao ar livre com muita diversão.

Programação Mercado Vivo + Verde

Quem abre as atividades é o Grupo de Capoeira da Associação Capoeira Angola Dobrada, que tem sede em Santa Tereza, à Rua Capitão Bragança, nº 39. Este é um dos principais grupos de Capoeira Angola do país, que atua desde 1992 na luta por sua preservação.

Quem estiver interessado em participar da coleta seletiva realizada pela Rede Lixo Zero de Santa Tereza faz, às 11h, pode participar da Roda de Conversa sobre em que pé estão os trabalho, rotas de recolhimento. Santa Tereza é pioneira na Coleta Seletiva de resíduos sólidos, independente do serviço da prefeitura. O recolhimento já em algumas ruas do bairro, de forma colaborativa com a união de várias entidades como a Escola Municipal EMPLO, Associação Comunitária do Bairro Santa Tereza, Coopersol Leste, Insea. A Rede LIxo Zero estará também recolhendo o material reciclável e dando a destinação correta pra todos os resíduos. O Mercado Vivo+ Verde funcionará como uma LEVA (Lugar de Entrega Voluntária Assistido), que é uma das ideias da plataforma Lixo Zero.

Edição do mês de maio do Mercado Vivo + Verde

Nos espetáculos culturais tem apresentação do músico Flávio Boca. Natural de Caratinga e morador de Santa Tereza há vários anos, ele chega com seu violão e energia para alegrar a tarde de domingo com repertório recheado de músicas dos grandes compositores brasileiros, como os do Clube da Esquina, Chico Buarque, Gil, Edu Lobo, entre outros. Quem for por lá vai ter a chance também de conhecer as músicas de sua autoria, sendo uma das mais cantadas a marchinha ‘Rejeitados de Guarapari’, que foi a vencedora em 2015 do IV Concurso de Marchinhas de Carnaval Mestre Jonas.

A Casa Circo Gamarra, que tem sede na Vila Dias, em Santa Tereza, à Rua Conselheiro Rocha, traz oficinas, além de apresentações circenses como malabarismo e arte com o fogo. O Grupo Canteiros é formado por músicos e cantoras que se dedicam à musica popular brasileira, com foco na música nordestina. O músico Max Lisboa conta com 17 anos de carreira musical, muitos deles em grupos de Rock, Pop e, ainda, variações de maracatu-congado pelos palcos do Brasil. Max atuou em festivais como Rock in Rio e Roccella Jonica Jazz Festival, dentre outros. A sua musicalidade tem como referência o Jazz, o Pop e o Rock brasileiro.

A banda Boi do Além tem no repertório um baião transcendental com composições próprias e versões de artistas consagrados, como Chico Science, Gonzagão, Zeca Baleiro e Zé Ramalho, passando ainda por xotes, lambadas, frevos, sambas de roda, calangos e cirandas.

Horário da programação

10h – Abertura e apresentação da Associação Capoeira Angola Dobrada
11h – Roda de Conversa sobre Coleta seletiva no bairro Santa Tereza
12h – Flávio Boca
13h – Casa Circo Gamarra
14h – Estagiários Brass Band (EBb)
15h – Grupo Canteiros
16h – Max Lisboa
17h – Boi do Além

Serviço
Mercado Vivo + Verde
Data e hora: dia 08 de julho, das 10h às 18h.
Local: Mercado Distrital de Santa Tereza – Rua São Gotardo 273 – Santa Tereza
Entrada franca

Atenção, companheiros. Os patrões fizeram a contraproposta e, como defensores dos seus direitos, convocamos todos os tra...
29/06/2018

Atenção, companheiros. Os patrões fizeram a contraproposta e, como defensores dos seus direitos, convocamos todos os trabalhadores para a Assembleia Geral.

Leia o Edital de Convocação divulgado nesta sexta-feira, 29 de junho:

O SINDICATO DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE NOVA IGUAÇU, através de seu presidente, no exercício de suas prerrogativas estatutárias, convoca todos os trabalhadores interessados, associados ou não, que integram sua base territorial, para uma ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a ser realizada no dia 03 de julho de 2018, na parte da manhã às 09:00 horas em primeira convocação e às 09:30 horas em segunda convocação, e na parte da tarde às 16:00 horas em primeira convocação e às 16:30 horas em segunda convocação; será observado sempre o quorum estatutário estabelecido para cada convocação, na Sede Social, localizada na Rua Sete, 119, Prata, Belford Roxo, RJ, para decidirem e deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

a) apreciação e deliberação da proposta encaminhada pela representação das empresas.

A guisa de esclarecimento informa-se que as votações se darão por escrutínio secreto, através de cédulas contendo os espaços sim (aprovação) e não (recusa).

O resultado será obtido pelo somatório dos votos proferidos em cada opção nas convocatórias da manhã e da tarde.

Nova Iguaçu, 29 de junho de 2018.
Joaquim Graciano da Silva - Presidente do STTRNI

Um sindicato que leva a sério seu trabalho!
13/06/2018

Um sindicato que leva a sério seu trabalho!

Temer quer “zerar” sua popularidadeO portal VERMELHO publicou matéria sobre a redução, pelo governo Temer, da estimativa...
13/06/2018

Temer quer “zerar” sua popularidade

O portal VERMELHO publicou matéria sobre a redução, pelo governo Temer, da estimativa do salário mínimo para 2019, feita em abril. O valor, que havia sido definido em R$ 1.002,00, caiu para R$ 998,00.

Definitivamente o presidente golpista quer bater seu próprio recorde de (im)popularidade (que está em 3%) e chegar a ZERO, ficando imbatível talvez até o Juízo Final...

O valor atual do salário mínimo é de R$ 954,00 e serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas. O último reajuste, assim como o anterior, já havia sido abaixo da inflação, algo que não acontecia em décadas. Em 2018 o aumento foi de apenas 1,81%, o menor em 24 anos.

A redução ocorre em um momento no qual itens como o gás de cozinha e o combustível estão em alta, pesando sobre o orçamento das famílias. Em algumas capitais o botijão já está custando cerca de 10% do salário mínimo... Isso talvez explique o aumento do consumo de lenha. Sabem? – Lenha? – Aquele combustível dos séculos passados? – Pois é.

Além do impacto negativo para aqueles que ganham o piso, a revisão do valor dos salários tem consequência também para a economia como um todo, já que retira poder de compra, minando o consumo. R$ 4,00 em cada salário mínimo chegam, no mínimo (com perdão do trocadilho de mau gosto...), a R$ 180.000.000! (R$ 4,00 x 45.000.000.)

A queda no valor do reajuste se dá apesar de o salário hoje estar muito distante do que é preciso para atender às necessidades do trabalhador. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor ideal do piso, para atender às demandas de uma família de quatro pessoas, levando em consideração os custos com alimentação, habitação, higiene, vestuário e transporte, seria de R$ 3.696,95 – ou seja, quase quatro vezes maior que o valor atual.

Na "lista suja", Brasil terá de explicar reforma trabalhista para OITPublicado pela Carta Capital —  07/06/2018 17h00Bra...
09/06/2018

Na "lista suja", Brasil terá de explicar reforma trabalhista para OIT
Publicado pela Carta Capital — 07/06/2018 17h00
Brasil está entre os 24 países cujas violações trabalhistas são as mais emblemáticas para a organização

A reforma trabalhista alterou mais de 100 pontos da CLT

A Organização Internacional do Trabalho cobrou até novembro deste ano explicações do governo brasileiro sobre a reforma trabalhista, depois de ser acusada de "jogo político" por Helton Yomura (PTB), ministro do Trabalho, na 107ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.

O ministro afirmou que a organização centenária fez uma "escolha político-ideológica" ao incluir o Brasil em uma lista de 24 países que afrontam as normas trabalhistas internacionais. Procuradores criticaram as declarações do chefe da pasta.

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O Brasil foi incluído em uma lista de 40 casos mais graves selecionados pela OIT no início deste ano, com observações claras sobre a "aparente inconvencionabilidade" da legislação que alterou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho.

Na Conferência em Genebra, os peritos da OIT confirmarm a inclusão do Brasil em uma lista menor, de 24 países, que inclui os casos mais emblemáticos de violações trabalhistas.

Vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), a juíza Noemia Porto, que acompanha a Conferência, afirmou que o Brasil permanecerá na lista enquanto houver possibilidade da prevalência do negociado sobre o legislado, de negociações individuais e contratos precários no País. Segundo ela, o país entra num ciclo vicioso de sucessivas inserções ao lado de países que violam normas internacionais, de forma sistemática.”

Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho, Ronaldo Fleury destacou os alertas feitos pela instituição para evitar que a reforma fosse aprovada e entrasse em vigor. "O MPT, sempre que chamado, alertou o Congresso Nacional e o governo acerca das previsões constantes na Convenção nº 98, da OIT, ratificada pelo Brasil, esclarecendo que não houve o necessário prévio diálogo social e que o negociado sobre o legislado ofende a Convenção. Lamento a exposição internacional do Brasil, que poderia ter sido evitada se as nossas ponderações fossem consideradas"

O SONHO DO SULTÃO Um sultão todo poderoso acordou desesperado. Sonhou que havia perdido todos os dentes. Ao despertar, m...
07/06/2018

O SONHO DO SULTÃO

Um sultão todo poderoso acordou desesperado. Sonhou que havia perdido todos os dentes. Ao despertar, mandou chamar o adivinho da Corte para as devidas interpretações.

– Que sonho terrível! Cada dente perdido significa a perda de um parente de Vossa Majestade.

– Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui, insolente!
=-=

Enfurecido, o sultão chamou os guardas e ordenou que lhe dessem 50 chibatadas.

Mandou chamar outro bruxo, que foi logo interpretando o sonho do sultão:

– Meu grande e excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
=-=

O sultão sorriu. Sua fisionomia iluminou-se. Chamou o guarda e mandou dar 200 moedas de ouro ao novo adivinho.

Quando o adivinho saía do palácio, um guarda lhe disse:

– Incrível, sua interpretação do sonho foi a mesma de seu primeiro colega. Ao primeiro, o sultão mandou dar 50 chibatadas. A você 200 moedas de ouro.

– Meu amigo, tudo depende da maneira de dizer.

Conclusão: a comunicação é uma arte. É como pedra preciosa.

Se atiramos nos olhos de alguém, pode ferir.
Se oferecemos com ternura, é amizade e alegria.

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