Valhalla inve.

Valhalla inve. pagina criada para falar sobre a HISTORIA dos POVOS antigos e sobre as MITOLÓGICA e suas influência na historia e na cultura pop.

21/09/2022
Odin é um deus nórdico, senhor da cura, da vida e da morte. Seu culto se espalhou pelo norte da Europa e é chamado de Wo...
30/10/2020

Odin é um deus nórdico, senhor da cura, da vida e da morte. Seu culto se espalhou pelo norte da Europa e é chamado de Wotan na mitologia germânica.
Retratado como um homem velho, de longas barbas brancas, mas robusto, Odin por vezes aparece vestido como simples peregrino ou com suas armas de guerreiro.
Vida de Odin
A figura de um homem idoso que ensina a humanidade a conhecimentos de cura, agricultura e escrita está presente nas mitologias de muitos povos.
A principal fonte sobre a mitologia nórdica é a Edda Poetica um conjunto de poemas que eram passados pela tradição oral e declamado nas festas das tribos nórdicas.
Odin era filho de Bor e Bestla (gigante), mas não há muitas informações sobre seus pais. Tinha mais dois irmãos, Vé e Vili, que presentearam a humanidade com dons como a fala, emoções, entre outros.
No entanto, para adquirir sabedoria, Odin teve que oferecer um dos olhos a Mimir, o guardião. Assim ele pôde beber o líquido do poço mágico de Mimir e obter o conhecimento.
Como Odin tem o poder de ver tudo o que se passa nos noves mundos, ele ficou com inveja do conhecimento contido na árvore Yggdrasill. Assim feriu-se a si mesmo com uma lança e ficou pendurado por nove dias nos galhos desta árvore.
Depois do nono dia, ele entendeu o segredo das runas que lhe deu várias habilidades como:
-Curar;
-Libertar-se de qualquer dificuldade;
-Desviar setas que estejam dirigidas a ele;
-Acalmar ventos, ondas e tempestades;
-Fazer um guerreiro ser invencível;
-Assumir qualquer aparência: velho, jovem, adulto;
Seu símbolo é a cruz solar e sua festa principal era o Solstício de Inverno. Para conseguir o favor de Odin eram sacrificados animais, normalmente machos e seres humanos.
Os antigos povos tinham o costume de dedicar um dia da semana a cada deus e seu nome germânico, Wotan, acabou por entrar na língua inglesa como “Wednesday”.
Morada
Odin é o senhor em Asgard e vive no palácio Valaskjálf, numa torre alta, onde está o seu trono mágico, chamado de Hlidskialf. Dali, ele pode contemplar os nove mundos.
Alimentação
Odin não precisa comer e apenas bebe vinho e hidromel, um licor especial. Todos os alimentos que são postos em seu prato ele dá para seus lobos.

ZEUSZeus é o Senhor dos Céus e Deus Supremo da mitologia Grega. Filho mais novo de Cronos, Rei dos Titãs, e Rhea (Réia),...
29/10/2020

ZEUS
Zeus é o Senhor dos Céus e Deus Supremo da mitologia Grega. Filho mais novo de Cronos, Rei dos Titãs, e Rhea (Réia), nasceu no Monte Ida, Ilha de Creta. Conhecido pelo nome Romano de Júpiter, tinha como irmãos Poseidon, Hades, Deméter, Héstia e Hera — de quem era tambem marido. Foi pai de diversos deuses, como Atena, Ártemis e Apolo, e semi-deuses, como Heracles. Havia muitas estátuas erguidas em honra de Zeus, sendo que a mais magnífica estava em Olímpia, uma das sete maravilhas do mundo antigo. Originalmente, os jogos olímpicos eram realizados em sua honra.
É nos poemas homéricos que é criada a personalidade de Zeus, rei dos homens e dos deuses, deus que reina nas alturas luminosas do Céu. Na maior parte do tempo, Zeus permanece no cimo do monte Olimpo, mas também viaja. Preside ás manifestações celestes, provoca a chuva, lança o raio e os relâmpagos mas, sobretudo, mantém a ordem e a justiça no mundo. Encarregado de purificar os assassínios da mácula do sangue, zela pela conservação dos juramentos e pelo respeito dos deveres devidos aos hóspedes; é a garantia do poder real e, em geral, da hierarquia social. Exerce estas prerrogativas em relação aos homens e aos deuses.
Ele próprio está submetido ao Destino, de que é o intérprete e que defende contra a fantasia dos outros deuses. É o distribuidor dos bens e dos males. Homero, na Ilíada, conta que, na porta do seu palácio, existem duas jarras, uma contendo os bens, e outra os males. Normalmente, Zeus tira o conteúdo alternadamente de uma e de outra para cada um de nós. Mas, por vezes, tira exclusivamente de uma delas e o destino que daí resulta é ou inteiramente bom ou, e é o que mais se verifica, inteiramente mau.
Durante muito tempo quem governou a Terra foi o tirano Urano (o Céu). Até que foi deposto por Cronos, seu filho. Então Urano profetizou que Cronos também seria destronado por seu próprio filho
Cronos, temendo a maldição, passou a devorar vivos os próprios filhos, logo que estes nasciam. Ao nascer o sexto filho, Réia decidiu recorrer à astúcia e salvar o pequeno Zeus, que acabava de nascer. Deu-o à luz de noite, secretamente, e, de manhã, levou a Cronos uma pedra envolta em panos que Cronos devorou, acreditando que se tratava de uma criança.
Reia levou o filho para um local seguro, dando-lhe o nome de Zeus (Tesouro que reluz). Quando Zeus atingiu a idade adulta, quis apoderar-se do poder que Cronos detinha. Pediu, então, conselho a Métis (a Prudência), que lhe deu uma droga, graças à qual Cronos foi obrigado a vomitar as crianças que devorara. Apoiando-se nos irmãos e irmãs, Zeus atacou Cronos e os Titãs. A luta durou dez anos. No final, Zeus e os Olímpicos venceram e expulsaram os Titãs do Céu. Para obter esta vitória, Zeus, a conselho de Geia, libertou do Tártaro os Ciclopes e os Hecatonquiros, que Cronos aí aprisionara. Para isso, matou a sua guardiã, Campe. Os Ciclopes deram, então, a Zeus o trovão e o raio, que tinham forjado; deram a Hades um elmo mágico que tornava invisível quem o usasse; e a Poseídon, o tridente, cujo embate agita a terra e o mar. Uma vez vencedores, os deuses partilharam o poder, tirando-o à sorte. Poseídon ficou com o Mar, Hades com o Mundo Subterrâneo e Zeus obteve o Céu e a preeminência sobre o Universo.
A vitória de Zeus e dos Olímpicos foi, todavia, contestada. Juntamente com os Olímpicos, Zeus teve de lutar contra os Gigantes, postos contra ele pela Terra, irritada por saber que os seus filhos, os Titãs, estavam aprisionados no Tártaro. Finalmente, como última prova, Zeus enfrentou Tífon e este foi o combate mais rude que teve de travar. No decurso da luta, foi feito prisioneiro e mutilado pelo monstro, mas um estratagema de Hermes e de Pã libertou-o e, por fim, alcançou a vitória.
Zeus consolidou o seu domínio através de casamentos e aventuras amorosas que, no devido tempo, produziram mais deuses, semideuses (heróis) e reis. Tornaram-se célebres tanto a quantidade de mulheres por quem o "pai dos deuses e dos homens" se apaixonou — mitógrafos tardios chegaram a catalogar 115 — quanto os disfarces e metamorfoses que utilizava para se aproximar das deusas e das mais belas mulheres mortais.
Cronologicamente, a primeira das uniões de Zeus é com Métis, filha de Oceano. Para escapar ao deus, Métis tomou diversas formas, mas em vão. Teve de submeter-se e concebeu uma filha. Mas Geia predisse a Zeus que, se Métis desse à luz uma filha, esta, por sua vez, conceberia um filho que destronaria o seu pai. Por isso, Zeus engoliu Métis e, quando chegou o momento do parto, Prometeu fendeu com um golpe de machado o crânio de Zeus, de onde saiu, completamente armada, a deusa Atena. Zeus desposou em seguida Témis, uma das Titãs, e dela teve filhas; as Estações (as Horas), chamadas, respectivamente, Irene (Paz), Eunomia (Disciplina) e Dice (Justiça). Em seguida, as Moiras, que são as agentes do Destino.
Zeus uniu-se ainda a Dione, uma das Titânides e nela gerou Afrodite. Com Eurínome, filha de Oceano, concebeu as Graças: Aglaia, Eufrósina e Talia, que são, na origem, espíritos da vegetação. De outra Titânide, Mnemósina, que simboliza a Memória, teve as Musas. Por fim, com Leto, gerou Apolo e Ártemis. É só neste momento que, segundo Hesíodo, se situa o casamento sagrado com Hera, sua própria irmã. Mas é geralmente considerado como muito mais antigo. Deste casamento nasceram H**e (deusa da juventude), Ilitia, Hefesto (deus do fogo) e Ares (deus da guerra). Com uma das suas outras irmãs, Deméter, Zeus teve uma filha: Perséfone.
Estas são as uniões com as deusas, mas as suas uniões passageiras com mortais são inumeráveis. Não há uma única região do mundo helénico que não se tenha vangloriado de ter por herói epónimo um filho nascido dos amores de Zeus. A união entre Zeus e mulheres mortais produziu, na sua maior parte, heróis (ou semideuses); no entanto, em três casos, os seus filhos acabariam por se tornar deuses.
Hermes, filho de Maia, primitivamente uma ninfa da Arcádia, nasceu já praticamente uma divindade; Dioniso, filho de Sémele, e Heracles, filho de Alcmena, no entanto, nasceram inteiramente humanos e ascenderam à divindade mais tarde. Hércules tornou-se um deus somente depois da sua morte terrena.
Zeus, para desespero da sua esposa legítima, foi um dos maiores produtores de heróis. Hera perseguia sistematicamente as amantes e os filhos ilegítimos do marido e, para esconder as suas aventuras da esposa, muitas vezes Zeus teve de assumir outras formas (touro, cisne, chuva de ouro...).

KRAKEN MITOLOGIA NORDICAO kraken é um enorme monstro marinho da mitologia nordica que se encontra em oceanos e águas pro...
28/10/2020

KRAKEN MITOLOGIA NORDICA
O kraken é um enorme monstro marinho da mitologia nordica que se encontra em oceanos e águas profundas.
Pode medir até 90 metros de altura, quando se aproxima da superfície e permanece imóvel pode ser confundido com uma ilha.
Seu aspecto se assemelha ao de um polvo gigante com numerosos tentáculos e enormes olhos vermelhos com os que está alerta a qualquer movimento de outras criaturas, tanto dentro como fora da água. Seus tentáculos têm ventosas de 2 metros de diâmetro. Este ser tem alguns tentáculos com espinhos afiados que usa para atacar.
Como qualquer cefalópode, o kraken pode lançar uma tinta negra para escapar, é difícil imaginar que um ser como este precise fugir de algum inimigo, a menos que se trate de outro kraken ainda maior. Nem o mesmíssimo leviatã é comparável em força e tamanho.
Há séculos que estes seres vêm sendo vistos, mais frequentemente nas costas do Atlântico Norte e da Noruega. De fato, um bispo noruego descreveu um kraken em 1752, e afirmou que a cor negra das águas norueguesas se devia à tinta deste animal.
Os marinheiros de barcos a vela temiam este ser mais que qualquer outra coisa, vigiavam as águas profundas com a esperança de não ver a água borbulhar, isto era sinal de que o kraken já estava perto demais.
Quando o kraken aparece ou emerge algum de seus tentáculos já não adianta correr. Quando visualiza uma vítima se lança ao ataque, a golpeia e envolve com seus tentáculos enquanto a arrasta para sua enorme e terrível boca.
Há rumores de ilhas tropicais que ficaram completamente vazias, tanto de animais como de humanos, depois de que este terrível animal passara por alí.
Seus esconderijos se encontram quilômetros abaixo da superfície, são enormes complexos de cavernas subaquáticas onde deposita os restos dos cadáveres que não devorou, ali os conserva até que sinta fome outra vez.

YOKAIYōkai (demônio, espírito, ou monstro) também escrito como “Youkai”, é uma classe de criaturas sobrenaturais, existi...
27/10/2020

YOKAI
Yōkai (demônio, espírito, ou monstro) também escrito como “Youkai”, é uma classe de criaturas sobrenaturais, existindo uma grande variedade no vasto folclore japonês. O termo é ambíguo, pode ser traduzido como sedutor, encantador ou, até mesmo, calamidade. Comumente, o termo é interpretado como “encantamento”, o que traz a conotação de algo sobre-humano e misterioso. Alguns são humanos com características animais, um yōkai que tem a habilidade de se transformar, por exemplo, é chamado de obake ou bakemono.
Eles também podem ser chamados de “ayakashi”, “mononoke” ou “mamono”. São criaturas mágicas que incluem entre tantos gêneros: a kitsune (raposa), Kodama (espíritos da floresta), Yuki-onna (mulher da neve) Tsukumogamis (artefatos encantados), Oni (ogros/demônios), assim como os “Onryō” e “Yūrei” (temidos espíritos vingativos). Um youkai, geralmente tem algum tipo de poder sobrenatural ou espiritual, e assim, encontros com humanos tendem a ser perigosos.
O termo japonês “youkai” pode ser usado para designar todo tipo de monstro e criatura sobrenatural. Alguns são humanos com características de animais, como o Kappa (criança do rio), semelhante a uma tartaruga e o Tengu (cães do paraíso) que possuem asas. Os considerados “maus”, são chamados genericamente de Youma, Yurei (almas penadas), há também os relacionados à natureza, geralmente na forma de mulheres, “Youseis”. Um yōukai que tem a habilidade de se transformar é chamado de obake ou bakemono.
Um youkai geralmente tem algum tipo de poder sobrenatural ou espiritual, e assim encontros com humanos tendem a ser perigosos. Por serem mais poderosos que os homens, também têm valores diferentes, por isso, muitos agem com arrogância em relação aos mortais. Eles geralmente são invulneráveis a ataques humanos, mas podem ser derrotados por exterminadores qualificados, como os “Youkai taijiya” (caçadores de youkais) e monges budistas com poderes espirituais (bênçãos de Buda).
Nura Rikuo
Alguns youkai simplesmente evitam os seres mortais e portanto, o problema, pois eles geralmente habitam áreas isoladas longe dos homens. Outros, no entanto, optam por viver perto de assentamentos humanos e desenvolvem um verdadeiro apreço pela raça. Algumas histórias até mesmo contam sobre cruzamentos de youkai com seres humanos para produzir “han’yos”, ou “meio-demônios”.
Han’you ou Hanyou são considerados seres sobrenaturais frutos da união de um ser humano com um yōukai, muito presentes na moderna cultura japonesa. O mais comum é o filho de um youkai com um humano, mas outros tipos também são encontrados

AFRODITENa mitologia grega, Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade.Ela foi considerada a personificação ...
25/10/2020

AFRODITE
Na mitologia grega, Afrodite é a deusa do amor, da beleza e da sexualidade.
Ela foi considerada a personificação do ideal de beleza dos gregos na Antiguidade. E na Idade Moderna serviu de inspiração para diversos artistas do Renascimento.
Na Grécia antiga, sobretudo nas cidades de Esparta, Atenas e Corinto, ela foi cultuada e associada aos prazeres carnais. Por isso, era também considerada a protetora das prostitutas e daí surge o termo “afrodisíaco”.
Os deuses gregos faziam parte da espiritualidade do povo os quais eram reverenciados e cultuados com ritos, festas e oferendas.
Afrodite era filha de Zeus, o deus dos deuses e dos homens, e Dione, deusa das ninfas.
Ela nasceu na Ilha de Creta com uma beleza estonteante, sendo muito vaidosa, sedutora, charmosa e vingativa.
Reza a lenda que ela já nasceu adulta no mar e por isso, o nome “Afrodite” significa “nascida da espuma”.
Com um casamento arranjado pelo pai, ela casou-se com Hefesto, deus do fogo, no entanto, não tiveram nenhum filho. Para Afrodite, que primava pela beleza e o amor, ele era feio e destituído de senso de humor.
Diante disso, ela seduziu diversos homens, tendo muitos amantes, e dessas uniões nasceram diversos filhos.
Quando Hefesto descobre a traição de sua amada, ele os prende num rede mágica, o que resultou na fuga dos amantes.
Também se relacionou com Hermes, deus mensageiro, com quem teve o filho Hermafrodito. Ele nasceu com ambos órgãos se***is e seu nome representa a união dos nomes dos deuses: Hermes e Afrodite.
Além dos deuses, ele teve casos com homens mortais, do qual se destaca Adônis. Ele era um belo jovem que chamou a atenção de ambas filhas de Zeus: Perséfone e Afrodite.
Quando Ares, amante de Afrodite, descobre que ela está apaixonada por Adônis, ele envia um grande javali para matar seu rival.
Depois de atacado pelo animal, Adônis se transforma numa anêmona. Quando chega ao submundo, Perséfone, esposa de Hades, se apaixona por ele e assim, torna-se uma das rivais de Afrodite.
Além deste mortal, teve relação com Anquises, um príncipe troiano, e com ele teve dois filhos: Eneias e Liro. O primeiro foi um dos heróis da Guerra de T***a.

HERCULESHércules foi um grande herói da Mitologia Grega. Filho de Zeus (deus dos deuses) e da mortal Alcmena, que era es...
25/10/2020

HERCULES
Hércules foi um grande herói da Mitologia Grega. Filho de Zeus (deus dos deuses) e da mortal Alcmena, que era esposa de Anfitrião.
Segundo o mito, aproveitando o fato de Anfitrião estar ausente, em batalha, Zeus se caracterizou como ele, e se fez passar pelo mesmo. Ao retornar da batalha, Anfitrião descobriu a traição, e, irado construiu uma grande fogueira para queimar Alcmena viva. Zeus então, mandou nuvens de chuva para apagar o fogo, o que acabou fazendo com que Anfitrião aceitasse a situação. Hércules, portanto, nasceu do encontro de Zeus e Alcmena.
A deusa Hera, esposa de Zeus, enciumada pela traição, enviou duas serpentes para matar Hércules ainda no berço. Não teve exito, pois ainda bebê, Hércules estrangulou as serpentes com as próprias mãos.

Quando adulto, Hera provocou em Hércules um ataque de fúria, que o levou a matar sua esposa Mégara e seus três filhos. Como punição pelo crime, o oráculo de Delfos o incumbiu de doze tarefas de extremo risco. Essas tarefas são chamadas de “Os doze trabalhos de Hércules”. São eles:

1-Matar o leão de Neméia – Hércules o estrangulou.
2-Destruir um monstro de sete cabeças que cuspia fogo – o monstro era a hidra de Lerna, que Hércules matou.
3-Capturar a corça de Gerínia – Hércules a capturou viva, sendo que ela tinha chifres de ouro e pés de bronze.
4-Acabar com um javali selvagem gigantesco - Hércules capturou vivo o javali de Erimanto.
5-Limpar em um só dia o curral do rei Augeasos – Hércules limpou o estábulo que já não havia sido limpo nos últimos trinta anos, e no qual havia três mil bois.
6-Acabar com as aves do lago Estinfale – Hércules matou as aves antropófagas dos pântanos com flechas envenenadas.
7-Capturar um touro louco na ilha de Creta – Hércules capturou o touro vivo, apesar do mesmo lançar chamas pelas narinas.
8-Eliminar as éguas do rei Trácia – Hércules capturou as éguas antropófagas de Diomedes, domando-as.
9-Roubar o cinto de ouro da rainha Hipólita – Hércules conseguiu, após longas batalhas, obter o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas.
10-Capturar os bois selvagens de Gerião, da ilha de Eritéia – Hércules capturou o rebanho de bois vermelhos, após ter matado Gerião, que tinha três corpos.
11-Roubar as maçãs douradas das ninfas no jardim das Espérides – Hércules recuperou as três maçãs de ouro do jardim, por intermédio de Atlas.
12-Capturar o cão de três cabeças Cérbero, guardião dos portões do inferno – Hércules capturou o cão, que além das três cabeças, tinha cauda de dragão e pescoço de serpente.
Ao realizar as doze tarefas, além de se redimir pela morte de sua esposa e de seus filhos, Hércules conquistou a imortalidade.
Casou-se com Dejanira, que sem querer lhe causou a morte. Na condição de imortal, Hércules foi transportado para o Olimpo, onde se casou com a deusa da juventude, H**e.

Hades é o deus grego do submundo, do reino dos mortos, Também é chamado de deus da riqueza porque possui todos os metais...
21/10/2020

Hades é o deus grego do submundo, do reino dos mortos, Também é chamado de deus da riqueza porque possui todos os metais preciosos do planeta.
Reside e governa o lugar mais sombrio da Terra, para onde vão as almas dos mortos.
Dono de uma personalidade impiedosa, Hades era repugnante, insensível, monstruoso e poucos tinham coragem de pronunciar seu nome. Assim, na mitologia grega ele é considerado o mais temido dos deuses.
Hades é retratado como um homem de pele morena e que usa barba. É adornado com uma coroa, e carrega a chave do submundo e um cetro.
Em sua companhia anda um cão de três cabeças, o cérbero. Esse animal tinha o objetivo de guardar a entrada do reino dos mortos.
Geralmente, Hades usava uma carruagem para se locomover e, muitas vezes, ele é retratado na carruagem em companhia de sua esposa Perséfone.
Hades é filho de Cronos, rei dos Titãs, e Reia. Ele possuía mais quatro irmãos: Poseidon, Zeus, Deméter, Héstia e Hera.
Cronos, o pai deles e o mais novo dos titãs, devorava seus filhos ao nascerem, com receio de ser destronado.
Com a vitória dos filhos sob Cronos, Hades teve direito de governar o submundo. Já seus irmãos, Zeus e Poseidon, ficaram com a posse do céu e do mar, respectivamente.
Assim, ele era o único que não morava no Monte Olimpo, uma vez que residia em um palácio debaixo da Terra. Seu símbolo era um capacete confeccionado por Hefesto cujo adorno o tornava invisível.
O mesmo capacete foi usado por Atena em uma luta contra Ares na Guerra de T***a
Conforme os relatos de a Odisseia, era preciso atravessar o oceano para chegar ao reino secreto de Hades.
Entre as histórias que retratam Hades está sua paixão pela deusa Perséfone, filha de Zeus e Deméter. Ela foi raptada por Hades e levada ao submundo.
Hades a seduziu e a enganou, fazendo com que comesse uma romã, o fruto proibido. Caso não se alimentasse no submundo, Perséfone poderia voltar ao mundo dos vivos. Como ela ingeriu a romã, só teve o direito de voltar 9 meses por ano.
Esse ciclo é descrito como o regime das estações do ano por representar o humor de Deméter. Ou seja, o inverno era a estação em que a mãe ficava triste com a ausência de sua filha.
Por sua vez, no verão, na primavera e no outono, Perséfone voltava ao mundo dos vivos, momentos estes que refletem a alegria de sua mãe.

CONSTANTINOPLAConstantinopla foi a capital de vários impérios na antiguidade. O imperador romano Constantino I, no decor...
21/10/2020

CONSTANTINOPLA
Constantinopla foi a capital de vários impérios na antiguidade. O imperador romano Constantino I, no decorrer das expedições com seu exército, tomou conta de uma região estrategicamente posicionada entre o C***o de Ouro e o Mar de Mármara, localizada no ponto de encontro entre Europa e Ásia. Para estabelecer a presença do Império Romano e o controle de uma importante localização para o mundo antigo, foi fundada a cidade de Constantinopla, cujo nome faz referência ao já citado imperador romano.
No dia 11 de maio de 330, o imperador Constantino I tornou a cidade de Constantinopla a capital do Império Romano. Com o passar do tempo, a cidade cresceu territorialmente e em importância, sendo respeitada e cobiçada por vários povos. Até 395, permaneceu como capital do Império Romano, passando, então, a ser a capital do Império Bizantino. Em 1204, as forças da Quarta Cruzada capturaram a cidade e teve início a fase do Império Latino. Mas em 1261 passou ao comando de Miguel VIII Paleólogo, representante de Niceia. Novamente, a cidade de Constantinopla era a capital do Império Bizantino. Nesta fase, a cidade gozou de relativa tranquilidade e houve um grande crescimento da mesma. Era a capital da cristandade e a maior e mais rica cidade da Europa. Durante quase dois séculos serviu de capital aos bizantinos. Todavia, foi em 1453 que veio a grande derrota. No dia 29 de maio, o Império Otomano tomou a cidade como capital e esta situação não mais se alterou. No longo período que se inicia em 1453 e vai até 1922, Constantinopla foi a capital do Império Otomano. Em 1923, foi criada a República da Turquia, que mudou sua capital de Constantinopla para Ancara, porém ainda mantendo o controle sobre a primeira.
Ao longo de toda sua história, Constantinopla recebeu várias denominações. A primeira delas e a mais notória faz referência a seu fundador, Constantino I. Todavia, também já foi chamada de Bizâncio, Nova Roma, Tsargrad, Miklagard e Istambul. Essa última denominação é usada pelos turcos desde o século X. Em 1930, a República da Turquia promoveu uma série de reformas no país, entre elas a postal, que renomeou definitivamente a cidade para Istambul. Os ocidentais, contudo, referem-se à cidade basicamente como Constantinopla.
fonte: https://www.infoescola.com/antiguidade/constantinopla/

soldados de terracota Esses termos referem-se à coleção de esculturas encontradas em 1974 na China. São mais de oito mil...
18/10/2020

soldados de terracota
Esses termos referem-se à coleção de esculturas encontradas em 1974 na China. São mais de oito mil estátuas de soldados depositadas em um trio de poços que ficam nas proximidades do túmulo do imperador Qin Shi Huang.
Acredita-se que eles foram colocados ali sob a crença de que o exército protegeria o líder chinês na sua vida após a morte. Já o nome terracota vem do material de que são feitas as esculturas: argila cozida no forno, em torno dos 900 °C. Esse mineral é rico em óxido de ferro, normalmente utilizado na confecção de tijolos, telhas, vasos etc.
Contudo, a resistência da terracota é muito baixa. Ela possui alta porosidade e, por isso, o Exército de Terracota é tratado com bastante cuidado pelos pesquisadores, a fim de não danificar o material.
Prova disso é que, apesar de descoberto na década de 70, há espaços ainda não explorados pelos pesquisadores, devido à fragilidade das peças.
O Exército de Terracota é uma verdadeira obra-prima da história das civilizações. Mais precisamente, da chinesa. Acredita-se que as esculturas foram feitas no ano 200 a.C. Provavelmente, ano em que morreu o primeiro imperador da China, Qin Shi Huang.
O Exército de Terracota foi descoberto por agricultores chineses que cavavam um poço nas proximidades. Para construir esse mausoléu, os historiadores acreditam que mais de 700 mil trabalhadores e artesãos se dedicaram à obra. Diz a lenda que depois que todas as esculturas ficaram prontas, o imperador mandou matar todos os artesãos para não deixar rastros de onde seria o seu mausoléu.
Até o momento, os pesquisadores encontraram 8.099 estátuas. Entre elas, estão mais de oito mil soldados, 130 carruagens com 520 cavalos e 150 cavalos de cavalaria. Há ainda a representação de cidadãos que não são das formas armadas, como serviçais do império, artistas e acrobatas.
Eles foram encontrados divididos em três espaços diferentes, sendo que o quarto espaço também foi achado, porém estava vazio. O primeiro estava lotado de figuras e servia como uma espécie de linha de frente de batalha com cerca de 6 mil peças.
O segundo tinha menos estátuas, cerca de 1.400. Os estudiosos acreditam que aí era a guarda militar do imperador. Já o terceiro foi destinado a estátuas com oficiais de alto escalão com apenas 68 peças.
Os traços dos soldados parecem ter inspiração na arte grega de esculpir. Segundo reportagem publicada pela BBC, há indícios de que algum artesão grego tenha treinado os escultores chineses.
O Mausoléu de Qin Shihuang, o primeiro imperador chinês, é uma área muito extensa. São 56 km² que formam uma espécie de complexo funerário.
Para você ter uma ideia, além de soldados existem outras esculturas de cavalos e estábulos, palácios, muralhas e inúmeras outras áreas. É como se o imperador quisesse reproduzir após a morte, o seu reino que comandou em vida.
Também foram encontrados nas proximidades do túmulo do imperador restos mutilados de mulheres, que teriam sido amantes dele, bem como o seu filho mais velho que também teria sido assinado, logo após a morte do pai.

ESPARTAEsparta foi uma das maiores pólis da Grécia Antiga, e, durante o Período Clássico, foi a cidade que dominava a re...
18/10/2020

ESPARTA
Esparta foi uma das maiores pólis da Grécia Antiga, e, durante o Período Clássico, foi a cidade que dominava a região do Peloponeso. Os historiadores acreditam que ela surgiu durante o Período Homérico e que, a partir do século VII a.C., começou a crescer, tornando-se a força hegemônica na região.
Tinha uma sociedade rígida, sem possibilidade de mobilidade social e bastante militarizada. A aristocracia era formada como um corpo militar de elite, e somente ele poderia participar da política, seja opinando, seja ocupando cargos políticos. A cidade de Esparta entrou em decadência a partir do século IV a.C.
Os historiadores acreditam que ela foi fundada pelos dórios, que invadiram a Grécia por volta de 1200 a.C. Os dórios são muito conhecidos por terem sido um dos povos que atacaram as cidades micênicas no final do Período Pré-Homérico.
Na narrativa mítica dos espartanos, a cidade teria sido fundada por Lacedemon, filho de Zeus e Taigete. O mito grego conta que Lacedemon casou-se com Esparta, filha de Eurotas, um mítico rei que descendia de Lélex, rei do povo originário da Lacônia. Depois que Lacedemon assumiu o trono da Lacônia, ele nomeou a região com o seu nome (a Lacônia também é conhecida como Lacedemônia) e deu o nome de sua esposa para a cidade de Esparta.
Séculos depois de a cidade ter sido estabelecida pelos dórios na Lacônia, a população espartana iniciou sua expansão pela península. Os historiadores acreditam que, por volta do século VII a.C., os espartanos teriam atacado e conquistado a região da Messênia, vizinha à Lacônia. Uma vez conquistada a Messênia, as populações locais teriam ficado sob o controle de Esparta, que se tornou a pólis com o maior domínio territórial em toda a Grécia.
É fato conhecido de muitos que na cidade de Esparta havia, politica e socialmente, uma sociedade rígida, baseada na ordem, na disciplina e no militarismo. No caso espartano, essa rigidez expressava-se de maneira a formar uma sociedade com pouca mobilidade social, na qual a violência era frequentemente utilizada para manter-se a população sob controle.
Uma prática comum dos espartanos era a de enviar jovens em treinamento militar para as terras habitadas pelos hilotas com o objetivo de matar tantos quanto fosse possível. Esse ato era conhecido como cripteia e era parte de um rito de passagem para os jovens em treinamento militar que estivessem completando 18 anos.
Na cripteia, o jovem soldado era enviado para as vilas hilotas com uma adaga e um pouco de comida. Durante esse processo, ele dormia durante o dia e à noite saía à caça de hilotas, matando todos os que cruzassem o seu caminho. Os soldados em formação também poderiam atacar os hilotas durante o dia, enquanto eles estivessem distraídos com o trabalho.

A faraó do Egito, que teve seu reinado dentre 1473-1458 A. C, conseguiu realizar inúmeras conquistas durante a sua vida....
31/07/2020

A faraó do Egito, que teve seu reinado dentre 1473-1458 A. C, conseguiu realizar inúmeras conquistas durante a sua vida. Governou um país que, antigamente, era dominado pelos homens, No entanto, tudo mudou durante o reinado de Hashepsut.
A história de Hashepsut e como ela chegou tão longe
Seus privilégios tiveram início desde o seu nascimento. Durante o casamento do rei da 18ª dinastia, o Tutmés I, com Ahmose, foi concebida a sua primogênita. Após o segundo casamento do seu pai, agora com Mutnofret, a futura faraó ganhou mais alguns irmãos. Sendo que um deles, veio a se tornar o seu marido quando atingiu a idade necessária.
No Egito Antigo, somente os homens podiam ocupar um cargo tão alto, por isso, quando Tutmés I veio a falecer, seu filho, casado com a sua primogênita, assumiu o trono e foi batizado como Tutmés II, prometendo continuar o legado do seu pai. Durante o casamento dos filhos de Tutmés I, o herdeiro gerado havia nascido uma linda menina, a qual foi batizada de Neferure.
Tutmés II faleceu em 1479 A. C, mas como a sua pequena família era composta por sua esposa e filha, nenhuma delas puderam assumir o trono. Dessa forma, ele foi repassado para o outro filho do primeiro faraó, que antes era Isis e passou a ser reconhecido como Tutmés III. Porém, Isis havia acaba de nascer, não tinha idade suficiente para governar.
Tomando posse do que era seu por direito
Dessa forma, desde o seu nascimento, Hashepsut foi negligenciada por ter nascido uma mulher. Não importava se era a primogênita de Tutmés I, ela estava fadada a viver sempre as sombras dos seus irmãos. Mas, tudo mudou quando seu marido veio a óbito. Durante 7 anos, ela servia como uma regente do rei bebê, estando sempre por perto, esperando o momento em que seria vista como além de uma mera rainha.
Foi durante o final do seu sétimo ano de reinado, que ela foi coroada como faraó em regime pleno, após recorrer aos protocolos escritos para os soberanos do Egito. Desde o momento em que se tornou o rei dominante do país, ela passou a se vestir como um. Seus retratos agora refletiam uma aparência masculina, que iam desde a sua face até as suas vestes.

Da ascensão à morte da primeira faraó do Egito
Assim, nunca foi descoberto como ela conseguiu a aceitação do povo e da elite egípcia, que naquela época, prezavam bastante pelas normas reais. Enquanto viveu, ela deixou seu legado e o seu trono foi repassado de volta para Tutmés III, que agora já tinha idade suficiente para governar. Ele teve no trono egípcio durante 33 anos, e mandou destruir qualquer evidência que viesse a lembrar que um dia, o Egito foi governado por uma faraó.
Hashepsut e o sorriso de 3500 anos
Seu corpo foi mumificado e encontrado no ano de 2007, durante uma expedição no local onde foi colocada, na tumba KV 60 no Vale dos Reis. Durante as análises dos restos corporais, a antropóloga da Cornell University, Meredith Small relatou que a “tomografia computadorizada feita de um único dente em uma caixa com o nome de Hatshepsut combinava perfeitamente com uma cavidade dentária na mandíbula da múmia”.
Uma observação curiosa feita pelos arqueólogos que a encontraram é que a múmia da rainha Hatshepsut, faraó do Egito Antigo, parece estar sorrindo, mesmo após quase 3.500 anos.

Endereço

Rua Jacarezinho
Cascavel, PR
85816-010

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