Museu do Holocausto de Curitiba

Museu do Holocausto de Curitiba Primeiro Museu do Holocausto no Brasil, voltado a relembrar as vítimas e alertar as novas gerações sobre os perigos do ódio, da intolerância e do Racismo.
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19/06/2026

⚽ Uma das peças da exposição "Camisas Contra o Ódio" é o modelo reserva usado pela seleção do México na Copa do Mundo de 2022, no Catar!

O modelo, em tom branco e bordô, traz grafismos que remetem às antigas civilizações que formaram a identidade cultural do México. Os padrões geométricos são inspirados na arte pré-hispânica, nos códices e relevos das pirâmides mesoamericanas.

Ao centro, aparece a figura de Quetzalcóatl, a serpente emplumada, divindade associada à sabedoria, à fertilidade e ao ciclo da vida. Sua escolha reforça o vínculo com as raízes indígenas e expressa respeito à diversidade religiosa do país, predominantemente católico. Ao estampar uma divindade ancestral, a peça transforma-se em um símbolo de tolerância religiosa.

📷 Imagens e narração: TUDN México, do amistoso entre México e Iraque realizado antes da Copa.

No último domingo (14), a exposição "Camisas Contra o Ód10" foi inaugurada no Memorial do Holocausto de São Paulo, marca...
18/06/2026

No último domingo (14), a exposição "Camisas Contra o Ód10" foi inaugurada no Memorial do Holocausto de São Paulo, marcando o início da agenda de circulação após sua passagem por Curitiba. A mostra, de curadoria do Museu do Holocausto de Curitiba, reúne 36 camisas de times e seleções, em uma iniciativa inédita que articula cultura esportiva e responsabilidade social, como um marco no uso da memória para combater o ódio e a intolerância.

A exposição segue em cartaz em São Paulo até 15 de setembro, com entrada gratuita mediante agendamento pelo site do Memorial. Depois, segue para outras cidades do Brasil, levando adiante a reflexão sobre o papel do esporte como campo de resistência, inclusão e memória.

Confira de perto alguns momentos da abertura da mostra, que contou com o coordenador-geral do Museu do Holocausto, Carlos Reiss, o diretor do Memorial, Rabino Toive Weitman, além de representantes de instituições parceiras. Também estiveram presentes os sobreviventes do Holocausto Joshua Strul, Ariella Segre e Stefan Lippmann.

📸 Felipe Araujo.

Daisy Miller Z”L nasceu como Daisy Bettina Hirsch em 5 de outubro de 1938, em Zagreb, na Croácia (então parte da Iugoslá...
16/06/2026

Daisy Miller Z”L nasceu como Daisy Bettina Hirsch em 5 de outubro de 1938, em Zagreb, na Croácia (então parte da Iugoslávia). Assim como outras famílias judias, a família de Daisy foi submetida às perseguições do regime. Nos anos seguintes, mudaram-se diversas vezes, dependendo da ajuda de proprietários rurais locais, que lhes ofereciam abrigo e proteção.

Em 1941, após várias tentativas de deixar a Iugoslávia, Daisy e seus familiares conseguiram atravessar a fronteira para a Itália usando documentos falsos. Eles encontraram refúgio temporário em Montecatini Terme, uma pequena cidade próxima a Florença, onde viveram sob rigorosa vigilância das autoridades locais.

Com a ruptura da aliança entre a Alemanha e a Itália em 1943, e a subsequente ocupação alemã de parte do território italiano, a família deslocou-se para Quarrata, vivendo escondida até conseguir se reunir com parentes em outro local. Em setembro de 1944, foram liberados e começaram uma nova vida em Florença. Após a morte do pai, quando Daisy tinha 10 anos, a família foi para os Estados Unidos.

Ao longo da vida, Daisy dedicou-se a causas sociais e humanitárias. Na década de 1980, participou da fundação da World Federation of Jewish Child Survivors of the Holocaust and Descendants, organização que reúne milhares de membros em todo o mundo e presta apoio a crianças sobreviventes do Holocausto. Entre 1994 e 2013, também esteve vinculada à Fundação USC Shoah, criada por Steven Spielberg para coletar, preservar e compartilhar os testemunhos dos sobreviventes do Holocausto.

Daisy faleceu em maio deste ano, deixando filhas, netas, bisnetos e seu companheiro.

14/06/2026

É possível preservar a humanidade dentro de uma estrutura projetada para destruí-la?

Em 1997, Sean Mathias adaptou para o cinema "Bent", peça de Martin Sherman inspirada no relato de Josef Kohout, sobrevivente austríaco perseguido pelos nazistas por sua homossexualidade. Entenda como a obra busca recuperar essa violência apagada da memória histórica e a insistência humana em amar mesmo quando isso é proibido.

12/06/2026

“O papel é mais paciente do que os homens”. Era nisso que Anne Frank pensava muitas vezes quando, em seus dias melancólicos, punha a cabeça entre as mãos sem saber o que fazer. Ao mesmo tempo, questionava: “Quem, além de mim, lerá estas coisas?”

Hoje, Anne completaria 97 anos. Foi também em um aniversário, o de seus 13 anos, que ela recebeu o caderno de capa xadrez que se tornaria seu diário. Pouco depois, com a ocupação nazista na Holanda, sua família se escondeu, junto a outras quatro pessoas, no Anexo Secreto da empresa do pai, onde viveriam por dois anos.

Em agosto de 1944, foram descobertos e deportados para Auschwitz-Birkenau. Apenas seu pai, Otto, sobreviveu. Em 1947, ele publicou o diário com o intuito de realizar o sonho da filha de se tornar escritora e de conscientizar o mundo sobre os perigos da discriminação, do racismo e do ódio. Hoje, os escritos de Anne foram traduzidos para mais de 70 línguas e o esconderijo da família, em Amsterdã, foi transformado em museu, conhecido como a Casa de Anne Frank.

Com o início da Copa do Mundo de 2026, lembramos que o futebol sempre foi mais do que um jogo. Durante a Segunda Guerra ...
11/06/2026

Com o início da Copa do Mundo de 2026, lembramos que o futebol sempre foi mais do que um jogo. Durante a Segunda Guerra Mundial, as edições de 1942 e 1946 do evento foram canceladas, mas foi justamente nesse período que um episódio marcante da história do esporte aconteceu.

Há 84 anos, na Ucrânia ocupada pelos nazistas, um grupo de jogadores ucranianos entrou em campo para disputar uma partida que entrou para a história do futebol e do nazismo, inspirando diversos filmes e livros.

10/06/2026

O Museu do Holocausto de Curitiba está com as inscrições abertas para a 2ª edição de seu Concurso de Pôsteres. Para criar um material com relação ao Holocausto, você vai trabalhar com referências visuais do período, e isso exige alguns cuidados. Para isso, nossa equipe do Departamento Pedagógico separou alguns pontos de atenção importantes, que vão além do concurso e podem se aplicar a qualquer contato com imagens dessa época.

⚠️ Vale destacar que filmes, séries e animações são reconstruções que podem dramatizar ou simplificar eventos, e com a Inteligência Artificial, esse olhar crítico é ainda mais necessário.

✉️ Envie seu pôster até 21 de junho pelo e-mail [email protected]

Em 23 de junho, terça-feira, às 19h, o Museu do Holocausto de Curitiba irá promover a visita temática "Além do silêncio:...
09/06/2026

Em 23 de junho, terça-feira, às 19h, o Museu do Holocausto de Curitiba irá promover a visita temática "Além do silêncio: existências LGBTQIA+ durante o Holocausto".

Nesta mediação, convidamos o público a refletir sobre a perseguição à comunidade LGBTQIA+ durante o regime nazista. Considerados uma ameaça ao projeto de sociedade idealizado pelo nazismo, esses indivíduos foram submetidos à vigilância, criminalização, prisões e outras formas de violência institucional. Por meio de histórias pessoais, os visitantes conhecerão trajetórias marcadas pelos impactos da perseguição, bem como pelas diferentes formas de resistência e afirmação da própria identidade e dignidade.

Ao trazer essas vivências para o centro da reflexão, a visita busca ampliar o entendimento sobre os mecanismos de preconceito que tornaram essa perseguição possível e sobre os desafios que ainda afetam a comunidade LGBTQIA+ na atualidade. Ao mesmo tempo, reafirmar a memória como instrumento de educação, valorização de lutas e transformação social.

➡️ Inscreva-se até 19 de junho (sexta-feira) em: https://bit.ly/4xo9tVS (link clicável na bio)



Descrição da imagem: montagem gráfica em tons de roxo, rosa e preto. O fundo é composto por uma colagem de fotos históricas em preto e branco com um filtro roxo, mostrando pessoas em trajes das primeiras décadas do século XX, fachadas de estabelecimentos com letreiros em alemão e casais dançando. No topo, em letras brancas, lê-se "Vagas limitadas". Abaixo, a frase "Inscreva-se para participar" introduz o título principal, "Visita temática", escrito em letras grandes e brancas. Abaixo do título, há uma tarja branca horizontal com o texto em preto: "Além do silêncio: existências LGBTQIA+ durante o Holocausto". No rodapé, em letras brancas inclinadas, estão as informações do evento: "23 de junho, terça-feira, às 19h" e "Museu do Holocausto de Curitiba".

07/06/2026

O nosso espaço tem como proposta utilizar a memória do Holocausto como ferramenta de reflexão crítica sobre questões contemporâneas, como preconceito, discriminação e violência contra minorias. Por isso, as mediações buscam relacionar o contexto histórico às questões do presente de forma responsável e séria, abordando não apenas os acontecimentos históricos, mas também seus impactos e continuidades na atualidade.

Este é um trecho da mediação da Milena e, neste Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, decidimos expandir esse recado para todas as nossas redes.

Neste dia, em 1944, cerca de 133 mil soldados das tropas Aliadas desembarcaram nas praias da Normandia, na França. A ope...
06/06/2026

Neste dia, em 1944, cerca de 133 mil soldados das tropas Aliadas desembarcaram nas praias da Normandia, na França. A operação, conhecida como Dia-D ou "Operação Overlord", foi uma das mais decisivas da Segunda Guerra Mundial e abriu o caminho para a liberação da Europa ocupada pelo regime nazista.

➡ Tem alguma dúvida sobre Nazismo, Holocausto ou Direitos Humanos? Comente aqui!

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Curitiba, PR
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Sexta-feira 08:30 - 11:30
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Telefone

+554130937461

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