Museu do Holocausto de Curitiba

Museu do Holocausto de Curitiba Primeiro Museu do Holocausto no Brasil, voltado a relembrar as vítimas e alertar as novas gerações sobre os perigos do ódio, da intolerância e do Racismo.
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Charlotte Goldsztajn Wolosker nasceu na França, em 1938. Dois anos depois, com a ocupação nazista, seu pai, Don, foi env...
21/04/2026

Charlotte Goldsztajn Wolosker nasceu na França, em 1938. Dois anos depois, com a ocupação nazista, seu pai, Don, foi enviado ao campo de Pithiviers e depois deportado para Auschwitz.

Em Paris, Charlotte e a mãe, Czarna, passaram a viver escondidas em um quarto improvisado de uma vizinha. Naquele período, os nazistas apresentavam os campos como supostos “campos de trabalho”, uma encenação para mascarar a violência do sistema. Por isso, elas ainda recebiam cartas, desenhos e pequenos objetos enviados por Don, o que mantinha uma aparência enganosa de normalidade.

À medida que a guerra avançava e a perseguição se intensificava, Charlotte passou a usar nomes falsos e a viver em diferentes esconderijos. Para sua segurança, ela foi separada da mãe e enviada para o interior da França, onde foi acolhida em uma escola de freiras e depois na casa de uma senhora italiana chamada Niná. Czarna nunca deixou de visitá-la. Costureira, deslocava-se de um esconderijo a outro, trabalhando de forma clandestina e, quando possível, aproximava-se da filha. “Minha mãe era tudo pra mim”, lembra Charlotte.

Em 1945, com o fim da guerra, Charlotte reencontrou o pai, que sobreviveu aos campos. A família deixou a Europa rumo ao Brasil, e em 1948, aos nove anos, Charlotte chegou ao porto de Santos após um mês de travessia.

Durante décadas, ela evitou falar sobre o que viveu na infância. Hoje, cartas, objetos e registros de sua história estão preservados no Museu Judaico de São Paulo. Sua trajetória também foi contada no livro “La Petite Charlotte: Memórias de Dor. Raízes de Amor”, escrito por sua filha, Silvia Wolosker Levi, e lançado neste mês.

Milhões de fichas de filiação ao regime nazista, datadas entre 1925 e 1945, agora podem ser consultadas em um mecanismo ...
20/04/2026

Milhões de fichas de filiação ao regime nazista, datadas entre 1925 e 1945, agora podem ser consultadas em um mecanismo de busca online. A ferramenta, desenvolvida pelo jornal alemão Die Zeit em cooperação com arquivos nacionais da Alemanha e dos Estados Unidos, tem permitido identificar possíveis ligações de familiares com o Partido Nazista.

Até pouco tempo, o acesso a esses registros dependia de solicitações formais. Em março de 2026, o arquivo norte-americano passou a disponibilizar os documentos online, permitindo que o Die Zeit reunisse os dados e organizasse o material para facilitar a busca.

Os documentos quase foram destruídos nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, mas foram salvos por Hanns Huber, então diretor de uma fábrica de papel em Munique, e levados a um centro de documentação em Berlim. Em 1994, o acervo foi transferido para o Arquivo Federal Alemão, enquanto cópias em microfilme foram para o Arquivo Nacional dos Estados Unidos.

Agora disponíveis online, esses registros têm permitido que usuários investiguem o passado de suas famílias. O austríaco Christian Rainer, por exemplo, encontrou o nome de seu avô, Franz Rainer, que pediu filiação ao partido poucos dias após sua legalização na Áustria. “Ainda é possível descobrir verdades que você não conhecia antes”, afirmou.



Descrição da imagem: ao fundo, uma imagem semitransparente e borrada em tonalidade laranja. Sobre essa base, uma fotografia aparece em destaque, em preto e branco. Ela mostra uma multidão de soldados alemães uniformizados, preenchendo quase todo o quadro. Eles usam quepes e carregam mochilas estruturadas, enquanto ao fundo surgem diversas bandeiras hasteadas. Na parte inferior da imagem, sobre um fundo laranja, há um selo com a palavra “Notícia” em branco, seguido do título em letras brancas: “Novo mecanismo de busca alemão permite investigar ligação de familiares com o regime nazista”.

19/04/2026

Alguns dos modelos que compõem a exposição “Camisas Conta o Ód10” foram usados em campo! Confira como eles ficaram “em ação”. ⚽️

O futebol é um fenômeno que nos permite dialogar sobre coletividade, respeito e empatia com públicos de todas as idades....
18/04/2026

O futebol é um fenômeno que nos permite dialogar sobre coletividade, respeito e empatia com públicos de todas as idades. Por isso, crianças menores de 12 anos poderão visitar a exposição “Camisas Contra o Ód10”, desde que acompanhadas por um responsável. Saiba como!

⚠️ Atenção: o acesso à exposição permanente do Museu do Holocausto de Curitiba permanece restrito a maiores de 12 anos.

📲 Em caso de dúvidas, nossa equipe de atendimento está à disposição pelo WhatsApp: (41) 3093-7462.

17/04/2026

A exposição “Camisas Contra o Ód10” segue aberta para visitação até 30 de abril. Já garantiu o seu horário pelo nosso site? ⚽️

Hoje, 16 de abril, é o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto. A data marca o falecimento de Luiz Martins de Souza Dant...
16/04/2026

Hoje, 16 de abril, é o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto. A data marca o falecimento de Luiz Martins de Souza Dantas, um dos brasileiros reconhecidos como "Justo entre as Nações". Embaixador do Brasil na França durante a Segunda Guerra Mundial, ele contrariou orientações oficiais do governo Vargas para conceder centenas de vistos a refugiados perseguidos pelo regime nazista.

Mais do que recordar as vítimas do Holocausto, a data homenageia aqueles que tiveram a coragem de agir diante da injustiça, arriscando suas vidas. Marcos como esse contribuem para a conscientização sobre os perigos da intolerância, do preconceito e da violência, além de reafirmar a defesa dos direitos humanos e o papel de cada indivíduo na sociedade.

15/04/2026

⚽ Nesta semana, a exposição “Camisas Contra o Ód10” foi oficialmente aberta!

Inaugurada na segunda-feira (13), a mostra apresenta 36 camisas de clubes e seleções que participaram de campanhas contra o antissemitismo, o racismo e outras formas de ódio. Cada peça evidencia o futebol como um campo de transformação social, resistência e diversidade.

A abertura reuniu autoridades, parceiros e convidados de diferentes gerações para dialogar sobre temas urgentes a partir do futebol, um fenômeno cultural que atravessa milhões de pessoas e que, nessa exposição, revela seu potencial de mobilização.

A exposição segue em cartaz até 30 de abril. Venha conhecer as histórias por trás dessas camisas que mudaram o jogo, agende sua visita pelo nosso site!

Na noite de ontem (13), teve início o Yom Hashoá, Dia da Lembrança do Holocausto e do Heroísmo dentro do calendário juda...
14/04/2026

Na noite de ontem (13), teve início o Yom Hashoá, Dia da Lembrança do Holocausto e do Heroísmo dentro do calendário judaico. A data foi marcada por uma cerimônia no Centro Israelita do Paraná, dedicada à memória das vítimas do nazismo e à resistência judaica durante a Segunda Guerra Mundial.

Neste ano, filhos, netos e bisnetos de sobreviventes que reconstruíram suas vidas em Curitiba acenderam as seis velas em homenagem aos seis milhões de judeus assassinados durante o Holocausto.

A cerimônia seguiu com a abertura da exposição “Camisas Contra o Ód10”, uma iniciativa inédita que articula cultura esportiva e responsabilidade social, como um marco no uso da memória para combater o ódio e a intolerância.

📸 Maringas Maciel.

⚽ Algumas camisas entram em campo para que a história não se repita. Na exposição “Camisas Contra o Ód10”, temas associa...
13/04/2026

⚽ Algumas camisas entram em campo para que a história não se repita.

Na exposição “Camisas Contra o Ód10”, temas associados à defesa dos direitos humanos chegam dos gramados ao Museu do Holocausto de Curitiba. A mostra reúne essas iniciativas e aproxima a força popular do futebol de uma reflexão sobre violência, exclusão e o papel da memória diante dos ódios contemporâneos.

Hoje, a exposição chega ao Museu. A visitação começa amanhã, agende sua visita em nosso site!

Foto: Pedro Souza (Atlético Mineiro)



Descrição da imagem: montagem gráfica. Ao fundo, uma fotografia em tons de verde escuro do jogador Paulinho correndo em campo, vestindo a camisa do Atlético Mineiro. A imagem apresenta textura granulada e pinceladas escuras. À esquerda, em letras grandes e brancas com aspecto desgastado, lê-se: “Há camisas que carregam mais do que um número”. No topo, está o perfil .

12/04/2026

⚽ Um olhar mais de perto de algumas camisas que compõem a exposição “Camisas Contra o Ód10”!

Alguns clubes já aparecem por aqui. Que outros você imagina encontrar na mostra?

⚽ No futebol, as camisas carregam histórias, identidades e símbolos. Em diferentes momentos, elas também levaram aos est...
11/04/2026

⚽ No futebol, as camisas carregam histórias, identidades e símbolos. Em diferentes momentos, elas também levaram aos estádios mensagens claras: dentro e fora de campo, não há espaço para o ódio.

A nova mostra do Museu do Holocausto de Curitiba abre ao público na terça-feira, 14 de abril.

Foto: Thais Magalhães (CBF)



Descrição da imagem: montagem gráfica. Ao fundo, uma fotografia em tons de amarelo escuro da jogadora Geyse Ferreira correndo em campo, vestindo a camisa do Brasil. A imagem apresenta textura granulada e pinceladas escuras. À esquerda, em letras grandes e brancas com aspecto desgastado, lê-se: “Dentro e fora de campo, não há espaço para o ódio”. A palavra “ódio” aparece parcialmente riscada por um traço vermelho. No topo, está o perfil .

A partir de 13 de abril, o Museu do Holocausto de Curitiba apresenta ao público uma exposição que reúne 36 camisas que m...
10/04/2026

A partir de 13 de abril, o Museu do Holocausto de Curitiba apresenta ao público uma exposição que reúne 36 camisas que marcaram diferentes campanhas e momentos do futebol no enfrentamento ao antissemitismo, ao racismo, às violências de gênero e a outras formas de intolerância.

Vindas de clubes e seleções do Brasil e do exterior, as peças mostram como o esporte também pode contribuir para ampliar a reflexão sobre preconceito, memória e direitos humanos no futebol e além dele.

📅 Visitação pública: 14 a 30 de abril de 2025
📍 Local: Museu do Holocausto de Curitiba - R. Cel. Agostinho Macedo, 248 - Bom Retiro, Curitiba - PR
🎟 Entrada: Gratuita, mediante agendamento prévio no site do Museu

A mostra conta com o apoio do Memorial do Holocausto de São Paulo, do Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, do GEPAF/UFG e do Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

Endereço

Rua Coronel Agostinho Macedo 248
Curitiba, PR
80520100

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 11:30
14:30 - 17:30
Terça-feira 08:30 - 11:30
14:30 - 17:30
Quarta-feira 08:30 - 11:30
14:30 - 17:30
Quinta-feira 19:00 - 21:00
Sexta-feira 08:30 - 11:30
14:30 - 16:30
Domingo 09:00 - 12:00

Telefone

+554130937461

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