28/05/2026
Lugar de abelha é na natureza. E nas escolas também!
Hoje, 28/05, estivemos nas escolas Francisco Alves Barbosa (Oiticica) e Maria Vidal Marques (Bonfim) com as turmas de 8º ano, envolvendo estudantes e seus familiares em uma ação especial de celebração ao Dia Mundial das Abelhas (20/05).
Nesse encontro, entregamos uma caixa de abelhas nativas sem ferrão, fortalecendo a participação da comunidade escolar e transformando alunos, pais e professores em verdadeiros guardiões das abelhas. Ao vivenciar de perto a meliponicultura, ajudamos a desmistificar a ideia de que toda abelha possui ferrão, valorizando nossas espécies nativas e seu papel essencial para o equilíbrio ambiental.
Desde 2015, o Ecomuseu desenvolve ações de pesquisa, divulgação científica e educação sobre a criação e manejo das abelhas nativas sem ferrão — uma tradição ancestral presente na Serra de Baturité desde os povos originários.
Projetos como “Juntos Pelas Abelhas Sem Ferrão” e “Abelhas nas Escolas” vêm resgatando esse patrimônio cultural e natural por meio de aulas, oficinas, palestras, intercâmbios com especialistas, reconhecimento dos meliponicultores como guardiões, criação do Meliponário do Ecomuseu, realização do Seminário de Meliponicultura do Maciço de Baturité (já em sua 3ª edição) e a publicação da Carta de Pacoti 2021. Essas ações contribuíram, inclusive, para o surgimento da Associação dos Meliponicultores do Maciço de Baturité (AMELMAB).
Mas, entre tudo o que realizamos, implantar pequenos meliponários dentro das escolas é uma das iniciativas mais transformadoras. Acompanhar diariamente a biologia e a rotina das abelhas sensibiliza toda a comunidade escolar para o cuidado e a preservação desses seres fundamentais para a vida no planeta.
Quase uma década depois, seguimos — em parceria público-privada — levando novas colônias para mais escolas, acreditando no poder transformador da educação e no futuro que construímos quando cuidamos das nossas abelhas.