Centro de Memória FCBSS

Centro de Memória FCBSS Centro de Memória de Paraibuna
Fundação Cultural Benedicto Siqueira e Silva
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Olá, internautas!Você sabe que no dia 23 de março celebramos o Dia do Encontro das Águas do Rio Paraíba do Sul?A data fo...
23/03/2026

Olá, internautas!

Você sabe que no dia 23 de março celebramos o Dia do Encontro das Águas do Rio Paraíba do Sul?

A data foi instituída no município de Paraibuna (Lei Municipal nº 2522/2010) para relembrar o ponto onde os rios Paraibuna e Paraitinga se encontravam para formar o Rio Paraíba do Sul. Mais do que um dado geográfico, essa data representa um marco simbólico para a história e para a identidade do município.

É em Paraibuna que se consolida a formação de um dos rios mais importantes do Sudeste brasileiro, responsável pelo abastecimento de milhões de pessoas e pelo desenvolvimento econômico de diversas regiões. Reconhecer o Encontro das Águas é, portanto, reconhecer o papel histórico e ambiental do município dentro dessa dinâmica mais ampla.

É necessário destacar também que atualmente o encontro dos rios não acontece mais após a passagem do Rio Paraibuna pelo centro de nossa cidade. Após a construção da Represa de Paraibuna, os dois rios que formam o Rio Paraíba do Sul passaram a desaguar antes dentro do reservatório, ou seja, o rio que passa no centro de Paraibuna agora já é o Rio Paraíba do Sul formado que está ocupando o antigo leito que era do Rio Paraibuna.

A data também reforça a necessidade de preservação das nascentes e das bacias hidrográficas, estimulando a consciência ambiental e valorizando o patrimônio natural local. Trata-se de afirmar que a história de Paraibuna não está apenas em seus personagens, mas também em sua própria paisagem.

O que você sabe sobre o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial e o Dia Nacional das Tradições das Mat...
21/03/2026

O que você sabe sobre o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial e o Dia Nacional das Tradições das Matrizes Africanas e Nações do Candomblé?

Em 21 de março, lembramos a importância do combate ao racismo. A data foi instituída pela ONU em memória ao Massacre de Sharpeville, ocorrido na África do Sul, em 1960. No Brasil, também marca a valorização das tradições afro-brasileiras e o enfrentamento ao racismo religioso.

A história do nosso país, construído em grande parte pelo trabalho de pessoas negras e indígenas escravizadas, foi marcada por ideias racistas que ajudaram a justificar desigualdades.

Mesmo após a abolição, em 1888, difundiu-se a ideia de “embranquecimento” como caminho para o progresso. Nesse contexto, surgiu o mito da democracia racial, que ocultou desigualdades e silenciou violências vividas pela população.

Em nosso município, essa realidade também esteve presente. Documentos históricos mostram pessoas negras em posições subalternizadas, sem direitos e voz social.

Lembrar o 21 de março é reconhecer que o racismo ainda estrutura a sociedade e que valorizar as culturas afro-brasileiras é essencial para uma sociedade mais justa.

17/03/2026

Olá internautas ✨

Temos uma novidade para vocês: o Centro de Memória Paraibuna está em novo espaço!

Venham conhecer o nosso novo núcleo integrado com o Polo de Música e a sala de Artes Plásticas, que trará oficinas com aquarela, argila e taboa.

Acompanhe nossas redes sociais, em breve traremos mais novidades de nosso novo espaço.

17/03/2026

Olá internautas ✨

Temos uma novidade para vocês: o Centro de Memória Paraibuna está em novo espaço!

Venham conhecer a nossa nova integração com o Polo de Música e a sala de Artes Plásticas, que trará oficinas com aquarela, argila e taboa.

Em breve vamos trazer muitas novidades! Acompanhe nossas redes sociais.

cmparaibuna

O que você sabe sobre o Dia Internacional da Mulher?Olá, internautas!No dia 8 de março celebramos o Dia Internacional da...
08/03/2026

O que você sabe sobre o Dia Internacional da Mulher?

Olá, internautas!

No dia 8 de março celebramos o Dia Internacional da Mulher, uma data que nos convida a refletir sobre as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo da história. É também um momento de lembrar daquelas que tiveram suas vozes silenciadas, que foram impedidas de se expressar ou de se opor às condições impostas pela sociedade simplesmente por serem mulheres.

É, sobretudo, um dia para recordar aquelas que tiveram suas vidas interrompidas de forma injusta, vítimas do feminicídio.
Mais do que uma celebração, o 8 de março é um chamado à consciência. Um convite para refletirmos sobre as desigualdades que ainda persistem e sobre a necessidade de combater o machismo estrutural, a violência de gênero e todas as formas de discriminação.

Nesse contexto, o livro Território Ancestral – Vozes Femininas apresenta a jornada de mulheres paraibunenses por meio de relatos que revelam suas trajetórias de vida, desafios e conquistas. São histórias marcadas pela superação, pela coragem e pela força de quem, muitas vezes, precisou abrir caminhos em meio às adversidades.

Essas mulheres se tornaram símbolos de resistência feminina em nossa cidade. Suas histórias inspiram e mostram que cada conquista carrega força, coragem e a capacidade de transformar realidades. O livro é, acima de tudo, um registro de memória, resistência e inspiração para as próximas gerações.


27/02/2026

Venham conferir como foi o nosso mês de Fevereiro.

Olá, Ternautas!

Sejam bem-vindos a mais um vídeo da série “Centro de Memória Paraibuna em ‘uns’ minutos”, em que você poderá acompanhar um pouquinho do que rolou por aqui neste último mês.

Neste mês, o CMP realizou sua primeira “Oficina de Máscaras” na matinê do Carnaval MilhoFolia. Juntamente com a banda , proporcionou uma matinê bem colorida e alegre com as escolas da cidade.

Tivemos também uma visita ao acervo do Fórum
Municipal e a continuação da oficina “Serviço Técnico para Especialização Paleográfica”

Gostou do conteúdo? Continue nos seguindo para acompanhar as novidades!

Olá, internautas.Você sabia que, aqui em Paraibuna, o carnaval já era celebrado há mais de cem anos?No início do século ...
17/02/2026

Olá, internautas.

Você sabia que, aqui em Paraibuna, o carnaval já era celebrado há mais de cem anos?

No início do século XX, em 1905, a festa acontecia de forma bem diferente da que conhecemos hoje. Os grupos saíam pelas ruas ao som do tradicional Zé Pereira, manifestação carnavalesca surgida por volta de 1850, no Rio de Janeiro. A brincadeira era marcada pelo toque de tambores e pela animação popular, enquanto as crianças se divertiam jogando água umas nas outras.

Em 1906, porém, a ausência das festividades foi sentida pela população. Naquele ano, o jornal local “O Parahybunense” chegou a apelidar o período de “bloco do mono”, em referência à monotonia dos dias sem festa nas ruas. A interrupção não ocorreu por acaso. O Código de Posturas do município, em seu artigo 30, proibia festividades relacionadas ao samba. O racismo se fazia presente na própria legislação, ao criminalizar danças de origem afro-brasileira e prever punições, inclusive com pena de prisão.

Apesar disso, segundo João Rural, o Carnaval continuou acontecendo nos anos seguintes, ainda nesse formato popular. Em 1960, a festa migrou para o carnaval de salão e, ao longo da década de 1990, consolidou-se novamente como bloco de rua, com desfiles organizados.
Atualmente, o bloco mais antigo em atividade é o Bloco da Bica, com mais de 30 anos de história. Seu nome faz referência a um dos bens materiais mais simbólicos do município: A Bica D’água, importante local da cidade.

Outro bloco também tradicional de Paraibuna, o Pé no Brejo, carrega em suas marchinhas versos que referenciam lendas e histórias locais, assim como diversos outros que valorizam nosso Patrimônio Cultural.

CMP FCBSS

12/02/2026

MILHOFOLIA 2026

Olá, internautas!

Venha participar de uma atividade especial do Centro de Memória Paraibuna no carnaval MilhoFolia: OFICINA DE MÁSCARAS.

Estaremos na Praça do Mercado durante a matinê, no domingo e na terça-feira das 10h00 às 12h00. Traga sua criança para construir uma máscara colorida para pular carnaval.

O carnaval MilhoFolia também conta com o recurso da Sala Azul, localizada no Teatro Ana Zito.

Confira mais informações no vídeo, nos vemos por lá!

O que você sabe sobre o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas?O Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, celebrado e...
07/02/2026

O que você sabe sobre o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas?

O Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, celebrado em 7 de fevereiro, homenageia o líder guarani Sepé Tiaraju, que resistiu às imposições do Tratado de Madri e à ocupação colonial no sul do Brasil, sendo assassinado por tropas espanholas. A data foi instituída em 2008, pela Lei nº 11.696, com o objetivo de valorizar e dar visibilidade às pautas dos povos originários.

A partir dessa data, é possível refletir sobre a ocupação dos territórios antes do genocídio indígena. Em Paraibuna, vestígios arqueológicos indicam a presença de povos originários muito antes da colonização. Em 2015, durante a estiagem da represa, artefatos encontrados foram identificados como pertencentes à tradição Itararé, comprovando essa ocupação ancestral.

Além disso, outros povos indígenas habitaram a região, embora hoje sua memória seja frequentemente reduzida a nomes de rodovias ou referências pontuais, revelando um processo de apagamento histórico. Entre esses grupos, destacam-se os Tamoio, protagonistas de uma das maiores resistências indígenas no Vale do Paraíba e no atual Estado de São Paulo.

A chamada Confederação dos Tamoio reuniu diversas aldeias entre Bertioga e Cabo Frio em uma aliança política e militar contra a colonização portuguesa. Como estratégia, os Tamoio se aliaram aos franceses, que mantinham relações mais diplomáticas, enquanto os portugueses promoviam a escravização indígena, a destruição de aldeias e a catequese forçada.

A Guerra dos Tamoio, ocorrida entre 1555 e 1567, marcou uma resistência significativa, cuja derrota possibilitou a consolidação do domínio colonial e a ocupação do interior, incluindo o Vale do Paraíba. Manter viva a memória dos Tamoio é reconhecer que a história local antecede a colonização e foi construída sobre territórios indígenas marcados por resistência, conflito e violência.

30/01/2026

Venham conferir como foi o nosso mês de Janeiro.

Olá, Ternautas!

Sejam bem-vindos ao primeiro vídeo da série “Centro de Memória Paraibuna em ‘uns’ minutos”, em que você vai poder acompanhar um pouquinho do que rolou por aqui a cada mês.

Neste primeiro vídeo, mostramos o retorno do CMP após o recesso. Já começamos com organização e limpeza, além de reuniões e muito planejamento para as atividades que teremos ao longo do ano de 2026. Também demos continuidade a terceira edição do catálogo “Conhecendo Paraibuna”.

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PARTICIPE DO COMPHACMembros da Comissão Municipal Setorial de Arquivo e Patrimônio Histórico, em uma construção coletiva...
23/01/2026

PARTICIPE DO COMPHAC

Membros da Comissão Municipal Setorial de Arquivo e Patrimônio Histórico, em uma construção coletiva de 9 meses, entre 2021 e 2022, realizaram um estudo e proposta de um novo Projeto de Lei para o Patrimônio Cultural de Paraibuna, que resultou na LEI Nº 3.437/2022 de criação do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural (COMPHAC) e seu Fundo.

Para garantir sua implementação, convidamos membros da sociedade civil para compor as vagas de suas representações no COMPHAC. Para se candidatar, inscreva-se de 23 de janeiro até às 17h00 do dia 02 de fevereiro de 2026.

Para acessar o formulário de inscrição e o edital completo é só clicar no link: https://www.culturaparaibuna.org.br/blog/index.php?entryid=54 (também disponível em nosso Linktree na bio).

A assembleia de eleição ocorrerá em reunião da Comissão Municipal Setorial de Arquivo e Patrimônio Histórico, a ser realizada às 14h00 do dia 03 de fevereiro de 2026 no Centro de Memória Paraibuna.

Contamos com sua participação!

Endereço

Ladeira Prof. José De Assis Tolosa
Paraibuna, SP
12260-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00

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