Museu da Baronesa

Museu da Baronesa Museu histórico, possui grande acervo de peças representando os usos e costumes da sociedade pelotense do final do séc.19 e início do séc. 20. Antonia Sampaio.
(255)

Doado pela família Antunes Maciel à Pelotas em 1978, através de um convênio firmado com a prefeitura, o prédio datado de 1863, passou por quatro anos de reformas, que foram orientadas pelo artista plástico e restaurador pelotense Adail Bento Costa. O museu foi então inaugurado em 25 de abril de 1982, possuindo em seu acervo peças das coleções da família Antunes Maciel,de Adail Bento Costa, doações

diversas da comunidade e uma coleção da Sra. Estas peças representam um pouco dos costumes, da maneira de viver, das famílias abastadas do século XIX. Tombado pelo patrimônio histórico do município em 04 de julho de 1985.No parque, que hoje possui área de 7 hectares há um sobrado no estilo bangalô americano construído em 1935, chamado de Vila Stella (a casa azul); uma torre de banho onde as mulheres da família se refrescavam durante o verão; uma gruta com pedras de quartzo incrustadas, um pequeno castelo; Um Jardim em estilo inglês e um jardim francês; um chafariz e extensa área verde.

Endereço

Avenida Domingos De Almeida, 1490
Pelotas, RS
96085-470

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Museu da Baronesa posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Museu da Baronesa:

Compartilhar

O museu Além do Objeto

Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), "uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite ...

Com base nessa definição, pode-se entender, então, que o Museu da Baronesa vai muito além de uma construção do século 19, o solar onde viveu um dos barões do charque e duas gerações de seus descendentes, ou ainda, como parte dos pelotenses se referem, “A Casa da Baronesa”, nome que se deve à viuvez precoce de Amélia Maciel, esposa do Barão de Três Serros, que ali viveu por muitos anos, sem casar-se novamente, criando seus filhos, fazendo desta forma, que a sua residência f**asse conhecida também como Chácara da Baronesa e posteriormente constando o seu título de nobreza no nome de nossa instituição.

Somos um museu de hábitos e costumes, que tem por objetivo mostrar um ambiente residencial refinado e sofisticado, referente às classes abastadas que se beneficiaram da exploração da mão de obra escravizada e usufruíram do apogeu sócio-econômico e cultural que Pelotas viveu entre a segunda metade do século 19 até as primeiras décadas do século 20. Buscamos nas muitas relações que se estabeleceram entre os diversos personagens que circularam por esses ambientes, contar histórias e reconstruir um pouco do passado, objetivando dentro de uma visão museológica, um outro olhar, voltado para o futuro.

O museu que começa na portaria, onde o visitante é recebido e estabelece o primeiro contato, recebendo informações sobre como o passeio deve acontecer, termina no escritório, lugar onde f**a a parte administrativa e também nascem as ideias, os projetos, as parcerias com as universidades e demais seguimentos, as ações educativas, a comunicação, a divulgação e a inserção em novas mídias. No meio desse percurso ainda encontramos a Museologia e a Conservação e Restauro, áreas de conhecimento especifico e que caminham juntas na execução das tarefas de gerenciamento e manutenção do acervo e do próprio solar.