Museu Imperial

Museu Imperial Museu dedicado à história do período imperial brasileiro. Ter–Dom: 10h–17h
Ingressos: R$10 (inteira) | R$5 (meia)
Pagamentos em dinheiro e PIX.
(4804)

O Palácio Imperial de Petrópolis, hoje, MUSEU IMPERIAL, foi a residência predileta do imperador d. Pedro II e cenário dos melhores momentos da vida do monarca, como ele mesmo registrou em correspondências dirigidas a diversos interlocutores. Sua construção, iniciada em 1845, por determinação do jovem imperador e a expensas de sua dotação pessoal, deu origem à cidade de Petrópolis. O projeto origin

al do major e engenheiro germânico Júlio Frederico Koeler, superintendente da Fazenda Imperial, foi seguido, após sua morte, pelos arquitetos Joaquim Cândido Guilhobel e José Maria Jacinto Rebelo. Já os jardins foram planejados por Jean-Baptiste Binot, com a orientação do próprio imperador, e nele se encontram ainda espécies raras da flora dos cinco continentes. Ao longo dos 165 anos de sua existência, o Palácio serviu como residência de verão e educandário até se tornar o Museu que admiramos desde 1943 e que, além de abrigar vasto e importante acervo histórico e artístico, é também palco de inúmeros espetáculos, eventos, exposições e atividades voltados para a educação e o entretenimento de 300 mil visitantes ao ano. Museu Imperial: NOSSO MUSEU, NOSSA HISTÓRIA!

O Museu Imperial informa novas orientações para a visitação ao Palácio.Não é permitido o ingresso com bebidas ou qualque...
15/04/2026

O Museu Imperial informa novas orientações para a visitação ao Palácio.

Não é permitido o ingresso com bebidas ou qualquer tipo de líquido, alimentos, bolsas ou mochilas, bem como com câmeras fotográficas ou equipamentos de gravação. Todos os itens deverão ser deixados no guarda-volumes.

Ressalta-se que a restrição inclui a utilização de celulares para captação de imagens durante a visitação.

É permitido ao visitante portar carteira, dinheiro, cartões ou meios de pagamento digitais, caso desejem utilizar na loja.

As medidas integram um processo contínuo de reavaliação conduzido pela equipe técnica do Museu Imperial, que prevê a atualização de procedimentos e a adoção de novas adequações, conforme as necessidades de preservação e funcionamento dos espaços.

O Museu Imperial agradece a compreensão e a colaboração de todos.

Em cartaz no Museu Imperial, a exposição "Fale-me de Pedro – nas minúcias da memória" propõe ao público uma reflexão sob...
15/04/2026

Em cartaz no Museu Imperial, a exposição "Fale-me de Pedro – nas minúcias da memória" propõe ao público uma reflexão sobre as formas como a memória é construída, preservada e reinterpretada ao longo do tempo.

Ao reunir objetos, documentos e registros do acervo do Museu Imperial, a mostra evidencia como as memórias são construídas em meio a disputas de narrativas, revelando não apenas o imperador, mas também o homem: suas vivências, interesses, contradições e experiências, inclusive durante o exílio.

Entre os destaques estão itens que pertenceram ao próprio Dom Pedro II, como cadernetas de viagem, livros com anotações e documentos reconhecidos pelo Programa Memória do Mundo da UNESCO, que reforçam o valor coletivo dessas memórias.

A exposição convida o público a revisitar a trajetória de Dom Pedro II a partir das minúcias da memória e a refletir sobre as diferentes formas de construção e permanência dessas narrativas ao longo do tempo.

13/04/2026

A exposição "As viagens de D. Pedro II pelo Brasil e pelo mundo", em cartaz no Aeroporto Internacional Tom Jobim (RIOgaleão), foi tema do programa português "Hora dos Portugueses", exibido pela RTP ().

A mostra, realizada pelo Museu Imperial, integra o projeto e apresenta ao público aspectos das viagens realizadas por Dom Pedro II, reunindo registros que evidenciam seu interesse por ciência, cultura e intercâmbio entre países.

A exposição pode ser visitada na área de desembarque do Aeroporto Internacional Tom Jobim (RIOgaleão).

ARQUIVO HISTÓRICO | Rua Dr. Porciúncula A fotografia registra a Rua Dr. Porciúncula, onde se observam, à direita, estabe...
13/04/2026

ARQUIVO HISTÓRICO | Rua Dr. Porciúncula

A fotografia registra a Rua Dr. Porciúncula, onde se observam, à direita, estabelecimentos do comércio local e o Hotel Max Meyer. À esquerda, nota-se parte da Estação de Petrópolis, importante marco da infraestrutura urbana da cidade.

O registro integra a Coleção José Kopke Fróes, reunindo imagens que documentam aspectos do cotidiano, da arquitetura e do desenvolvimento urbano do município.

A preservação e divulgação de acervos iconográficos como este contribuem para a valorização da memória histórica de Petrópolis, permitindo o reconhecimento das transformações ocorridas ao longo do tempo em seu espaço urbano e social.

Os jardins do Museu Imperial constituem um dos espaços mais apreciados pelo público, oferecendo diariamente um ambiente ...
10/04/2026

Os jardins do Museu Imperial constituem um dos espaços mais apreciados pelo público, oferecendo diariamente um ambiente de contemplação, lazer e contato com a natureza.

Integrados ao conjunto arquitetônico do século XIX, os jardins dialogam com a história do Palácio e ampliam a experiência do visitante, reunindo patrimônio cultural, paisagem e bem-estar em um espaço acessível a todos os públicos.

Aberto de terça a domingo, incluindo feriados, exceto nos dias 1º de maio (Dia do Trabalho), 25 de dezembro (Natal) e 1º de janeiro (Ano Novo).

Organize sua visita. Confira os horários de funcionamento:

📌 Bilheteria: 9h30 às 17h
📌 Palácio: 10h às 18h (entrada permitida até 17h15)
📌 Jardins: 7h às 18h (fechamento dos portões às 16h45)
📌 Pavilhão das Viaturas: 10h às 18h
📌 Loja: 10h às 18h

O Museu Imperial realiza, no sábado, dia 11 de abril de 2026, às 14h, mais uma edição da Biblioteca Rocambole, com ativi...
09/04/2026

O Museu Imperial realiza, no sábado, dia 11 de abril de 2026, às 14h, mais uma edição da Biblioteca Rocambole, com atividade aberta ao público espontâneo na Biblioteca da instituição.

Em sintonia com o período da Páscoa, será apresentado o livro “Uma História de Páscoa”, da escritora Ana Maria Machado, com ilustrações de Adilson Farias (São Paulo: Moderna, 2010). A programação inclui a “Hora do Conto”, seguida de Oficina Criativa.

A narrativa propõe uma abordagem lúdica da data ao apresentar a história de um coelhinho que, em vez de entregar ovos, aguarda com entusiasmo as cenouras coloridas que receberá do “menino da Páscoa”, estimulando a imaginação e novas formas de interpretação.

A atividade é voltada para crianças de 6 a 8 anos, que deverão estar acompanhadas de seus responsáveis.

Como parte da mesma edição, nos dias 7 e 9 de abril (terça e quinta-feira), às 14h, a atividade é destinada a grupos escolares, mediante agendamento prévio.

Os agendamentos para escolas devem ser realizados de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, pelos telefones (61) 3521-4455 e (24) 98142-0030.

No dia 7 de abril de 1831, Dom Pedro I renunciou ao trono brasileiro, encerrando seu período à frente do Império e trans...
07/04/2026

No dia 7 de abril de 1831, Dom Pedro I renunciou ao trono brasileiro, encerrando seu período à frente do Império e transferindo o poder a seu filho, Pedro de Alcântara.

O gesto de abdicação foi formalizado por meio de um documento no qual o imperador declarou:
“Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que hei muito voluntariamente abdicado na pessoa de meu muito amado e prezado filho, o sr. d. Pedro de Alcântara. Boa Vista, sete de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do Império. Pedro”.

A decisão ocorreu em um contexto de intensas tensões políticas e marcou o início de uma nova fase na história do país. Ainda criança, com apenas seis anos de idade, Pedro de Alcântara não pôde assumir imediatamente o governo, dando início ao período regencial, durante o qual o Império foi administrado por representantes até sua maioridade.

O episódio constitui um dos momentos decisivos do século XIX brasileiro e integra o conjunto de acontecimentos que moldaram a trajetória do Império. O documento integra o acervo do Arquivo Histórico do Museu Imperial.

No dia 4 de abril de 1819, nasceu Maria II de Portugal, filha de D. Pedro I com a imperatriz Maria Leopoldina da Áustria...
04/04/2026

No dia 4 de abril de 1819, nasceu Maria II de Portugal, filha de D. Pedro I com a imperatriz Maria Leopoldina da Áustria e irmã mais velha de D. Pedro II.

Nascida no Brasil, ficou conhecida como D. Maria da Glória e foi proclamada rainha de Portugal ainda criança, tornando-se uma monarca europeia em um contexto diretamente relacionado à atuação de D. Pedro I, imperador do Brasil, que coroou seus dois filhos, um no Brasil e outro em Portugal.

Sua trajetória esteve diretamente ligada às transformações políticas do século XIX, sendo sua imagem associada à consolidação da monarquia constitucional portuguesa, em contraste com os valores do Antigo Regime.

A relevância de sua história foi destacada pelo Museu Imperial na exposição “D. Maria da Glória: princesa nos trópicos, rainha na Europa”, realizada em 2019, que reuniu peças de seu acervo e contribuições de outras instituições.

O Museu Imperial mantém seu funcionamento normal durante o período do feriado da Semana Santa, recebendo visitantes em s...
02/04/2026

O Museu Imperial mantém seu funcionamento normal durante o período do feriado da Semana Santa, recebendo visitantes em seus espaços expositivos e áreas abertas.

O público poderá visitar o Palácio Imperial, o Pavilhão das Viaturas e demais espaços do museu, que preservam e apresentam aspectos da história do Brasil no século XIX, em meio à natureza.

Confira os horários para visitação:

📌 Bilheteria: 9h30 às 17h
📌 Palácio: 10h às 18h (entrada permitida até 17h15)
📌 Jardins: 7h às 18h (fechamento dos portões às 16h45)
📌 Pavilhão das Viaturas: 10h às 18h
📌 Loja: 10h às 18h

O museu permanece aberto ao público de terça a domingo, incluindo feriados (exceto Dia do Trabalho, Natal e Ano Novo).

Em 29 de março de 1940, foi assinado o Decreto-Lei nº 2.096, que criou o Museu Imperial, iniciativa do governo federal v...
30/03/2026

Em 29 de março de 1940, foi assinado o Decreto-Lei nº 2.096, que criou o Museu Imperial, iniciativa do governo federal voltada à preservação da memória do período imperial brasileiro.

O documento foi assinado pelo então presidente Getúlio Vargas, pelo ministro da Educação e Saúde Gustavo Capanema e pelo ministro da Fazenda Artur de Souza Costa, formalizando o projeto de transformar o antigo Palácio Imperial de Petrópolis em museu.

A imagem registra um momento relacionado a esse contexto histórico, reunindo autoridades envolvidas na criação da instituição, marco fundamental para a salvaguarda e difusão do patrimônio histórico nacional.

Desde então, o Museu Imperial consolidou-se como uma das principais instituições museológicas do país, preservando e difundindo acervos que permitem compreender a história do Brasil, em especial o período imperial.

Na manhã do último domingo (22), o Museu Imperial recebeu, no Cineteatro, o espetáculo “Grande Sertão: uma contação de h...
24/03/2026

Na manhã do último domingo (22), o Museu Imperial recebeu, no Cineteatro, o espetáculo “Grande Sertão: uma contação de história musical”, com entrada gratuita e participação do público.

A apresentação propôs um diálogo entre sonoridades da Galícia medieval do século XIII e cantos do sertão brasileiro, reunindo instrumentos como viela de roda, rabeca, cromorne, flautas e cravo.

O repertório percorreu diferentes períodos e tradições, reunindo obras que vão da música medieval europeia a composições brasileiras, incluindo peças de José Maurício Nunes Garcia, evidenciando conexões entre distintas culturas e temporalidades.

Ao explorar elementos como o modalismo e a construção de paisagens sonoras contínuas, o espetáculo convidou o público a uma escuta atenta e sensível.

Os músicos Eduardo Antonello, Eliane Lavigne, Pedro Hasselmann Novaes e Roger Ribeiro conduziram a apresentação, articulando diferentes referências musicais e culturais ao longo do concerto.

O Museu Imperial disponibiliza, a partir desta semana, na Biblioteca da instituição, a mostra “Cláudio de Souza: A Voz e...
23/03/2026

O Museu Imperial disponibiliza, a partir desta semana, na Biblioteca da instituição, a mostra “Cláudio de Souza: A Voz e o Véu”, aberta à visitação de segunda a sexta-feira, das 13h30 às 17h30.

A proposta apresenta um olhar aprofundado sobre a trajetória de Cláudio de Souza (1876-1954), destacando sua atuação como médico, dramaturgo e intelectual, bem como sua relação com a cidade de Petrópolis, que serviu como espaço de observação e reflexão sobre as transformações sociais da Belle Époque brasileira.

A mostra convida o público a percorrer diferentes dimensões da produção do autor, evidenciando sua análise da alma feminina por meio de obras como “As Sensitivas”, “Flores de Sombra” e “As Mulheres Fatais”, nas quais são exploradas diferentes representações e papéis atribuídos às mulheres no início do século XX.

Também integra a exposição o diálogo com outras produções do período, como “Petrópolis, a Encantadora”, além de conteúdos relacionados à “Revista Feminina”, publicação que refletiu as contradições e transformações do papel social da mulher naquele contexto histórico.

“Cláudio de Souza: A Voz e o Véu” destaca, ainda, a atuação de Cláudio de Souza sob o pseudônimo feminino Ana Rita Malheiros, evidenciando sua participação ativa nos debates sobre comportamento e sociedade, bem como as estratégias editoriais da família Souza Salles.


Endereço

Rua Da Imperatriz, 220, Centro
Petrópolis, RJ
25610-320

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 17:00
Quarta-feira 10:00 - 17:00
Quinta-feira 10:00 - 17:00
Sexta-feira 10:00 - 17:00
Sábado 10:00 - 17:00
Domingo 10:00 - 17:00

Telefone

+556135214455

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