Renner Vive

Renner Vive Uma página dedicada ao G. E. Renner (1931-1959)
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No intervalo Selviro mudou e só deu Renner!                                                                    Já o técn...
10/07/2026

No intervalo Selviro mudou e só deu Renner! Já o técnico Ricardo Diez, do Atlético Mineiro, no final do amistoso declarou: “É Bom este quadro do Renner mas não merecíamos 2 x 0.” Partida foi comemorativa aos 25 anos do G.E. Renner, realizada na noite de 10 de julho de 1956.

O C. A. Mineiro, foi a primeira equipe de Minas Gerais, a se apresentar em Porto Alegre. O técnico do time que era Tetra Campeão Mineiro, na preleção antes da partida disse aos seus atletas: “O Renner atua igual ao Cruzeiro. Vamos botar a bola no chão e jogar como sabemos. Muito cuidado nos primeiros cinco minutos que eles devem vir rachando para fazer gol. A defesa deve fazer o bloqueio”.

Durante o 1º tempo, que terminou com o marcador em branco, as duas equipes correram bastante e equivaleram-se em entusiasmo e espirito de luta. No período final, o Prof. Selviro fez as substituições de, Ivo Costa por Juarez e de Belo por Joeci. As modificações deram maior movimentação ao ataque e possibilitara, os dois gols, de Juarez aos 32 e Breno aos 41 minutos. Renner 2 x 0 Atlético.

O Técnico Ricardo Diez, Uruguaio de Rivera, apesar de enaltecer o Renner, fez duras críticas a arbitragem e as condições do Estádio Tiradentes.

“É Bom este quadro do Renner mas não merecíamos 2 x 0. Muito bem entrosado. O bandeirinha Belo nos prejudicou assinalando off-sides imaginários. Juarez é um grande jogador. Sua entrada melhorou muito o ataque”. E continuando: “A iluminação é muito fraca. É difícil jogar com esta luz. Também o gramado é muito pequeno”.

A critica inadequada ao trabalho do bandeirinha foi feita, porque o treinador ficou sabendo de que Belo era funcionário da Fábrica Renner.

O que não foi comentado é que o árbitro do jogo foi o Mineiro Viller Costa, que acompanhava a delegação Mineira. Para os comentaristas esportivos, o trio de arbitragem teve ótima atuação em toda a partida, inclusive nos off-sides alegados pelo técnico Uruguaio.

No intervalo Selviro mudou e só deu Renner.                                                                Já o técnico ...
10/07/2026

No intervalo Selviro mudou e só deu Renner. Já o técnico Ricardo Diez, do Atlético Mineiro, no final do amistoso declarou: “É Bom este quadro do Renner mas não merecíamos 2 x 0.” Partida foi comemorativa aos 25 anos do G.E. Renner, realizada na noite de 10 de julho de 1956.

O C. A. Mineiro, foi a primeira equipe de Minas Gerais, a se apresentar em Porto Alegre. O técnico do time que era Tetra Campeão Mineiro, na preleção antes da partida disse aos seus atletas: “O Renner atua igual ao Cruzeiro. Vamos botar a bola no chão e jogar como sabemos. Muito cuidado nos primeiros cinco minutos que eles devem vir rachando para fazer gol. A defesa deve fazer o bloqueio”.

Durante o 1º tempo, que terminou com o marcador em branco, as duas equipes correram bastante e equivaleram-se em entusiasmo e espirito de luta. No período final, o Prof. Selviro fez as substituições de, Ivo Costa por Juarez e de Belo por Joeci. As modificações deram maior movimentação ao ataque e possibilitara, os dois gols, de Juarez aos 32 e Breno aos 41 minutos. Renner 2 x 0 Atlético.

O Técnico Ricardo Diez, Uruguaio de Rivera, apesar de enaltecer o Renner, fez duras críticas a arbitragem e as condições do Estádio Tiradentes.

“É Bom este quadro do Renner mas não merecíamos 2 x 0. Muito bem entrosado. O bandeirinha Belo nos prejudicou assinalando off-sides imaginários. Juarez é um grande jogador. Sua entrada melhorou muito o ataque”. E continuando: “A iluminação é muito fraca. É difícil jogar com esta luz. Também o gramado é muito pequeno”.

A critica inadequada ao trabalho do bandeirinha foi feita, porque o treinador ficou sabendo de que Belo era funcionário da Fábrica Renner.

O que não foi comentado é que o árbitro do jogo foi o Mineiro Viller Costa, que acompanhava a delegação Mineira. Para os comentaristas esportivos, o trio de arbitragem teve ótima atuação em toda a partida, inclusive nos off-sides alegados pelo técnico Uruguaio.

O Caneco é Nosso ! Brasil Campeão - 70 Anos   O Campeonato Pan-Americano de 1956, realizado no México, foi a primeira co...
12/06/2026

O Caneco é Nosso ! Brasil Campeão - 70 Anos O Campeonato Pan-Americano de 1956, realizado no México, foi a primeira conquista do Brasil, fora da América do Sul. Em 1952 o Brasil tinha conquistado o título no Chile, no 1º Campeonato Pan-Americano de Futebol. O título de Bi Campeão, foi conquistado por uma Seleção Brasileira formada exclusivamente por jogadores Gaúchos. O certame com a participação de seis seleções, Brasil, Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e México, previa jogos entre si no período de 26 de fevereiro e 18 de março. Em 18 de março o jogo entre os candidatos ao título. Brasil e Argentina se enfrentaram, sendo que para os Brasileiros bastava o empate. Yudica, da Argentina abriu o placar. Chinesinho empatou e Ênio Andrade aos 13 do 2º tempo fez o gol que daria o Título aio Brasil. Aos 40 minutos do 2º tempo Sivori em total impedimento, marcou o gol de empate. Brasil 2 x 2 Argentina. Na foto jogadores do Renner, Internacional, Grêmio e Pelotas. Valdir, Oreco, Florindo, Odorico, Ênio Rodrigues e Duarte. Luizinho, Bodinho, Larry, Ênio Andrade, Chinesinho e o Massagista Biscardi.

Breno Mello e Barack ObamaO livro de Fernando Jorge,” Se não fosse o Brasil, jamais Barack Obama teria nascido”, lançado...
04/06/2026

Breno Mello e Barack ObamaO livro de Fernando Jorge,” Se não fosse o Brasil, jamais Barack Obama teria nascido”, lançado pela Novo Século Editora em 2010, obteve enorme sucesso principalmente porque, um ano antes, em janeiro de 2009, Barack Hussein Obama II, tornou-se o primeiro presidente negro Americano.

O autor conseguiu detectar num incidente prosaico na vida de Stanley Ann Dunham, mãe do presidente, que havia escapado a todos os olhares: um vínculo inequívoco entre o Brasil e o nascimento de Obama.

A jovem Ann, vivia em Chicago, cidade como outras nos Estados Unidos em que o racismo contra os negros, eram acompanhados e criticados pelo mundo inteiro.

Com dezesseis anos, trabalhava numa casa de família, sentia-se adulta, dona de si, independente. Resolveu assistir ao primeiro filme estrangeiro de sua vida, Orfeu Negro (1959). Dirigido por Marcel Camus e baseado na peça Orfeu da Conceição, do poeta Vinicius de Moraes.

Ann saiu deslumbrada do cinema e confessou que esse filme havia sido “a coisa mais bonita que ela tinha visto na sua vida”, conforme Obama narra no livro Dreanms from my father.

Pouco tempo depois Ann com dezessete anos, foi para o Havaí, a fim de estudar Antropologia na Universidade daquele Estado Americano, e lá ela conheceu, o rapaz africano Barack Hussein Obama, de vinte e três anos, preto, nascido no Quênia.

A moça branca vinda de Wichita, no Kansas, apaixonou-se pelo moço africano que exibia a cara o físico, o aspecto, uma semelhança impressionante com Breno Mello, e que foi o Orfeu do filme de Marcel Camus.

Os dois se casaram em 1960.

Entregando-se ao rapaz Queniano, ela, moça bem romântica estava se entregando ao seu Orfeu, a uma transposição do ator Breno Mello, o Orfeu Brasileiro que a encantou...

Quando Barack Obama nasceu em Honolulu, Havaí, no dia 4 de agosto de 1961, o craque Breno Mello campeão pelo Renner em 1954, estava no E.C. Bahia depois de ter passado pelo Corinthians, Santos e Fluminense.

Ênio Andrade e Telê Santana - 70 Anos do Encontro dos Gênios do Futebol.   O G. E, Renner foi celeiro de uma série de cr...
30/05/2026

Ênio Andrade e Telê Santana - 70 Anos do Encontro dos Gênios do Futebol. O G. E, Renner foi celeiro de uma série de craques. Um dos mais célebres foi Ênio Andrade. Ênio, assim como muitos gênios da bola, iniciou sua trajetória no futebol amador. A camisa do Marquês do Alegrete Futebol Clube foi a primeira que vestiu. E foi nesse time, da zona norte de Porto Alegre, que ele se destacou como zagueiro e começou a se firmar no futebol.

Após curtas passagens pelo E.C. São José, onde se profissionalizou, e pelo S.C. Internacional, Ênio Andrade foi contratado pelo Renner em 1951. Nessa época, assim como todos os jogadores Rennistas, o jovem zagueiro também exercia atividades extra campo: em horário comercial era balconista da loja Renner na Av. Otávio Rocha.

Ao perceber a monstruosa habilidade de Ênio Andrade para pensar e jogar futebol, o treinador Selviro Rodrigues deslocou o jovem zagueiro para atuar como meia armador, o camisa 10 da equipe. Ênio Andrade se tornou o cérebro do time.

O Mineiro Telê Santana da Silva, de Itabirito região metropolitana de BH começou no Itabirense Esporte Clube, que era próximo de sua casa. Jogou no América de São João del Rei de onde saiu para jogar no Juvenil do Fluminense em 1949/50, sendo campeão e posteriormente já profissional, atuou por mais de uma década no time carioca, como ponteiro direito.

No dia 31 de maio de 1956, no Estádio Tiradentes, ocorreu o confronto amistoso entre Renner e Fluminense. O Renner mesmo fazendo uma boa partida não aproveitou as oportunidades, enquanto o time Carioca não desperdiçou vencendo por 4 x 1.

A partida colocou em lados opostos do gramado dois jogadores craques e pensadores do futebol brasileiro: Ênio Andrade e Telê Santana. O público, sem saber, assistiu naquele dia, uma dupla de jogadores que seriam os dois melhores treinadores de todos os tempos do País. Que privilégio! # historiadofutebol # renner

A Conquista no Olímpico- 01/Maio/1955                                                     A conquista no Olímpico -01/ma...
01/05/2026

A Conquista no Olímpico- 01/Maio/1955 A conquista no Olímpico -01/maio/1955.
No Feriado Nacional, o recém inaugurado Estádio Olímpico do Grêmio, sediou o Torneio Início do Campeonato Metropolitano de 55.
O Estádio lotou para ver as equipes do Aimoré, Cruzeiro, Flamengo, Floriano, Força e Luz, Juventude, Internacional, Grêmio, Nacional e Renner, disputando a competição.
Era um torneio festivo, que visava fazer a inauguração/abertura do Campeonato Metropolitano. Também servia de “aperitivo” ao torcedor, para conhecer todos os times que disputariam o campeonato. Algumas regras eram modificadas para a edição do torneio. Todos os jogos em um só dia. As partidas com menos tempo, 15 minutos para cada lado, dependendo da fase em que os competidores se encontravam na competição.
A última partida, foi disputada entre Grêmio e Renner, no triangular final em que o Força e Luz ficou com a terceira colocação.
O Renner era o Campeão Citadino e Estadual de 1954 e tinha a ambição de continuar a trajetória de vitórias e títulos.
O Grêmio do novo Estádio inaugurado em 19 de setembro de 1954, já tinha recebido o Renner pelo Citadino de 54 onde o Renner venceu por 3 x 0, encaminhando a conquista do Título de Campeão.
Na partida final decisiva do Torneio, o Grêmio com seu time titular e o Renner com uma equipe mista, quem acabou com a vitória foi o time dos Industriários por 3 x 1. Vitor para o Grêmio em total impedimento abriu o placar. Pedrinho dois e Ivo Medeiros fizeram os gols da virada.
Renner Campeão!
O público que lotou o Olímpico aplaudiu os vencedores. Afinal o Renner, Campeão Invicto de 1954 tinha merecido mais esta conquista e mostrou a todos no Olímpico, que iria em busca do Bi - Campeonato.
Renner: Luiz Carlos, Odi e Raul Puccio, Bonzo, Léo e Nilo; Pedrinho, Ivo Medeiros, Ivo Costa, Ênio Andrade e Ferraz.
Grêmio: Sérgio, Ayrton e Ênio Rodrigues, Atino, Roberto e Sarará; Zunino, Vitor, Juarez, Delém e Torres. # campeonato gaucho

O dia que o Alemão apitou e o Húngaro Bailou - 21 / Abril / 1954        O Campeonato Citadino de Porto Alegre de 1953, t...
20/04/2026

O dia que o Alemão apitou e o Húngaro Bailou - 21 / Abril / 1954 O Campeonato Citadino de Porto Alegre de 1953, teve o Internacional como campeão com 27 pontos. Grêmio e Renner empatados nos 20 pontos ganhos, ficaram em segundo lugar. Em 21 de abril o G.E. Renner reservou junto a FGF a data consagrada como feriado Nacional – Tiradentes, para realização de amistoso festivo no seu campo de jogos, denominado de Estádio Tiradentes. Renner e Grêmio se enfrentariam como segundos colocados do campeonato passado, no ano em que o Tricolor comemorou o seu cinquentenário de fundação (15/09/1903). A Associação dos Cronistas Esportivos de Porto Alegre, ao verificar a festa organizada pelo Renner, propôs e foi aceito pela dupla, a disputa pelo título de Vice Campeão Citadino de 1953, o Troféu ACEPA.
Antes da partida, Mário Azevedo Presidente Rennista entrega a Saturnino Vanzeloti do Grêmio, uma fina placa de bronze, saudando o cinquentenário do Clube Tricolor. A tarde de festividades e de futebol teve ainda outras atrações.
O novo treinador Gremista, o Húngaro Laszo Szekely, prometeu novidades no esquema tático da equipe e que implantaria a tática do impedimento, desconhecida no futebol Gaúcho. Seria a principal arma para conter o impetuoso ataque Rennista nesta partida, e em todas as outras quando necessário.
Outra atração, foi a estreia em gramados gaúchos, do juiz Alemão Hans Lutzkat que atuava em Recife. Os dois estrangeiros, foram fatores que aumentaram o interesse pela partida, que se refletiu na presença do público, 8.000 pessoas e arrecadação de mais de CR$ 120.000,00. A tática do impedimento não funcinou! Selviro Rodrigues recuou Breno e Juarez e fez com que o time usasse de lançamentos em profundidade, aproveitando a velocidade dos dois, deixando os zagueiros Ênio Rodrigues e Pipoca, no meio do caminho ou tendo que fazer faltas, como o penalti assinalado que resultou no 1º gol. Ênio Andrade, Breno, Juarez e Pedrinho, um cada, liquidaram com a estratégia do Húngaro. Rosa, Delém e Sarará marcaram para o Grêmio. Renner 4 x 3 Grêmio # campeonato gaúcho # renner # história de Porto Alegre

BRASIL CAMPEÃO ! 18/03/1956  - 70 ANOS                                                         O Campeonato Pan-American...
18/03/2026

BRASIL CAMPEÃO ! 18/03/1956 - 70 ANOS O Campeonato Pan-Americano de 1956, realizado no México, foi a primeira conquista do Brasil, fora da América do Sul. Em 1952 o Brasil tinha conquistado o título no Chile, no 1º Campeonato Pan-Americano de Futebol. Este título de Bi Campeão, foi conquistado por uma Seleção Brasileira formada exclusivamente por jogadores Gaúchos, tendo como treinador Francisco Duarte o Teté, técnico do Internacional. Na primeira convocação que Teté fez em 5 de janeiro de 1956, 46 jogadores foram relacionados, de onde seriam selecionados os 22 que iriam ao México. O Renner foi quem teve mais convocações: 10. O Grêmio com 09, Internacional 08, Floriano 06, Cruzeiro 03, Nacional 02, Força e Luz 02, Aimoré 02, Pelotas 01, Brasil 01 e Juventude 01. O certame com a participação de seis Seleções, Brasil, Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e México, previa jogos entre si entre os dias 26 de fevereiro e 18 de março, última rodada do torneio.01/03- Brasil 2 x 1 Chile. 06/03 Brasil 1 x 0 Peru. 08/03 – Brasil 2 x 1 México. 13/03 Brasil 7 x 1 Costa Rica. Em 18 de Março o jogo entre os candidatos ao título, Brasil e Argentina se enfrentaram, sendo que para os Brasileiros bastava o empate. Aos 13 minutos do 1º tempo Yudica da Argentina abriu o placar. Chinesinho aos 24 empatou e Ênio Andrade aos 13 do 2º tempo virou e fez o Gol que daria o Título para o Brasil. Aos 40 minutos, em total impedimento Sivori marcou o gol de empate. Brasil 2 x 2 Argentina. Brasil: Valdir, Figueiró, Florindo, Ênio Rodrigues, Oreco e Odorico, Luizinho, Bodinho, Larry, Ênio Andrade e Chinezinho

Apito Final - 11 de Março de 1959
11/03/2026

Apito Final - 11 de Março de 1959

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Porto Alegre, RS

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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