Mimo's Flores & Sabores

Mimo's Flores & Sabores Artesanato ( pintura em gesso, guardanapos e outros por encomenda)
Culinária (doces e salgados por

Fabricação e comercio de artesanatos variados e flores naturais.

03/04/2026

Sugestão para a Sexta -feira Santa.
Peixe com brócolis
ingredientes:
1k d fílé d namorado
1brócolis peq
1 pimentão vermelho
1 cebola em rodelas
2 xcs d leite
2 ou 3 colh(sopa) d farinha d trigo
2 colh(sopa) d queijo ralado
1/2 copo de requeijão
1 cx d creme de leite
O caldo q destilar do peixe.
1 pedaço d cebola peq picado miúdo

Modo de preprar:
Tempere o peixe com o arisco, leve ao forno em refratário untado com azeite d oliva e coberto com papel alumínio, por uns 15 minutos, ou até q solte totalmente o liquido.
A seguir, escorra o caldo q se formou e reserve.
Vamos a molho:Frite a cebola em uma colh(sopa) d margarina, acrescente a farinha d trigo e vá acrescentando aos poucos a mistura d leite e caldo de peixe, junte o queijo ralado e o requeijão, mexa em fogo baixo até encorpar. Desligue e acrescente o creme de leite.
Montagem do prato:
Arrume as fatias de cebola e as flores d brócolis sobre o peixe, cubra com o molho, decore com laminas d azeitona e rodelas d pimentão vermelho.
Volte ao forno por mais 15 minutos e estará pronto para servir.
Sugestão d acompanhamento: arroz branco e salada d folhas.

25/10/2025
18/10/2025

Hoje comemoro 11 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

30/06/2025

》Nasceu escrava em 1819 em Natchez, Mississípi. Mas a sua vida não seguiria o curso previsível que tantos outros sofreram. Foi libertada pelo seu próprio mestre, um Quaker abolicionista, e levada para Filadélfia. Lá, no meio de ideias progressistas, cresceu uma menina silenciosa... que ouvia mais do que falava.

Aprendeu música sozinha. Sem professores. Sem partituras. Só com a orelha.

Enquanto outras meninas memorizavam lições, Elizabeth imitava os sons que ouvia ao seu redor, moldando sua voz com uma precisão natural. Logo, seu alcance vocal surpreendeu: três oitavas completas, uma proeza para qualquer cantora, ainda mais para uma mulher negra no século XIX.

Mas talento não era suficiente. Numa América que ainda se agarrava ao racismo mais brutal, sua cor era uma barreira constante. No entanto, Elizabeth cantava da mesma forma. Em igrejas pequenas, em salões humildes, onde a deixaram. E aqueles que a escutavam calaram-se. Porque sua voz não deixava espaço para dúvidas.

Logo foi apelidada de "O Cisne Negro", em contraste com a famosa soprano branca da época, Jenny Lind, conhecida como "O Rouxinol Sueco".

Em 1851, ele iniciou uma turnê pelos EUA. Um feito impensável para uma mulher afro-americana. Viajou para Nova Iorque, Boston, Nova Orleães. E embora muitos teatros se recusassem a abrir as suas portas, sua voz abria corações.

Mas não parou por aí. Em 1853, atravessou o oceano rumo a Londres. Lá, no meio da elite europeia, Elizabeth Greenfield cantou para a Rainha Vitória. Sua atuação foi ovacionada. Sua presença é impossível de ignorar. Naquele dia, o mundo reconheceu o que na sua terra ainda muitos não queriam ver.

Voltou para os EUA não como celebridade, mas como professora. Formou e orientou jovens artistas afro-americanos, ensinando não ap***s técnica, mas resistência. Sua vida foi uma sinfonia contra a injustiça.

Morreu em 1876. Mas a voz de Elizabeth Greenfield ainda ressoa.
Porque há histórias que não precisam de microfone para se tornarem eternas.

29/06/2025
16/06/2025

Ele dormiu debaixo de uma ponte.
Ele tinha ap***s sete anos.
Descalço. Faminto. Invisível para o mundo.

Londres, 1866. Uma noite fria e úmida.
O jovem estudante de medicina Thomas Barnardo decide visitar o East End — o lado esquecido da cidade, onde a pobreza não tem piedade nem idade.
Ali conhece Jim, um menino de olhos grandes e esperança pequena.

Jim conta o que ninguém quer ouvir:
Crianças vivendo dentro de canos.
Roubando para comer.
Morrendo por falta de calor ou compaixão.

Dias depois, Jim morre.
Sozinho.
Mais um nome que nunca será lembrado…

Mas Thomas lembra.
E nesse luto silencioso, toma a sua decisão:
Não vai mais para a China como missionário.
O seu campo de guerra é ali mesmo, em Londres.
Entre as crianças que o mundo jogou fora.

Em 1870, Thomas Barnardo abre a primeira casa para acolher os pequenos esquecidos.
E crava, à porta, uma promessa que ecoaria por gerações:
“Nenhuma criança jamais será rejeitada.”

Ele não pede pagamento.
Não seleciona por aparência ou passado.
Recebe todos.
Mesmo quando já não há camas, mesmo quando o chamam de louco.

Porque a sua promessa era maior que o medo.
E o seu amor, mais forte que qualquer crítica.

Vieram mais casas.
Vieram mais crianças.
Vieram futuros onde antes só havia abandono.

Algumas cruzaram o oceano rumo ao Canadá.
Outras ficaram.
Aprenderam um ofício.
Voltam a sorrir.
Voltam a viver.

Thomas não pregava sermões.
Entregava sopa quente.
Não citava teorias.
Oferecia camas limpas, mãos estendidas e um abraço sem julgamento.

Quando morreu, em 1905, já tinha resgatado mais de 60 mil crianças.
Mas o número não diz tudo.
O verdadeiro legado estava no que aquelas crianças se tornaram:
gente com nome, com dignidade, com esperança.

Hoje, a organização Barnardo’s continua viva no Reino Unido, carregando a tocha acesa por um homem que viu uma criança morrer — e jurou que nunca mais fecharia os olhos.

Às vezes, não é preciso um superpoder para mudar o mundo.
Basta um coração que veja.
E mãos que se recusem a soltar.

Thomas Barnardo não deixou só uma obra.
Deixou uma lição para todos nós:
Em um mundo que exclui, ser o abrigo é um ato de coragem.

Retirado da Web
— Portal Poético.

16/06/2025

》Muitos a conhecem pelas suas p***s, carisma e shows inesquecíveis nos cabarés de Paris. Mas poucos sabem que Josephine Baker também foi uma he***na de guerra.

Nascida no ra***ta St. Louis (E. Os EUA ), Josephine fugiu para a França em sua juventude procurando liberdade. Lá, revolucionou o mundo do espetáculo com um estilo provocador, elegante e desafiador que batizaram como Paris Noire. Tornou-se um ícone, uma cidadã francesa... e também na mãe de muitos: adotou uma dúzia de crianças de diferentes raças e culturas, criando uma família a que ela chamava sua “tribo do arco-íris”.

Mas a sua história mais corajosa começou quando os n***s ocuparam Paris.

Em segredo, Josephine juntou-se à resistência francesa. Usou a sua fama para se mover livremente entre embaixadas, festas e salões onde ouvia os oficiais n***s e depois transmitia os seus segredos aos Aliados. Escondia mensagens em partituras, escrevia com tinta invisível e arriscava a vida em cada viagem.

Após a guerra, foi condecorada com a Cruz de Guerra e a Legião de Honra. Anos mais tarde, a França prestou-lhe a sua maior homenagem: Josephine Baker foi enterrada no Panteão de Paris, juntamente com os grandes heróis da nação. É a primeira mulher negra a receber esta honra.

Dançou, cantou... e lutou. Porque a liberdade também se defende com arte, coragem e dignidade.

Mais um antes e depois!
15/06/2025

Mais um antes e depois!

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