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riode.historias Divulgando e preservando a história, cultura, arte e patrimônios do Rio de Janeiro.

01/05/2026

Continuação do Vídeo sobre a construção da linha amarela.

01/05/2026

Vídeo institucional anunciando obras de construção da linha Amarela pela prefeitura do Rio de Janeiro em 1995.

Inaugurada em 1997, a Linha Amarela, batizada de Avenida Governador Carlos Lacerda, liga à Baixada de Jacarepaguá à Ilha do Fundão.

Foi a última grande obra viária do Rio, até terem início os corredores expressos do BRT para os Jogos Olímpicos de 2016.

30/04/2026

Entrevista com moradores de Santa Teresa, 1977.

🔸 Aterro da Glória, 10 de janeiro de 1960.Fotografia publicada no jornal Correio da Manhã, ilustrando a reportagem "Dese...
15/04/2026

🔸 Aterro da Glória, 10 de janeiro de 1960.

Fotografia publicada no jornal Correio da Manhã, ilustrando a reportagem "Deserto: a SURSAN esqueceu árvores do aterro da praia".

Na época, o Rio passava por uma das maiores intervenções urbanas de sua história.

A legenda do jornal Correio da Manhã não poupou críticas.

Mas quem era a SURSAN?

A Superintendência de Urbanismo e Saneamento era o órgão responsável pelas grandes obras da cidade (antes da criação do estado da Guanabara e da posterior fusão).

Foi a SURSAN que tocou o projeto do Aterro, mas, como mostra a foto, o paisagismo ainda não existia, o que vemos é um imenso descampado de areia e terra.

- Fundo Correio da Manhã. BR_RJANRIO_PH_0_FOT_00088_0002

A saga histórica da construção do Viaduto de Coelho Neto!Passar por ele hoje parece algo normal, mas as fotos da Revista...
28/03/2026

A saga histórica da construção do Viaduto de Coelho Neto!

Passar por ele hoje parece algo normal, mas as fotos da Revista Municipal de Engenharia de 1954 mostram que sua construção foi uma verdadeira odisseia.

A obra começou em agosto de 1949, no que era então chamado de Avenida das Bandeiras (futura Avenida Brasil).
O objetivo era vencer a linha do trem Rio d'Ouro e a Av. Automóvel Clube.

O primeiro desafio? Encontraram as enormes tubulações de água da cidade escondidas no subsolo, forçando a mudança de todo o projeto original.

O terreno era pântano puro. As escavações não encontravam solo firme. Foi necessária uma nova sondagem que descobriu areia compacta só a 13 metros de profundidade!

A solução foi usar mais de 120 estacas profundas, o que atrasou ainda mais a obra.

Quando as enormes formas de madeira estavam montadas e prestes a receber o concreto, veio a maior tragédia. Na manhã de 6 de junho de 1952, uma tempestade brutal com ventos fortíssimos e granizo atingiu a região.

Nas fotos raras dessa revista, você vê o cenário de destruição: todo o escoramento de madeira veio abaixo (arraste para o lado para ver!).

Apesar de tudo, o viaduto e suas imponentes muralhas de pedra rústica foram concluídos em maio de 1953.

O documento de 1954 revela até o custo final: mais de 10 milhões de Cruzeiros na época! Um valor altíssimo para garantir que a obra, segundo o engenheiro, fosse "feita, custe o que custar".

Recentemente, com as obras do BRT Transbrasil, essas pedras históricas foram cobertas, dando um visual moderno, mas escondendo décadas de história viva.

🔸 Jardim Suspenso do Valongo, fevereiro de 1964.  - Fundo Correio da Manhã.BR_RJANRIO_PH_0_FOT_00675_0121
25/03/2026

🔸 Jardim Suspenso do Valongo, fevereiro de 1964.

- Fundo Correio da Manhã.
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🔷 O passado à sombra do progresso. 📸Essa imagem de 1940 é impressionante pelo contraste: os novos arranha-céus monumenta...
16/02/2026

🔷 O passado à sombra do progresso. 📸

Essa imagem de 1940 é impressionante pelo contraste: os novos arranha-céus monumentais em Art Déco do Rio de Janeiro 'engolindo' as antigas construções que, em breve, seriam demolidas.

É o retrato físico de uma cidade e de um país em plena transformação. O antigo Ministério da Guerra parece minúsculo diante da nova sede que surgia.
Fonte: - Achados & perdidos [livro eletrônico]: imagens inéditas do Rio de Janeiro / Elizeu Santiago de Sousa...[et al.]. -- 1. ed. -- Rio de Janeiro: Aprazível Edições e Arte e UQ Editions, 2025. PDF
Outros autores: Pedro Marreca, Rafael Martins, Leonel Kaz.

São Francisco de Itabapoana celebra 31 anos de emancipação.Ontem, 18 de janeiro, foi dia de festejar o aniversário desse...
19/01/2026

São Francisco de Itabapoana celebra 31 anos de emancipação.

Ontem, 18 de janeiro, foi dia de festejar o aniversário desse município que carrega séculos de Brasil em seu território.

Embora tenha conquistado sua autonomia administrativa apenas em 1995, ao se desmembrar de São João da Barra, a história de São Francisco de Itabapoana começa muito antes, lá no Brasil colonial.

A ocupação dessas terras remonta a 1536, na antiga Capitania de São Tomé.
É nos detalhes que a história se revela fascinante.

O município preserva patrimônios singulares, como o emblemático Barracão de Gargaú, verdadeira joia da arquitetura em madeira e símbolo da era do transporte fluvial pelo Rio Paraíba do Sul.

Outro capítulo curioso são as ruínas da Fábrica Tipity.
Idealizada nos anos 1940 pelo barão austríaco Ludwing Ku**er, a fábrica pretendia abastecer o país com farinha de mandioca.

A história local conta que o barão chegou a ser investigado por suspeita de espionagem durante a Segunda Guerra Mundial, um mistério a mais gravado na memória do lugar.

Hoje, São Francisco de Itabapoana encanta por seus contrastes: cerca de 60 km de litoral, falésias imponentes que pintam o horizonte e o vasto manguezal de Gargaú, berço de lendas, vida e resistência.

Parabéns a São Francisco de Itabapoana e ao seu povo, que constroem, dia após dia, uma história de luta, identidade e beleza no Norte Fluminense.

🔷 Nova Iguaçu não é apenas uma cidade.É berço, é mãe, é o tronco histórico de toda uma região.Quando o mapa ainda era es...
15/01/2026

🔷 Nova Iguaçu não é apenas uma cidade.

É berço, é mãe, é o tronco histórico de toda uma região.

Quando o mapa ainda era escrito à mão, costurado por rios e trilhos, Nova Iguaçu era um território gigante.

Às margens do rio Iguaçu, fomos empório agrícola, rota do ouro e o coração pulsante do antigo território fluminense.

Mas a história trouxe mudanças.
Vieram as emancipações.

E aqui mora a verdade que nos enche de orgulho: a Baixada Fluminense nasceu de dentro de Nova Iguaçu.
Duque de Caxias, Nilópolis, São João de Meriti, Belford Roxo, Queimados, Japeri e Mesquita.

Todos, em algum momento, foram chão iguaçuano.
Cada um seguiu seu rumo, mas todos compartilham a mesma raiz.

Nova Iguaçu não encolheu ao perder território.
Ela se multiplicou.

Espalhou vida, cultura e força de trabalho.
Foi a matriz, a fundação, o começo de tudo.

A Baixada não surgiu do acaso. Ela foi gestada.
E o ventre foi Nova Iguaçu.

Algumas cidades não são apenas lugares no mapa.
São memória viva. São histórias em estado bruto.

🎉 Parabéns, Nova Iguaçu!
Onde a Baixada começou e onde o nosso orgulho vive.

📝.historias

Cidade das águas minerais, dos caminhos e da históriaA história de Paraíba do Sul começa em 1681, quando Garcia Rodrigue...
15/01/2026

Cidade das águas minerais, dos caminhos e da história

A história de Paraíba do Sul começa em 1681, quando Garcia Rodrigues Paes, filho do bandeirante Fernão Dias, identificou um ponto estratégico no Rio Paraíba do Sul.

Ali nascia a ideia do Caminho Novo, rota que encurtou a ligação entre as minas de Minas Gerais e o porto do Rio de Janeiro, tornando a região peça-chave do Brasil Colonial.

Em 1683, surge a Fazenda da Parahyba, origem do povoado e centro de abastecimento das frentes de trabalho do caminho do ouro.
Com o passar do tempo, o núcleo cresceu, foi elevado à vila em 1833 e à cidade em 1871.

Paraíba do Sul também carrega marcas profundas da Inconfidência Mineira.
No atual distrito de Inconfidência (antiga Vila de Sebolas), estiveram expostos os restos mortais de Tiradentes, num dos episódios mais simbólicos da repressão colonial portuguesa.

Em 1867, a chegada da Estrada de Ferro D. Pedro II, depois Central do Brasil, trouxe progresso, comércio e integração com o eixo Rio–Minas.

Ao mesmo tempo, a cidade se consolidava como a Cidade das Águas Minerais, famosa por suas fontes naturais e pelo papel que desempenhou no termalismo fluminense.

Hoje, o município é formado pelos distritos de Paraíba do Sul, Inconfidência, Salutaris e Werneck — guardiões de uma história feita de rio, trilhos, luta e identidade.

Paraíba do Sul não nasceu apenas cidade.
Nasceu caminho e também fonte de vida.

Você sabia dessa conexão profunda da cidade com a história de Tiradentes?

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Rio De Janeiro, RJ

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