Etno Museu Página oficial do Setor de Etnografia e Etnologia do Museu Nacional (SEE/UFRJ)

Nos dias 22 e 23 de março, o ritual de entrada dos jyrè (ariranhas) no Hetohoky (casa grande) aconteceu na aldeia Santa ...
07/04/2025

Nos dias 22 e 23 de março, o ritual de entrada dos jyrè (ariranhas) no Hetohoky (casa grande) aconteceu na aldeia Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal (TO).

Os jyrè são os jovens meninos que estão passando pelo ritual de iniciação masculina do povo Iny-Karajá, ritual que acontece anualmente.

Este ano, como vem sendo feito desde 2011, o ritual foi liderado pelo ixydinodu (cacique tradicional) Sokrowé Karajá, que também é um dos curadores indígenas das coleções etnográf**as do Setor de Etnologia e Etnografia do Museu Nacional (SEE-MN).

O ápice do Hetohoky, o ritual da casa grande, marca um momento de reunião das aldeias Iny-Karajá para reforçar alianças, ampliar, renovar e criar redes de relações e atualizar vínculos sociais de solidariedade.

É um evento de grande mobilização, em que cultura, tradição e conhecimento são compartilhados e atualizados por meio das intensas atividades rituais que ocorrem quando o rio Araguaia se encontra em sua fase mais cheia, normalmente no mês de março.

A cerimônia foi acompanhada pela equipe do projeto vinculado ao Museu Britânico de Londres (UK), composta pela Drª. Louise de Mello, chefe do SDCELAR-BM, e pelo Dr. Rafael Andrade, que fizeram os registros do ápice do ritual em Hawaló, prestigiando as 8 famílias que estavam iniciando seus jovens meninos.

O trabalho da equipe ressalta ainda a importante colaboração e troca acadêmica entre o SDCELAR, do Museu Britânico, e o EtnoMuseu, do SEE-MN, e o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás.
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Retrospectiva EtnomuseuJaneiro, 2024Visita à Terra Indígena Tupinambá (Aldeias Serra do Padeiro e Olivença, BA)O objetiv...
26/02/2025

Retrospectiva Etnomuseu
Janeiro, 2024
Visita à Terra Indígena Tupinambá (Aldeias Serra do Padeiro e Olivença, BA)

O objetivo desta atividade em campo foi registrar as falas das comunidades Tupinambá sobre a chegada do manto Tupinambá do século XVII do Museu Nacional da Dinamarca ao Brasil.

O retorno deste bem ao Brasil representa uma reparação histórica e resulta de um amplo processo de negociação, com a participação das comunidades Tupinambá e os Museus Nacionais da Dinamarca e do Brasil, envolvendo os setores diplomáticos de ambos os países.

Com a previsão de chegada do manto Tupinambá ao Brasil no primeiro semestre de 2024, procuramos nos antecipar e registrar os depoimentos de diferentes personalidades das comunidades Tupinambá da Serra do Padeiro e de Olivença, BA.

🎥 Nosso propósito foi de captar as expressões de seus sentidos e percepções diante da proximidade deste evento histórico. Para os Tupinambá, as expectativas em relação às transformações que o manto pode trazer ao Brasil são grandes, sobretudo no que se refere ao reconhecimento de seus direitos sociais e territoriais.

🎞️Os registros audiovisuais estão sendo editados para a produção de um documentário, destacando a relevância de objetos históricos na ativação da história do povo Tupinambá e nos processos políticos contemporâneos.

📸 Imagem de capa: Jessica Tupinambá e Bruno Pacheco no centro da Aldeia Serra do Padeiro, Bahia, gravando.
Janeiro de 2024. Fotos Renata Valente.






Nessa terça, dia 18 de fevereiro de 2025, Glicéria Tupinambá (  ), artista, pesquisadora e liderança da aldeia Serra do ...
20/02/2025

Nessa terça, dia 18 de fevereiro de 2025, Glicéria Tupinambá ( ), artista, pesquisadora e liderança da aldeia Serra do Padeiro, Terra Indigena Tupinambá, no sul da Bahia, defendeu sua dissertação de mestrado “O Feitiço do fio e a busca do manto Tupinambá”, no Programa de Pós Graduação em Antropologia Social (PPGAS/MN/UFRJ).

Sua pesquisa sobre os mantos Tupinambás em fontes históricas e na observação direta dos mantos existentes em museus europeus traz importantes contribuições para a revisão do lugar dos povos indígenas na história colonial, destacando a importância das mulheres na sociedade Tupinambá.

Seu trabalho na confecção dos mantos contemporâneos, que fizeram parte de exposições nacionais e internacionais, fortalece ainda mais a luta dos Tupinambá pelo reconhecimento de seus direitos identitários e territoriais, sendo um exemplo para outros povos do Nordeste e do Brasil.

A banca avaliadora, presidida por João Pacheco de Oliveira (orientador), foi formada por Mariana Françozo (Leiden University, Holanda) e Jurema Machado (UFRB), Renata Valente (co-orientadora) com suplência de Daniela Fernandes Alarcon (PPGAS/MN/UFRJ) e Jurema Machado (UFRB), destacou o percurso de Glicéria como pesquisadora e seu compromisso com o seu povo, elogiando e indicando a dissertação para publicação.

Além do grande público virtual, em que a presença da comunidade Tupinambá da Serra do Padeiro e outros indígenas foi marcante, também presencialmente muitos foram conferir este momento ao lado de Glicéria, com grande vibração e alegria.

Ao final, aliviada por ter a confirmação de seu título de mestre e passagem direta para o doutorado no PPGAS, Glicéria dá seu grito de vitória:

Mainha, passei!!! 👏🏾👏🏿👏🏼👏🏻




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Na próxima terça, 18 de fevereiro será realizada a defesa de mestrado em Antropologia Social (PPGAS/MN/UFRJ) de Glicéria...
15/02/2025

Na próxima terça, 18 de fevereiro será realizada a defesa de mestrado em Antropologia Social (PPGAS/MN/UFRJ) de Glicéria Tupinambá ( ), artista, pesquisadora e liderança da aldeia em Serra do Padeiro, na terra indígena Tupinambá de Olivença, no sul da Bahia

Glicéria é parceira de longa data do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) do Museu Nacional, tendo iniciado sua relação com João Pacheco de Oliveira, curador de SEE, há mais de 20 anos atrás.

A indígena teve papel crucial no avanço das pesquisas sobre os Mantos Tupinambás localizados na Europa, contribuindo para o histórico retorno do Manto ao Museu Nacional. Também é a artista responsável pela feitura dos primeiros Mantos Tupinambás contemporâneos, expondo-os em importantes mostras de arte brasileiras e internacionais.Foi a primeira artista indígena a representar o país no pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza em 2024, com a exposição “Ka’a Pûera: Nós Somos Pássaros que Andam”.

Na última sexta-feira (16/08), recebemos no  l a visita de Wayne Modest, diretor de conteúdo dos museus da Holanda (Were...
23/08/2024

Na última sexta-feira (16/08), recebemos no l a visita de Wayne Modest, diretor de conteúdo dos museus da Holanda (Wereldmuseum) e professor de cultura material e estudos críticos do patrimônio da Vrije Universiteit, Amsterdam.

A visita, organizada pela antropóloga Aline Rabelo, consultora da UNESCO/SAMN e colaboradora do Setor de Etnologia e Etnografia, envolveu diferentes setores da instituição. O diretor Alexandre Kellner esteve presente para retribuir a recepção de Wayne quando visitou os museus da Holanda.

Thaís Mayumi, do Setor de Museologia (SEMU), apresentou o projeto de reconstrução em curso e conduziu a visita pelas obras do palácio.

Renata Valente, antropóloga do Setor de Etnologia, trouxe, junto com Aline, a perspectiva curatorial e os trabalhos colaborativos do SEE com as chamadas “comunidades de origem”. Ela destacou também a criação, pelo SEE, de uma plataforma digital de coleções etnográf**as de povos indígenas no exterior, que conta com dados dos museus holandeses. 

No novo campus de ensino e pesquisa, juntaram-se ao grupo o museólogo Paulo Victor Gitsin (SEMU) e a restauradora Ana Luiza do Amaral, do Laboratório Central de Conservação e Restauração (LCCR), quem apresentou peças resgatas do incêndio e novas coleções que vêm reconstituindo o acervo da reserva técnica do Museu Nacional/UFRJ.

A visita foi encerrada na Estação Museu Nacional, centro de visitação, onde estão em exposição alguns artefatos adquiridos a partir de trabalhos colaborativos com as comunidades de origem. 

Na foto em destaque, a boneca Ritxoko foi a primeira peça do novo acervo etnológico, doada pela ceramista indígena Kaimote Kamayurá Karajá após o incêndio.



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O texto “Passados presentes na aldeia Pedra d’Água” apresenta a conexão histórica entre os indígenas atualmente autodeno...
29/07/2024

O texto “Passados presentes na aldeia Pedra d’Água” apresenta a conexão histórica entre os indígenas atualmente autodenominados Xukuru do Ororubá e o seu território coletivo.

Nos episódios retratados entre os séculos XIX e XXI, foi possível perceber a incansável luta pela aldeia Pedra d’Água, que assumiu signif**ados políticos e simbólicos profundos.

A autora, Mariana Dantas, tem uma longa história de relação com o SEE. Atualmente é professora do Departamento de História da UFRPE, e teve suas pesquisas de mestrado e doutorado orientadas por Maria Regina Celestino de Almeida (UFF/Unirio) e João Pacheco de Oliveira, professor titular do PPGAS/MN e curador do SEE.

Além disso, fez parte da equipe de pesquisa que montou o acervo de fontes históricas (escritas e iconográf**as) da exposição Os Primeiros Brasileiros. Seu texto é resultado da interlocução com os trabalhos de Edson Silva e Ellen J. Alves da Silva.

📲 Para ler o artigo na íntegra clique nos stories ou digite em seu navegador:
https://jc.ne10.uol.com.br/opiniao/artigo/2024/06/08/amp/passados-presentes-na-aldeia-pedra-d-agua.html


Nota do Setor de Etnologia e Etnografia do Museu Nacional/UFRJ sobre a chegada do Manto Tupinambá.
15/07/2024

Nota do Setor de Etnologia e Etnografia do Museu Nacional/UFRJ sobre a chegada do Manto Tupinambá.

No dia 6 de junho, data em que o  celebrou os 206 anos da sua criação, ocorreu a mesa “Diálogos da Reconstrução: parceri...
14/06/2024

No dia 6 de junho, data em que o celebrou os 206 anos da sua criação, ocorreu a mesa “Diálogos da Reconstrução: parcerias entre o Museu Nacional e comunidades de Origem”.

A vice-diretora Andrea Costa e Caio Gonçalves Dias, consultor da Unesco para Gestão das novas exposições do Projeto Museu Nacional Vive, abriram as atividades dando as boas-vindas aos convidados e comentando sobre o panorama atual da reconstrução.

Em seguida, Crenivaldo Veloso (SEE/ Museu Nacional) mediou o debate entre os convidados Tonico Benites (Liderança e professor Guarani-Kaiowá, mestre e doutor em antropologia social - PPGAS/MN/UFRJ), Tatinha Alves (Apanhadora de Flores sempre-vivas e liderança da Comissão de Defesa dos Direitos das Comunidades Extrativistas - Codecex MG) e Wendell Marcelino de Lima (Artista plástico e liderança quilombola de Buriti do Meio - MG)

👉🏾 A iniciativa resultou de um amplo planejamento que envolveu o projeto Museu Nacional Vive, o Setor de Etnologia e Etnografia, a Seção de Museologia, a consultoria para as temáticas etnográf**as das futuras exposições, o Núcleo de Comunicação e Eventos do Museu Nacional e os próprios convidados. A concepção e o conteúdo foram pautados nas experiências curatoriais em curso, a partir de práticas antropológicas e museológicas baseadas no dialógo e na participação direta das comunidades nos processos de formação, gestão e exposição dos acervos etnográficos.

O encontro foi regado a muita emoção, a partir de falas contundentes onde os convidados apresentaram o contexto em que vivem, suas lutas, dificuldades, necessidades, conquistas.

Ficou evidente a urgência de apoio e visibilidade para que possam continuar exercendo suas atividades localmente, com sustentabilidade aos seus modos de vida e a relação com os recursos naturais, podendo, assim, seguir colaborando para a reconstrução do Museu Nacional.

Esse foi o primeiro de uma série de quatro encontros e pode ser entendido como uma reunião de trabalho, parte de um processo contínuo de diálogos que esperamos ter entre o museu, as comunidades e a sociedade.



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O Museu Nacional vai completar 206 anos e a semana do aniversário será repleta de atividades gratuitas. 👉 A programação ...
04/06/2024

O Museu Nacional vai completar 206 anos e a semana do aniversário será repleta de atividades gratuitas.

👉 A programação para 6 de junho, dia do aniversário propriamente, é uma roda de conversa, que contará com participação de lideranças comunitárias para debater o tema “Diálogos da reconstrução: parcerias entre o Museu Nacional/UFRJ e comunidades de origem”.

🤝 Essa será uma oportunidade para o público compreender melhor como as parcerias com comunidades de origem têm sido fundamentais não só para a recomposição do acervo do Museu, mas também para garantir uma maior diversidade e representatividade nas futuras exposições.

🗣 Quem vai estar nessa roda? Arrasta para o lado!

📅 Quando? Dia 06/06, das 14h às 17h.

📍 Onde? Na Sala Multiuso da Biblioteca Central do Museu Nacional/UFRJ, que f**a no Horto Botânico da Quinta da Boa Vista.

📝Atenção: é preciso se inscrever previamente! O link para o formulário está na bio do

💻📱 A conversa também será transmitida ao vivo, pelo canal do YouTube do Museu Nacional/UFRJ (link na bio do perfil do Museu Nacional/UFRJ

💃📲 Para saber mais sobre a programação de aniversário, confira o destaque na página do Museu. E, claro, acompanha a gente por aqui!

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O aniversário de 206 anos do Museu Nacional é uma ação do Projeto Museu Nacional Vive, cooperação técnica firmada entre UFRJ, UNESCO e Instituto Cultural Vale para coordenar os trabalhos de reconstrução do Paço de São Cristóvão. A iniciativa conta com apoio financeiro do BNDES, patrocínio platina do Bradesco e da Vale; apoio do Ministério da Educação (MEC), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Congresso Nacional, Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e do Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
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Repost do 🏛🎉

De 4 a 7 de junho de 2024 vai acontecer o Seminário Envolver, realizado pela Linha de Pesquisa Imagem e Cultura, do Prog...
03/06/2024

De 4 a 7 de junho de 2024 vai acontecer o Seminário Envolver, realizado pela Linha de Pesquisa Imagem e Cultura, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ, em parceria com Instituições Culturais da Cidade do Rio de Janeiro.

ENVOLVER é um seminário que propõe o compartilhamento de pesquisas dos campos das artes visuais, dos estudos da imagem e da cultura produzidas na formação acadêmica universitária e que tem o comprometimento de apresentá-las e discuti-las fora da universidade.

Com objetivo de alcance de extensão a público maior e promover circularidade de reflexões da produção crítica, o evento deseja procurar/encontrar diálogos com estudantes, artistas, pesquisadoras(es), professoras(es), pessoas interessadas, especializadas ou não.

O evento conta com a participação de Renata Valente, Carla Dias e Tonico Benites, integrantes do Etno Museu/Museu Nacional - UFRJ

Nós vemos lá!

📍ENVOLVER: artes visuais, imagem, cultura e sociedade
Endereço: Paço Imperial - Rua 15 de novembro, 48, Centro, Rio de Janeiro - RJ

📩 Deseja participar como ouvinte? Envie um e-mail para [email protected] manifestando seu interesse. No assunto do e-mail coloque o título: “INSCRIÇÃO DE OUVINTE”

🔎 Para conhecer a programação completa acesse o perfil

Nessa quinta-feira, 23 de maio, os seminários do PPGAS/MN retomam com um ciclo de apresentações dos Núcleos e Laboratóri...
22/05/2024

Nessa quinta-feira, 23 de maio, os seminários do PPGAS/MN retomam com um ciclo de apresentações dos Núcleos e Laboratórios do Programa, marcando também a ocupação da nova casa no Horto Botânico da Quinta da Boa Vista.

Nesta ocasião, Núcleos na Quinta recebe o NuAT/MEMOV para debater ao redor de Cinco Trajetórias vinculadas aos projetos coletivos iniciais do nosso Programa: Afrânio Garcia, João Pacheco de Oliveira, José Sergio Leite Lopes e Otávio Velho.

Não percam a reflexão sobre uma parte da história dessa importante instituição em torno da Antropologia Social!

💢Atenção! O evento não terá acesso remoto, será presencial.

📝Para ler as entrevistas acesse o link: https://memov.org/site/colecao-trajetorias-pesquisadores-e-assessores/

ou clique no link nos nossos stories.

Venham!!

Etno Museu divulga o primeiro evento do Projeto Vilas Indígenas Pombalinas: Humanidades Digitais, Pesquisa Histórica e D...
15/05/2024

Etno Museu divulga o primeiro evento do Projeto Vilas Indígenas Pombalinas: Humanidades Digitais, Pesquisa Histórica e Direitos dos Povos Indígenas, a ser realizado nos dias 15 e 16 de maio de 2024, no Programa de Pós-Graduação em História, com o apoio do Departamento de História, Instituto de Ciências Humanas e da Capes.

📚 O evento promoverá discussões sobre a territorialização dos povos indígenas na América Portuguesa, além de destacar trabalhos de importantes autores e pesquisadores indígenas. Será um espaço de promoção do conhecimento científico sobre a temática e conscientização sobre questões cruciais que atravessam a vida de comunidades indígenas.

📝 O projeto conta com pesquisadores de todas as regiões do Brasil, incluindo incluindo Rosilene Tuxá, Elisa Pankararu, Suliete Baré, Pedro Cardim e João Pacheco de Oliveira.

📲 Para mais informações e para fazer sua inscrição, acesse o o perfil

Endereço

Quinta Da Boa Vista, São Cristóvão
Rio De Janeiro, RJ
20940-040

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