Museu Nacional/UFRJ

Museu Nacional/UFRJ Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, História Natural, Antropologia.
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Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, História Natural, Antropologia

Coluna da Direção | Mães cientistasHoje, o Museu Nacional presta homenagem às mulheres que constroem conhecimento enquan...
10/05/2026

Coluna da Direção | Mães cientistas

Hoje, o Museu Nacional presta homenagem às mulheres que constroem conhecimento enquanto sustentam vidas, afetos e futuros. Às mães que fazem da ciência um espaço de descoberta, resistência e transformação.

Ser mãe e cientista no Brasil é viver entre laboratórios e urgências, entre artigos e noites sem dormir, entre a dedicação à pesquisa e o peso invisível do cuidado. É enfrentar jornadas triplas em um sistema que historicamente pouco reconhece as especificidades da maternidade na vida acadêmica e científica.

Muitas precisaram escolher entre a ciência e a presença junto aos filhos. Ou viram suas carreiras desacelerarem diante da maternidade. Em um ambiente ainda marcado por desigualdades de gênero, ser mãe pode significar ter menos oportunidades, menor produtividade exigida sem contexto e uma cobrança constante para provar competência onde deveria existir acolhimento.

Ainda assim, são mulheres que seguem produzindo ciência de excelência. Transformam os ambientes acadêmicos e científicos em espaços mais humanos, plurais e sensíveis. Investigam o passado enquanto constroem um futuro mais justo para as próximas gerações.

Políticas de extensão de bolsas por licença-maternidade, discussões sobre produtividade acadêmica com recorte de gênero, criação de espaços de acolhimento e maior visibilidade para a maternidade na ciência representam o início de conquistas fundamentais. São passos importantes, frutos da mobilização de pesquisadoras que se recusaram a aceitar o silêncio e a invisibilidade.

É preciso ainda garantir condições reais de permanência e crescimento para mães na ciência. É necessário ampliar políticas institucionais de cuidado, combater desigualdades estruturais e reconhecer que apoiar mães pesquisadoras não é um favor: é um compromisso com a própria produção do conhecimento e com o futuro da ciência brasileira.

Que nenhuma mãe precise escolher entre cuidar de seus filhos e continuar fazendo ciência.
E que a ciência brasileira seja um espaço onde mães possam existir plenamente, com dignidade, reconhecimento e oportunidade.

Juliana Sayão
Mãe da Betina e vice-diretora do MN/UFRJ
Tia do Arthur, do Theo e da Mikaela

08/05/2026

Você já visitou a mostra virtual "Recompõe.Mineralogia"?

Os minerais expostos são da Coleção de Mineralogia do Museu Nacional/UFRJ, apresentando minerais resgatados no Paço de São Cristóvão e também novas aquisições.

Estamos recompondo essa coleção muito significativa, formada ao longo de dois séculos com o apoio de instituições e doadores do Brasil e do exterior.

Destaca-se que, no início da reconstrução, o Núcleo de Resgate de Acervos do Museu Nacional encontrou minerais transformados em outros, por conta do calor extremo.

Alguns são da Coleção Werner, uma das mais importantes e emblemáticas da Coleção de Mineralogia do Departamento de Geologia e Paleontologia (DGP), sendo organizada sistematicamente e descrita pelo geólogo alemão Abraham Gottlob Werner entre os anos de 1791 e 1793.

Neste momento, ela está sendo classificada e identificada pelos curadores, técnicos e estagiários do Museu com o objetivo de resgatar, ao menos em parte, sua importância histórica.

Acesse: http://recompoe.mn.ufrj.br/mineralogia/ (link na Bio).
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A exposição "Recompõe.Mineralogia" foi realizada com recursos do Projeto Museu Nacional Vive, que é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale. A iniciativa é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); patrocínio platina da Vale e do Bradesco; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Axia Energia e da Cosan; apoio do J.P. Morgan, da Laranjinha Itaú e da Shell. O Congresso Nacional, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também são parceiros.
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Como os povos indígenas desafiam os modelos da nossa sociedade?Essse é o tema do episódio que inaugura o podcast "Futuro...
07/05/2026

Como os povos indígenas desafiam os modelos da nossa sociedade?

Essse é o tema do episódio que inaugura o podcast "Futuros Presentes: Antropologia em Podcast", que já está disponível no Spotify.

🎙Nele, o antropólogo Antonio Carlos de Souza Lima, discute como os povos indígenas desafiam as estruturas da sociedade atual. Entre crises ambientais e desigualdades, emergem saberes que expandem o presente e abrem espaço para imaginar outros futuros.

Ele é professor titular de Etnologia do Museu Nacional/UFRJ aposentado, que trabalha voluntariamente na área de pesquisas e coordena o LACED (Laboratório de Pesquisa em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento).

💙 A primeira temporada de "Futuros Presentes" tem 9 episódios e aproxima a Antropologia das questões mais urgentes do Brasil hoje.

O podcast tem a coordenação de Antonio Carlos de Souza Lima e de Deborah Bronz.

Trata-se de uma realização do LACED e do GEAM (Grupo de Estudos Amazônicos Ambientais) do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da , com recursos da .

🎧 Para ouvir, busque o podcast no Spotify ou acesse peloo link no perfil

06/05/2026

Você sabia que o Milton Cunha é pesquisador do Museu Nacional/UFRJ?

Ele está no seu terceiro pós-doutorado!

Faz supervisão de pós-doutorado com a professora Tania Clemente no Mestrado Profissional e Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND).

Hoje deu uma aula para os estudantes no Laboratório de Análise do Discurso, Imagem e Som (LABEDIS), no Campus de Pesquisa e Ensino Museu Nacional, em São Cristóvão.

Na primeira parte, Milton abordou suas pesquisas em Parintins e trocou percepções com os estudantes, alguns de regiões próximas.

Na segunda parte, ele abordou a história do Carnaval no Rio, suas influências e compartilhou enredos que desenvolveu como carnavalesco. Detalhou o enredo na Beija-Flor "Margaret Mee, a Dama das Bromélias".

💙 Neste vídeo, ele segura um quadro que ganhou de presente de uma aluna do PROFLLIND, hoje após a aula.

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Botânica) do Museu Nacional/UFRJ receberá inscrições, de 11 a 15 de ...
04/05/2026

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Botânica) do Museu Nacional/UFRJ receberá inscrições, de 11 a 15 de maio, para a seleção de novos estudantes de mestrado acadêmico e doutorado, com ingresso no segundo semestre de 2026.

Ao todo, estão sendo oferecidas até 38 vagas: 24 para o mestrado e 14 para o doutorado.
Elas contemplam seis linhas de pesquisa: Taxonomia e Ecologia de Cianobactérias, Algas, Fungos e Embriófitas sem sementes; Etnobotânica; Coleções Biológicas; Comunidades Vegetais: Florística, Ecologia, Fitogeografia e Conservação; Diversidade e Evolução de Angiospermas; e Morfologia de Embriófitos.

Estão previstas reservas de vagas por meio de políticas de ações afirmativas.

📲 Os editais completos, com documentação exigida, cronograma, etapas da seleção e informações sobre ações afirmativas, estão disponíveis no site do PPGBot.

🔗 Acesse no link da bio do perfil: @‌ppgbot_ufrj

💙 Encaminhe para seus amigos interessados pela área!

: Imagem do prédio da Botânica, localizado no Horto Botânico do Museu Nacional/UFRJ, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Ele aparece ao fundo, parcialmente coberto por árvores e vegetação. Sobre a imagem, está escrito: “Museu Nacional abre seleção para mestrado e doutorado em Botânica”.

📷 Diogo Vasconcellos (MN/UFRJ).

Coluna da Direção | Conhecimento feito de muitas mãosOs museus de história natural e antropologia surgiram como gabinete...
03/05/2026

Coluna da Direção | Conhecimento feito de muitas mãos

Os museus de história natural e antropologia surgiram como gabinetes de curiosidades, coleções privadas reunidas pelo olhar e empenho de uma única pessoa. Neste momento, o conhecimento cabia em uma única sala e o trabalho era intenso e solitário.

Com o tempo, porém, a curiosidade humana cresceu mais rápido do que qualquer gabinete poderia comportar. Nosso entendimento do mundo natural revelou uma complexidade acima do alcance de um indivíduo. Foi neste ponto que os museus nasceram de fato: quando o trabalho deixou de ser individual e se tornou coletivo.
Museus de história natural são obras de muitas mãos. Cada espécime preservado, cada pesquisa publicada, cada exposição montada é o resultado de uma cadeia de trabalho que raramente aparece ao público. Conservadores, restauradores, pesquisadores, educadores, bibliotecários, seguranças, equipes de limpeza, administração e manutenção, entre outros, sustentam diariamente a missão de preservar a memória e ampliar o conhecimento.

Neste mês em que se celebra o Dia do Trabalhador, vale lembrar que o Museu Nacional/UFRJ não é um edifício ou um acervo. É um compromisso público sustentado por inúmeras pessoas que dedicam seu tempo, técnica e sensibilidade para a sociedade. No processo de reconstrução, isso se torna ainda mais visível.

Cada parede erguida, peça restaurada, nova pesquisa publicada ou tese defendida é um testemunho da força humana que nos trouxe até aqui. Se os gabinetes de curiosidade celebravam o olhar individual, os museus celebram o trabalho coletivo.

E é neste trabalho diverso, paciente e contínuo que se mantém viva a nossa memória, se consolida o presente e é projetado o futuro da nossa instituição com atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Ronaldo Fernandes
Diretor do Museu Nacional/UFRJ

Foto: Diogo Vasconcellos-MN/UFRJ

Pesquisa do Museu Nacional/UFRJ é destaque na editoria Ciência da CNN Brasil!Foram descritas três novas espécies de mosc...
02/05/2026

Pesquisa do Museu Nacional/UFRJ é destaque na editoria Ciência da CNN Brasil!

Foram descritas três novas espécies de moscas da família Sarcophagidae. Esse grupo tem funções fundamentais nos ecossistemas, principalmente na decomposição de matéria orgânica animal, contribuindo para a reciclagem de nutrientes.

Sem esses organismos, esse material se acumularia no ambiente e deixaria de ser reintegrado à cadeia alimentar.

O estudo foi publicado na revista Anais da Academia Brasileira de Ciências. Ele tem como primeira autora Marina Morim Gomes, técnica e pesquisadora do Museu, e também é assinada por Josenilson Rodrigues dos Santos, Marco Antônio Menezes e pela professora Márcia Souto Couri.

As espécies descritas são Dexosarcophaga papia sp. nov., Lepidodexia aenigmatica sp. nov. e Rettenmeyerina guidae sp. nov.. As três são consideradas raras e encontradas em número reduzido, apenas em áreas preservadas.

"O fato de encontrarmos uma nova espécie em um gênero tão pouco conhecido foi algo que chamou bastante a atenção da equipe”, diz Marina na matéria da CNN.

A Marina Gomes informa na matéria que ainda há um amplo material da pesquisa aguardando análise, o que tem potencial de indicar novas descobertas que podem surgir nos próximos anos.

A pesquisa faz parte do projeto SISBIOTA-Diptera, que foi realizado em diferentes locais do Brasil, anos atrás.

Quem quiser ler o artigo, ele foi publicado com o título: “Long-term survey SISBIOTA-Diptera reveals three new species of Sarcophagidae (Diptera, Oestroidea)".

Leia a matéria completa no site da CNN Brasil.

: Print do início da matéria na editoria Ciência da CNN Brasil com imagem de duas moscas, com o título "Cientistas descobrem espécies de moscas nunca encontradas no Brasil".

Um pôr do sol e tanto, hein?O Maracanã e o Museu Nacional/UFRJ pelas lentes de  que nos dá esse quentinho no coração.O M...
01/05/2026

Um pôr do sol e tanto, hein?

O Maracanã e o Museu Nacional/UFRJ pelas lentes de que nos dá esse quentinho no coração.

O Museu segue em obras de reconstrução, mas em breve teremos uma nova experiência temporária de acesso ao interior do histórico Paço de São Cristóvão.

: Vista do alto mostra o Museu Nacional, com a fachada amarela restaurada e luminárias acesas no Jardim Terraço, e trecho da Quinta da Boa Vista. Na lateral, é possível avistar o Campus de Pesquisa e Ensino Museu Nacional e, logo depois, o Estádio do Maracanã. Ao fundo na paisagem, um pôr do sol com a silhueta do relevo do Rio de Janeiro.

30/04/2026

Como os corais respondem a impactos locais?

Conheça neste vídeo resultados de uma pesquisa realizada na Polinésia Francesa com a espécie de coral Pocillopora acuta.

A professora adjunta do Setor de Celenterologia do Departamento de Invertebrados do Museu Nacional/UFRJ, Amana Garrido, liderou essa pesquisa.

Ela é bióloga marinha e, no Museu, investiga a diversidade, conectividade e ecologia de simbiontes de corais.

💙 Tem uma dúvida sobre o universo dos recifes de coral e ambientes coralíneos?

Deixe aqui nos comentários.

29/04/2026

No Herbário R do Museu Nacional/UFRJ, há amostras em meio seco, como as exsicatas, e as amostras em meio líquido.

📽 Neste vídeo, a técnico de laboratório e herbário Renato Prudêncio nos apresenta exemplos de quando preservam em meio líquido.

Destacamos, que as imagens de ninfeias são meramente ilustrativas para que todos saibam o tipo de flor e percebam a delicadeza, e não são da mesma espécie mostrada pelo Renato.

As fotos são de autoria de GuangWu YANG e Roberto Cirino (Pixabay).

💙 Tem uma dúvida relacionada a herbário?

💡Deixe aqui nos comentários e ela pode virar pauta de mais um vídeo com a equipe do Herbário R!

28/04/2026

Você já conhecia a Torá de Dom Pedro II?

Ela faz parte das obras raras da Biblioteca Central do Museu Nacional/UFRJ.

📽 Neste vídeo, a estagiária da Biblioteca, Ana Lúcia Schneider Terzi, nos passa curiosidades sobre esse importante pergaminho.

É muito especial a gente ter a curadoria dessa preciosidade tombada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Iphan)!

📲 Para conhecer mais sobre nosso acervo, acesse o “Catálogo de Obras Raras do Museu Nacional”!

🔗 Ele está disponível no site do Museu e o link está na bio!

Endereço

Quinta Da Boa Vista – Bairro Imperial De São Cristóvão
Rio De Janeiro, RJ
20940040

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