Fatima Sansone - Arte

Fatima Sansone - Arte Painéis decorativos com tamanhos e cores customizados para decorar o seu ambiente.

04/04/2026

17/02/2026

INDIGNAÇÃO, CONSCIÊNCIA E O ESPELHO QUE EVITAMOS

A gente se preocupa tanto em se indignar com atrocidades
que acaba mudando a própria vibração.

De tanto se deixar levar pelo inconsciente coletivo,
na própria cegueira, esquecemos de nos enxergar.

A indignação, quando não vem acompanhada de auto-observação,
vira apenas mais uma forma de cegueira moral.

Somos seres carnívoros.
Nos damos o direito de comer
os ditos “irmãos menores”.

Mas quem foi que classificou
seres tão fantásticos quanto os animais
como menores?
Quem definiu hierarquias entre vidas?

A minha Chiara é um milhão de vezes maior do que eu.
Mais inteligente.
Ela conhece o valor real do amor —
não de forma superficial,
como nós, humanos tão pequenos
e tão cheios de falhas
em nossa santa ignorância.

Os animais têm vida pulsando.
Têm sentimentos.
Têm consciência sensível.
Assim como a minha Chiara e a minha Safira,
todos os animais têm vida,
têm dignidade
e têm direito ao respeito —
como todos os seres aqui na Terra.

Mas este texto não é apenas sobre animais.
Eles são o espelho mais antigo.

Vivemos num mundo estruturado por hierarquias de poder,
onde alguns se colocam acima do bem e do mal
e se dão o direito de fazer
o que querem
com quem escolhem.

E os outros aprendem que devem
abaixar a cabeça,
calar a boca
e fingir que não enxergam.
Porque enxergar demais
tem um preço.

Quantos, do nada, sucumbiram?
Quantos desapareceram,
enlouqueceram,
foram silenciados
do dia para a noite?

Não é um caso isolado.
Nunca foi.

Por isso, às vezes, a neutralidade não é omissão —
é reconhecimento.
É perceber que a atrocidade que choca o mundo
já existia antes,
com outros corpos,
outras espécies,
outros “sem voz”.

A humanidade se indigna do que condena no outro
enquanto repete, em camadas diferentes,
os mesmos mecanismos:
o uso,
o domínio,
o silêncio imposto,
a normalização da violência.

Essa atrocidade vive nas entrelinhas.
Velada.
Incutida.
Naturalizada.
E enquanto a consciência não grita dentro,
ela grita apenas para fora.

A maioria não quer consertar.
Não quer reparar.
Não quer se reposicionar.
Porque isso exigiria parar de repetir
aquilo que ainda se sente no direito de fazer.

Este texto

17/02/2026

INDIGNAÇÃO, CONSCIÊNCIA E O ESPELHO QUE EVITAMOS

A gente se preocupa tanto em se indignar com atrocidades
que acaba mudando a própria vibração.

De tanto se deixar levar pelo inconsciente coletivo,
na própria cegueira, esquecemos de nos enxergar.

A indignação, quando não vem acompanhada de auto-observação,
vira apenas mais uma forma de cegueira moral.

Somos seres carnívoros.
Nos damos o direito de comer
os ditos “irmãos menores”.

Mas quem foi que classificou
seres tão fantásticos quanto os animais
como menores?
Quem definiu hierarquias entre vidas?

A minha Chiara é um milhão de vezes maior do que eu.
Mais inteligente.
Ela conhece o valor real do amor —
não de forma superficial,
como nós, humanos tão pequenos
e tão cheios de falhas
em nossa santa ignorância.

Os animais têm vida pulsando.
Têm sentimentos.
Têm consciência sensível.
Assim como a minha Chiara e a minha Safira,
todos os animais têm vida,
têm dignidade
e têm direito ao respeito —
como todos os seres aqui na Terra.

Mas este texto não é apenas sobre animais.
Eles são o espelho mais antigo.

Vivemos num mundo estruturado por hierarquias de poder,
onde alguns se colocam acima do bem e do mal
e se dão o direito de fazer
o que querem
com quem escolhem.

E os outros aprendem que devem
abaixar a cabeça,
calar a boca
e fingir que não enxergam.
Porque enxergar demais
tem um preço.

Quantos, do nada, sucumbiram?
Quantos desapareceram,
enlouqueceram,
foram silenciados
do dia para a noite?

Não é um caso isolado.
Nunca foi.

Por isso, às vezes, a neutralidade não é omissão —
é reconhecimento.
É perceber que a atrocidade que choca o mundo
já existia antes,
com outros corpos,
outras espécies,
outros “sem voz”.

A humanidade se indigna do que condena no outro
enquanto repete, em camadas diferentes,
os mesmos mecanismos:
o uso,
o domínio,
o silêncio imposto,
a normalização da violência.

Essa atrocidade vive nas entrelinhas.
Velada.
Incutida.
Naturalizada.
E enquanto a consciência não grita dentro,
ela grita apenas para fora.

A maioria não quer consertar.
Não quer reparar.
Não quer se reposicionar.
Porque isso exigiria parar de repetir
aquilo que ainda se sente no direito de fazer.

Este texto não nasce da culp

31/01/2026

VIGÍLIA, AMOR E RESPONSABILIDADE
Quantas vezes somos enganados,
mesmo acreditando estar despertos?

Enquanto transitamos entre a terceira e a quinta dimensão,
ainda estamos suscetíveis a quedas,
pois há programações profundamente incutidas na mente,
sustentadas pelo ego,
que insistem em nos conduzir de volta a velhos padrões.

Por isso, todo cuidado é pouco.
Toda vigília é prudência.

Existem palavras, atitudes e movimentos-chave
que, quando acionados,
nos permitem enxergar com clareza
o quanto estávamos cegos,
permitindo-nos levar por ilusões bem construídas.

O amor, quando bem cultivado,
nunca deixa de existir.
Mas há momentos em que o próprio amor
pede cautela, recuo e afastamento.

Essa proteção não é apenas para mim,
mas para todos os envolvidos.

Trabalhar com pessoas exige cuidado,
respeito, sensibilidade
e, acima de tudo,
pés firmes no chão.

Requer responsabilidade,
amor verdadeiro
e muita dedicação.

Eu sei bem o que faço.
E é por isso que sinto paz.
É por isso que percebo o amor.
É por isso que reconheço a presença constante
do presente ativo,
sustentando meu caminho
rumo a pautas mais humanas,
atitudes mais coerentes
e escolhas alinhadas com a essência da minha alma.

Eu sempre caminhei por mim.
Não seria agora diferente.

19/01/2026

🌟 Arcanjo Uriel – a Luz do Entendimento 🌟

Uriel é a Luz que ilumina a mente e aquece o coração.
Não impõe respostas —
traz clareza.
A sua energia manifesta-se como discernimento,
entendimento profundo
e sabedoria aplicada à vida real.
Uriel ajuda-nos a ver com clareza aquilo que antes parecia confuso,
a compreender as experiências
e a transformar desafios em consciência.
Quando Uriel se aproxima,
o medo dissolve-se
e surge a serenidade que vem do entender.
Ele lembra-nos que a verdadeira luz não cega —
esclarece.
Que o conhecimento sem Amor é vazio,
mas o entendimento com Amor é cura.
Invocar Uriel é permitir que a verdade se revele
com suavidade,
no tempo certo da alma.
✨ Na Terapia Quântica,
a energia de Uriel manifesta-se como clareza mental,
alinhamento interno
e decisões tomadas a partir da consciência.

📩 Sessões online disponíveis.
Se sentires ressonância, entra em contacto.




12/01/2026

Desde muito nova, frequentei o espiritismo de forma irregular.
Nunca consegui permanecer de modo assíduo em nenhum espaço espiritual organizado.
Havia sempre algo no ar que me causava desconforto.
Um sentir interno de erro, de desalinhamento.
Percebia doutrinações, muitas vezes sutis, outras vezes explícitas, e o uso do medo — velado ou declarado — como forma de condução.
Em cursos e palestras, ouvia falarem sobre a mônada.
Mas nada do que era apresentado conseguia realmente me convencer.
As explicações giravam, giravam… e não se aprofundavam em algo que fizesse sentido vivo para a minha alma.
Hoje, a partir das minhas buscas pessoais e do meu próprio caminho interior, compreendo a mônada como uma centelha divina viva, colocada dentro de cada um de nós.
Uma expressão íntima do divino — aquilo que reconheço como um fragmento de Sophia.
Através do reconhecimento dessa centelha, nasce um profundo sentimento de pertencimento já nesta vida.
Pertencimento não a sistemas ou crenças, mas ao Pleroma, à totalidade da Vida.
Sinto que, quanto mais pessoas reconhecem e ativam essa centelha em si, mais a consciência de Sophia se integra no campo humano, e mais próximos nos tornamos do nosso verdadeiro lar espiritual — aquele que diferentes tradições apontaram, com respeito e reverência, como Barbelo e o Altíssimo, cujo Nome permanece mistério e silêncio.
Compartilho isso apenas como vivência pessoal.
Não como ensinamento, nem como verdade universal.
Cada alma tem seu tempo, seu caminho e sua própria forma de se relacionar com o Sagrado.
Que nunca nos falte humildade diante do mistério,
nem amor no caminhar.

05/01/2026

Quando as informações do Cosmos descem e se tornam acessíveis a nós aqui na Terra, me é apresentada Sophia, o 13º Aeon.
Com o tempo — e após muitos estudos e reflexões — compreendi que, a partir de Sophia, surge Yaldabaoth, também conhecido como Samael ou, no Velho Testamento, Javé: aqui na Terra, muitas vezes reconhecido como o chamado “Deus do Caos”.
Através das arquiteturas minuciosamente elaboradas pelos Arcontes, os humanos foram aprisionados, principalmente pela mente e pelas emoções em desequilíbrio. Mesmo assim, após muitos e muitos avatares terem descido à realidade terrena, surge Jesus — que nada mais é do que um fractal de Sophia.
Jesus desce à Terra com um propósito claro: oferecer a gnose, o conhecimento libertador. Sua maior ferramenta não era o poder, mas a transmissão da consciência. No entanto, ele veio em uma fase extremamente delicada da humanidade, em que os senhores do poder jamais permitiriam que os humanos tivessem acesso a esse conhecimento, pois sabiam que ele conduziria à libertação.
Ainda assim, Sophia, Jesus e tantos outros fractais jamais desistiram do resgate da humanidade. Sempre houve o intento amoroso de nos fazer lembrar quem somos e de onde viemos.
Hoje, com mais lucidez, algo se torna claro para mim: quando adentramos a Terra, nossa busca é sempre pelo paraíso. De alguma forma, sabemos inconscientemente que a Terra na terceira dimensão se assemelha a um grande campo de provas e expiações — quase um umbral experiencial.
Todos nós carregamos o Pleroma dentro de nós.
O Pleroma é o paraíso que tanto buscamos alcançar em vida. E é exatamente isso que os Arcontes tentam impedir a todo custo: que cada um de nós acesse essa porta da liberdade interior.
Para isso, nos aprisionam pela mente, alimentando culpa, medo, sofrimento, tristeza e ódio — ilusões cuidadosamente incutidas em nossa consciência.
Quando eu despertei para essa verdade e compreendi que somos parte do Todo e que o Todo também habita em mim, o quebra-cabeça se completou.
Assim como Jesus, todos nós que despertamos na Terra somos também um fragmento de Sophia. Caminhamos no processo de despertar pessoal e coletivo, rumo ao Pleroma que vive dentro de cada um de nós.
E entã

Endereço

São Bernardo Do Campo, SP
09771211

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