Fazenda Colubandê Capela de Sant'ana

Fazenda Colubandê Capela de Sant'ana Em 1713, a fazenda foi confiscada pela Inquisição e seus donos presos levados para Portugal para julgamento pelo Santo Ofício.

Publicações sobre o único Patrimônio Histórico Nacional de São Gonçalo Rj , onde o Município fez história , traga suas reflexões, opiniões, críticas, e soluções,postem acervo e tentaremos fazer juntos o que o Poder Publico não Fez. Breve Histórico da Fazenda Colubandê
Extraído da Pesquisa de Reginaldo Pinto e cedido ao Mapa de Cultura

A Fazenda do Colubandê era um dos monumentos históricos mais

bem preservados de São Gonçalo. Parte da sesmaria doada ao colonizador Gonçalo Gonçalves, teve seu um do seus engenhos vendido a Catarina de Siqueira em 1618/19 ao cristão novo Ramirez Duarte de Leão, que mudou de nome em Portugal a fim de fugir da Inquisição. O engenho foi entregue aos jesuítas onde sofre sérias mudanças devido a nova religião atuante. A casa grande possui 28 cômodos interligados, construído em adobe de barro cozido e argamassa de conchas moídas e óleo de baleia , foi construída em torno de um poço do século XVII, de acordo com a tradição judaica, e não segue um estilo padrão, pois foi sendo reformada ao gosto de cada dono. O teto tem estilo oriental, as janelas mostram influência da época de Luís XV e o entorno do varanda possui 16 colunas em estilo grego-romano, com conversadeiras entre cada coluna. A casa-sede foi erguida ao lado da capela de Sant’Anna, de estilo jesuítico e características mouras na parte de cima. Datada de 1618, foi construída em homenagem a Nossa Senhora de Montserrat. Passou por reformas em 1740, quando foram instalados nas paredes da capela-mor dois painéis de azulejos portugueses Alentejanos em estilo barroco-rococó. Um mostra a imagem de Sant’Ana, mãe da Virgem Maria, ensinando-a a ler e outro retrata o pedido de casamento de São Joaquim e Sant’Ana, avós de Cristo. Em 1969, o antigo chão de madeira foi trocado pelo atual, de tijolo de barro. O conjunto arquitetônico da casa e fazenda foi tombado pelo IPHAN em 1940 e pelo INEPAC em 1965. Atualmente abandonada e estava sob responsabilidade do Batalhão Florestal e de Meio Ambiente da Polícia Militar até 2012. Próximo à casa principal, na antiga área de lazer existe um mural em homenagem às mulheres assinado pela artista plástica Djanira, da década de 1960. Há também o Bosque da Saudade, construído em 2006, onde cada árvore representa um policial morto em defesa do meio ambiente. As visitas eram agendadas com Reginaldo Pinto, historiador e sub-tenente reformado da polícia, que trabalhava como relações públicas, possui um acervo único da Fazenda e escreverá um livro sobre o local. Telefone: (21 99963-3863) whatsapp (Reginaldo)
Email [email protected]

De novo, novamente outra vez...
09/04/2023

De novo, novamente outra vez...

26/10/2021

Memoria Esquecida da Fazenda Colubandê

São Gonçalo,25 outubro de 2013.

A Fazenda Colubandê, bem tombado pelo IPHAN, é indiscutivelmente o mais importante e bem preservado conjunto arquitetônico do século XVIII localizado no município de São Gonçalo. De valor inquestionável é natural que se torne objeto de diferentes interesses e calorosas discussões. Desde o seu tombamento passou por diferentes ocupações institucionais até o aquartelamento do Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente no ano de 1988 que desde então via realizando suas ações, dentre elas a de guardar a integridade do bem garantindo sua secularização para futuras gerações.
Cabe ressaltar que a história mais remota e mesmo mais recente do município de São Gonçalo dá testemunhos incontáveis de desdém pela valorização e preservação da sua Memória. Oportuno registrar alguns exemplos, dentre muitos que se têm:

1. Igreja Matriz de São Gonçalo de Amarante: Este bem, datado de 1645, é o primeiro a encabeçar a lista dos edifícios históricos que não são tombados por nenhuma esfera (Municipal, Estadual e Federal), apesar de estar ligado diretamente à história de fundação da cidade e que só por isso bastaria a sua preservação. Lamentavelmente a referida igreja encontra-se absolutamente descaracterizada e subtraída de seus elementos estilísticos de época; e não há nada que indique que haja movimentos no sentido de reverter o quadro, tanto no que diz o tombamento quanto à restauração;

2. Capela de Nossa Senhora da Luz: Outro valioso bem, datado de 1647, é o segundo exemplo de edifício histórico que também encontra-se aquém da valorização de sua capital importância. O processo de tombamento encaminhado ao IPHAN, está até o momento sem efeito, uma vez que abriu-se exigência até agora não cumprida. Além disso, o fato mais recente é que a mesma encontra-se inacessível para visitação de grupos em horários livres. Ocorre que a pessoa que era responsável pela manutenção da Capela e pelo recebimento de grupos, depois de mais de meio século dedicado ao zelo do referido bem destituiu-se da função no mês de agosto do corrente ano. Deste modo, não existe até o presente novo responsável ficando o edifício fechado para as referidas visitas. Somado ao exposto, duas imagens do século XVIII, uma de São Gonçalo de Amarante e outra de Nossa Senhora foram, no mês de janeiro deste ano, “retiradas para restauro” sem qualquer registro e até agora não devolvidas. Sem contar as inúmeras obras de arte também desaparecidas da Capela, cabendo citá-las: Imagem de Nossa Senhora da Luz (século XVII); Medalhão de Sant’Ana Mestra (século XVIII), Medalhão de São José, Menino Jesus e São Joaquim (século XVIII); Oratório (século XVIII); Tela com pintura a óleo de Nossa Senhora da Luz (século XIX).

3. Fazenda Quintanilha: Bem histórico datado de 1754, encontra-se abandonado sem nenhum tipo de implemento cultural ou mesmo produtivo, e hoje sob a “guarda” do Comando Vermelho. É interessante que este Bem, em particular, não é mencionado em nenhuma Carta Aberta e muito menos requisitado para atividades culturais, esportivas, ambientais...

4. Fazenda Engenho Novo do Bom Retiro: Outro relevante patrimônio histórico, datado de 1818, completamente arrasado, se não, quase todo destruído. Apesar de seu tombamento pelo INEPAC em 1998 a ausência do poder público deixou ruir parte da história do município.

5. Capela de São João Batista: Capela datada de 1871 e apesar de sua antiguidade e importância para a Memória de São Gonçalo, também é outra que não se encontra tombada por nenhuma esfera.

6. Imóvel onde nasceu a Umbanda: Berço da Umbanda no Brasil, apesar de seu valor cultural religioso, não teve o devido reconhecimento e assim sendo, em episódio recente e amplamente divulgado pela mídia, foi completamente arrasado não só do cenário urbano da cidade como também da Memória de São Gonçalo.

7. Palacete do Mimi: Construído em 1910, o significativo exemplar de arquitetura Eclética, ignorado o seu valor arquitetônico pelo Pode Público foi extirpado do cenário urbano e cultural. Ruiu não deixando vestígios de um importante estilo de época.

8. Imóvel localizado à Rua Dr. Porciúncula, nº 415 – em Venda da Cruz. Construído em 1920, o importante exemplar arquitetônico de estilo Art Nouveau foi outro exemplo de desmantelamento da Memória gonçalense. Abandonado, foi recentemente arrasado com pá mecânica (leia-se trator) para resultar em terreno livre para uma possível nova edificação. Mais um bem pulverizado da Memória do município.

Os exemplos poderiam se estender, até porque os Bens culturais perdidos e comprometidos vão muito além de uma breve lista. Entretanto, servem para revelar o quanto que o Poder Público encontra-se aquém do que poderia e deveria fazer para a valorização e Preservação da Memória.
Desta forma, cabe refletir sobre quais ações culturais devemos clamar para os cidadãos de uma cidade onde constantemente a Memória é apagada, quando não extirpada deixando vácuos e comprometendo a auto-estima e o sentimento de pertencimento.
A Fazenda do Colubandê, neste contexto, é um Bem que se destaca neste árido campo de ações preservacionistas em São Gonçalo. Sua integridade nas últimas décadas tinha sido garantida, indiscutivelmente, graças ao comando de uma Força que se mostrava plenamente responsável e, sobretudo, comprometida com a sua preservação. O Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente, que fora aquartelado no complexo, além de realizar ações compatíveis com o seu ideal, impecável e competentemente cumpria de forma exemplar com algo que o Poder Público poderia se espelhar. Os exemplos citados dão provas da ausência de movimentos público ou privado, jurídico ou físico de intenções preservacionistas.
Assim, o extinto Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente orgulha-se hoje , na atual conservação da Fazenda Colubandê, de realizar suas funções comprometidas com os seus princípios e ética ao mesmo tempo em que zelava por um patrimônio de reconhecido valor evitando que se apague da Memória de São Gonçalo e do país como tantos outros, conforme os supracitados.
Não é demais registrar que o extinto Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente por entender a importância da guarda da Memória Cultural Brasileira , ao longo de mais de duas décadas, manteve um Departamento de Difusão Cultural responsável por ações como:
Atendimento ao público externo
Pesquisas acadêmicas, monografias, Teses de Mestrado,Regional , Nacional e Internacional
Semana do Meio Ambiente
Visitação orientada para alunos das redes pública e privada de ensino; Fundamental, Médio, Superior
Gincanas de artes plásticas, além de exposições de carros antigos;
Festejos do dia da Criança e Natal; além de outras.

Diante do exposto é importante refletir porque motivo os manifestos, via cartas abertas, não abordem soluções para os graves problemas apontados no cenário histórico cultural do município de São Gonçalo.
Por que pensar em requerer um único Bem cultural para uma nova administração quando se têm tantos outros Bens entregues à própria sorte, sem ações que visem sua secularização e reconhecimento de seu devido valor?
Por que não vemos com frequência manifestos, via cartas abertas, para a preservação dos bens culturais do município e sugestões. É no mínimo questionável, não é mesmo?!
É importante pensar que mais que querer administrar um Bem especificamente, é mais significativo Somar Forças para o benefício do coletivo. Assim, pode-se pensar ao invés de requisitar a Fazenda do Colubandê para a gerência de um novo grupo institucional podemos imaginar parcerias para potencializar ações culturais (artísticas, esportivas, turísticas, ambientais, etc) que já foram realidade há mais 30 anos no complexo.
Enquanto o município e o Estado não apresentar estratégias que revertam as condições apontadas neste manifesto, conferindo-lhe confiança e segurança; enquanto não frutificar inúmeras cartas abertas visando medidas preservacionistas para mudar o quadro dos bens abandonados, seria melhor criar um consenso de ideais comprometidos exclusivamente com a cultura, com a participação popular, privada, e governamental e deixar a Fazenda do Colubandê de fazer parte de propagandas políticas e conhecidamente tentar salvar o único Patrimônio Histórico Nacional, gonçalense, com esse novo modelo de administração apolítico e com certeza geraria competências.
Somemos forças ao invés de enfraquecê-las.

Reginaldo Pinto
Ex Relações Públicas da Fazenda Colubandê(BPFMA) 21 999633863 WhatsApp

26/10/2013

Memoria Esquecida da Fazenda Colubandê

São Gonçalo,25 outubro de 2013.

A Fazenda Colubandê, bem tombado pelo IPHAN, é indiscutivelmente o mais importante e bem preservado conjunto arquitetônico do século XVIII localizado no município de São Gonçalo. De valor inquestionável é natural que se torne objeto de diferentes interesses e calorosas discussões. Desde o seu tombamento passou por diferentes ocupações institucionais até o aquartelamento do Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente no ano de 1988 que desde então via realizando suas ações, dentre elas a de guardar a integridade do bem garantindo sua secularização para futuras gerações.
Cabe ressaltar que a história mais remota e mesmo mais recente do município de São Gonçalo dá testemunhos incontáveis de desdém pela valorização e preservação da sua Memória. Oportuno registrar alguns exemplos, dentre muitos que se têm:

1. Igreja Matriz de São Gonçalo de Amarante: Este bem, datado de 1645, é o primeiro a encabeçar a lista dos edifícios históricos que não são tombados por nenhuma esfera (Municipal, Estadual e Federal), apesar de estar ligado diretamente à história de fundação da cidade e que só por isso bastaria a sua preservação. Lamentavelmente a referida igreja encontra-se absolutamente descaracterizada e subtraída de seus elementos estilísticos de época; e não há nada que indique que haja movimentos no sentido de reverter o quadro, tanto no que diz o tombamento quanto à restauração;

2. Capela de Nossa Senhora da Luz: Outro valioso bem, datado de 1647, é o segundo exemplo de edifício histórico que também encontra-se aquém da valorização de sua capital importância. O processo de tombamento encaminhado ao IPHAN, está até o momento sem efeito, uma vez que abriu-se exigência até agora não cumprida. Além disso, o fato mais recente é que a mesma encontra-se inacessível para visitação de grupos em horários livres. Ocorre que a pessoa que era responsável pela manutenção da Capela e pelo recebimento de grupos, depois de mais de meio século dedicado ao zelo do referido bem destituiu-se da função no mês de agosto do corrente ano. Deste modo, não existe até o presente novo responsável ficando o edifício fechado para as referidas visitas. Somado ao exposto, duas imagens do século XVIII, uma de São Gonçalo de Amarante e outra de Nossa Senhora foram, no mês de janeiro deste ano, “retiradas para restauro” sem qualquer registro e até agora não devolvidas. Sem contar as inúmeras obras de arte também desaparecidas da Capela, cabendo citá-las: Imagem de Nossa Senhora da Luz (século XVII); Medalhão de Sant’Ana Mestra (século XVIII), Medalhão de São José, Menino Jesus e São Joaquim (século XVIII); Oratório (século XVIII); Tela com pintura a óleo de Nossa Senhora da Luz (século XIX).

3. Fazenda Quintanilha: Bem histórico datado de 1754, encontra-se abandonado sem nenhum tipo de implemento cultural ou mesmo produtivo, e hoje sob a “guarda” do Comando Vermelho. É interessante que este Bem, em particular, não é mencionado em nenhuma Carta Aberta e muito menos requisitado para atividades culturais, esportivas, ambientais...

4. Fazenda Engenho Novo do Bom Retiro: Outro relevante patrimônio histórico, datado de 1818, completamente arrasado, se não, quase todo destruído. Apesar de seu tombamento pelo INEPAC em 1998 a ausência do poder público deixou ruir parte da história do município.

5. Capela de São João Batista: Capela datada de 1871 e apesar de sua antiguidade e importância para a Memória de São Gonçalo, também é outra que não se encontra tombada por nenhuma esfera.

6. Imóvel onde nasceu a Umbanda: Berço da Umbanda no Brasil, apesar de seu valor cultural religioso, não teve o devido reconhecimento e assim sendo, em episódio recente e amplamente divulgado pela mídia, foi completamente arrasado não só do cenário urbano da cidade como também da Memória de São Gonçalo.

7. Palacete do Mimi: Construído em 1910, o significativo exemplar de arquitetura Eclética, ignorado o seu valor arquitetônico pelo Pode Público foi extirpado do cenário urbano e cultural. Ruiu não deixando vestígios de um importante estilo de época.

8. Imóvel localizado à Rua Dr. Porciúncula, nº 415 – em Venda da Cruz. Construído em 1920, o importante exemplar arquitetônico de estilo Art Nouveau foi outro exemplo de desmantelamento da Memória gonçalense. Abandonado, foi recentemente arrasado com pá mecânica (leia-se trator) para resultar em terreno livre para uma possível nova edificação. Mais um bem pulverizado da Memória do município.

Os exemplos poderiam se estender, até porque os Bens culturais perdidos e comprometidos vão muito além de uma breve lista. Entretanto, servem para revelar o quanto que o Poder Público encontra-se aquém do que poderia e deveria fazer para a valorização e Preservação da Memória.
Desta forma, cabe refletir sobre quais ações culturais devemos clamar para os cidadãos de uma cidade onde constantemente a Memória é apagada, quando não extirpada deixando vácuos e comprometendo a auto-estima e o sentimento de pertencimento.
A Fazenda do Colubandê, neste contexto, é um Bem que se destaca neste árido campo de ações preservacionistas em São Gonçalo. Sua integridade nas últimas décadas tinha sido garantida, indiscutivelmente, graças ao comando de uma Força que se mostrava plenamente responsável e, sobretudo, comprometida com a sua preservação. O Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente, que fora aquartelado no complexo, além de realizar ações compatíveis com o seu ideal, impecável e competentemente cumpria de forma exemplar com algo que o Poder Público poderia se espelhar. Os exemplos citados dão provas da ausência de movimentos público ou privado, jurídico ou físico de intenções preservacionistas.
Assim, o extinto Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente orgulha-se hoje , na atual conservação da Fazenda Colubandê, de realizar suas funções comprometidas com os seus princípios e ética ao mesmo tempo em que zelava por um patrimônio de reconhecido valor evitando que se apague da Memória de São Gonçalo e do país como tantos outros, conforme os supracitados.
Não é demais registrar que o extinto Batalhão da Polícia Florestal e Meio Ambiente por entender a importância da guarda da Memória Cultural Brasileira , ao longo de mais de duas décadas, manteve um Departamento de Difusão Cultural responsável por ações como:
Atendimento ao público externo
Pesquisas acadêmicas, monografias, Teses de Mestrado,Regional , Nacional e Internacional
Semana do Meio Ambiente
Visitação orientada para alunos das redes pública e privada de ensino; Fundamental, Médio, Superior
Gincanas de artes plásticas, além de exposições de carros antigos;
Festejos do dia da Criança e Natal; além de outras.

Diante do exposto é importante refletir porque motivo os manifestos, via cartas abertas, não abordem soluções para os graves problemas apontados no cenário histórico cultural do município de São Gonçalo.
Por que pensar em requerer um único Bem cultural para uma nova administração quando se têm tantos outros Bens entregues à própria sorte, sem ações que visem sua secularização e reconhecimento de seu devido valor?
Por que não vemos com frequência manifestos, via cartas abertas, para a preservação dos bens culturais do município e sugestões. É no mínimo questionável, não é mesmo?!
É importante pensar que mais que querer administrar um Bem especificamente, é mais significativo Somar Forças para o benefício do coletivo. Assim, pode-se pensar ao invés de requisitar a Fazenda do Colubandê para a gerência de um novo grupo institucional podemos imaginar parcerias para potencializar ações culturais (artísticas, esportivas, turísticas, ambientais, etc) que já foram realidade há mais 30 anos no complexo.
Enquanto o município e o Estado não apresentar estratégias que revertam as condições apontadas neste manifesto, conferindo-lhe confiança e segurança; enquanto não frutificar inúmeras cartas abertas visando medidas preservacionistas para mudar o quadro dos bens abandonados, seria melhor criar um consenso de ideais comprometidos exclusivamente com a cultura, com a participação popular, privada, e governamental e deixar a Fazenda do Colubandê de fazer parte de propagandas políticas e conhecidamente tentar salvar o único Patrimônio Histórico Nacional, gonçalense, com esse novo modelo de administração apolítico e com certeza geraria competências.
Somemos forças ao invés de enfraquecê-las.

Reginaldo Pinto
Ex Relações Públicas da Fazenda Colubandê ( Extinto Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente)
Tel 21 98412 8769 999633863

25/10/2013

Caramba. Nunca vi tanta gente falando da Fazenda Colubandê, trabalhei ali 15 anos e não conheci nenhum desses defensores ou colaboradores, estamos em um momento pre campanha eleitoral e a Fazenda virou ensaios políticos, para os marqueteiros que aproveitam para mostrar o erro daquilo que não vai consertar.

13/10/2013

Iluminação Natalina da Fazenda Colubande São Gonçalo Rio de Janeiro Fundo musical de Gigliola Cinquetti - Dio come ti amo

13/10/2013
13/10/2013

O MENESTREL Um dia você aprende que... Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você apren...

A melhor encenação da Via Sacra em São Gonçalo
13/10/2013

A melhor encenação da Via Sacra em São Gonçalo

Patrocinada pela Ong Terra Verde Pres Reginaldo Pinto
13/10/2013

Patrocinada pela Ong Terra Verde Pres Reginaldo Pinto

Última Missa de Ramos na Fazenda
13/10/2013

Última Missa de Ramos na Fazenda

Endereço

Colubandê
São Gonçalo, RJ
24451-480

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Fazenda Colubandê Capela de Sant'ana posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Fazenda Colubandê Capela de Sant'ana:

Compartilhar