Conexão - A arte de Viver

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A "bagagem" que carregamos pode ser composta por muitas coisas: medos antigos, mágoas não resolvidas, expectativas de ou...
07/06/2026

A "bagagem" que carregamos pode ser composta por muitas coisas: medos antigos, mágoas não resolvidas, expectativas de outros ou de nós mesmos, e até memórias de momentos felizes que nos impedem de viver o presente. É um peso invisível, mas muito real.

​Às vezes nos sentimos exauridos por carregar tudo isso, outras vezes, confrontamos o que está nas malas para decidir o que manter e o que deixar ir.

​Muitas vezes, a razão pela qual ficamos "parados no caminho" é porque acreditamos que precisamos carregar tudo o tempo todo. Mas a verdade é que podemos, sim, abrir essas malas, descartar o que não nos serve mais e seguir em frente com muito mais leveza. O segredo talvez não seja a ausência de bagagem, mas o discernimento do que é essencial para a nossa jornada.

28/05/2026

A quietude que habita o olhar.
​Criar essa composição foi um exercício de ouvir o desenho. Permitir que o olhar dela refletisse o luar e que o lobo surgisse como uma extensão dessa noite misteriosa, um aliado fiel do silêncio.
​Às vezes, o equilíbrio da arte — e da vida — não está em preencher todos os espaços, mas em deixar que o essencial tenha força para respirar. ✨
​Lápis de cor sobre papel. ✍️🎨

27/05/2026

A quietude que habita o olhar.

​Criar essa composição foi um exercício de ouvir o desenho. Permitir que o olhar dela refletisse o luar e que o lobo surgisse como uma extensão dessa noite misteriosa, um aliado fiel do silêncio.

​Às vezes, o equilíbrio da arte — e da vida — não está em preencher todos os espaços, mas em deixar que o essencial tenha força para respirar. ✨
​Lápis de cor sobre papel. ✍️🎨

​ MulherELua CadernoDeDesenho

"Um processo íntimo e potente através da arte"-Ver a dor se transformar em flor!!1) Metade de mim é história e traço,A o...
25/05/2026

"Um processo íntimo e potente através da arte"
-Ver a dor se transformar em flor!!
1) Metade de mim é história e traço,
A outra metade é jardim que faço.
Fechei os olhos para o que passou,
Abri o peito para quem eu sou.
A lágrima que rolou, seiva virou!
"A,paz de quem se permitiu desabrochar".

2) Linha, caminho, memória...
Não há sombra a me esconder.
A única urgência é flor e ser!!!

3) ​Olho de frente o mundo, sem medo e sem barreira,
pois sei que a minha essência é livre e verdadeira.
Minha cabeça não pesa, ela floresce e flutua,
em pensamentos de cor, sob a luz que é só sua.
A arte curou o que a alma sentia,
transformando o inverno em eterna poesia

A Cura que Brota de Dentro​Depois de tanto procurar do lado de fora e de recolher os pedaços da própria história na escu...
25/05/2026

A Cura que Brota de Dentro
​Depois de tanto procurar do lado de fora e de recolher os pedaços da própria história na escuridão, chega o momento em que o coração volta para casa.
​Fechar os olhos para o mundo não é mais um ato de fuga, mas de mística e reencontro. O peito, que antes carregava a ausência e o vazio, descobre que é terra fértil. Cada perda antiga agora se transforma em folha, cada lágrima em seiva, e o coração — finalmente integrado — floresce. A paz não surge da ausência de cicatrizes, mas da coragem de transformar a própria dor em arte, em luz e em vida.


O primeiro desenho (O peso e a lágrima): A dor que transborda, o exato momento em que o sufoco encontra o grafite e a lá...
25/05/2026

O primeiro desenho (O peso e a lágrima): A dor que transborda, o exato momento em que o sufoco encontra o grafite e a lágrima vira o ponto de maior luz e verdade.

​O segundo desenho (A criança na fresta): A origem da dor na invisibilidade, o peito que clama pelo espelhamento e pelo olhar do outro que não vem.

​O terceiro desenho (O jardim do que ficou): O retorno para si mesma. O olhar que cansa de buscar fora, fecha-se para o mundo e passa a acolher, com as próprias mãos, o coração, o vazio, a perda e a ausência.

O Jardim do que Ficou​Há dores que fincam raízes como galhos secos e espinhos ao nosso redor. Elas tentam nos cercar, en...
25/05/2026

O Jardim do que Ficou
​Há dores que fincam raízes como galhos secos e espinhos ao nosso redor. Elas tentam nos cercar, enquanto o fundo da vida parece plano, repetitivo, quase imóvel. Mas no centro de tudo, há um corpo que sente.
​Carregar o próprio coração do lado de fora, junto a flores que murcharam, não é um ato de fraqueza; é a coragem de não mascarar o que foi quebrado. Olhar para baixo, em silêncio, é o início do acolhimento. A arte nos permite segurar a nossa própria dor no colo, nomear os nossos vazios e entender que, mesmo entre espinhos e perdas, o coração continua ali — batendo, exposto, vivo e pronto para reaprender a brotar.




Às vezes, a tristeza é um peso que não cabe em palavras. Ela se esconde atrás de colunas, camufla-se nas sombras da ment...
24/05/2026

Às vezes, a tristeza é um peso que não cabe em palavras. Ela se esconde atrás de colunas, camufla-se nas sombras da mente, ou escorre silenciosa pelo canto do olho quando ninguém está olhando. Mas quando a mão segura o lápis, o isolamento ganha contorno.

​Desenhar a própria dor não é cultivá-la; é dar a ela um lugar para existir fora de nós. Na escuridão do nanquim ou no sombreado denso do grafite, o que estava sufocado passa a ser visto. A arte não cura a tristeza apagando-a, mas sim validando sua existência e transformando o pranto invisível em uma beleza tocante e libertadora.

30/04/2026

30/04/2026

Endereço

São José Dos Campos, SP

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