Museu Municipal Atílio Rocco

Museu Municipal Atílio Rocco O Museu Municipal Atílio Rocco conta a história de São José dos Pinhais e de sua população.

O Museu Municipal Atílio Rocco foi idealizado pelo senhor Ernani Zétola e se concretizou graças ao apoio do Lions Club Aeroporto e da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, em 19 de setembro de 1977, através da Lei 04/77. Teve sua primeira sede na Rua Mendes Leitão, em uma pequena sala, onde funcionou por quatro anos. Em março de 1981 passou definitivamente para a sede atual na Rua XV de no

vembro, 1660. Missão
“Desenvolver ações de resgate, preservação e divulgação do patrimônio cultural de São José dos Pinhais, tornando visível a trajetória histórica/cultural de sua sociedade”

9 de abril de 1860 marca a data da mais antiga gravação da voz humana existente, realizada em fonoautógrafo. A gravação ...
09/04/2026

9 de abril de 1860 marca a data da mais antiga gravação da voz humana existente, realizada em fonoautógrafo. A gravação trata-se de alguém cantando “Au Clair de la Lune”

Criado pelo tipógrafo e bibliotecário francês Édouard-Léon Scott de Martinville (25 de abril de 1817 – 26 de abril de 1879), o aparelho se diferencia do fonógrafo de Thomas Edison por apenas criar uma imagem do som (sua gravação), não podendo executar a sua reprodução

O acervo do Museu Municipal contém alguns aparelhos usados para a gravação de sons, que datam das décadas de 1940 e 1970, a exemplo de dois gravadores descritos a seguir:

Fotos 1-4: Gravador elétrico italiano, marca Geloso G 256, com entrada para microfone. Não possui cabo para ligar na tomada. Cor bege. Medidas: 24,5 x 13 x 10,5 cm. Bom estado de conservação. Pertenceu ao Sr. Andrew Eduardo Baarllithy. Ano: 194-

Fotos 5-9: Gravador de fita em plástico e metal na cor vermelha com detalhes em branco, azul e preto da marca National Panasonic. Contém manual de instruções, acondicionado em uma case de couro, do ano de 1973.

Foto 10: Fonógrafo de Edison Fonógrafo foi inventado em 21 de Novembro de 1877, por Thomas Edison. Consistia em um cilindro com sulcos coberto por uma folha de estanho. Uma ponta aguda era pressionada contra o cilindro. (Acervo do Museu Paranaense)

Fontes:

Conheça o homem que tentou imitar o ouvido humano e gravou a primeira canção da história. National Geographic Brasil, 20 de setembro de 2023.

“Oldest recorded voices sing again” (em inglês). BBC, 28 de março de 2008.

Março de 1870: chega ao fim a “Guerra do Paraguai”. Referida na historiografia paraguaia como “A Grande Guerra”, o confl...
01/04/2026

Março de 1870: chega ao fim a “Guerra do Paraguai”. Referida na historiografia paraguaia como “A Grande Guerra”, o conflito formalmente denominado Guerra da Tríplice Aliança teve início em dezembro de 1864, com a invasão paraguaia à província de Mato Grosso, e encerrou-se com a morte de Francisco Solano López em Cerro Corá, em março de 1870. A estrutura bélica configurou-se pelo embate entre as forças aliadas (Brasil, Argentina e Uruguai) e o exército paraguaio.

O corpo dos Voluntários da Pátria foi determinante na Guerra do Paraguai, representando a primeira grande mobilização cívico militar dessa natureza no Brasil Imperial. Destaca-se, nesse cenário, a condição dos indivíduos escravizados que compuseram as fileiras sob a promessa de alforria, que, para muitos, não foi concretizada.

Apesar de diversas homenagens, a análise crítica sugere que o reconhecimento histórico a esses sujeitos ainda é falho, como a integração cidadã e o cumprimento integral das garantias sociais e de liberdade por parte do Estado, que permanecem como uma dívida histórica não sanada.

Foto 1: Boletim do Dezenove de Dezembro comunica o fim da Guerra e morte de Solano Lopez (1870)
Fotos 2 a 6: Circular do Palácio da presidência da província do Paraná para a Câmara Municipal pedindo homens para o alistamento voluntário para Guarda Nacional na guerra do Paraguai (31/01/1865)
Fotos 7 a 11: Circular do Palácio do Governo do Paraná requisitando ao município o suporte para viúvas e órfãos dos soldados abatidos da guarda nacional (1865)
Fotos 12 e 13: Circular do Palácio da presidência da província do Paraná para a Câmara Municipal sobre a invasão em terras brasileiras (5/8/1865)
Fotos 14 e 15: Ofício da Câmara de Curitiba para a de São José dos Pinhais sobre providências quanto ao amparo dos familiares dos Voluntários da Pátria e Guardas Nacionais que foram para Guerra do Paraguai (1867)
Fotos 16 e 17: Foto em sépia colada em cartão fotográfico de Francisco Solano Lopez, militar e político que presidiu o Paraguai de 1862 até sua morte em 1870. (Acervo do Museu Paranaense)

Fontes no comentário fixado.

Imagens e publicações sobre a Festa da Colheita, promovida anualmente na Colônia Murici.A festa foi idealizada pelo Pe. ...
11/03/2026

Imagens e publicações sobre a Festa da Colheita, promovida anualmente na Colônia Murici.

A festa foi idealizada pelo Pe. José Bestwina para ser uma celebração de ação de graças pela colheita e pelas tradições dos colonos da Murici, descendentes de imigrantes poloneses que se instalaram no local no final no século XIX, bem como para servir de contraponto ao projeto de inundação de terras férteis da Colônia para a criação de uma represa.

Os esforços da comunidade surtiram efeito, tornando a festa amplamente conhecida e incluindo-a no itinerário turístico da região, além de motivar a realização de uma reunião entre as autoridades da época e a SANEPAR para que fosse discutida revisão no projeto para criação da barragem do Rio Miringuava.

Desde a 1ª edição da festividade, ocorrida em 22 de fevereiro de 1987, a população se reúne para uma celebração religiosa, seguida de desfile de carroças, cavaleiros e tratores, muitas vezes acompanhados de cartazes em tom de protesto por diferentes demandas dos moradores.

Entre as principais atrações da festa estão as apresentações de danças folclóricas, com destaque para o grupo folclórico Wawel, e o almoço, servido com churrasco, risoto, maionese e pratos típicos, como o pierogi.

A Festa da Colheita foi instituída no calendário oficial de eventos de São José dos Pinhais pela Lei n.º 4.055, de 8 de setembro de 2022, e chegou a sua 38ª edição em 2026.

Fotos 1 a 4: 11ª edição da Festa da Colheita, de 9 de março de 1997.

Foto 5: Publicação na Tribuna de São José, de 3 a 11 de março de 1988.

Foto 6: Publicação na Tribuna de São José, de 10 a 16 de março de 1990.

Foto 7: Publicação na Gazeta do Povo, de 7 de março de 1993.

Fotos 8 a 10: 13ª edição da festa, de 11 de abril de 1999.

Foto 11: Publicação na Tribuna de São José, 9 de março de 1994.

Foto 12: Publicação na Gazeta do Povo, de 12 de abril de 1999.

Fotos 13 a 16: 15ª edição da festa, de 11 de março de 2001.

Fotos 17 a 19: fotos do livro “São José dos Pinhais”

Fontes no comentário fixado.

A visita guiada pelo Cemitério Municipal retornou na noite de ontem (5)O projeto, que iniciou em setembro de 2022, permi...
06/03/2026

A visita guiada pelo Cemitério Municipal retornou na noite de ontem (5)

O projeto, que iniciou em setembro de 2022, permite elucidar os símbolos e elementos do local, bem como identificar possíveis reflexos de dinâmicas sociais de grupos e sua influência no cenário da região

Nos anos 1970, o carnaval em São José dos Pinhais era promovido principalmente por clubes e associações, seguindo um for...
17/02/2026

Nos anos 1970, o carnaval em São José dos Pinhais era promovido principalmente por clubes e associações, seguindo um formato comum na época, em que os bailes eram o principal espaço da celebração.

Já na década de 1990, ainda era tradicional a apresentação da Rainha do Carnaval acompanhada do Rei Momo, figura simbólica que representava a abertura da festa e o espírito alegre do período carnavalesco.

Com o passar dos anos, as formas de comemorar foram mudando, e algumas dessas tradições deixaram de fazer parte da programação local, permanecendo hoje como parte da memória cultural da cidade.

Foto 1: Texto escrito para a coluna Trilha Social do jornal Folha de São José por Ernani Zetola sob o pseudônimo Konde Nador di Lagonegro. Publicação de 3 de fevereiro de 1977.

Foto 2: idem foto 1.

Foto 3: Texto escrito por Ernani Zetola para a mesma coluna citada na foto 1. Publicação de 10 de fevereiro de 1977.

Foto 4: Publicação da Tribuna de São José, de 17 a 21 de fevereiro de 1996.

Foto 5: idem foto 4.

Propostas de intervenção artística nos espaços públicos buscam aproximar a cultura do cotidiano da cidade, inserindo a a...
12/02/2026

Propostas de intervenção artística nos espaços públicos buscam aproximar a cultura do cotidiano da cidade, inserindo a arte no percurso comum de quem passa.

Mesmo sem ocupar o centro das cenas, a arte nas paredes permanece como pano de fundo de encontros, deslocamentos e datas comemorativas, revelando-se aos passantes entre compromissos e rotinas.

Nas imagens, intervenções localizadas na Rua XV de Novembro e em seus arredores, motivadas pela administração municipal ou por meio de leis de fomento à cultura, reunindo poemas de autores locais e internacionais.

Foto 1: Painel “Ceia das Etnias”, de Roney Erthal, com poema de Eulália Maria Radtke. Parede lateral externa do Centro de Vivência Cultural João Senegaglia, em frente ao Banco do Brasil. 2009.

Foto 2: Parede lateral do Museu Municipal Atílio Rocco. Painel de 1995.

Foto 3: Apresentação da fanfarra Olavo Bilac no pátio do Centro de Vivência Cultural João Senegaglia, então chamado de Jardim do Poema.

Foto 4: 1º Salão de Natal no Jardim do Poema. Embaixo da árvore, integrantes do Coral Carlos Gomes. Dezembro de 1997.

Foto 5: Exposição naval em frente à Biblioteca Scharffenberg de Quadros, então localizada no complexo do Centro de Vivência Cultural João Senegaglia. 20 de abril de 1997.

Foto 6: Idem foto 5.

Foto 7: Coral Carlos Gomes na ocasião da posse de Engelbert Schlogel como Secretário de Cultura. Julho de 1997.

Foto 8: Idem foto 1.

Foto 9: Grafitti do artista Marciel Conrado na Rua Scharffenberg de Quadros, entre a Rua Passos de Oliveira e a Praça Oito de Janeiro. Maio de 2025.

Foto 10: Idem foto 9.

🎨✨ Conheça a arte de Zacarias Alves Pereira, o “Nhô Zaca”! Nascido em São José dos Pinhais, ele deixou um legado que vai...
01/07/2025

🎨✨ Conheça a arte de Zacarias Alves Pereira, o “Nhô Zaca”!
Nascido em São José dos Pinhais, ele deixou um legado que vai além da pintura: foi regente de banda, alfaiate, servidor público e um apaixonado pela cultura local.


📍 Visite o Museu e descubra mais!

Pinturas nas paredes, ou pinturas parietais, são murais feitos diretamente sobre superfícies como paredes. Elas podem ex...
18/06/2025

Pinturas nas paredes, ou pinturas parietais, são murais feitos diretamente sobre superfícies como paredes. Elas podem explorar uma infinidade de temas: desde paisagens serenas e figuras humanas até animais, motivos geométricos e cenas religiosas. As técnicas para criá-las são bem variadas, incluindo os afrescos, feitos em gesso ainda úmido; as têmperas, onde os pigmentos são diluídos em água e clara de ovo; e as pinturas a óleo.

Mais do que somente decorar, essas pinturas costumam contar histórias importantes sobre a casa e a família que a habitou. Elas também são um espelho dos costumes, crenças e valores de diferentes épocas e culturas. É possível observar como algumas casas possuíam pinturas figurativas nas paredes externas, um detalhe que ajuda a construir a imagem ligada a esses trabalhos e a forte conexão com seus criadores.

Em São José dos Pinhais, especialmente nas áreas rurais, é comum encontrar ou ter encontrado algumas dessas pinturas.

Foto 1: Casa de moradia rural na Estrada Velha para Joinville. Data desconhecida.
Foto 2: Idem Foto 1
Foto 3: Idem Foto 1
Foto 4: Casa de moradia rural na Colônia Zacarias construída em 1917. O primeiro proprietário foi o Senhor João Novoceki, imigrante polonês.  19/07/1977
Foto 5: Idem foto 4.
Foto 6: Casa de moradia urbana na Rua Passos de Oliveira, 1101. Foco na pintura do teto e das paredes em madeira. Data desconhecida.

No próximo sábado, dia 17 de maio, o MUMAR estará aberto.
12/05/2025

No próximo sábado, dia 17 de maio, o MUMAR estará aberto.

Na noite de hoje, aconteceu a primeira Visita Guiada Noturna de 2025 ao Cemitério São José.A atividade foi conduzida pel...
22/04/2025

Na noite de hoje, aconteceu a primeira Visita Guiada Noturna de 2025 ao Cemitério São José.

A atividade foi conduzida pelo professor e historiador Jonas Vieira, que pesquisa o patrimônio cultural funerário do Cemitério São José há mais de dois anos.

Durante a visita, alguns mitos sobre os cemitérios e sua construção enquanto resultado social foram amplamente abordados, passando por alguns jazigos e túmulos que ajudam a contar a história de São José dos Pinhais.

Você sabia que o Museu Atílio Rocco já foi a residência de uma família?Cheio de história, ele guarda memórias que ajudam...
07/04/2025

Você sabia que o Museu Atílio Rocco já foi a residência de uma família?

Cheio de história, ele guarda memórias que ajudam a contar o passado de São José dos Pinhais.

Já visitou o nosso museu?

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São José Dos Pinhais, PR
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