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Em sua segunda edição a Exposição Rosa Choque celebra a potência, a sensibilidade e a diversidade da produção artística ...
24/07/2026

Em sua segunda edição a Exposição Rosa Choque celebra a potência, a sensibilidade e a diversidade da produção artística feminina, reunindo artistas que transformam experiências, memórias e resistências em criação.

Do dia 01 ao dia 29 de Agosto de 2026, o recebe mulheres artistas que se reunirão para um grande encontro que festejará a arte feita por mulheres.

Curadoria Lai Kaos

Curios@ para conhecer as artistas confirmadas?

📅 Data: 01/08/2026
🕒 Horário: 20:00
📍 Local: Epitácio Pessoa, 155.

Ontem eu não subi ao palco.Ontem eu voltei para casa.E é estranho chamar de casa um lugar onde nunca morei.Mas havia alg...
22/06/2026

Ontem eu não subi ao palco.
Ontem eu voltei para casa.
E é estranho chamar de casa um lugar onde nunca morei.
Mas havia alguma coisa ali.
Entre as luzes.
Entre os corpos.
Entre as vozes.
Entre os silêncios.
Alguma coisa me reconheceu.
Sou Hudson.
Homem negro.
Gordo.
Gay.
Filho das montanhas de Minas.
Nascido num lugar onde o céu parece grande demais para quem aprende desde cedo a ocupar pouco espaço.
Congonhas me ensinou muitas coisas.
Me ensinou a caminhar.
A sonhar.
A resistir.
Mas também me ensinou o peso dos olhares.
Os olhares que chegam antes das palavras.
Os olhares que medem.
Os olhares que julgam.
Os olhares que tentam decidir quem merece existir.
E talvez por isso, quando entrei em cena ontem com "TRANSformação: um grito parado no tempo", eu não estivesse sozinho.
Porque aquele grito não era só meu.
Era de muitos.
Dos que vieram antes.
Dos que não puderam ficar.
Dos que precisaram esconder o amor no bolso, na gaveta, no fundo da alma.
Dos que sobreviveram.
Dos que ainda sobrevivem.
Ontem, em meio à Utopia Cuir, compreendi uma coisa:
A utopia não é um lugar.
É um encontro.
É quando um corpo olha para outro corpo e não vê erro.
É quando uma b***a encontra outra b***a e reconhece nela uma espécie de milagre.
É quando a arte faz aquilo que a sociedade tantas vezes se recusa a fazer:
nos dar abrigo.
Vi pessoas.
Mas não apenas pessoas.
Vi histórias inteiras caminhando.
Vi cicatrizes dançando.
Vi afetos florescendo em terrenos onde disseram que nada poderia nascer.
E ali, sob esse sol de morangos tão vermelhos quanto nossas feridas e nossos desejos, percebi que estávamos celebrando algo muito maior que um espetáculo.
Celebrávamos a permanência.
Celebrávamos o fato de ainda estarmos aqui.
Amando.
Criando.
Cantando.
Inventando futuro.
Num mundo que tantas vezes apostou no nosso desaparecimento.
Ontem eu vi a arte fazer seu trabalho mais bonito.
Ela não respondeu perguntas.
Ela não resolveu dores.
Ela não apagou violências.
Mas ela colocou nossas mãos umas nas outras.
E às vezes isso basta.
Às vezes é disso que a esperança é feita.
Volto para casa com o corpo cansado.
Mas com o coração aceso.
Porque existem dias que terminam.
E existem dias que continuam morando

17/06/2026

Os contos de “O anonimato dos afetos escondidos” nos conduzem por afetos clandestinos, desejos, memórias, solidões e formas de resistência que atravessam a experiência urbana brasileira, especialmente os marcadores que atravessam nossos corpos dissidentes.

Integrando a programação da exposição Utopia Cuir: Derivas Depois do Agora, a oficina propõe um mergulho na escrita de Jean Wyllys por meio da leitura dramática de contos da obra, transformando a palavra escrita em experiência compartilhada de voz, escuta e presença.

📖 Oficina de Leitura Dramática
📚 Contos de O anonimato dos afetos escondidos — Jean Wyllys
📅 27 de junho (sábado)
🕓 16h às 21h
📍 Espaço UM55
🤝 Apoio: Coletivo Ciatrô COLETIVO CIATRÔ e Núcleo Abantesma Núcleo Abantesma

🎟 Inscrições até 26/06, via Google Forms.
🔗 Link na bio.

09/04/2026
Nome Artístico A TRANSÄLIEN A TRANSÄLIEN é uma multiartista pernambucana — DJ, performer, curadora e produtora cultural ...
31/03/2026

Nome Artístico A TRANSÄLIEN
A TRANSÄLIEN é uma multiartista pernambucana — DJ, performer, curadora e
produtora cultural — e uma importante articuladora pelos direitos de pessoas
trans e travestis no Brasil. Criada por Ana Giselle, a (id)entidade utiliza máscaras
e indumentárias como ferramentas de transmutação e expansão da corporeidade,
propondo novas formas de presença e existência.
Em 2015, criou no Recife a política “Lista TRANSFREE”, que garante acesso
gratuito a pessoas trans e travestis em eventos, hoje difundida nacionalmente.
Atuou em importantes festas e festivais do país e participou de exposições no
Brasil e no exterior, além de residências artísticas internacionais e premiações em
artes visuais.
É idealizadora da Coletividade MARSHA! (2018), que promove ações culturais e
políticas voltadas à população trans, incluindo o festival online “MARSHA ENTRA
NA SALA” durante a pandemia. O coletivo já mobilizou ampla rede de alcance e
arrecadação, fortalecendo iniciativas de inclusão, renda e visibilidade LGBTQIA+.
Nome Artístico A TRANSÄLIEN

A TRANSÄLIEN é uma multiartista pernambucana — DJ, performer, curadora e

produtora cultural — e uma importante articuladora pelos direitos de pessoas

trans e travestis no Brasil. Criada por Ana Giselle, a (id)entidade utiliza máscaras

e indumentárias como ferramentas de transmutação e expansão da corporeidade,

propondo novas formas de presença e existência.

Em 2015, criou no Recife a política “Lista TRANSFREE”, que garante acesso

gratuito a pessoas trans e travestis em eventos, hoje difundida nacionalmente.

Atuou em importantes festas e festivais do país e participou de exposições no

Brasil e no exterior, além de residências artísticas internacionais e premiações em

artes visuais.

É idealizadora da Coletividade MARSHA! (2018), que promove ações culturais e

políticas voltadas à população trans, incluindo o festival online “MARSHA ENTRA

NA SALA” durante a pandemia. O coletivo já mobilizou ampla rede de alcance e

arrecadação, fortalecendo iniciativas de inclusão, renda e visibilidade LGBTQIA+.

11/03/2026

Tudo errado !!!!

OCUPE: A ARTE QUE TRANSFORMA PRECISA DE ESPAÇO. A arte que pulsa fora dos muros precisa de um palco. A Exposição Ocupe n...
03/03/2026

OCUPE: A ARTE QUE TRANSFORMA PRECISA DE ESPAÇO. A arte que pulsa fora dos muros precisa de um palco. A Exposição Ocupe não é apenas uma mostra; é um movimento de resistência e visibilidade que reconhece o poder transformador da sua produção. **Com 20 artistas selecionados**, se a sua arte nasce da experiência, da margem, da luta por espaço e reconhecimento, este é o seu chamado. Acreditamos que a ocupação de espaços é fundamental para: Democratizar a Cultura: Quebrando as barreiras do circuito tradicional e levando a arte a todos. Promover a Diversidade: Dando voz e tela às narrativas que a sociedade insiste em silenciar. Gerar Diálogo e Reflexão: Transformando o espectador em participante ativo da sua mensagem. Garantir Visibilidade e Reconhecimento: Colocando sua trajetória e sua obra no centro do debate artístico. Artista, a Expo Ocupe convida você a tomar o seu lugar. Traga suas criações, suas emoções e suas reflexões. Venha ocupar nosso espaço e permitir que sua arte seja apreciada, compartilhada e se torne o catalisador da mudança social. Sua obra é vital para o enriquecimento de um cenário cultural mais plural, inclusivo e potente. OCUPE. EXPONHA. TRANSFORME.

Endereço

Rua Epitácio Pessoa, 155
São Paulo, SP
01220030

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 13:00 - 17:00
Quinta-feira 13:00 - 22:00
Sexta-feira 13:00 - 22:00
Sábado 13:00 - 22:00
Domingo 13:00 - 22:00

Telefone

+5511992611331

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