14/05/2026
De longe via-se o fogo. Crianças em volta, mulheres tocando, homens cantando. Era chegada a hora do último toque, ou talvez, de mais um começo.
O Tambor de Crioula encerrou nosso 18 de abril reafirmando a força de uma tradição ancestral marcada pela devoção a São Benedito, pelo encontro dos corpos, pelo toque dos tambores e pela dança que atravessa gerações. No bairro Cata Preta, o tambor ecoou como memória viva, ocupando a periferia com cultura negra, presença e continuidade.
Teve coreiras e coreiros dançando, tocando e cantando. aAraços, risos e celebração também. E teve ainda a pequena Ayla, no colo das mulheres e na roda, lembrando que ancestralidade também se aprende no balanço do corpo, no calor da fogueira e no som do tambor.
Nossa gratidão a todas as pessoas que sustentaram esse último movimento do dia — uma roda de fertilidade, afeto, resistência e permanência.
Realização: .mds e .silvap
Espaço:
Mestre do Tambor: ,
Sambadeiras: .silvap .jesus.902 .zulueta.1 .tety .ie_ e
Registros:
Financiamento: .prefeituradesantoandre