Memorial do Holocausto

Memorial do Holocausto 1º Memorial do Holocausto do Estado de São Paulo, dedicado à lembrança do , ao combate do antisemitismo.

O Memorial do Holocausto, fundado em 2017, é referência por ser o primeiro e único centro da memória e pesquisa do Holocausto do Estado de São Paulo. Sua missão pedagógica, desenvolvida por uma equipe de excelência, atua na divulgação, esclarecimento e preservação da memória da morte de seis milhões de judeus, incluindo um milhão e meio de crianças, pela barbárie nazista. Em seu meio de atuação, v

isando o combate e prevenção a intolerância, em seus aspectos mais abrangentes, destaca-se, em igual forma, a preservação da memória e a honra dos diversos grupos que foram exterminados, como: ciganos, homossexuais, Testemunhas de Jeová, deficientes físicos e mentais, negros, comunistas e aqueles que salvaram vítimas, arriscando a própria vida.

14/06/2026

O futebol move multidões. E também pode mover consciências.

O Memorial do Holocausto de SP inaugurou neste domingo (14) a exposição Camisas Contra o Ódio, uma mostra que reúne 36 camisas de clubes, seleções e iniciativas esportivas que transformaram o esporte em uma ferramenta de combate ao preconceito, à intolerância e ao antissemitismo.

Cada camisa carrega uma história de respeito, empatia e memória, através da paixão nacional que é o futebol, no Brasil e no mundo.

Um gol pela memória. Um cartão vermelho para a intolerância.

Visite a exposição no Memorial do Holocausto!

📍Rua da Graça, 160 - Bom Retiro - S. Paulo
📆 até 15 de setembro
⏰ de segunda à quinta, das 9h às 17h, e às sextas das 9h às 15h
🎟 Entrada gratuita mediante agendamento (link no perfil)

Esperamos por você.

Em 2026, o Memorial do Holocausto de São Paulo realiza a exposição em parceria com o Museu do Holocausto de Curitiba, o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, o Grupo de Estudos e Pesquisas Aplicadas ao Futebol (GEPAF/UFG), o Observatório da Discriminação Racial no Futebol e a agência Tech & Soul. A concepção de arte é assinada pelo designer Michel Neuhaus.
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Em 14 de junho de 1940, o primeiro transporte de prisioneiros chegou a Auschwitz. Eram 728 homens poloneses, muitos jove...
14/06/2026

Em 14 de junho de 1940, o primeiro transporte de prisioneiros chegou a Auschwitz. Eram 728 homens poloneses, muitos jovens, integrantes da resistência, estudantes e trabalhadores, que tiveram suas vidas interrompidas ao serem enviados para um destino desconhecido.

Naquele momento, Auschwitz ainda não era o maior centro de extermínio do regime n4zist4. Mas já carregava em sua estrutura os mecanismos de violência, desumanização e controle que permitiriam sua expansão.

Com o passar dos anos, o campo se transformaria no maior símbolo do Holocausto, onde mais de 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas.

Contar essa história é essencial. Porque o que começou com um transporte, se tornou um sistema.E lembrar é a única forma de impedir que o ódio volte a encontrar espaço.
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13/06/2026

Antes da abertura, existe trabalho, cuidado e muitas mãos envolvidas!

Cada estrutura montada, cada camisa posicionada, cada detalhe pensado carrega um propósito maior: transformar o espaço em um lugar de memória, reflexão e resistência.

A exposição “Camisas Contra o Ód10” começa muito antes das portas se abrirem — ela nasce no esforço coletivo de quem acredita que o futebol também pode ser uma ferramenta de consciência.

Neste momento, já estamos prontos te esperando para a abertura oficial que acontece amanhã, dia 14 de junho, a partir das 11h.

Porque por trás de cada mensagem contra o ódio, existe gente que não mede esforços para fazê-la chegar mais longe!

📍 Rua da Graça, 160 - Bom Retiro, S. Paulo - SP
📅 14 de junho às 11h
🎟 Entrada gratuita mediante inscrição (link no perfil)

Em 2026, o Memorial do Holocausto de São Paulo realiza a exposição em parceria com o Museu do Holocausto de Curitiba, o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, o Grupo de Estudos e Pesquisas Aplicadas ao Futebol (GEPAF/UFG), o Observatório da Discriminação Racial no Futebol e a agência Tech & Soul. A concepção de arte é assinada pelo designer Michel Neuhaus.
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12/06/2026

Memória que atravessa gerações.

No Memorial do Holocausto, o Dr. Flavio Steinwurz compartilhou, pela primeira vez, a história de seus pais — sobreviventes que desafiaram o impossível.

Solomon Steinwurz nasceu em Belzyce, em uma família judaica chassídica com oito irmãos. Tenente do exército polonês durante a invasão n4zist4, tentou alertar sua família sobre as atrocidades — mas ninguém podia imaginar tamanha crueldade. Diante disso, fugiu para a floresta, onde se uniu a um grupo de partisans e, mais tarde, tornou-se líder da resistência.

Anne, nascida em Lublin, era filha de um produtor de farinha que ajudava a alimentar a cidade. Sua família foi levada ao campo de Majdanek, que mais tarde se tornaria um campo de extermínio. Antes disso, conseguiram fugir escondidos em caminhões de carga. Anne, com apenas 13 anos, enfrentou o medo sozinha: trabalhou como doméstica, percebeu o risco de ser descoberta e fugiu para a floresta, vagando por dias até reencontrar sua família em um esconderijo improvisado — sob um curral, protegidos por famílias cristãs.

No fim da guerra, um encontro improvável mudou tudo. Ao ver no jornal que uma família inteira havia sobrevivido, Solomon foi conhecê-los. Era a família de Anne. E dessa história de dor, nasceu o amor.

No Brasil, encontraram acolhimento, paz e a chance de recomeçar. Aqui, construíram uma família e um novo capítulo.

Hoje, o filho, Dr. Flavio Steinwurz, é um dos gastroenterologistas mais renomados do Brasil.

Que essas histórias sigam sendo contadas. Porque lembrar é resistir.
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12/06/2026

Memória que atravessa gerações.

No Memorial do Holocausto, o Dr. Flavio Steinwurz compartilhou, pela primeira vez, a história de seus pais — sobreviventes que desafiaram o impossível.

Solomon Steinwurz nasceu em Belzyce, em uma família judaica chassídica com oito irmãos. Tenente do exército polonês durante a invasão n4zist4, tentou alertar sua família sobre as atrocidades — mas ninguém podia imaginar tamanha crueldade. Diante disso, fugiu para a floresta, onde se uniu a um grupo de partisans e, mais tarde, tornou-se líder da resistência.

Anne Huberman, nascida em Lublin, era filha de um produtor de farinha que ajudava a alimentar a cidade. Sua família foi levada ao campo de Majdanek, que mais tarde se tornaria um campo de extermínio. Antes disso, conseguiram fugir escondidos em caminhões de carga. Anne, com apenas 13 anos, enfrentou o medo sozinha: trabalhou como doméstica, percebeu o risco de ser descoberta e fugiu para a floresta, vagando por dias até reencontrar sua família em um esconderijo improvisado — sob um curral, protegidos por famílias cristãs.

No fim da guerra, um encontro improvável mudou tudo. Ao ver no jornal que uma família inteira havia sobrevivido, Solomon foi conhecê-los. Era a família de Anne. E dessa história de dor, nasceu o amor.

No Brasil, encontraram acolhimento, paz e a chance de recomeçar. Aqui, construíram uma família e um novo capítulo.

Hoje, o filho, Dr. Flavio Steinwurz, é um dos gastroenterologistas mais renomados do Brasil.

Que essas histórias sigam sendo contadas. Porque lembrar é resistir.
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FOTOS RARAS | Hoje, o mundo celebra o aniversário de Anne Frank — mas mais do que lembrar a data, é impossível não senti...
12/06/2026

FOTOS RARAS | Hoje, o mundo celebra o aniversário de Anne Frank — mas mais do que lembrar a data, é impossível não sentir o peso e a beleza da sua história.

Essas imagens raras nos levam de volta ao começo de tudo: uma menina recém-nascida, envolta em sonhos, carinho e futuro. Um futuro que deveria ter sido comum, mas que foi atravessado pela intolerância.

Anne cresceu, escreveu, sonhou. Em páginas que atravessaram o tempo, transformou medo em palavras e silêncio em memória. Seu diário, O Diário de Anne Frank, não é apenas um relato — é um testemunho vivo da humanidade que insiste em existir mesmo nos momentos mais sombrios.

Hoje, ao olhar para essas fotos, lembramos: Anne não é só símbolo. Ela foi filha, amiga, criança. Foi vida interrompida e também voz eterna.

Que a sua história continue ecoando, educando e nos lembrando da urgência de combater o ódio em todas as suas formas.

Porque lembrar é um ato de resistência.

Imagens: Google Arts & Culture.
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Os dados mostram que o preconceito ainda faz parte do futebol. Em 2024, foram registrados 250 casos de discriminação, co...
11/06/2026

Os dados mostram que o preconceito ainda faz parte do futebol. Em 2024, foram registrados 250 casos de discriminação, com predominância de episódios de racismo, além de manifestações de LGBTfobia, xenofobia e machismo. O crescimento contínuo desses números ao longo dos anos revela que não se trata de situações isoladas, mas de um problema estrutural.

Mesmo quando não aparece de forma detalhada nos relatórios, o antissemitismo também se manifesta dentro e fora dos estádios. Episódios recentes, como o registro de uma saudação nazista em uma partida entre Real Madrid e Benfica, reforçam que símbolos de ódio ainda circulam no ambiente esportivo e precisam ser enfrentados com clareza.

Ao mesmo tempo, o futebol também pode ser um espaço de memória e transformação. Iniciativas que resgatam a história do Holocausto e promovem o enfrentamento à intolerância mostram que o esporte tem potencial para ir além do jogo. Quando articulado com a educação e com espaços culturais, esse movimento ganha ainda mais força, criando oportunidades de aprendizado, reflexão e construção de consciência crítica. É nesse encontro entre esporte, memória e educação que se amplia a possibilidade de formar uma sociedade mais informada, sensível e comprometida com o combate ao ódio.

A exposição “Camisas Contra o Ód10” parte dessa reflexão. Ao reunir histórias, campanhas e símbolos que atravessam o futebol, propõe um olhar sobre o papel do esporte diante do racismo, do antissemitismo e de outras formas de violência.

⚠️ Esperamos você na abertura, no Memorial do Holocausto de São Paulo, no dia 14 de junho, às 11h. É preciso reservar sua entrada através do link disponível no perfil.
🔗 https://forms.gle/aScSmVjBghbidT9z5

Em 2026, o Memorial do Holocausto de São Paulo realiza a exposição em parceria com o Museu do Holocausto de Curitiba, o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, o Grupo de Estudos e Pesquisas Aplicadas ao Futebol (GEPAF/UFG), o Observatório da Discriminação Racial no Futebol e a agência Tech & Soul. A concepção de arte é assinada pelo designer Michel Neuhaus.
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ENTRE MUROS | O gueto de Kutno, criado em junho de 1940 na Polônia ocupada, é um exemplo claro de como os guetos nazista...
10/06/2026

ENTRE MUROS | O gueto de Kutno, criado em junho de 1940 na Polônia ocupada, é um exemplo claro de como os guetos nazistas funcionavam dentro de uma engrenagem maior de perseguição e extermínio.

Instalado dentro de uma antiga fábrica de açúcar, o espaço reuniu milhares de judeus em condições extremas de superlotação, fome e doença. Ali, a vida cotidiana era marcada pela escassez, pela violência e pela constante ameaça de morte — seja pela fome, pelo tifo ou pelas ações diretas dos ocupantes nazistas.

Mais do que um local de confinamento, Kutno revela a função dos guetos como etapas intermediárias: espaços criados para isolar, explorar e enfraquecer a população judaica antes de sua deportação. Em março de 1942, esse processo se concretizou — os habitantes do gueto foram enviados ao campo de extermínio de Chełmno, onde foram assassinados.

Estudar o gueto de Kutno é compreender que o genocídio não começou nos campos de extermínio. Ele foi construído gradualmente, por meio de políticas de exclusão, desumanização e controle, implementadas também nesses espaços murados.

Lembrar Kutno é reconhecer cada etapa desse processo e reafirmar a importância da memória para que histórias como essa jamais se repitam.
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10/06/2026

Famílias e estudantes do Colégio Bandeirantes viveram, juntos, uma experiência que ultrapassa os limites da sala de aula.

No Memorial do Holocausto, pais e filhos percorreram histórias, imagens e memórias que nos conectam a um dos períodos mais difíceis da humanidade. Um encontro com o passado que provoca reflexão no presente — sobre empatia, respeito e responsabilidade coletiva.

Momentos assim nos lembram que a educação também se constrói no sentir, no escutar e no compartilhar. Que a memória não é apenas lembrança, mas um compromisso ativo com o outro.

Seguimos com o desafio de transformar conhecimento em atitude, para que histórias como essas nunca se repitam.

✡️ Memorial do Holocausto de SP
📍 Rua da Graça, 160 - Bom Retiro, S. Paulo - SP
📅 Seg. a qui., das 9h às 17h; Sextas, das 9h às 15h
🎟 Entrada gratuita mediante inscrição (link no perfil)
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Dentro e fora de campo, não há espaço para o ód10!Neste domingo, às 11h, acontece a abertura da exposição “Camisas Contr...
10/06/2026

Dentro e fora de campo, não há espaço para o ód10!

Neste domingo, às 11h, acontece a abertura da exposição “Camisas Contra o Ód10” no Memorial do Holocausto de São Paulo — uma mostra que conecta futebol, memória e o enfrentamento ao racismo, ao antissemitismo e a todas as formas de intolerância.

A exposição é para todo mundo: torcedores, educadores, jovens, famílias e qualquer pessoa que acredita no poder do esporte como ferramenta de transformação!

Este é um convite para refletir, se posicionar e fazer parte dessa mudança.

⚠️ Confirme sua presença através do link disponível no nosso perfil.
🔗 https://forms.gle/aScSmVjBghbidT9z5

Anote aí!

📍 Rua da Graça, 160 - Bom Retiro, S. Paulo - SP
📅 14 de junho às 11h
🎟 Entrada gratuita mediante inscrição (sujeita à lotação)

Esperamos por você.


Em 2026, o Memorial do Holocausto de São Paulo realiza a exposição em parceria com o Museu do Holocausto de Curitiba, o Coletivo de Torcidas Canarinhos LGBTQ+, o Grupo de Estudos e Pesquisas Aplicadas ao Futebol (GEPAF/UFG), o Observatório da Discriminação Racial no Futebol e a agência Tech & Soul. A concepção de arte é assinada pelo designer Michel Neuhaus.
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Endereço

Rua Da Graça, 160
São Paulo, SP
01125000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 15:00

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