Memorial do Holocausto

Memorial do Holocausto 1º Memorial do Holocausto do Estado de São Paulo, dedicado à lembrança do , ao combate do antisemitismo.
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O Memorial do Holocausto, fundado em 2017, é referência por ser o primeiro e único centro da memória e pesquisa do Holocausto do Estado de São Paulo. Sua missão pedagógica, desenvolvida por uma equipe de excelência, atua na divulgação, esclarecimento e preservação da memória da morte de seis milhões de judeus, incluindo um milhão e meio de crianças, pela barbárie nazista. Em seu meio de atuação, v

isando o combate e prevenção a intolerância, em seus aspectos mais abrangentes, destaca-se, em igual forma, a preservação da memória e a honra dos diversos grupos que foram exterminados, como: ciganos, homossexuais, Testemunhas de Jeová, deficientes físicos e mentais, negros, comunistas e aqueles que salvaram vítimas, arriscando a própria vida.

O que você faz quando tem a oportunidade de escolher? Um Tom Rosa no Reich, de Maura Palumbo, nos convida a refletir sob...
18/08/2026

O que você faz quando tem a oportunidade de escolher? Um Tom Rosa no Reich, de Maura Palumbo, nos convida a refletir sobre responsabilidade, consciência e coragem diante da barbárie, e sobre o que fazemos com as escolhas que temos hoje.

No próximo domingo, 23 de agosto, às 11h, a autora estará no Memorial do Holocausto para um bate-papo sobre a obra. Te vejo aqui?

🗓️ 23 de agosto, às 11h
📍 Memorial do Holocausto – São Paulo
🎟️ Entrada gratuita | Vagas limitadas

Inscreva-se: https://forms.gle/nM2jcASRcWpvabJK6

A tinta azul de uma caneta decidia quem vivia e quem morria quando os nazistas ocuparam a França. A caneta Waterman, usa...
17/08/2026

A tinta azul de uma caneta decidia quem vivia e quem morria quando os nazistas ocuparam a França. A caneta Waterman, usada nos documentos de judeus, era impossível de apagar e, portanto, inviabilizava a falsificação de documentos que, você sabe, foi a forma como milhares de pessoas escaparam da perseguição nazista.

Adolfo Kaminsky, um judeu argentino que morava na França desde os 5 anos, foi quem recebeu a missão de trocar nomes e apagar a marcação "judeu" dos documentos. Eram cerca de 500 por semana.

Kaminsky só conseguiu fazer isto usando, ele também, um nome falso: Julien Keller. Sua própria família quase foi deportada pelos nazistas. A neutralidade da Argentina na Segunda Guerra Mundial e um erro de comunicação entre a polícia francesa e a administração do campo de trânsito de Drancy os salvaram.

O pai de Adolfo decidiu, então, que a família precisava de documentos falsos. O jovem, com 18 anos, ficou encarregado de levar as fotos e os dados para o contato encarregado da falsificação. Assim, descobriu que a resistência estava com dificuldades de apagar a tinta Waterman azul e respondeu: "Eu sei apagá-la".

ESTÁ CHEGANDO A HORA! No próximo domingo (23), às 11h, o Memorial do Holocausto recebe a autora Maura Palumbo para o lan...
16/08/2026

ESTÁ CHEGANDO A HORA!

No próximo domingo (23), às 11h, o Memorial do Holocausto recebe a autora Maura Palumbo para o lançamento de seu livro "Um Tom Rosa no Reich". A obra parte de histórias reais para propor um exercício poderoso de imaginação e consciência: e se mulheres ligadas ao regime nazista tivessem escolhido desobedecer?

Participe deste bate-papo sobre memória, literatura e os ecos do passado no mundo de hoje.

🗓 23 de agosto (domingo), às 11h
📍 Memorial do Holocausto – São Paulo
⚠️ Inscreva-se para garantir sua participação:
https://forms.gle/nM2jcASRcWpvabJK6 (link clicável na bio)

Entrada gratuita. Vagas limitadas.
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Alan Turing é considerado o "pai da computação", mas seu legado não é só científico, é principalmente humano. Você conhe...
15/08/2026

Alan Turing é considerado o "pai da computação", mas seu legado não é só científico, é principalmente humano. Você conhece seu papel na luta contra os nazistas durante o Holocausto? Arraste para o lado e saiba mais.

Esta história é um alerta: não basta derrotar regimes de ódio, é preciso combater todas as formas de intolerância.

“Fingimos estar felizes… mas já parecíamos como os adultos que iríamos nos tornar. Deslocadas. Pensativas. Contidas, lem...
14/08/2026

“Fingimos estar felizes… mas já parecíamos como os adultos que iríamos nos tornar. Deslocadas. Pensativas. Contidas, lembrou Deborah Wacs Strobin, na foto aos 3 anos, quando vivia como refugiada judia em Xangai ocupada pelo Japão.

Em 1939, a família Wacs fugiu da Áustria anexada pelo regime nazista. Xangai, na China, era um dos últimos lugares do mundo onde judeus podiam entrar sem visto. Mas, após o ataque a Pearl Harbor, as autoridades japonesas impuseram restrições severas, confinando milhares de refugiados no chamado “gueto” de Xangai.

Na foto, tirada por um soldado japonês para propaganda, Deborah e duas amigas sorriem para a câmera. Na realidade, enfrentavam fome, incertezas e o peso da guerra.

O Japão se rendeu em 15 de agosto de 1945, trazendo liberdade para aqueles judeus. Mas para Deborah, a liberdade chegou tarde demais para muitos: quase toda sua família que ficou na Europa foi assassinada no Holocausto.

O Holocausto e a Segunda Guerra Mundial ecoam ainda hoje em sobreviventes e seus, filhos, netos e bisnetos.

📍O Memorial do Holocausto de São Paulo é um espaço para lembrar, refletir e transformar. A entrada é gratuita todos os dias. Agende em memorialdoholocausto.org.br

Para o Bayern de Munique, maior campeão do futebol alemão de todos os tempos, sucumbir às intenções genocidas nazistas n...
13/08/2026

Para o Bayern de Munique, maior campeão do futebol alemão de todos os tempos, sucumbir às intenções genocidas nazistas nunca foi uma opção.

Esta é uma história que envolve o uso de um símbolo nazista no escudo, provocações e resistência. Arraste para o lado para descobrir e conte para a gente aqui nos comentários: você conhecia este lado do Bayern de Munique?

“Somente a esperança de vê-las novamente nos faz fortes…”, escreveu Katie Rosenfeld, ao se despedir da filha de dois ano...
12/08/2026

“Somente a esperança de vê-las novamente nos faz fortes…”, escreveu Katie Rosenfeld, ao se despedir da filha de dois anos, Esther, enviada à Inglaterra para escapar das políticas antissemitas da Alemanha nazista.

Katie e o marido, Adolf, tomaram a decisão mais dolorosa: separar-se das quatro filhas para salvá-las. Cada uma foi acolhida por uma família diferente. Esther foi levada pelos Harrisons, que tinham um filho de sete anos chamado Alan. O senhor Harrison viu um anúncio na fábrica de sapatos onde ele trabalhava, procurando famílias para cuidar de crianças judias que estão fugindo da Alemanha nazista e de outros países que foram anexados.

Em 1942, Katie e Adolf foram deportados para Auschwitz, na Polônia, e assassinados. Esther sobreviveu.

Esta história é um lembrete de que tudo começa com um discurso de ódio. Nunca podemos nos acostumar com o silêncio diante da intolerância.

Otto Deutsch nasceu na Transilvânia, em um 11 de agosto como este, e levava uma vida tranquila, até que a invasão nazist...
11/08/2026

Otto Deutsch nasceu na Transilvânia, em um 11 de agosto como este, e levava uma vida tranquila, até que a invasão nazista mudou tudo.

Em 1944, ele e os pais foram levados para um gueto. Poucas semanas depois, estavam em um vagão de gado rumo a Auschwitz-Birkenau, na Polônia. Foi na plataforma de desembarque que Otto viu sua mãe pela última vez. Seus pais foram assassinados.

Sobrevivendo à fome, ao frio e aos maus-tratos, Otto foi enviado para trabalhos forçados em Buchenwald, na Alemanha. Tentou fugir, foi capturado e jogado em uma cela minúscula, sem água nem comida.

Na segunda tentativa, se escondeu em uma fossa. O cheiro foi tão forte que enganou até os cães farejadores da SS. Dias depois, ele foi libertado pelas tropas americanas.

Otto viveu em Israel e no Uruguai antes de se estabelecer no Brasil, onde mantém viva a memória do que presenciou.
Que sua história nunca seja esquecida. Aproveite para deixar uma mensagem de feliz aniversário aqui nos comentários.

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Comunicar, no Memorial do Holocausto, também é uma forma de preservar.Nossa equipe de Comunicação transforma histórias, ...
10/08/2026

Comunicar, no Memorial do Holocausto, também é uma forma de preservar.

Nossa equipe de Comunicação transforma histórias, projetos e conhecimento em conteúdos que ajudam a educar, combater a intolerância e manter viva a memória das vítimas e sobreviventes do Holocausto.

Buscamos um(a) Analista de Comunicação e Conteúdo com perfil criativo, organizado e multidisciplinar.

Você pode ter mais experiência em redação, redes sociais, planejamento, design, vídeo, fotografia ou outras frentes da comunicação. As responsabilidades serão distribuídas de acordo com as competências e os pontos fortes de cada profissional.

O que buscamos:
• Formação em Comunicação, Jornalismo, Publicidade, Marketing ou áreas correlatas
• Experiência em produção de conteúdo e/ou redes sociais
• Boa redação em português
• Conhecimento em design e/ou audiovisual
• Organização, proatividade e trabalho em equipe
• Sensibilidade para trabalhar com temas históricos e humanitários

São diferenciais experiência em instituições culturais ou do terceiro setor, conhecimento sobre Holocausto e direitos humanos e inglês intermediário ou avançado.

📍 Local: Bom Retiro, São Paulo
💼 Contratação: PJ | presencial

Quer fazer parte dessa missão?

Preencha o formulário de candidatura.
🔗 https://forms.gle/QNkUoSj6W5QXBbA16

Elas tinham a juventude e a coragem. Durante a ocupação nazista na Holanda, três jovens mulheres ousaram subverter o que...
10/08/2026

Elas tinham a juventude e a coragem. Durante a ocupação nazista na Holanda, três jovens mulheres ousaram subverter o que se esperava delas para lutar contra o Nazismo e as milhares de mortes promovidas por Hi**er.

Já conhecia esta história? Quer saber mais sobre Holocausto e Segunda Guerra Mundial? Agende sua visita ao Memorial do Holocausto de SP no link da bio.

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