Galeria Bolsa de Arte

Galeria Bolsa de Arte .

A Bolsa de Arte apresenta, na ArPa 2026 (), um projeto solo de Bruno Novelli (). Nas pinturas do artista, uma natureza e...
11/05/2026

A Bolsa de Arte apresenta, na ArPa 2026 (), um projeto solo de Bruno Novelli ().

Nas pinturas do artista, uma natureza efervescente serve de cenário para criaturas híbridas, seres fantásticos e paisagens que parecem existir entre o sonho e o registro — como se o mundo estivesse sendo criado enquanto é observado.

A prática de Novelli parte de uma extensa pesquisa sobre formas de representar o mundo natural, assimilando imagens de expedições científicas, bestiários, mitologias e tradições que vão do clássico ao gótico, passando por imaginários contemporâneos.

Bolsa de Arte | Stand D6
27–31 de maio de 2026
ArPa
Mercado Livre Arena Pacaembu, São Paulo

07/05/2026

Save the date | 13.06.2026

A Bolsa de Arte convida para sua reabertura em Porto Alegre, marcando uma nova etapa de sua trajetória na cidade onde nasceu.

A galeria reafirma seu papel na consolidação da arte contemporânea no Sul do Brasil e amplia seu programa a partir da parceria com a Almeida & Dale. A ocasião será acompanhada pela abertura de Stromboli, exposição com curadoria de Bernardo José de Souza, que reúne artistas de diferentes gerações para pensar o corpo como território de transformação, tensão e força.

13 de junho de 2026, das 11h-16h
Rua Visconde do Rio Branco, 365
Porto Alegre, Brasil

André Severo (Porto Alegre, 1974) transita entre fotografia, instalação, cinema, desenho e publicação como quem persegue...
05/05/2026

André Severo (Porto Alegre, 1974) transita entre fotografia, instalação, cinema, desenho e publicação como quem persegue um enigma que nenhuma linguagem esgota sozinha. Suas operações partem de deslocamentos: casas retiradas de contexto, imagens reeditadas, situações transformadas em estrutura, de onde o reconhecível emerge transformado. Ao aproximar procedimentos do arquivo, do cinema e da observação direta, constrói imagens que oscilam entre o que foi registrado e o que foi inventado, sem que essa distinção se resolva. A cada novo trabalho: o mesmo enigma e outro ângulo para tentar lê-lo.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de André Severo (Porto Alegre, 1974).André Severo desenvolve uma prática artísti...
30/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de André Severo (Porto Alegre, 1974).

André Severo desenvolve uma prática artística que incorpora a multiplicidade de linguagens como fundamento e método. Ao longo de três décadas de trajetória, o artista articula fotografia, vídeo, instalação, desenho, pintura e publicação em projetos que se desdobram para além de um gesto ou objeto único, muitas vezes incorporando o próprio contexto como parte constitutiva da obra. Seus trabalhos partem de operações de deslocamento — de imagens, arquiteturas e situações — que tensionam as relações entre memória, percepção e experiência. Casas, paisagens, fragmentos do cotidiano e códigos da história da arte são reconfigurados como estruturas instáveis, nas quais o real é continuamente filtrado, editado e reinscrito. Ao aproximar procedimentos do arquivo, do cinema e da observação empírica, o artista constrói imagens que oscilam entre registro e ficção, entre presença e dissolução. Mais do que afirmar um meio específico, sua prática se organiza como campo expandido, no qual cada trabalho funciona como parte de uma investigação contínua sobre as formas de ver, habitar e narrar o mundo.

Realizou exposições individuais na Galeria Bolsa de Arte (2017, 2021 e 2022, São Paulo); Oi Futuro (2021, Rio de Janeiro); Museu do Trabalho (2022, Porto Alegre); Casa de Cultura Mário Quintana (2023, Porto Alegre); Caixa Cultural Brasília (2024, Brasília); Caixa Cultural Curitiba (2025, Curitiba) e Cinemateca Capitólio (2025, Porto Alegre).

Recebeu o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça (2013), o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (2014), o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (2015) e o Prêmio Sérgio Milliet, ABCA (2018).

Sua obra integra o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, do Museu de Arte do Rio e do Museu Nacional de Belas Artes.

As esculturas de Túlio Pinto (Brasília, 1974) existem no limite — entre equilíbrio e queda, rigidez e fragilidade, perma...
25/04/2026

As esculturas de Túlio Pinto (Brasília, 1974) existem no limite — entre equilíbrio e queda, rigidez e fragilidade, permanência e efemeridade. Vigas de aço, blocos de concreto e volumes de vidro são dispostos em sistemas onde peso, densidade e gravidade não ilustram tensão, mas a constituem de fato. O que mantém tudo de pé é também o que ameaça desmoronar: a estabilidade surge do jogo preciso entre opostos, transformando cada peça em um campo de forças vivo, em constante negociação com o espaço e com o tempo.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Túlio Pinto (Brasília, 1974).Túlio Pinto trabalha a escultura no campo das fo...
24/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Túlio Pinto (Brasília, 1974).

Túlio Pinto trabalha a escultura no campo das forças, em detrimento do domínio da figura e da representação. Suas obras operam como sistemas de tensão real, nos quais peso, compressão e gravidade constituem a própria estrutura do trabalho. Ao reduzir a forma a elementos essenciais, vigas de aço, blocos de concreto, volumes de vidro, o artista dispensa qualquer função narrativa, concentrando-se na relação física entre os materiais. A montagem instaura um espaço relacional em que cada elemento depende do outro para se manter em equilíbrio. A rigidez opaca do metal e do concreto contrasta com a transparência e a aparente fragilidade do vidro e, no entanto, é justamente essa oposição que sustenta a estabilidade do conjunto. Na iminência da queda, o equilíbrio não surge como metáfora, mas como condição concreta envolvendo cálculo, risco e precisão.

Túlio Pinto realizou exposições individuais em instituições como Santander Cultural (2013, Porto Alegre), Phoenix Institute of Contemporary Art (2015, Estados Unidos), Humo Gallery (2017, Zurique, Suíça), Baró Galeria (2018, São Paulo), Galeria Piero Atchugarry (2018, Garzon, Uruguai), Galeria Senda (2018, Barcelona, Espanha), Fondamenta Sant’Apollonia e Piero Atchugarry Gallery (2019, Veneza, Itália), Millan (2020, 2022, São Paulo), Museu Oscar Niemeyer (2023, Curitiba) e Cerrado Cultural (2025, Brasília).

Recebeu prêmios e distinções como o Salão de Arte de Mato Grosso do Sul (2011), Prêmio Energisa Artes Visuais (2012), ARTIGO Rio ARTTOWN Programa de Residência Artística e 9ª Rede Nacional Funarte (2013) e 65º Salão Paranaense (2014).

Sua obra integra coleções de instituições como Museu Marta Herford (Alemanha), Fundación Pablo Atchugarry (Uruguai), Fundação María Cristina Masaveu Peterson (Espanha), Piramidón (Espanha), Coleção de Arte do Phoenix College (Estados Unidos), Instituto Figueiredo Ferraz (Brasil), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Brasil), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Brasil), Museu Nacional de Brasília (Brasil) e Museu Oscar Niemeyer (Brasil).

Camila Elis () opera a pintura como campo de negociação entre cor, gesto e sensação. Em grandes formatos de textura avel...
18/04/2026

Camila Elis () opera a pintura como campo de negociação entre cor, gesto e sensação. Em grandes formatos de textura aveludada, fundos lavados e claros cedem espaço a velaturas de manchas vivas e saturadas, ou a tons densos e profundos, de onde emergem formas livres em constante transmutação. Entre camadas do inconsciente e contrastes energéticos, o olhar é lançado num sorvedouro contínuo, imerso numa miríade de sensações que se resolvem tanto em imagem quanto em experiência.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Camila Elis (Dois Irmãos, 1995).Camila Elis registra cenas complexas por meio...
17/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Camila Elis (Dois Irmãos, 1995).

Camila Elis registra cenas complexas por meio de composições abstratas ritmadas e gestuais. Em suas pinturas a óleo de textura aveludada e grandes dimensões, a superfície funciona como campo de negociação entre diferentes regimes de cor. O fundo lavado, de tom claro, é sobreposto por uma velatura de manchas vivas e saturadas, ou por tons densos e profundos. Entre camadas do inconsciente e contrastes energéticos, surgem formas livres, que flutuam em constante transmutação, num sorvedouro contínuo que coloca em movimento uma miríade de sensações e sentidos.

Realizou exposições individuais na Galeria Mamute (2019, 2022, 2025), na Residência Linha (2019) e na Casa de Cultura Mário Quintana (2023). Além disso, também participou de duo-shows com Camila Proto (2016, Espaço Cultural Joaneta, Picada Café), com Kauê Nery (2017, Espaço Cultural CEEE Érico Veríssimo, Porto Alegre), com Fernanda Valadares (2022, Galeria Mamute, Porto Alegre) e com Renan Soares (2024, Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre).

Dentre as exposições coletivas em sua trajetória, destacam-se: “Pode o infinito caber no vazio” (2023, São Paulo); “Sobre planetas, Idílios e miudezas” (2023, AM Galeria, São Paulo); “Polvo” (2023, Espaço das Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo); “O Som que o silêncio esconde” (2024, Galeria Mamute, São Paulo); “Pintura: permeabilidades imaginativas” (2025, Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo, Pelotas) e “Zênite” (2025, Galeria Mamute, São Paulo).

Participou, também, de residências na Fundação Iberê Camargo (2023, Porto Alegre) e no Ateliê Espace Copies (2023, Projeto Curatorial dos Mares, Marselha, França). Sua obra integra a coleção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul – MACRS (Porto Alegre).

A Bolsa de Arte marca presença na SP–Arte 2026 () com um programa que articula diversidade geracional, contextual e de p...
10/04/2026

A Bolsa de Arte marca presença na SP–Arte 2026 () com um programa que articula diversidade geracional, contextual e de práticas artísticas. Entre correntes do passado e discussões do presente, a seleção propõe um diálogo contínuo com a complexidade da contemporaneidade.

Visite o estande F17 e descubra a apresentação até domingo, 12 de abril, no Pavilhão da Bienal.
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Bolsa de Arte
Estande F17
Pavilhão da Bienal, Parque Ibirapuera
8–12 de abril

As pinturas de Bruno Novelli () constroem uma cosmogonia própria, onde natureza exuberante, mitologia e saber enciclopéd...
07/04/2026

As pinturas de Bruno Novelli () constroem uma cosmogonia própria, onde natureza exuberante, mitologia e saber enciclopédico se fundem em um território de invenção contínua. Inspirado pela exuberância amazônica, o artista não pinta a natureza como quem a observa de fora, hibridiza gestos, cores e referências que vão do bestiário medieval ao surrealismo, reinscrevendo tudo sob uma chave fabulatória singular. Pássaros, macacos, dragões e quimeras habitam paisagens em permanente mutação, onde pêlos, escamas e vegetação se confundem numa mímese que é menos camuflagem do que criação de mundo, um universo onde humanos e não humanos compartilham o mesmo maravilhamento.

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Bruno Novelli (Fortaleza, 1980).Bruno Novelli constrói universos pictóricos n...
07/04/2026

A Bolsa de Arte anuncia a representação de Bruno Novelli (Fortaleza, 1980).

Bruno Novelli constrói universos pictóricos nos quais uma natureza exuberante serve de palco para a presença de seres híbridos e antropomórficos. A partir da assimilação de imagens de expedições científicas, mitologias ancestrais, bestiários fantásticos e tradições que perpassam o clássico, o gótico e o moderno, o artista elabora uma cosmogonia própria, em que referências históricas são reorganizadas sob uma chave imaginativa singular. Suas pinturas, marcadas por cores intensas e padronagens rítmicas, ativam o espaço como campo ornamental e narrativo ao mesmo tempo. Contornos litorâneos, matas fechadas e quimeras híbridas são compostos por desenhos minuciosos que sugerem movimento contínuo, como se a paisagem estivesse em permanente mutação. Camadas espessas criam veladuras translúcidas e relevos sutis, conferindo às figuras uma presença quase tátil, como imagens extraídas de tratados ilustrados e reinscritas em um tempo mítico. Ainda que evoquem o imaginário científico e enciclopédico, suas obras não se resolvem como registro ou classificação: operam antes como fabulação, instaurando um território em que conhecimento e fantasia coexistem como duas faces de um mesmo mecanismo.

Realizou exposições individuais na David B. Smith Gallery (2014 e 2018, Denver), SGR Galería (2015, Bogotá), AM Galeria (2019, Belo Horizonte), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (2021, Porto Alegre), Galatea (2024, São Paulo), Museu Inimá de Paula (2025, Belo Horizonte) e Baró Galeria (2025, Paris).

Dentre as diversas exposições coletivas de que participou, destacam-se “Onde Há Fumaça: Arte e Emergência Climática” (2024, Museu do Ipiranga, São Paulo), “Cosmogonias Brasileiras” (2025, Natalie Seroussi, Paris) e “Exposition Générale” (2025, Fondation Cartier, Paris).

Sua obra integra a coleção da Fondation Cartier (Paris) e do Museu de Arte Contemporânea – MACRS (Porto Alegre).

Endereço

Rua Mourato Coelho, 790
São Paulo, SP
05417-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 10:00 - 17:00

Telefone

+551138127137

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