Gomide & Co

Gomide & Co Horário de Funcionamento: Terça a Sexta: 10h às 19h e Sábado em período de exposição: 10h às 17h Bem-vindos à Gomide & Co.

Nós da Bergamin & Gomide temos o prazer de anunciar nosso novo nome: Gomide & Co, que traduz a evolução da visão e modelo de gestão da galeria. Sob a energia criativa e direção de Thiago Gomide, iniciamos 2022 com um novo projeto de formato societário e um propósito claro: reunir talentos diversos e impulsionar carreiras de forma abrangente. Desde a nossa fundação em 2013, atuamos com excelência n

a promoção e divulgação da arte brasileira, participando das mais prestigiadas feiras e apresentando uma programação conceituada de exposições rigorosamente construídas — da seleção das obras, expografias e publicações. Em 8 anos, conquistamos o reconhecimento do circuito de arte nacional e internacional, o que só foi possível com a parceria de Antonia Bergamin, a quem somos gratos por absolutamente tudo. Na Gomide & Co, reafirmamos a missão de ser uma fonte consolidada para coleções privadas, museus e instituições ampliarem e diversificarem seus acervos. Apresentamos a partir de agora o Co, abreviatura de companhia, que simboliza um gesto colaborativo. Nossos principais colaboradores se envolvem coletivamente nas decisões estratégicas, desde a aquisição de acervo à programação, com transparência e compartilhamento de resultados. Uma filosofia que se expande na construção de espaços de fortalecimento de uma audiência engajada e propositiva, com liberdade de formatos e modos de ativação da nossa programação. É com essa paixão genuína que desejamos expandir nossos diálogos com os artistas e suas obras, colecionadores, instituições e demais agentes do mundo da arte. Honramos o que nos fez chegar até aqui, e é com o mesmo vigor que exaltamos o que vem pela frente.

Inseridas no ambiente de experimentação que aproximou o Ateliers Hugo de artistas surrealistas, as colaborações com Salv...
11/04/2026

Inseridas no ambiente de experimentação que aproximou o Ateliers Hugo de artistas surrealistas, as colaborações com Salvador Dalí (1904–1989) e Dorothea Tanning (1910–2012) revelam um contexto mais amplo de intercâmbios, no qual a joia se afirma como extensão de investigações poéticas e formais. Assim como outros artistas ligados ao movimento, ambos encontraram na ourivesaria de François Hugo um meio para transpor seus universos imagéticos para a escala intimista da joia.

No final dos anos 1950, Dalí desenvolve com o ateliê um conjunto de objetos e joias em que seu vocabulário onírico e simbólico ganha forma em metais preciosos. Elementos recorrentes de sua iconografia – como animais híbridos e formas orgânicas – são traduzidos em peças de forte caráter escultórico, nas quais o rigor técnico convive com o imaginário fantástico do artista.

Já Dorothea Tanning, em diálogo com Max Ernst, integra esse mesmo contexto de experimentação e troca. Sua proximidade com Ernst – colaborador recorrente do ateliê – e sua inserção no círculo surrealista aproximam sua produção desse espaço de confluência entre arte e matéria. Nesse ambiente, o Ateliers Hugo afirma-se como um lugar de tradução e reinvenção, no qual diferentes linguagens encontram continuidade no metal.

A Gomide&Co, em parceria com Gabriella Paschoal e Livia Debbane, apresenta o Ateliers Hugo em seu estande A02 na SP–Arte 2026, que acontece no Pavilhão da Bienal até amanhã (domingo, 12.04).
_

(1-2) Salvador Dalí (1904–1989)
Ménagère Surréaliste, 1957
Prata esterlina, ouro 24 quilates, esmalte e cristais [Sterling silver, 24 Karat gold, enamel and crystals]
Conjunto de 6 [Set of 6]
Ed. 99 (20/99) + 2 AP + 2 ED

(3, 5, 7, 10) Ateliers Hugo, 📷 Adrien Chenel

(4) Dorothea Tanning (1910–2012)
Mademoiselle Pieuvre, 1966
Ouro 18 quilates [18 Karat gold]
6 x 4 cm [2 1/2 x 1 1/2 in.]
Ed. XVII + 2 AP + 2 ED (ED 2/2)

(6) Coeur, 1966
Ouro 18 quilates [18 Karat gold]
4,1 x 3,3 cm [1 1/2 x 1 1/2 in.]
Ed. XVII + 2 AP + 2 ED (ED 2/2)

(8-9) Le Nil, 1966
Ouro 23 e 18 quilates [23 and 18 Karat gold]
Conjunto de 2, 10.2 x 1.5 cm
[Set of 2, 4 x 1/2 in.]
Ed. XVII + 2 AP + 2 ED (ED 2/2)

León Ferrari (Argentina, 1920–2013) desenvolveu uma obra marcada pela experimentação com materiais e linguagens diversas...
09/04/2026

León Ferrari (Argentina, 1920–2013) desenvolveu uma obra marcada pela experimentação com materiais e linguagens diversas, articulando escultura, desenho, colagem, escrita, entre outros meios, em uma prática profundamente crítica. No decorrer de sua trajetória, investigou as relações entre linguagem, poder e violência, construindo um vocabulário singular que tensiona estruturas de ordem religiosa, política e social.

Realizada no final da década de 1950, ‘Sem título’ (c. 1959) integra o núcleo inicial de sua produção escultórica, desenvolvido durante sua permanência na Itália. A forma vertical e alongada, de caráter orgânico, evidencia o interesse do artista pela modelagem direta e pela definição da forma a partir do contato com a matéria. Já em suas esculturas em metal, iniciadas nos anos 1960 e retomadas com intensidade entre as décadas de 1970 e 80, Ferrari desloca essa investigação para o espaço, criando estruturas lineares que se expandem como desenhos tridimensionais, nos quais o vazio e a tensão entre os elementos tornam-se constitutivos da obra.

Nos seus grafismos, essa mesma lógica se desdobra em uma escrita visual densa e contínua, formada por traços que se acumulam e se entrelaçam, aproximando linguagem e imagem. Entre escultura e desenho, sua produção estabelece um campo no qual forma, gesto e pensamento operam de maneira indissociável, propondo uma experiência que oscila entre leitura, percepção e construção espacial.

As obras do artista estão em exibição no estande A02 da Gomide&Co durante a SP–Arte 2026, que acontece no Pavilhão da Bienal até domingo (12.04).
_

(1-2) Sem título [Untitled], 1981
Aço inoxidável [Stainless steel]
81 x 31 x 31 cm [32 x 12 x 12 in.]

(3-4) Sem título [Untitled], 1987
Pastel e acrílica sobre madeira [Oily stick and acrylic on wood]
100 x 124 cm [39 1/2 x 49 in.]

(5-7) Sem título [Untitled], c. 1959
Cerâmica, gesso e cimento [Ceramic, plaster, and cement]
195,5 x 32 x 32 cm [77 x 12 1/2 x 12 1/2 in.]
📷 Edouard Fraipont

(8) León Ferrari, Roma, déc. 1950, 📷 Fundación Augusto y León Ferrari Arte y Acervo (FALFAA)

Para a SP–Arte 2026, a Gomide&Co apresenta uma seleção que reúne obras de diferentes gerações e contextos, articuladas e...
01/04/2026

Para a SP–Arte 2026, a Gomide&Co apresenta uma seleção que reúne obras de diferentes gerações e contextos, articuladas em um percurso que investiga as relações entre materialidade, linguagem e construção simbólica. 

No decorrer da seleção, a matéria se afirma ora como território de invenção sensível, ora como estrutura organizada por sistemas formais e conceituais. Processos ligados à terra, à cor, à geometria e ao gesto revelam modos diversos de construção da imagem, enquanto investigações sobre linguagem e representação tensionam códigos estabelecidos que são deslocados para zonas de ambiguidade e indeterminação.

Em paralelo à seleção principal, a Gomide&Co, em parceria com Gabriella Paschoal e Livia Debbane, convida o Ateliers Hugo para a atual edição da SP–Arte. Fundado por François Hugo em Paris em 1933, o ateliê foi pioneiro na produção de joias concebidas por artistas, desenvolvendo técnicas específicas para transpor suas linguagens para metais preciosos. No decorrer das décadas, consolidou-se como um espaço singular de colaboração entre arte e ourivesaria, reunindo nomes fundamentais da arte moderna e surrealista. 
_

(1-2) Mira Schendel (1919–1988)
Sem título, 1952
guache sobre papel
33,7 x 38,2 cm
📷 Edouard Fraipont

(3) Pablo Picasso (1881–1973)
Tête en forme d’horloge, 1956
prata 950
43 x 43,5 x 2,5 cm
Edição def 20 (7/20) + 2 AP + 2 ED + 6 HC

(4) Celso Renato (1919–1992)
Sem título, c. 1982
acrílica sobre madeira
57 x 30 cm
📷 Estúdio em Obra

(5) Francisco Brennand (1927–2019)
Águia (Pássaro Gigante), 1973
cerâmica vitrificada
86,5 x 57 x 27,5 cm
📷 Edouard Fraipont

(6) Alfredo Volpi (1896–1988)
Fachada, déc. 1960
têmpera sobre tela
72 x 49 cm
📷 Edouard Fraipont

(7) Megumi Yuasa (1938)
Árvore, c. 1985
cerâmica esmaltada
82,5 x ø 30,5 cm
📷 Edouard Fraipont

(8) Hélio Oiticica (1937–1980)
Sem título, c. 1955
guache sobre cartão
51,5 x 59,5 cm

(9) Teresinha Soares (1927–2026)
Ele tocou as cordas do meu coração, 1967
tinta vinílica sobre madeira recortada e lâmpadas
93 x 54,5 x 14 cm
📷 Ding Musa

(10) Marcelo Cipis (1959)
Círculo azul, 1999
óleo sobre tela
70 x 70 cm
📷 Antonio Malta

A Gomide&Co tem o prazer de anunciar a representação de Leonardo Finotti (Brasil, 1977).Ao longo de mais de duas décadas...
26/03/2026

A Gomide&Co tem o prazer de anunciar a representação de Leonardo Finotti (Brasil, 1977).

Ao longo de mais de duas décadas, Finotti construiu um relevante acervo fotográfico dedicado à arquitetura moderna na América Latina, a partir de uma prática contínua de documentação em diferentes países. Sua pesquisa articula um olhar atento à circulação da arquitetura em escala global.

Em diálogo com nomes centrais da arquitetura moderna e contemporânea, colaborou com arquitetos como Álvaro Siza, Paulo Mendes da Rocha e Isay Weinfeld, além de fazer um levantamento da obra de Oscar Niemeyer. Também fotografou projetos de Roberto Burle Marx, Carlos Raúl Villanueva e Luis Barragán.

Sua produção foi apresentada em instituições e bienais internacionais. Atualmente, apresenta duas individuais no Brasil (São Paulo e Belo Horizonte) e duas no México (Guadalajara e Querétaro). Suas obras integram coleções como o MoMA, Harvard Art Museums, MAXXI e o Museum of Contemporary Art Tokyo, além de instituições brasileiras.
_

Gomide&Co is pleased to announce the representation of Leonardo Finotti (Brazil, 1977).

Over more than two decades, Finotti has built a significant photographic archive dedicated to modern architecture in Latin America, through an ongoing practice of documentation across different countries. His research articulates a perspective attentive to the global circulation of architecture.

In dialogue with key figures of modern and contemporary architecture, he has collaborated with architects such as Álvaro Siza, Paulo Mendes da Rocha, and Isay Weinfeld, in addition to undertaking a survey of Oscar Niemeyer’s work. He has also photographed projects by Roberto Burle Marx, Carlos Raúl Villanueva, and Luis Barragán.

His work has been presented at institutions and international biennials. At present, he has two solo exhibitions in Brazil (São Paulo and Belo Horizonte) and two in Mexico (Guadalajara and Querétaro). His works are part of collections such as MoMA, Harvard Art Museums, MAXXI, and the Museum of Contemporary Art Tokyo, as well as Brazilian institutions.

A Gomide&Co tem o prazer de apresentar ‘Alexandre da Cunha — Dudi Maia Rosa’, exposição que propõe estabelecer um diálog...
24/03/2026

A Gomide&Co tem o prazer de apresentar ‘Alexandre da Cunha — Dudi Maia Rosa’, exposição que propõe estabelecer um diálogo entre duas práticas que, a partir de procedimentos distintos, compartilham um interesse profundo pela materialidade e pelo potencial transformador de materiais industriais.

A abertura acontece na galeria no dia 09 de abril (quinta-feira), às 18h, e a exposição segue em cartaz até 23 de maio. O texto crítico é da crítica de arte e curadora independente Fernanda Morse.

Desde os anos 1980, Dudi Maia Rosa (São Paulo, 1946) desenvolve um trabalho que tensiona os limites tradicionais da pintura. Utilizando resina poliéster e fibra de vidro, o artista constrói superfícies translúcidas ou opacas nas quais cor, estrutura e suporte surgem simultaneamente, fazendo com que a própria matéria pictórica constitua o corpo da obra.

Por sua vez, Alexandre da Cunha (Rio de Janeiro, 1969) parte de um encontro direto com a matéria, reorganizando objetos e materiais da cultura cotidiana em composições escultóricas que exploram tensões, pesos e equilíbrios. Em muitas de suas obras, essas operações se aproximam de questões próprias da pintura, especialmente na organização de cor, ritmo e composição no espaço. Para a exposição, o artista apresenta duas esculturas modulares concebidas para a galeria.

Apesar das diferenças de linguagem, o diálogo entre ambos evidencia afinidades na investigação da materialidade e na capacidade de deslocar materiais industriais para novos campos de percepção. A Gomide&Co agradece às galerias Almeida & Dale, representante de Dudi Maia Rosa, e Luisa Strina, representante de Alexandre da Cunha, por apoiarem a realização da exposição.
_

Dudi Maia Rosa (1946)
Sem título [Untitled] (detalhe [detail]), 2007
resina poliéster pigmentada e fibra de vidro [pigmented polyester resin and fiberglass]
196 x 196 cm [77 x 77 in]
📷 Felipe Bertadelli

Amanhã (sábado, 21.03) é o último dia para visitar 'ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE’, individual de Antonio Dias (1944–201...
20/03/2026

Amanhã (sábado, 21.03) é o último dia para visitar 'ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE’, individual de Antonio Dias (1944–2018) em exibição na Gomide&Co.

Realizada em parceria com a Sprovieri, Londres, a partir de obras preservadas por Gió Marconi, a mostra reúne pinturas produzidas entre 1968 e 1971, nos primeiros anos do artista em Milão, além de uma seleção inédita de documentos do Fundo Antonio Dias do Instituto de Arte Contemporânea – IAC.

Com organização e texto crítico de Gustavo Motta e expografia de Deyson Gilbert, a exposição dá continuidade à mostra apresentada em Londres em 2025 e articula obras históricas e documentação para revisitar um período central da produção do artista, reafirmando sua relevância no contexto internacional.

Deslize para conferir os destaques de imprensa sobre a exposição. As matérias completas estão disponíveis no site da galeria (link na bio).
_

Tomorrow (Saturday, Mar 21) is the last day to visit ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE, a solo exhibition of Antonio Dias (1944–2018) on view at Gomide&Co.

Developed in collaboration with Sprovieri, London, and featuring works preserved by Gió Marconi, the exhibition brings together paintings produced between 1968 and 1971, during the artist’s early years in Milan, along with a previously unseen selection of documents from the Antonio Dias Archive at the Instituto de Arte Contemporânea – IAC.

Organized and accompanied by a critical essay by Gustavo Motta, with exhibition design by Deyson Gilbert, the exhibition follows on from the show presented in London in 2025 and brings together historic works and documentation to revisit a central moment in the artist’s production, reaffirming his relevance in an international context.

Scroll to see the press highlights. Full articles are available on the gallery’s website (link in bio).

‘ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE’, publicação que acompanha exposição homônima em exibição na Gomide&Co, reúne um conjunto...
11/03/2026

‘ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE’, publicação que acompanha exposição homônima em exibição na Gomide&Co, reúne um conjunto de pinturas realizadas por Antonio Dias durante seus primeiros anos de exílio em Milão, entre 1968 e 1971, período decisivo em sua trajetória. Resultado de uma colaboração entre a Gomide&Co e a Sprovieri, Londres, o volume apresenta também documentação proveniente do Fundo Antonio Dias do Instituto de Arte Contemporânea (IAC), ampliando o contexto histórico e crítico em torno dessas obras.

Entre os trabalhos reproduzidos, destacam-se pinturas apresentadas na primeira exposição individual do artista no antigo Studio Marconi, em Milão, em 1969 – obras em sua maioria preservadas por Gió Marconi, filho de Giorgio Marconi. Organizada e editada por Gustavo Motta, crítico e professor do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP), a publicação acompanha e registra as exposições realizadas em Londres e São Paulo, dando continuidade à pesquisa desenvolvida por Motta a partir do arquivo do artista.

O lançamento acontece neste sábado (14 de março) no Instituto de Arte Contemporânea (IAC), em São Paulo, e será acompanhado por duas rodas de conversa sobre Antonio Dias e a exposição, às 11h e às 15h.

Dezembro de 2025 marca os 50 anos da individual de Shoko Suzuki no MASP. Inaugurada em dezembro de 1975, a mostra reunia...
18/12/2025

Dezembro de 2025 marca os 50 anos da individual de Shoko Suzuki no MASP. Inaugurada em dezembro de 1975, a mostra reunia mais de 90 obras – a maior parte produzida especialmente para a ocasião, além de peças premiadas no Japão, realizadas antes da mudança da artista para o Brasil, em 1962.

Nascida em Tóquio em 1929, Shoko Suzuki construiu uma trajetória singular ao expandir os limites da cerâmica para além das categorias utilitárias e decorativas. Iniciou sua carreira no Japão nos anos 1950, expondo em galerias e museus de Tóquio antes de se estabelecer no Brasil na década seguinte. Em Cotia, construiu o primeiro forno noborigama do país, marco fundamental para a história da cerâmica brasileira, a partir do qual desenvolveu uma obra de forte densidade poética e rigor técnico. Sua pesquisa ganhou projeção nacional ao longo das décadas seguintes, culminando na individual no MASP em 1975, que contou com texto do crítico Clarival do Prado Valladares e apresentou ao público brasileiro um conjunto inédito e amadurecido de sua produção.
_

December 2025 marks fifty years since Shoko Suzuki’s solo show at MASP. Opened in December 1975, the exhibition brought together more than 90 works—most of them produced especially for the occasion, alongside prizewinning pieces made in Japan prior to the artist’s move to Brazil in 1962.

Born in Tokyo in 1929, Shoko Suzuki forged a singular trajectory by expanding the boundaries of ceramics beyond utilitarian and decorative categories. She began her career in Japan in the 1950s, exhibiting in galleries and museums in Tokyo before settling in Brazil the following decade. In Cotia, she built the country’s first ‘noborigama’ kiln, a landmark in the history of Brazilian ceramics, from which she developed a body of work of remarkable poetic density and technical rigor. Over the ensuing decades, her research gained national recognition, culminating in her 1975 solo show at MASP, accompanied by a text by critic Clarival do Prado Valladares, which presented Brazilian audiences with a significant and mature selection of her work.

Gomide&Co celebrates the announcement of the acquisition of the Daros Latinamerica Collection by the Museo de Arte Latin...
15/12/2025

Gomide&Co celebrates the announcement of the acquisition of the Daros Latinamerica Collection by the Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (Malba). This is one of the largest private collections of Latin American contemporary art, now becoming part of one of the world’s leading museums dedicated to Latin American art. The acquisition coincides with the beginning of Brazilian curator and art critic Rodrigo Moura’s work as the museum’s Artistic Director.

Among the works included in the collection are pieces by artists represented by Gomide&Co. The collection comprises four works by Lenora de Barros, twenty-seven by Mira Schendel, more than fifty by León Ferrari, three by Hélio Oiticica, and sixteen by Antonio Dias—an artist who will be the subject of the gallery’s next exhibition, opening on February 10, 2026. This acquisition underscores the historical importance of these artists on the international stage and expands their visibility within the institutional landscape of Latin America.
_

A Gomide&Co celebra o anúncio da aquisição do acervo da Daros Latinamerica Collection pelo Museo de Arte Latinoamericana de Buenos Aires (Malba). Trata-se de uma das maiores coleções privadas de arte contemporânea latino-americana, que agora passa a fazer parte de um dos principais museus de arte latino-americana do mundo. A aquisição coincide com o início da atuação do curador e crítico de arte brasileiro Rodrigo Moura como Diretor Artístico do museu.

Entre as obras presentes na coleção, estão trabalhos de artistas que fazem parte do programa da Gomide&Co. A coleção inclui quatro obras de Lenora de Barros, 27 de Mira Schendel, mais de 50 de León Ferrari, três de Hélio Oiticica, além de 16 de Antonio Dias – artista que é tema da próxima exposição a ser apresentada pela galeria, a partir de 10 de fevereiro de 2026. Essa aquisição reforça a importância histórica desses artistas no cenário internacional e amplia sua projeção no contexto institucional da América Latina.

Dia Beacon presents a new exhibition of Hélio Oiticica that traces his transition from the two-dimensional to the three-...
11/12/2025

Dia Beacon presents a new exhibition of Hélio Oiticica that traces his transition from the two-dimensional to the three-dimensional between 1958 and 1966. Curated by Humberto Moro, the show explores the artist’s conception of color, space, and form, moving from geometric abstraction toward objects and environments that invite public participation.

The exhibition opens with two paintings from the ‘Metaesquemas’ (1957–59) and two works from the ‘Relevos Espaciais’ (1959), series that mark a rapid evolution: from the monochromatic grid to the artist’s unfolding into the exhibition space through three-dimensional pieces. At its center is ‘Grande Núcleo’ (1960–66), a large-scale installation regarded as one of Oiticica’s most immersive environments. The viewer’s bodily presence, movement, and perception of time and space become integral to the work, actively shaping the relational dynamics that unfold around it.

On this occasion, Gomide&Co revisits the solo show of Hélio Oiticica presented by the gallery at Casa SP–Arte in 2023.
_

O Dia Beacon apresenta uma nova exposição de Hélio Oiticica que evidencia sua passagem do bidimensional ao tridimensional entre 1958 e 1966. Com curadoria de Humberto Moro, a mostra explora a compreensão do artista sobre cor, espaço e forma, avançando da abstração geométrica para objetos e ambientes que convidam à participação do público.

A exposição abre com duas pinturas dos ‘Metaesquemas’ (1957–59) e duas obras dos ‘Relevos Espaciais’ (1959), séries que assinalam uma rápida evolução: da grade monocromática ao desdobramento no espaço expositivo por meio de peças tridimensionais. No centro está ‘Grande Núcleo’ (1960–66), instalação de grande escala considerada um dos ambientes mais imersivos de Oiticica. A presença corporal do visitante, seu movimento e sua percepção de tempo e espaço tornam-se parte integrante da obra, moldando ativamente as dinâmicas relacionais ao seu redor.

Nesta ocasião, a Gomide&Co relembra a individual de Hélio Oiticica realizada pela galeria na Casa SP–Arte em 2023.
_

(1-3) Dia Beacon, 📷 On White Wall
(4-5) 📷 Cesar Oiticica Filho
(6-15) Casa SP–Arte, 2023, 📷 Edouard Fraipont

Art Basel Miami Beach 2025 | Nilda NevesThe nearly fifty years Nilda Neves lived in the countryside of Bahia shaped an i...
07/12/2025

Art Basel Miami Beach 2025 | Nilda Neves

The nearly fifty years Nilda Neves lived in the countryside of Bahia shaped an imagetic universe grounded in the richness of the region’s sertão landscape. From listening to her ancestors, images arise and are transferred directly onto the canvas, without preliminary drawing. In this way, the artist distinguishes between “visions” (visagens) and “apparitions” when describing the sources that animate her forms. Twisted lines weave together notable events, popular prophecies, and emotional memories.

In her most recent series, Neves has turned her attentive gaze to rock formations found in the caves of Chapada Diamantina, which she had the opportunity to revisit last year. These paintings stem from a journey into the depths of the earth—an experience that is also, in many ways, a return to the artist’s own roots and memories.

Her works are on view at Gomide&Co’s booth F6 during Art Basel Miami Beach 2025, which closes today (Sunday, Dec 7).
_

Os quase cinquenta anos que Nilda Neves viveu no interior da Bahia legaram um universo imagético pautado pela riqueza da paisagem do sertão baiano. Da escuta de seus ancestrais, nascem imagens que são transpostas diretamente para a tela, sem um desenho prévio. Assim, a artista estabelece uma diferença entre “visagens” e “aparições” quando explica as fontes que animam suas formas. Linhas retorcidas mesclam fatos ilustres com profecias populares e memórias afetivas.

Em suas séries mais recentes, Neves tem voltado seu olhar sensível para formações rochosas encontradas em grutas da Chapada Diamantina, que a artista teve a oportunidade de revisitar ano passado. Trata-se de pinturas oriundas de uma viagem para o interior da terra que não deixa de ser também um reencontro com as raízes e memórias da própria artista.

Obras da artista estão em exibição no booth F6 da Gomide&Co durante a Art Basel Miami Beach 2025, que encerra hoje (domingo, 07.12).
_

(1-2) ‘Estalactite da Chapada Diamantina I’ [Stalactite from Chapada Diamantina I], 2025
óleo sobre tela [oil on canvas]
80 x 60 cm [31 1/2 x 23 1/2 in.]
📷 Estúdio em Obra

(3) 📷 Gabi Portilho

Art Basel Miami Beach 2025 | Jaider EsbellJaider Esbell's work is marked by a variety of languages, such as drawing, pai...
06/12/2025

Art Basel Miami Beach 2025 | Jaider Esbell

Jaider Esbell's work is marked by a variety of languages, such as drawing, painting, writing, installation, and performative actions, that rescue indigenous cosmologies within the context of contemporary art. His socio-environmental concerns, criticism of hegemonic culture, and the rewriting—understood here as poetic insertion—of the indigenous cosmovision in society draws worldviews crossed by a strong desire for political action. Esbell creates images reminiscent of so-called mirages through intense chromaticism. Although it is possible to identify some animal and plant figures, most of the composition metamorphoses into a colorful and vibrant weave on a dark background, in which contours and boundaries are confused and camouflaged.

Works by the artist are on view at Gomide&Co’s booth F6 during Art Basel Miami Beach 2025, which closes tomorrow (Sunday, Dec 7).
_

A obra de Jaider Esbell é marcada por uma variedade de linguagens, como desenho, pintura, escrita, instalação e ações performáticas, que resgatam cosmologias indígenas no contexto da arte contemporânea. Sua preocupação socioambiental, a crítica à cultura hegemônica e a reescrita da cosmovisão indígena na sociedade desenha visões de mundo atravessadas pelo forte desejo de atuação política. Esbell cria imagens que lembram as chamadas mirações através de um intenso cromatismo. Ainda que seja possível identificar figuras animais e vegetais, a maior parte da composição se metamorfoseia em uma trama colorida e vibrante de fundo escuro, no qual os contornos e os limites se confundem e se camuflam.

Obras do artista estão em exibição no booth F6 da Gomide&Co durante a Art Basel Miami Beach 2025, que encerra amanhã (domingo, 07.12).
_

(1-2) Nudez da alma [Nudity of The Soul], 2020
acrylic and permanent ink on canvas
100 x 75 x 3,5 cm [39 1/2 x 29 1/2 x 1 1/2 in.]
📷 Estúdio em Obra

(3-4) 34th Bienal de São Paulo, 2021

(5-6) Gêmeos de Macunaíma [Macunaíma’s Twins], 2019
acrylic and permanent ink on canvas
63,5 x 89,5 cm [25 x 35 in.]
📷 Estúdio em Obra

(7-8) 59th La Biennale di Venezia, 2022

Endereço

Avenida Paulista 2644
São Paulo, SP
01310300

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 11:00 - 17:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Gomide & Co posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Gomide & Co:

Compartilhar

Categoria