Millan Galeria de Arte fundada em 1986, em São Paulo/SP, Brasil
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A Galeria Millan atua no mercado desde 1986 e atualmente é dirigida por André Millan, Socorro de Andrade Lima, Hena Lee, João Marcelo Andrade e Camila Siqueira. Desde sua fundação, a galeria procura estabelecer diálogos entre a produção de artistas modernos e sua contribuição para a formação da nova geração. Ao longo de seus mais de trinta anos de atividade, a Galeria Millan se consolidou como ref

erência nacional por fomentar a potência de cada artista, posicioná-lo dentro do mercado internacional e apoiar sua participação em importantes exposições coletivas, incluindo a Documenta de Kassel e a Bienal de Veneza e mostras individuais em grandes instituições, como Louvre, Palais de Tokyo, Jeu de Paume, Museo Tamayo, Museo Reina Sofía e Tate Gallery. A galeria também direciona seu foco para a inclusão das obras dos artistas representados em coleções públicas relevantes - MoMA, MoMA PS1, Cisneros Fontanals Art Foundation, Colección Jumex, Tate Modern, Centre Pompidou e Instituto Inhotim são algumas delas - bem como a realização de publicações consistentes graças a parcerias com editoras. Tem participado de importantes feiras, incluindo a Frieze Masters, a FIAC, ARCOmadrid, Art Basel, Art Basel Miami Beach, SP-Arte e ArtRio.

Neste sábado, 22 de março, Carlos Garaicoa inaugura a instalação “Jardim Frágil” na Usina de Arte, em Água Preta, Pernam...
21/03/2025

Neste sábado, 22 de março, Carlos Garaicoa inaugura a instalação “Jardim Frágil” na Usina de Arte, em Água Preta, Pernambuco.

A obra site-specific combina o pavilhão e seu espaço expositivo de orquídeas com um conjunto escultórico central composto por hastes de ferro, semelhantes às ferramentas utilizadas pelos sopradores de vidro, encimadas por figuras de vidro de Murano.

“Brinco efetivamente com o contraste que representa encontrar a relação matemática na natureza e, por outro lado, o caos, ou aparente desordem, que podemos encontrar na vegetação. O jogo entre o controle e a liberdade está presente, não só no pavilhão, mas na obra Jardim Frágil que lhe dá origem. O pavilhão foi concebido como um prisma, uma estrutura ‘controlada’, que serve para abrigar orquídeas, que representam beleza e liberdade absolutas. O mesmo acontece naqueles tipos de ‘cetros’ da instalação, que de um lado possuem um prisma, e do outro uma figura livre em forma de flor, lembrando as orquídeas que o rodeiam”, esclarece o artista.


On Saturday, March 22, unveils the work “Jardim Frágil” at Usina de Arte in Água Preta () .

The site-specific work combines the pavilion and its orchid exhibition space with a central sculptural ensemble made up of iron rods, similar to the tools used by glassblowers, topped by Murano glass figures.

“I’m effectively playing with the contrast between finding the mathematical relationship in nature and, on the other hand, the chaos, or apparent disorder, that we can find in vegetation. The play between control and freedom is present not only in the pavilion but also in the work Jardim Frágil, which gave rise to it. The pavilion was conceived as a prism, a ‘controlled’ structure that serves to house orchids, which represent absolute beauty and freedom. The same is true of those types of ‘scepters’ in the installation, which have a prism on one side and a free figure in the shape of a flower on the other, reminiscent of the orchids that surround it,” explains the artist.
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Jardim Frágil [Fragile Garden], 2019 | vista da instalação na [exhibition view at] Fondazione Berengo, Murano | ft [ph] Francesco Allegretto

  em diálogo com Thalita Hamaoui na Piero Atchugarry Gallery, no Uruguai. A exposição Under The Pink Ipê apresenta a obr...
18/03/2025

em diálogo com Thalita Hamaoui na Piero Atchugarry Gallery, no Uruguai.

A exposição Under The Pink Ipê apresenta a obra de Mariana Palma em diálogo com a de Thalita Hamaou, explorando a relação entre cor, memória e transformação, por meio de composições em múltiplas camadas que tensionam o equilíbrio entre o natural e o artificial. 

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Mariana Palma in dialogue with Thalita Hamaoui at Piero Atchugarry Gallery in Uruguay.


The show establishes dialogues between the works of Mariana Palma and Thalita Hamaoui, exploring the relationship between color, memory, and transformation through layers and compositions that challenge the balance between the natural and the artificial. 

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Em cartaz [on view] até 20 de abril [april] 2025.
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ft [ph] Filipe Berndt

Últimos dias para visitar  , de  ,   e Cristiano Raimondi. A exposição resulta de um ano de trocas e aproximações entre ...
17/03/2025

Últimos dias para visitar , de , e Cristiano Raimondi. A exposição resulta de um ano de trocas e aproximações entre os artistas, estabelecendo fluxos de diálogo que se materializam em obras individuais e colaborações. Em cartaz até 22 de março.

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Final days to visit Calambur, featuring Guga Szabzon, ThomazRosa, and Cristiano Raimondi. The exhibition is the result of a year of exchanges and connections between the artists, establishing flows of dialogue materialized in individual works and collaborations. On view until March 22.

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Vistas de exposição [Installation views] Julia Thompson

“A tela insurgente”, com curadoria de  , inaugura em 22 de março no Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto.A nov...
14/03/2025

“A tela insurgente”, com curadoria de , inaugura em 22 de março no Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto.

A nova exposição de longa duração do Instituto conta com obras de , , , , , e para refletir sobre as diferentes correntes que influenciaram a arte brasileira do modernismo à contemporaneidade.

O evento de abertura ocorre das 16h às 19h.

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“A tela insurgente”, curated by Antonio Gonçalves Filho, opens on March 22 at the Instituto Figueiredo Ferraz in Ribeirão Preto.

The Institute’s new long-term exhibition features works by Amilcar de Castro, Cassio Michalany, Dudi Maia Rosa, Emmanuel Nassar, Felipe Cohen, Paulo Pasta, and Tatiana Blass to reflect on the different currents that have influenced Brazilian artists from Modernism to Contemporary Art.

The opening event takes place from 4pm to 7pm.

“Eu não faço meus desenhos sem motivo, me inspiro nas palavras dos xamãs. Daqueles que têm os mais belos cantos, daquele...
12/03/2025

“Eu não faço meus desenhos sem motivo, me inspiro nas palavras dos xamãs. Daqueles que têm os mais belos cantos, daqueles que sabem realmente fazer ouvir as palavras dos espíritos xapiri pë.”

Em seus desenhos, apresenta outra perspectiva para a relação com o ambiente habitável, seja ele físico ou espiritual. os desenhos dão corpo às histórias dos tempos ancestrais e às múltiplas dimensões da terra-floresta , visível somente aos xamãs, traduzindo a cosmologia yanomami em narrativas visuais.

Joseca, junto de , está em cartaz na exposição DANCING WITH ALL: The Ecology of Empathy, no 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, no Japão, até 16 de março de 2025.

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“I don’t draw without reason; I’m inspired by the words of the shamans. Those with the most beautiful chants, those who really know how to make the words of the xapiri pë spirits heard.”

In his drawings, Joseca offers a different perspective on the relationship with the habitable environment, whether physical or spiritual. His drawings give form to the stories of ancestral times and the multiple dimensions of the Yanomami land-forest, visible only to shamans, translating Yanomami cosmology into visual narratives.

Joseca, alongside Jaider Esbell, is featured in the exhibition DANCING WITH ALL: The Ecology of Empathy at the 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japan, until March 16, 2025.

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(1-2) Vistas de exposição [Installation views] Filipe Berndt
(3-4) Vistas de exposição [Installation views] Yuasa Akira

  “é um neorromântico que vê o mundo como um mistério, nas antípodas do cinismo que prevalece no mundo atual da arte. Um...
10/03/2025

“é um neorromântico que vê o mundo como um mistério, nas antípodas do cinismo que prevalece no mundo atual da arte. Um neorromântico interessado na ordem e na ciência, que busca visitar, por meio da arte, estes pontos abstratos em que as matemáticas se dissolvem na poesia. Um neorromântico cuja subjetividade, ao invés de olhar para dentro do sujeito ou apenas para a existência, dedica-se em buscar um imaginário da matéria. Um neorromântico no qual o humanismo se coloca em função de um Verstehen das coisas, forças e relações físicas do universo, de um conhecimento poético do macro e do micro, daquilo que nos rodeia, mas encontra-se além de nossa dimensão. Daí o encontro peculiar entre materialidade e subjetividade em sua obra”.

— Trecho do texto de Gerardo Mosquera publicado no catálogo da exposição “Coordenadas y Apariciones”, de José Damasceno, realizada em 2008 no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, Espanha.


José Damasceno “is a Neo-Romantic who, in total opposition to the cynicism prevalent on today’s art scene, sees the world as a mystery. A Neo-Romantic interested in order and science who through art seeks to visit those abstract points where mathematics dissolves into poetry. A Neo-Romantic whose subjectivity, instead of looking within the subject or only towards existence, applies itself to attempting to achieve an imagery of matter. A Neo-Romantic whose humanism is expressed in terms of a Verstehen of the things, forces and physical relationships of the universe, of a poetic knowledge of the macro and the micro, of what surrounds us but remains outside our dimension. Hence that peculiar encounter between materiality and subjectivity in his work.”

— Excerpt from Gerardo Mosquera’s text published in the catalog of the exhibition “Coordenadas y Apariciones”, held by José Damasceno Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid, in 2008.


Vistas de exposição [Installation views] Raúl Lorenzo

  participa da exposição “Amazons. The Ancestral Future”, no  , em Barcelona. Com curadoria de Claudi Carreras, a mostra...
07/03/2025

participa da exposição “Amazons. The Ancestral Future”, no , em Barcelona. Com curadoria de Claudi Carreras, a mostra propõe um mergulho sensível pelas complexidades culturais e ambientais da , ressaltando perspectivas indígenas sobre e . Além de consultora curatorial, Daiara assina o texto “Resistência amazônica” no catálogo da exposição. Paralelamente, a artista integra a 2025 no setor “Wametisé: ideas for an amazofuturism”, curado por Denilson Baniwa, María Wills e Institute for Postnatural Studies, junto a nomes como . Ambas as mostras evidenciam sua prática artística como um potente campo de reflexão sobre e futuros possíveis para a Amazônia.



participates in the exhibition “Amazons. The Ancestral Future” at , Barcelona. Curated by Claudi Carreras, the show invites audiences into the cultural and environmental complexities of the , presenting indigenous perspectives on cosmology and futurity. Besides featuring her artwork, Daiara contributed as a curatorial advisor. Simultaneously, her works are also part of “Wametisé: Ideas for an Amazofuturism” at , curated by Denilson Baniwa, María Wills, and the Institute for Postnatural Studies, alongside artists including . Both exhibitions affirm her practice as a powerful exploration of and possible futures.

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(1) Trecho da conversa com Daiara Tukano, Laura Pérez Gil e Gemma Orobitg, CCCB, Barcelona, Espanha [Excerpt from the conversation with Daiara Tukano, Laura Pérez Gil, and Gemma Orobitg, CCCB, Barcelona, Spain]
(2-3) ft [ph] Choreo

“  é um projeto nascido do diálogo entre dois amigos artistas e um curador quase tão distante quanto suas próprias pesqu...
06/03/2025

“ é um projeto nascido do diálogo entre dois amigos artistas e um curador quase tão distante quanto suas próprias pesquisas. Os amigos trabalham, o curador observa, oferece dicas possivelmente inúteis e um olhar benevolente, mas, acima de tudo, gosta de torturar os artistas. Eles sofrem invadidos pelo prazer do ato criativo. O curador impõe limites ao propor liberdade máxima—não há liberdade sem a consciência dos limites dos outros. Calambur joga com paradoxos visuais e formais, sentidos e contrassentidos. [...] É repentino, paradoxal como a vida; dá sentido ao sem sentido, criando novas significações.” — Cristiano Raimondi.

“Calambur”, de , Thomaz Rosa e Cristiano Raimondi, em cartaz até 22 de março.


“ is a project born from the dialogue between two artist friends and a curator almost as distant as their own research. The friends work; the curator observes, gives possibly useless tips and a benevolent gaze, but above all, enjoys torturing the artists. They suffer invaded by the pleasure of creating. The curator imposes limits by proposing maximum freedom—there is no freedom without awareness of the limits of others. Calambur plays with visual and formal paradoxes, meanings and counter-meanings. [...] It is sudden, paradoxical as life itself; it makes sense of the meaningless, creating new significations.” — Cristiano Raimondi.

“Calambur”, by Guga Szabzon, Thomaz Rosa, and Cristiano Raimondi, on view through March 22.

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Vistas de exposição [Installation views] Julia Thompson

  | Durante o recesso, a galeria funcionará com os seguintes horários: [1 a 5 de março] – fechada; [6 de março] – aberta...
28/02/2025

| Durante o recesso, a galeria funcionará com os seguintes horários: [1 a 5 de março] – fechada; [6 de março] – aberta até às 18h; [7 de março] – aberta até às 16h; e [8 de março] – fechada.

During the recess, gallery will operate as follows: from [March 1 to 5] – closed; on [March 6] – open until 6 pm; on [March 7] – open until 4 pm; and on [March 8] – closed.


R Fradique Coutinho, 1360/1430, São Paulo

  passa a integrar o acervo do Institute of Contemporary Art de Miami, nos Estados Unidos.A instalação, que agora perten...
27/02/2025

passa a integrar o acervo do Institute of Contemporary Art de Miami, nos Estados Unidos.

A instalação, que agora pertence ao ICA, teve montagens em duas individuais recentes da artista: “A pintura como verbo”, apresentada em São Paulo, em 2023, e “The Vanity of the Caged Bird”, realizada em Milão, Itália, no ano seguinte.

Formada por tecidos de voil suspensos do alto, a obra faz um movimento pendular entre a pujança da vida e o memento mori ao trazer imagens de frutas, vegetais e outros alimentos, frescos e em estágios variados de decomposição. Esses elementos são dispostos em composições de caráter pictórico com flores, conchas, pó e outros objetos que aludem à passagem do tempo.



Mariana Palma’s work is now part of the collection of the Institute of Contemporary Art Miami.

Now in the ICA, the installation was shown in two of the artist’s recent solo exhibitions: “The Painting as a Verb”, held in São Paulo in 2023, and “The Vanity of the Caged Bird”, in Milan, Italy, the following year.

Made up of voile fabrics suspended from up high, the work swings between life’s puissance and the memento mori, by presenting images of fruit, vegetables and other types of food, both fresh and in various stages of decay. These elements are arranged in pictorial compositions with flowers, shells, dust and other objects that allude to the passage of time.

  e   participam da ARCOmadrid 2025, que acontece na Espanha de 5 a 9 de março. Os artistas integram “Wametisé: ideas fo...
26/02/2025

e participam da ARCOmadrid 2025, que acontece na Espanha de 5 a 9 de março. Os artistas integram “Wametisé: ideas for an amazofuturism”, setor com curadoria de Denilson Baniwa, María Wills e o Institute for Postnatural Studies. A exposição apresenta modos de pensar e se relacionar a Amazônia, tomando os saberes da floresta para superar categorias estabelecidas e vislumbrar outros modos de vida.

Nas pinturas “Pé no chão, pé no céu” (2017-2024) e “Inversões e autonomia 1” (2022), Gustavo Caboco cria uma imagem-metáfora que convida a mudança radical na perspectiva pela qual observamos o mundo, resgatando o saber Wapichana ligado à terra. Já em Erva do diabo (2020), o artista reconfigura arquivos institucionais para evidenciar os processos de extração e ressignificação dos saberes indígenas no contexto colonial e contemporâneo.

Por sua vez, os trabalhos de Daiara ressaltam o papel criador de divindades femininas na cosmologia Tukano, as retratando com cores intensas e composições expansivas em telas de grande formato.
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and are participating in ARCOmadrid 2025, taking place in Spain from March 5 to 9. The artists are featured in Wametisé: ideas for an amazofuturism, a curated section led by Denilson Baniwa, María Wills, and the Institute for Postnatural Studies. The exhibition explores ways of perceiving and engaging with the Amazon, drawing from forest knowledge to transcend established categories and envision alternative ways of existence.

In the paintings Pé no chão, pé no céu (2017–2024) and Inversões e autonomia 1 (2022), Gustavo Caboco constructs metaphorical imagery that invites a radical shift in perspective, reclaiming Wapichana knowledge intrinsically linked to the land. Meanwhile, in Erva do diabo (2020), the artist reconfigures institutional archives to expose processes of extraction and the reinterpretation of Indigenous knowledge within both colonial and contemporary contexts.

Daiara Tukano, in turn, emphasizes the generative role of female deities in Tukano cosmology, rendering them in vibrant colors and expansive compositions on large-scale canvases.

  e   participam da exposição “Paisagens temporais: perspectivas em evolução”, em cartaz na Almeida & Dale, até esta sex...
25/02/2025

e participam da exposição “Paisagens temporais: perspectivas em evolução”, em cartaz na Almeida & Dale, até esta sexta-feira, 28 de fevereiro.

Com curadoria de María Inés Rodríguez, a exposição estabelece diálogos em torno da obra de Marlene Almeida, reunindo artistas cujos trabalhos representam as transformações constantes da natureza e as incertezas que definem o atual momento ecológico.

Em seus desenhos, Joseca apresenta outra perspectiva para a relação com o ambiente habitável, seja ele físico ou espiritual, enquanto a obra de Caccuri constrói uma paisagem sonora que se alastra pelo ambiente.



Joseca Mokahesi Yanomami and Vivian Caccuri are featured in the exhibition “Temporal Landscapes: Evolving Perspectives”, on view at Almeida & Dale through Friday, February 28.

Curated by María Inés Rodríguez, the show establishes dialogues around the work of Marlene Almeida, bringing together artists whose work represents the constant transformation of nature and the uncertainty that defines our current ecological setting.

In his drawings, Joseca presents a different perspective on how to relate to the habitable environment, be it physical or spiritual, while Caccuri's work builds a soundscape that spreads throughout the space.


Vistas de exposição [Installation views] Sergio Guerini

Endereço

R. Fradique Coutinho, 1360/1430
São Paulo, SP
05416-001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 11:00 - 18:00

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