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Esta edição de bolso de O livro no Brasil reproduz o texto integral da segunda edição, com algumas correções e atualizaç...
06/04/2023

Esta edição de bolso de O livro no Brasil reproduz o texto integral da segunda edição, com algumas correções e atualizações, mas sem as ilustrações, para proporcionar uma versão com preço reduzido que atenda às necessidades de um leque de leitores mais abrangente. É o mais completo panorama histórico da indústria editorial brasileira, escrito originalmente em 1975, publicado pela primeira vez no Brasil em 1982, com uma segunda edição revista e atualizada pelo autor publicada em 2005. Retrata com precisão, clareza e riqueza de dados estatísticos o desenvolvimento das editoras brasileiras e os problemas econômicos, sociais e políticos que enfrentaram para sobreviver. Oferece um relato minucioso das obras e dos autores publicados pelas editoras comerciais e oficiais, além de tabelas, cronogramas e dados comparativos detalhados sobre população, importação, tarifas, preços, salários, exportação, produção de papel, traduções e comércio livreiro.

TÍTULO DO LIVRO: O Livro no Brasil: sua História
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O Livro no Brasil: sua História

O Império dos Livros Instituições e Práticas de Leitura na São Paulo OitocentistaMarisa midori apresenta um estudo sobre...
06/04/2023

O Império dos Livros Instituições e Práticas de Leitura na São Paulo Oitocentista

Marisa midori apresenta um estudo sobre a expansão dos circuitos do livro na capital paulista no século xix, procurando oferecer um quadro das práticas culturais na cidade no início da república. A autora discute a instalação da primeira biblioteca pública em 1825 e o estabelecimento da academia de direito em 1827, importantes marcos para a criação de um círculo de leitores na cidade ainda provinciana. Analisa, em seguida, a formação do intelectual na cidade, a vida acadêmica e a fortuna dos livros, adentrando na esfera privada por meio do estudo de inventários.post-mortem, de forma a verificar a presença dos livros nas casas paulistanas e o interesse de seus moradores. Finalmente, dedica-se ao aparecimento das livrarias e seu impacto na sociedade paulistana na segunda metade do século xix, destacando questões como o consumo de livros franceses e seus principais agentes de difusão.

Marisa midori apresenta um estudo sobre a expansão dos circuitos do livro na capital paulista no século xix, procurando oferecer um quadro das práticas culturais na cidade no início da república. A autora discute a instalação da primeira biblioteca pública em 1825 e o estabelecimento da acad...

06/04/2023

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) se manifestou a favor da ação que pede que o espaço da Livraria Cultura do Conjunto Nacional seja preservado e posteriormente tombado. "O órgão ainda recomenda que a prefeitura apresente uma ...

Comer o Pão, Viver a Cidade: Classe, Etnicidade e Sociabilidades em São Paulo do Início do Século XXAtravés do pão, sua ...
06/04/2023

Comer o Pão, Viver a Cidade: Classe, Etnicidade e Sociabilidades em São Paulo do Início do Século XX

Através do pão, sua produção e consumo, o leitor é convidado a percorrer a cidade de São Paulo entre finais do século XIX e meados do século XX. Passeio que revela as múltiplas e inescapáveis dimensões das presenças estrangeiras e que ilumina aproximações e distanciamentos entre os milhares de habitantes que configuram a cidade.

O pão é alimento universal. Seus diversos modos de fazer e consumir mostram trocas, invenções e tensões que marcam as histórias da cidade. Analisar São Paulo através do pão e seus lugares de produção e consumo permite reconhecer diferenças e especificidades de múltiplos grupos sociais, étnicos e de gênero a partir de suas interfaces em torno de item alimentar, essencial para todos.

A centralidade da imigração italiana conduz as análises sobre as relações entre pão, padarias e etnicidade. O pão como artefato comum a todos e sua transformação em pão de trigo é essencial para entender a inserção do Brasil nos mercados globais (mão de obra e importação de trigo).

Mas esta universalidade vem acompanhada por profundas diferenças e desigualdades expressas no seu consumo e produção: os estabelecimentos comerciais, as práticas de sociabilidade e lugares da cidade, os trabalhadores e as condições de vida e consumo. Entender os mundos do trabalho relacionados às padarias e as práticas políticas de padeiros e panificadores são portas de análise para desvendar as conexões entre alimentação e vida urbana.

Comer o Pão, Viver a Cidade: Classe, Etnicidade e Sociabilidades em São Paulo do Início do Século XX

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Monárquico (Volume 2)Os textos deste segundo volume de Hi...
06/04/2023

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Monárquico (Volume 2)

Os textos deste segundo volume de Histórias de São Paulo procuram inspirar novos olhares sobre a cidade e a complexidade de seu lugar histórico e social, ultrapassando as pautas da historiografia tradicional tão ligada à mitologia bandeirante como tema central. O período abarcado vai do século XIX ao início do século XX, de intensas modificações e conflitos na cidade, lutas e resistências. As modificações urbanas ansiadas pela elite visando o embelezamento da capital e a segmentação dos convívios, a criação de bairros residenciais, a retificação dos rios criando novos espaços e afastando antigos frequentadores, os trilhos que trazem nova mobilidade e separam espaços sociais, são alguns dos temas abordados com base em pesquisas mais recentes e novas abordagens.

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Monárquico (Volume 2)

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Republicano (Volume 3) Este terceiro volume de Histórias ...
06/04/2023

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Republicano (Volume 3)

Este terceiro volume de Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções reúne os resultados de pesquisas sobre São Paulo realizadas nas últimas décadas sobre o período republicano, abrangendo tanto as análises de ponta como o trabalho de pesquisadores que abriram caminhos e consolidaram interpretações, formando gerações de estudiosos que se dedicam à cidade. Estão presentes desde análises sobre os imigrantes que chegaram na virada do século XIX para o XX ao estudo dos problemas provocados pela vertiginosa construção civil paulistana, passando por textos sobre a importância dos quintais na cidade, dos magazines, da construção do Parque do Ibirapuera, do Bixiga, das narrativas de Carolina Maria de Jesus e João Antônio. Ideias críticas, discussões relevantes, temas difíceis: o livro revela a diversidade e a profunda complexidade de São Paulo.

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Republicano (Volume 3)

Livro: "Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Colonial (Volume 1)", Os textos deste primeiro vo...
06/04/2023

Livro: "Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Colonial (Volume 1)",
Os textos deste primeiro volume mostram uma realidade colonial multifacetada e complexa, afastando-se de reducionismos acerca do protagonismo paulista. Os autores convidados analisam os papéis que as populações indígenas tiveram na composição da história paulista, as guerras e conflitos em que os colonizadores se envolveram na América portuguesa e também na espanhola, as redes de contato, as alianças e as disputas na região do rio da Prata e no Paraguai, as lutas de escravizados africanos pela alforria e o exercício dos poderes políticos na capitania. Também são discutidos o cotidiano da vila de composição social bastante heterogênea, os conflitos entre os grupos de elite, os arranjos familiares e a busca de novos espaços de exploração econômica, as lavouras de açúcar e seu papel de interiorização de caminhos e fronteiras. A pluralidade de temas e abordagens contribui para desconstruir imagens cristalizadas sobre o período colonial paulista que ainda insistem em nos assombrar...

Histórias de São Paulo: Construções e Desconstruções - Período Colonial (Volume 1)

Museu da Casa Brasileira vai para a Casa Modernista após perder sua sede
06/04/2023

Museu da Casa Brasileira vai para a Casa Modernista após perder sua sede

Transferência da instituição, dedicada à arquitetura e ao design, deve ser finalizada em 2025 e custará cerca de R$ 25 milhões

Imigrante alemão, chegou ao Brasil em 1827, possuía terras em Santo Amaro e imóveis na Freguesia de Santa Ifigênia (sécu...
26/11/2020

Imigrante alemão, chegou ao Brasil em 1827, possuía terras em Santo Amaro e imóveis na Freguesia de Santa Ifigênia (século XIX).

Segundo as pesquisas de Siriani, a família Ablas foi uma das que conquistaram bens acima dos 10:000$000, tornando-se uma das grandes proprietárias na região de Santo Amaro:

"A propriedade do alemão deve ter meia milha quadrada. Grande parte dela é pastagem em estado natural, onde tanto mais prospera excelente criação de gado porque um pequeno rio de excelente água potável atravessa, murmurando, o campo com inesgotável abundância. O que desperta especial interesse é o pomar, a plantação propriamente dita [...]. Nesta plantação forma um grande campo o arbusto do chá, pois, em toda a região de São Paulo o cultivam extraordinariamente."

[Relato de Robert Avé-Lallemant, em 1858. In: SIRIANI, Silvia Cristina Lambert. Uma São Paulo Alemã: vida quotidiana dos imigrantes germânicos na Região da Capital (1827-1889). São Paulo: Imesp, 2003, p.64-65.]


Siriani também destaca em sua pesquisa que a diversificação da produção da família Ablas foi um fator importante, contribuindo para ascensão social da família e para a consolidação de sua fortuna, porém, tais observações foram baseadas nos depoimentos encontrados... http://www.moyarte.com.br/centro-de-sao-paulo/verbetes/A/ablas-carlos.html

Antão FernandesJoaquim Antão FernandesJoaquim Antão Rodrigues da SilvaNasceu em Batatais / SP, em 17 de janeiro de 1864,...
26/11/2020

Antão Fernandes
Joaquim Antão Fernandes
Joaquim Antão Rodrigues da Silva

Nasceu em Batatais / SP, em 17 de janeiro de 1864, seu nome de batismo era Joaquim Antão Rodrigues da Silva. Seu professor da escola básica, resolveu nomeá-lo Joaquim Antão Fernandes Leão (1809–1887), segundo Moraes (2019), em alusão ao advogado mineiro e político monarquista de mesmo nome.

"Nesse período escolar despontou seu interesse pela música. Órfão de mãe, mestiço e pobre, passou a viver com familiares que logo o entregaram ao mestre de música da cidade. Incorporado à banda, recebeu um 'muar, uma sela e um par de sapatos' (FERNANDES, 1943 p. 11), acessórios básicos de trabalho do artista que se apresentava em lugares distantes. Como músico mais jovem e dependente do mestre, era explorado e maltratado pelo maestro. Por essa razão, resolveu fugir da cidade interiorana para tentar a vida na capital paulista."
[MORAES, José Geraldo Vinci de. A trilha sonora de um crime em São Paulo (1905). Revista do Centro de Pesquisa e Formação, Número 9, Nov. 2019. Disponível em: . Acesso em: 21 Jul. 2020.]

Em 1880 alistou-se no Corpo Permanente, Moraes (2019) destaca que na época, tornar-se soldado era uma das poucas opções para os jovens pobres, em especial, para os negros e mestiços, de obter um emprego permanente, com pagamentos regulares de salários. Entrou como soldado para compor o quadro de músicos da Banda de Música do Corpo de Policiais Permanentes, conhecida popularmente como Banda dos Permanentes (fundada em 1857)... http://www.moyarte.com.br/centro-de-sao-paulo/verbetes/F/fernandes-joaquim-antao.html

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