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É com alegria que a Galatea anuncia a representação da artista Grauben do Monte Lima (Iguatu, 1889 – Rio de Janeiro, 197...
13/05/2026

É com alegria que a Galatea anuncia a representação da artista Grauben do Monte Lima (Iguatu, 1889 – Rio de Janeiro, 1972) e seu legado. 

Ainda jovem, a pintora cearense mudou-se para o Rio de Janeiro no início do século XX para atuar como servidora pública dos Ministérios da Agricultura e da Fazenda e tornou-se a primeira mulher a trabalhar na redação da revista Fon-fon, como jornalista e tradutora de contos. 

A pintura só entrou em sua vida aos 70 anos, depois de ser presenteada por uma sobrinha com tintas guache e cartolina. A partir disso, e principalmente depois de uma experiência formadora com Ivan Serpa, estima-se que a artista tenha produzido cerca de 3.000 obras até falecer aos 83 anos. As pinturas de pássaros, plantas, flores e borboletas, descritas pelo crítico Walmir Ayala como “neo-impressionismo, com paisagens imaginárias compostas em pequenas pinceladas, como pontos de luz”, rapidamente ganharam amplo reconhecimento. 

Participou consecutivamente de três edições da Bienal Internacional de São Paulo na década de 1960, e realizou, em 1966, individual que reuniu 80 de suas pinturas no MAM Rio. Dentre exposições recentes da artista estão: Grauben do Monte Lima (Individual, Museu Inimá de Paula, 2025) e Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte (Coletiva, CCBB São Paulo, 2002), entre outras. 

As pinturas de Grauben podem ser encontradas em acervos de museus nacionais e internacionais, tais como Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio, Brasil; Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, Rio de Janeiro, Brasil; Collection Cérès Franco, Montolieu, França. 

2 ‘Sem título’ [Untitled], 1966
3 Revista Manchete, 1967
4 ‘Dictionnaire des peintres naïfs du monde entier’ (1976) & ‘Arte ingênua brasileira’ (1985)
5 ‘Grauben: o ponto do crepúsculo’. ArtRio 2023
6 Catálogo [Catalog] Museu de Arte Moderna do Rio, 1966 & Catálogo [Catalog] ‘8 peintres naïfs brésiliens’ (Galerie Jacques Massol, Paris, 1965)
7 Jornal Correio do Povo, 1972
8 e 10 ‘Grauben do Monte Lima’. Museu Inimá de Paula, 2025
9 ‘Pavão azul’ [Blue Peacock] 1960 [1960]

English version in the comments

06/05/2026

Fazer com que as pessoas que vêm da mesma realidade dele se identifiquem ao visitarem a exposição no Instituto Tomie Ohtake foi uma das direções que nortearam o artista Allan Weber na produção de ‘Existe uma vida inteira que tu não conhece’, em cartaz no Instituto até o dia 24 de maio.

Weber abre esse e outros desejos no vídeo feito por Eduardo Nunes (), que ainda conta com a participação das curadoras da exposição Catalina Bergues e Ana Roman. As curadoras também aprofundam aspectos do processo de construção da exposição e compartilham leituras sobre obras presentes na mostra, como a instalação composta por bancos de moto, capacetes e elásticos, um dos núcleos centrais da exposição.



Making people who come from the same background as his feel represented when visiting the exhibition at the Instituto Tomie Ohtake was one of the guiding directions for artist Allan Weber in the creation of ‘Existe uma vida inteira que tu não conhece’ [There Is a Whole Life You Don’t Know], on view at the institution through May 24.

Weber speaks about this and other aspirations in a video produced by Eduardo Nunes (), which also features the exhibition’s curators, Catalina Bergues and Ana Roman. Throughout the video, the curators further discuss the exhibition-making process and share interpretations of works featured in the show, including the installation composed of motorcycle seats, helmets, and elastic cords, one of the exhibition’s central bodies of work.

Allan Weber – ‘Existe uma vida inteira que tu não conhece’
Instituto Tomie Ohtake

Exposição [Exhibition]
De 19 de março a 24 de maio de 2026
Terça a domingo | 11h às 19h
[From March 19 to May 24, 2026
Tuesday to Sunday | 11am to 7pm] ���Captação e edição [Shooting and editing]: �Direção de comunicação [Communication Direction]: �Direção de arte [Art Direction]: e

Esta é a última semana para conferir ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Pau...
05/05/2026

Esta é a última semana para conferir ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), em exibição na unidade da Padre João Manuel até o dia 9 de maio. 

A mostra também foi destaque na Folha de S.Paulo, em matéria assinada por Alex Avelino. O texto destaca a singularidade da produção do artista, marcada por uma geometria que se desdobra em operações materiais — como nas ‘Armagens’, apresentadas na Bienal de Veneza de 1972 — e aponta como seu afastamento das tendências dominantes contribuiu para um certo apagamento ao longo do tempo. Ao recuperar esse percurso, a reportagem reforça a importância da exposição como uma oportunidade de revisitar essa produção.



This is the final week to see ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’ [Constructive Malleabilities], an exhibition dedicated to the work of Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), on view at the Padre João Manuel space through May 9.

The exhibition was also featured in Folha de S.Paulo, in an article by Alex Avelino. The text highlights the singularity of the artist’s production, marked by a geometry that unfolds through material operations — as in the ‘Armagens’, presented at the 1972 Venice Biennale — and points out how his distance from dominant trends contributed to a certain erasure over time. By revisiting this trajectory, the article reinforces the importance of the exhibition as an opportunity to reengage with this body of work.

1-2 ‘Cartas’ [Cards], 1981
4-5 ‘Reconcre’, 1987
6-7 ‘Sem título’ [Untitled], 1986

Esta é a última semana para conferir ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Pau...
04/05/2026

Esta é a última semana para conferir ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), em exibição na unidade da Padre João Manuel até o dia 9 de maio. 

A mostra também foi destaque na Folha de S.Paulo, em matéria assinada por Alex Avelino. O texto destaca a singularidade da produção do artista, marcada por uma geometria que se desdobra em operações materiais — como nas ‘Armagens’, apresentadas na Bienal de Veneza de 1972 — e aponta como seu afastamento das tendências dominantes contribuiu para um certo apagamento ao longo do tempo. Ao recuperar esse percurso, a reportagem reforça a importância da exposição como uma oportunidade de revisitar essa produção.



This is the final week to see ‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’ [Constructive Malleabilities], an exhibition dedicated to the work of Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), on view at the Padre João Manuel space through May 9.

The exhibition was also featured in Folha de S.Paulo, in an article by Alex Avelino. The text highlights the singularity of the artist’s production, marked by a geometry that unfolds through material operations — as in the ‘Armagens’, presented at the 1972 Venice Biennale — and points out how his distance from dominant trends contributed to a certain erasure over time. By revisiting this trajectory, the article reinforces the importance of the exhibition as an opportunity to reengage with this body of work.

1-2 ‘Cartas’ [Cards], 1981
5-6 ‘Reconcre’, 1987
7-8 ‘Sem título’ [Untitled], 1986

Está em cartaz no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro até o dia 2 de agosto a exposição ‘Rubem Valentim: a ordem do ...
30/04/2026

Está em cartaz no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro até o dia 2 de agosto a exposição ‘Rubem Valentim: a ordem do sensível’. A mostra traz cerca de 180 obras do artista baiano entre pinturas, relevos e esculturas, reunidas de coleções públicas e privadas de diferentes regiões do país.

Com curadoria de Raquel Barreto e Phelipe Rezende, a mostra traça um amplo panorama da trajetória de Valentim, que, ao longo de mais de quatro décadas, construiu uma linguagem única que une a abstração geométrica a referências da cultura afro-brasileira.

Organizada em seis núcleos, a exposição percorre as cidades que marcaram a trajetória de Valentim — de Salvador ao Rio de Janeiro, Roma e Brasília. Nesse percurso, seu vocabulário se consolida a partir da investigação de matrizes culturais brasileiras, sobretudo africanas e indígenas, adquirindo rigor construtivo e densidade simbólica e, mais tarde, expandindo para o tridimensional. 


On view at MAM RJ through August 2, the exhibition ‘Rubem Valentim: a ordem do sensível’ brings together approximately 180 works by the Bahian artist, including paintings, reliefs, and sculptures, drawn from public and private collections across different regions of Brazil.

Curated by Raquel Barreto and Phelipe Rezende, the exhibit offers a broad overview of Valentim’s trajectory, tracing how, over more than four decades, he developed a unique visual language that merges geometric abstraction with references to Afro-Brazilian culture.

Organized into six sections, the exhibition traces the cities that shaped Valentim’s trajectory — from Salvador to Rio de Janeiro, Rome, and Brasília. Throughout this journey, his vocabulary is consolidated through the investigation of Brazilian cultural matrices, particularly African and Indigenous ones, gaining constructive rigor and symbolic density and, later, expanding into the three-dimensional. 

1 ‘Composição’ [Composition], 1963
3 ‘Emblema - logotipo poético’ [Emblem - poetic logotype], 1973
4 ‘Sem título’ [Untitled], 1970
7 ‘Composição’ [Composition], 1961
9 ‘Sem título’ [Untitled], 1954

A exposição ‘Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo, tecer a vida’, segue em cartaz na unidade da Galatea na Oscar Fre...
23/04/2026

A exposição ‘Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo, tecer a vida’, segue em cartaz na unidade da Galatea na Oscar Freire até o dia 28 de abril, terça-feira. O espaço ficará fechado a partir do dia 1 de maio para melhorias e abre novamente dia 26 de maio. 

A mostra dupla das artistas franco-coreanas Park Chae Dalle e Park Chae Biole em colaboração com a galeria parisiense Anne-Laure Buffard marca a primeira vez das irmãs no Brasil. Com cerca de 60 obras, a mostra apresenta tanto trabalhos desenvolvidos individualmente quanto produções realizadas em colaboração. Persianas, bolsas, superfícies têxteis e pinturas desdobram a pintura em objeto e em ambiente dando origem a trabalhos que exploram, com delicadeza, as passagens entre imagem, matéria e experiência cotidiana.



The exhibition ‘Park Chae Biole & Dalle: alargar o tempo, tecer a vida’ [Stretching Time, Weaving Life] remains on view at Galatea’s Oscar Freire space until April 28, Tuesday. The space will be closed starting May 1 for updates and will reopen on May 26.

The duo exhibition by Franco-Korean artists Park Chae Dalle and Park Chae Biole, in collaboration with the Paris-based gallery Anne-Laure Buffard, marks the sisters’ first presentation in Brazil. Featuring around 60 works, the exhibition brings together both individually developed pieces and collaborative productions. Blinds, bags, textile surfaces, and paintings unfold painting into object and environment, giving rise to works that delicately explore the passages between image, matter, and everyday experience.

1-4 Sem título [Untitled], da série [from the series] ‘Hand to hand’, 2020-2026

“Minha intenção é que o pessoal da quebrada, os motoboys, os funcionários da limpeza olhem para o meu trabalho e se sint...
23/04/2026

“Minha intenção é que o pessoal da quebrada, os motoboys, os funcionários da limpeza olhem para o meu trabalho e se sintam representados”, diz Allan Weber na matéria assinada por Heitor Frias para a Folha de S.Paulo em ocasião da exposição ‘Existe uma vida inteira que tu não conhece’, em cartaz no Instituto Tomie Ohtake.

Ao longo da reportagem, o artista comenta o desejo de aproximar universos que costumam permanecer separados, trazendo para o centro de sua prática artística as experiências do cotidiano, tanto da sua experiência como motoboy quanto das dinâmicas das periferias. 

Allan Weber – ‘Existe uma vida inteira que tu não conhece’
Instituto Tomie Ohtake 

Exposição [Exhibition]
De 19 de março a 24 de maio de 2026
Terça a domingo | 11h às 19h
[From March 19 to May 24, 2026
Tuesday to Sunday | 11am to 7pm]



“My intention is for people from the periphery, delivery riders, and cleaning workers to look at my work and feel represented,” says Allan Weber in the article by Heitor Frias for Folha de S.Paulo, on the occasion of the exhibition Existe uma vida inteira que tu não conhece, currently on view at Instituto Tomie Ohtake.

Throughout the piece, the artist reflects on his desire to bring together worlds that often remain apart, placing everyday experiences at the center of his practice, both his own time working as a delivery rider and the broader dynamics of peripheral communities.

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Dani Cavalier: Tramadas’, primeira exposição internacional de Dani Cavalier, que a...
17/04/2026

A Galatea tem o prazer de apresentar ‘Dani Cavalier: Tramadas’, primeira exposição internacional de Dani Cavalier, que abre no dia 23 de abril na LLANO, na Cidade do México. 

Realizada no contexto de um intercâmbio entre a LLANO e a Galatea, a mostra reúne trabalhos que integram a pesquisa de Cavalier em torno das chamadas pinturas sólidas. No lugar de tinta e pincel, a artista utiliza retalhos coloridos de Lycra, vindos da coleta de resíduos da produção do período em que esteve à frente de uma marca de moda praia.

Na mostra na LLANO, destacam-se séries que ampliam as possibilidades conceituais de sua prática. Em ‘As Tensas’, Cavalier trabalha com pedaços maiores de Lycra, onde as linhas não são recortadas, mas construídas pela força elástica do material ao ser grampeado ao chassi. As transições entre cores evocam tanto a fisicalidade investigada pelo neoconcretismo, em diálogo com Lygia Clark, quanto a proximidade com as dobras e inflexões do corpo. 


Galatea is pleased to present ‘’Dani Cavalier: Tramadas’, the first international exhibition of Dani Cavalier, opening on April 23 at LLANO, in Mexico City. 

Held in the context of an exchange between LLANO and Galatea, the exhibition brings together works that are part of Cavalier’s ongoing investigation into what she calls solid paintings. Instead of paint and brush, the artist uses colorful Lycra scraps sourced from production waste from the period when she ran a beachwear brand.

In the exhibition at LLANO, selected series expand the conceptual possibilities of her practice. In ‘As Tensas’ [The Tense], Cavalier works with larger pieces of Lycra where lines are not cut, but formed through the elastic tension of the material as it is stapled to the stretcher. The transitions between colors evoke both the physicality explored by Lygia Clark and the neoconcrete movement, as well as a proximity to the folds and inflections
of the body
23 de abril, quinta-feira | 12h às 20h 
[April 23rd, Thursday | 12pm to 8pm] 
LLANO
Av. P.º de la Reforma 382, Juárez, Cuauhtémoc, Ciudad de México, México

‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946...
14/04/2026

‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, exposição dedicada à obra de Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), permanece em exibição na unidade da Padre João Manuel até o dia 9 de maio. 

Mayara Carvalho, pesquisadora e curadora da Galatea, escreve no texto crítico que acompanha a exposição: 

“Quando descrevemos a acurácia e o sucesso de seu trabalho ainda em vida, não imaginamos que um artista tão dono de sua própria linguagem e tão imerso em sua produção tivesse realizado este feito em um período relativamente curto. Leal foi uma das vítimas da AIDS e integrou o grupo de artistas das décadas de 1980 e 1990 cujas trajetórias foram encerradas pela epidemia. (...) Produziu artisticamente por cerca de vinte anos, atravessando a transição entre as décadas de 1970 e 1980, momento em que, nas artes, muitos artistas buscavam uma nova figuração, enquanto ele suavemente insistia na geometria e na experimentação da materialidade.”



‘Paulo Roberto Leal: maleabilidades construtivas’, an exhibition dedicated to the work of Paulo Roberto Leal (Rio de Janeiro, 1946 – 1991), remains on view at the Padre João Manuel space through May 9.

Mayara Carvalho, researcher and curator at Galatea, writes in the critical text accompanying the exhibition:

“When considering the precision and success of his work during his lifetime, we hardly imagine that an artist so masterful in his own language and so immersed in his production could have accomplished all this in a such relatively short period. Leal was one of the victims of AIDS, part of that group of artists from the 1980s and 1990s whose careers were cut short by the epidemic. (...) He engaged in art creation for about twenty years, spanning the transition from the 1970s to the 1980s—a time when many artists were pursuing new forms of figuration, while he steadfastly adhered to geometry and material experimentation.”

Vistas da exposição [Exhibition views]: Ding Musa

A Galatea ocupa o estande F06 da SP–Arte 2026, que segue até domingo, dia 12, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuer...
10/04/2026

A Galatea ocupa o estande F06 da SP–Arte 2026, que segue até domingo, dia 12, no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera.

Em destaque, está a pintura ‘Sem título’ (1961), de Ivan Serpa (1923–1973). Embora a formação artística de Serpa esteja ligada à exploração da técnica geométrica, o artista também foi profundamente influenciado pelo expressionismo, fase denominada ‘Crepuscular’, na qual se inscreve a obra presente no estande da SP-Arte.

Já a escultura em aço corten de Angelo Venosa sintetiza aspectos centrais de sua produção, como a experimentação com diferentes formas e materiais.

Um dos poucos integrantes da chamada ‘Geração 80’ a se dedicar centralmente à escultura, Venosa mobiliza neste trabalho de 2001 materiais industriais para construir formas que evocam estruturas orgânicas como vértebras e ossos, explorando a tensão entre a dureza da matéria e a sugestão de fragilidade e vitalidade do corpo.


Galatea is presenting booth F06 at SP–Arte 2026, on view through Sunday, April 12, at the Biennial Pavilion in Ibirapuera Park.

On view is a painting by Ivan Serpa (1923–1973) from 1961. Although Serpa’s artistic training is rooted in the exploration of geometric techniques, he was also deeply influenced by Expressionism, in a phase known as ‘Crepuscular’, to which the work presented at SP–Arte belongs.

The corten steel sculpture by Angelo Venosa, in turn, encapsulates key aspects of his practice, such as experimenting with different forms and materials.

One of the few members of the so-called ‘80’s Generation’ to focus primarily on sculpture, Venosa employs in this 2001 piece industrial materials to construct forms that evoke organic structures such as bones and vertebrae, exploring the tension between the hardness of the material and the suggestion of fragility and vitality of the body.

1-2 Angelo Venosa, ‘Sem título’ [Untitled], 2001
3-4 Angelo Venosa. São Paulo: Cosac Naify/Mckinsey & Company, 2008 - p. 168
Ivan 5-6 Serpa, ‘Sem título’ [Untitled], 1961

Endereço

R. Oscar Freire, 379 Lj. 1
São Paulo, SP
01426900

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Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
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