Fazenda Santo Antônio do Paiol

Fazenda Santo Antônio do Paiol Uma Fazenda que oferece a oportunidade de vivenciar uma experiência magníf**a, um vislumbre do tempo dos barões do período colonial do Vale do Café.

Características arquitetônicas:

O casarão da Fazenda Santo Antônio, em estilo neoclássico, possui planta em U com pátio interno, situada próxima a um conjunto de edif**ações, onde outrora funcionava a senzala. Construção de um pavimento sobre porão alto por onde se faz o acesso à casa. A base da construção é saliente, com cunhais nas extremidades. Aspectos históricos:

A Fazenda Santo Antônio foi

aberta em terras da sesmaria concedida em 1814 a João Soares Pinho. Alguns anos depois, foram adquiridas por Francisco Martins Pimentel, que já estaria estabelecido na vizinha sesmaria de Santa Tereza. Em 1850 casava-se, no Oratório de Santa Teresa, Francisca, filha de Pimentel, com Manoel Antônio Esteves, recebendo como dote a Fazenda Santo Antônio do Paiol. Seria a segunda e a mais próspera fase daquele estabelecimento cafeeiro. Terminada em 1852, a casa foi dotada com todos os requisitos exigidos de uma fazenda de café do ciclo. Desenvolvendo profícua atividade, Esteves ampliou os cafezais e adquiriu novas fazendas, chegando a possuir seiscentos escravos. Além disso, operava no Rio e em Santos com a firma exportadora Esteves & Filhos. Após a morte de Manoel Antônio Esteves, sucede-lhe na administração dos negócios o filho Francisco Martins Esteves, pessoa de cultura e hábitos refinados, que se casa com Ana Carolina, filha do conselheiro e ministro do Império Zacarias de Góes e Vasconcelos. Francisco passa a direção da Santo Antônio juntamente com seu filho, Marcos Esteves, depois seu sucessor na fazenda em franca decadência. Em meio as maiores dificuldades, os Esteves se desfazem de parte das terras, com o propósito de assegurar a manutenção das benfeitorias. Marcos morreria precocemente em 1941 e sua viúva Francisca de Queiroz Esteves, desde então desenvolveu esforço que deve ser enaltecido, pois lutou determinadamente para preservar como pôde todo o acervo móvel e imóvel da fazenda. Em 1969, já idosa, toma a deliberação de doá-la a uma entidade religiosa, a Congregação da Pequena Obra da Divina Providência, fundada por São Luís Orione, um padre italiano. Até aos dias de hoje a Congregação de Dom Orione é a proprietária da Fazenda Santo Antônio. Atualmente a fazenda se dedica a agricultura e pecuária, e também as atividades de turismo cultural e um centro de Espiritualidade Dom Orione que acolhe grupos para retiros espirituais. Em 21 de janeiro de 2003 foi inaugurado o Eremitério Frei Ave Maria, um mosteiro onde os frades vivem a vida contemplativa no silêncio na oração e no trabalho. Os religiosos filhos de São Luís Orione continuam com zelo a preservação do patrimônio deixado pela família Esteves e sem nenhuma ajuda governamental vem conservando todo o riquíssimo acervo da fazenda, todo original, para que se mantenha viva uma parte da história do Vale do café.

GAUDÍ ENTENDEU ALGO QUE POUCOS CONSEGUEM: A VERDADEIRA BELEZA IMITA A CRIAÇÃO​Abandonou a sua vida de luxos para se torn...
15/06/2026

GAUDÍ ENTENDEU ALGO QUE POUCOS CONSEGUEM: A VERDADEIRA BELEZA IMITA A CRIAÇÃO
​Abandonou a sua vida de luxos para se tornar o "Arquiteto de Deus", vivendo de forma austera e entregue. A sua fé era tão meticulosa como as suas plantas. Ele estava convencido de que "a linha reta pertence ao homem, enquanto a curva e as formas orgânicas pertencem ao Criador". Essa convicção levou-o a criar um templo que é uma Bíblia aberta.
​Trabalhou sem salário e com uma humildade radical, lembrando-nos de que as obras eternas não se regem pelo relógio humano: "o meu cliente não tem pressa", costumava dizer.
​HÁ 100 ANOS, A 10 DE JUNHO DE 1926, MORRE ANTONI GAUDÍ
​A obra-prima do “Arquiteto de Deus” é o templo expiatório da Sagrada Família, uma basílica cristã que não é apenas um edifício, mas sim uma Bíblia de pedra.
​Para entender a obra de Gaudí — com a Sagrada Família como o seu auge absoluto —, devemos compreender que, para ele, o arte não era uma mera expressão estética pessoal, mas um ato de cocriação com a divindade.

09/06/2026
O Homem que Escreveu na Areia: O Cansaço e a Fé de AnchietaO 9 de junho não deveria ser apenas uma data no calendário pa...
09/06/2026

O Homem que Escreveu na Areia: O Cansaço e a Fé de Anchieta
O 9 de junho não deveria ser apenas uma data no calendário para marcar a partida do Padre José de Anchieta; deveria ser o dia em que lembramos do homem que carregou o Brasil nas costas — e que, muitas vezes, sentiu o peso desse fardo.
Se a história o elevou a um pedestal, a vida o manteve, por décadas, com os pés na nossa terra capixaba. Anchieta não foi um santo de vitral. Foi um homem que, tal como qualquer um de nós, soube o que é o cansaço dos dias longos, o peso da responsabilidade e a solidão de quem tenta conciliar mundos que insistem em não se entender.
Imagine o crepúsculo em Reritiba. Depois de um dia exaustivo mediando conflitos entre colonos e indígenas, de tratar feridas e de ensinar as primeiras letras em um chão de terra batida, o que sobrava ao homem Anchieta? Sobrava o silêncio. E foi nesse silêncio que ele buscou refúgio na poesia.
Aquele famoso gesto de escrever versos na areia da praia — que a maré insiste em apagar — é, talvez, o retrato mais humano que temos dele. É o gesto de quem sabe que a vida é efêmera, de quem aceita que nem tudo o que fazemos será eterno, mas que, mesmo assim, a gente precisa deixar a nossa marca antes que a onda venha.
Ele escolheu envelhecer aqui. Escolheu o calor de Vitória e de Vila Velha, o cheiro do mangue e a umidade das nossas matas. Ele viveu o Brasil antes de o Brasil saber o que queria ser. Não era um estrangeiro passando; era um homem que plantou raízes onde tudo parecia ser apenas passagem.
Hoje, ao lembrarmos que se completam tantos anos daquela partida em 1597, o que f**a não é a liturgia ou a memória fria. O que f**a é o exemplo de alguém que, enfrentando o isolamento e as precariedades de um tempo brutal, não perdeu a capacidade de se encantar e de servir.
Anchieta é o lembrete de que, por trás de toda grande obra ou de toda trajetória respeitável, existe um ser humano que também duvidou, que também se cansou e que, no fim das contas, só queria que seu trabalho tivesse deixado o mundo um pouco menos árido. Como cronistas de nossa própria história, talvez estejamos todos, à nossa maneira, escrevendo versos na areia da vida, esperando que o que escrevemos valha a pena antes da próxima maré.

Na manhã de ontem tivemos um  momento de espiritualidade com a comunidade do Eremitério Frei Ave Maria, refletindo sobre...
26/05/2026

Na manhã de ontem tivemos um momento de espiritualidade com a comunidade do Eremitério Frei Ave Maria, refletindo sobre a vida de Frei Ave Maria e sua marcante experiência espiritual expressa na frase: “ *Gesù mi folgorò* ” — “Jesus me atingiu como um raio”.
Com essas palavras, Frei Ave Maria descreve o acontecimento decisivo de 1º de novembro de 1900, quando a luz de Cristo atravessou profundamente sua vida, transformando as trevas em claridade, o sofrimento em entrega e o coração em total abandono à vontade de Deus.
Agradecemos à comunidade do Filosófico de Juiz de Fora por este lindo momento de reflexão e de espiritualidade.

*Ave Maria e Avante!!!*

Neste domingo foi realizado o almoço festivo em honra à São Luís Orione. Ave Maria, e Avante!
18/05/2026

Neste domingo foi realizado o almoço festivo em honra à São Luís Orione. Ave Maria, e Avante!

17/05/2026
Parabéns a todas as Mães. Que a mãe de todas as mães,  proteja todas as mães do mundo. Deus vos abençõe🙏🙏
10/05/2026

Parabéns a todas as Mães. Que a mãe de todas as mães, proteja todas as mães do mundo. Deus vos abençõe🙏🙏

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