Museu do Campo Alentejano

Museu do Campo Alentejano Após a intervenção inicial, e análise preliminar do acervo, surge em maio de 2003 as exposições “Avis, um percurso Arqueológico” e “O Ofício de Aferidor”.

A génese do Museu remonta ao inicio da década de 80 do século XX e a realização de um projeto de ocupação de tempos livres realizado por um grupo de jovens do Concelho, durante os verões de 1982-84, no âmbito do qual procederam à recolha de peças etnográficas das várias freguesias, tendo as peças recolhidas sido armazenadas nas atuais salas do Museu. Desde a sua implantação, no final da década de

80 do século XX, até 2003, o Museu esteve instalado na Sala do Capítulo, não tendo sofrido alterações significativas no que refere as peças, estas estavam dispostas sem qualquer contexto museológico. Em 2003 foi feita uma primeira intervenção no Museu através do Gabinete Técnico Local no âmbito do Plano de Pormenor, Salvaguarda e Valorização do Centro Histórico de Avis. Está intervenção inicial permitiu registar cerca de 2 mil peças e estabelecer critérios de intervenção ao nível da conservação do espólio uma vez que na sua maioria as peças nunca tinham sido intervencionadas. Fechamos de novo portas em novembro de 2003 e teve início a sua remodelação, reabrindo a 18 de Setembro de 2004, com a inauguração de um ciclo de homenagem ao pintor local Ângelo Paciência, com as exposições “A Arte no Vosso Lar” e “O Homem e a Terra”. De 2004 até Junho de 2009 a política museológica levada a cabo pelo Museu passou pela manutenção de exposições temporárias, o que permitiu divulgar a diversidade do acervo. Ao longo destes anos estiveram patentes ao público 14 exposições, na sua maioria, de âmbito etnográfico. Após a intervenção iniciada em Julho de 2012 e concluída em Agosto de 2014 o MUSCA reabriu ao público.

30/05/2025

𝐋𝐢𝐯𝐫𝐨 “𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐨, 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬ã𝐨”, 𝐝𝐞 𝐌á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨, 𝐭𝐞𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐥ó𝐪𝐮𝐢𝐨 𝐧𝐚 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐉𝐨𝐬é 𝐒𝐚𝐫𝐚𝐦𝐚𝐠𝐨

A Biblioteca Municipal José Saramago, em Avis, recebe, no próximo dia 7 de junho, o Colóquio “Alentejo, Terra de Promissão”.

Tendo como ponto de partida o livro “Alentejo, Terra de Promissão. Linha Geral de um Pensamento Agrário”, da autoria do Avisense Mário de Castro, os trabalhos vão ter início, às 15h00, com uma reflexão sobre as transformações ocorridas no Alentejo, no último século que passou desde a publicação deste ensaio.

Mário de Castro foi um Advogado e Escritor que deixou uma interessante obra literária sobre a importância de uma reforma fundiária, muito diferente daquela a que se assistiu depois da Revolução de Abril de 1974 que também será tema neste Colóquio. E, para caraterizar o mundo rural, no início do século XX, será ainda recordado outro autor Avisense, Manuel Teles Barradas de Carvalho, que escreveu sob o pseudónimo de Noel Teles. Uma abordagem sobre as transformações sociais e económicas motivadas pelo uso e posse da terra e sobre os caminhos queremos trilhar, no futuro.

O encontro, promovido pelo Município de Avis, pelo Centro Interpretativo da Ordem de Avis (CIOA) e pelo Museu do Campo Alentejano (MusCA) e dirigido ao público em geral, vai contar com a participação dos oradores convidados: Carlos Pedro, Fernando Oliveira Batista, Marta Alexandre, Paula Godinho e Teresa Pinto Correia.

Encontramo-nos lá!

Endereço

Largo Candido Dos Reis
Aviz
7480-116

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 16:30
Quarta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 16:30
Quinta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 16:30
Sexta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 16:30
Sábado 10:00 - 12:30
13:00 - 15:30

Telefone

+351242410093

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Museu do Campo Alentejano publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Museu do Campo Alentejano:

Compartilhar