Museu do Abade de Baçal

Museu do Abade de Baçal Museu do Abade do Baçal Breve história do Museu
Em 1915 é criado o Museu Regional de Obras de Arte, Peças Arqueológicas e Numismática de Bragança.

Em 1925 abre ao público sob a direcção do Abade de Baçal (Pe. Francisco Manuel Alves), que, a partir de 1935, passa a ser seu patrono, justa homenagem a este eminente erudito transmontano que em muito contribui para a consolidação e enriquecimento das colecções do Museu durante a sua direcção. O edifício
O Museu Abade de Baçal está sediado no edifício do antigo Paço Episcopal de Bragança que, com

o advento da Republica, passa para a tutela do Estado, sendo objecto de sucessivas reutilizações e remodelações. Na década de 30 é alvo de uma intervenção de fundo levada a cabo pela DGEMN, e, em 1994, na sequência da aquisição do edifício contíguo de que apenas se manteve o alçado principal, o projecto dos Arqs. António Portugal e Manuel Maria Reis proporciona finalmente ao Museu a possibilidade de construir um programa museológico consequente e coeso. Desde 1986, o edifício é considerado como de Interesse Público. As colecções
O acervo do Museu integra grande parte do espólio proveniente do Paço Episcopal, do qual se destaca a própria capela. Ainda das colecções de arte sacra, podem distinguir-se um raro pluvial quinhentista, algumas esculturas barrocas de qualidade incontestável, o tríptico Martírio de Santo Inácio a Anunciação e ainda a Arca dos Santos Óleos. A este conjunto inaugural juntam-se, em 1927, as colecções do Museu municipal de Bragança. Ao fundo inicial acrescentaram-se as recolhas do Abade Baçal, nomeadamente peças de arqueologia, numismática, epigrafia e etnografia, e as aquisições de Raul Teixeira, que sucedeu àquele na direcção do Museu. Entre estes testemunhos que pretendem ilustrar a história da região do Nordeste Transmontano destacam-se alguns das sociedades recolectoras e metalúrgicas que a habitaram – estelas com decoração variada, vasos e fragmentos cerâmicos, pontas de seta, alabardas, machados, fíbulas entre outros objectos dos períodos pré e proto-históricos. A romanização da zona de influência do museu está representada por coleções variadas de estelas funerárias, aras, árulas, marcos miliários, instrumentos agrícolas, cerâmicas, objectos de adorno e numismática. Os forais manuelinos, as varas de vereação e de justiça, as medidas-padrão quinhentistas para líquidos e sólidos são testemunhos materiais da afirmação da importância administrativa da região de Bragança. A colecção de máscaras recentemente constituída permite finalmente dar conta dum importante complexo ritual do ciclo festivo tradicional e especifico da região. Uma parte substancial do acervo do Museu provém também de importantes Doações e Legados de particulares, alguns deles naturais do Distrito de Bragança, como é o caso do Legado Sá Vargas do qual são provenientes muitas das peças de ourivesaria civil dos sécs. XVIII e XIX e um conjunto significativo de mobiliário do qual se destaca um contador seiscentista indo-português. As obras de pintores como Silva Porto, José Malhoa, Aurélia de Sousa e Veloso Salgado, entre outros, bem como os desenhos de Almada Negreiros, devem a sua incorporação no Museu às diligências levadas a cabo por Raul Teixeira enquanto seu Director. Coordenadas GPS: 41.805920; -6.754150

𝗖𝗮𝗻𝗲𝗰𝗮𝘀 𝗮𝗻𝘁𝗿𝗼𝗽𝗼𝗺𝗼́𝗿𝗳𝗶𝗰𝗮𝘀Na Renânia, entre os séculos XVI e XVII, surgiram os Bartmannkrüge, ou jarros do homem barbudo. ...
01/09/2026

𝗖𝗮𝗻𝗲𝗰𝗮𝘀 𝗮𝗻𝘁𝗿𝗼𝗽𝗼𝗺𝗼́𝗿𝗳𝗶𝗰𝗮𝘀
Na Renânia, entre os séculos XVI e XVII, surgiram os Bartmannkrüge, ou jarros do homem barbudo. Foram depois exportados por todo o continente e chegaram a ser enterrados sob as soleiras das casas em Inglaterra, com objetos no interior, na convicção de que assim se afastavam malefícios.

Por volta de 1760, em Staffordshire, a ideia reaparece de outra forma: já não uma cara barbuda, mas uma figura de corpo inteiro. Surgem assim os Toby jugs, geralmente representando uma personagem sentada, de tricórnio e caneca na mão, concebida para servir à mesa.

O modelo espalha-se pela Europa, chegando aos centros de faiança portugueses e sendo adotado no século XIX pelas fábricas do Porto e de Vila Nova de Gaia. As peças expostas no Museu do Abade de Baçal são disso exemplo.

𝗛𝗮́ 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮̀ 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮.

𝑂𝑠 𝑔𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠, 𝑠𝑢𝑟𝑔𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑛𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑎 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑜𝑠 𝑠𝑒́𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑋𝑉𝐼 𝑒 𝑋𝑉𝐼𝐼, 𝑟𝑒𝑢𝑛𝑖𝑎𝑚 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜𝑠 𝑟𝑎𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑒𝑒𝑛𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠. 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑠 𝑝𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜𝑠 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑎̃𝑜 ℎ𝑜𝑗𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑜𝑠 𝑝𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛𝑜𝑠.
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𝗔𝗻𝘁𝗵𝗿𝗼𝗽𝗼𝗺𝗼𝗿𝗽𝗵𝗶𝗰 𝗠𝘂𝗴𝘀
In the Rhineland, between the 16th and 17th centuries, the Bartmannkrüge appeared, or bearded man jugs. They were later exported across the continent and came to be buried beneath the thresholds of houses in England, with objects inside, in the belief that this would ward off harm.

Around 1760, in Staffordshire, the idea returns in another form: no longer a bearded face, but a full-length figure. So arrive the Toby jugs, generally showing a seated character in a tricorn hat with a mug in hand, designed for use at the table.

The model spread across Europe, reaching the Portuguese faience centres and being taken up in the 19th century by the factories of Porto and Vila Nova de Gaia. The pieces on display at the Museu do Abade de Baçal are an example of this.

𝗧𝗵𝗲𝗿𝗲 𝗶𝘀 𝗮𝗹𝘄𝗮𝘆𝘀 𝗼𝗻𝗲 𝗺𝗼𝗿𝗲 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝘁𝘆 𝘄𝗮𝗶𝘁𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗼 𝗯𝗲 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗼𝘃𝗲𝗿𝗲𝗱.

𝐶𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑠 𝑜𝑓 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑒𝑠, 𝑤ℎ𝑖𝑐ℎ 𝑒𝑚𝑒𝑟𝑔𝑒𝑑 𝑖𝑛 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒 𝑏𝑒𝑡𝑤𝑒𝑒𝑛 𝑡ℎ𝑒 16𝑡ℎ 𝑎𝑛𝑑 17𝑡ℎ 𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑖𝑒𝑠, 𝑏𝑟𝑜𝑢𝑔ℎ𝑡 𝑡𝑜𝑔𝑒𝑡ℎ𝑒𝑟 𝑟𝑎𝑟𝑒 𝑎𝑛𝑑 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑖𝑠𝑖𝑛𝑔 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑐𝑡𝑠. 𝑇ℎ𝑒𝑠𝑒 𝑠𝑚𝑎𝑙𝑙 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑒𝑠 𝑜𝑓 𝑘𝑛𝑜𝑤𝑙𝑒𝑑𝑔𝑒 𝑎𝑟𝑒 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑦 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑔𝑛𝑖𝑠𝑒𝑑 𝑎𝑠 𝑡ℎ𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑒𝑟𝑢𝑛𝑛𝑒𝑟𝑠 𝑜𝑓 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑚𝑠.

𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗗𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 | 𝗔𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗲𝗿𝘀𝗮No próximo dia 𝟯 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, quinta-feira, às 𝟭𝟴𝗵𝟬𝟬, o Museu do Abade d...
31/08/2026

𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗗𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮 | 𝗔𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘃𝗲𝗿𝘀𝗮

No próximo dia 𝟯 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼, quinta-feira, às 𝟭𝟴𝗵𝟬𝟬, o Museu do Abade de Baçal recebe a apresentação do livro 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗗𝗲𝗺𝗼𝗰𝗿𝗮𝗰𝗶𝗮, que reúne textos de 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼 𝗣𝗶𝗿𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗩𝗮𝗹𝗲, 𝗝𝗮𝗰𝗾𝘂𝗲𝘀 𝗥𝗮𝗻𝗰𝗶𝗲̀𝗿𝗲 e 𝗖𝗵𝗮𝗻𝘁𝗮𝗹 𝗠𝗼𝘂𝗳𝗳𝗲.

A sessão contará com a participação de 𝗝𝗼𝗿𝗴𝗲 𝗖𝗼𝘀𝘁𝗮, diretor do 𝗠𝘂𝘀𝗲𝘂 𝗱𝗼 𝗔𝗯𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗰̧𝗮𝗹, 𝗜𝘀𝗮𝗯𝗲𝗹 𝗙𝗲𝗿𝗿𝗲𝗶𝗿𝗮, Presidente da 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗕𝗿𝗮𝗴𝗮𝗻𝗰̧𝗮, 𝗝𝗼𝗮̃𝗼 𝗖𝗿𝗶𝘀𝘁𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗖𝘂𝗻𝗵𝗮, diretor do 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗕𝗿𝗮𝗴𝗮𝗻𝗰̧𝗮, e 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗼 𝗣𝗶𝗿𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗩𝗮𝗹𝗲, comissário do 𝗣𝗹𝗮𝗻𝗼 𝗡𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮𝘀 𝗔𝗿𝘁𝗲𝘀.

𝗖𝗼𝗻𝘁𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰̧𝗮!

27/08/2026

A exposição 𝗙𝗮𝗰𝗲 𝗮 𝗙𝗮𝗰𝗲 - 𝗥𝗶𝘁𝗮 𝗠𝗮𝗴𝗮𝗹𝗵𝗮̃𝗲𝘀 𝗲 𝗮 𝗡𝗮𝘁𝘂𝗿𝗲𝘇𝗮-𝗠𝗼𝗿𝘁𝗮 𝗻𝗮 𝗰𝗼𝗹𝗲𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗠𝗡𝗦𝗥 continua patente até dia 𝟮𝟬 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼.
Aproveite para nos vir visitar!


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The exhibition 𝗙𝗮𝗰𝗲 𝘁𝗼 𝗙𝗮𝗰𝗲 – 𝗥𝗶𝘁𝗮 𝗠𝗮𝗴𝗮𝗹𝗵𝗮̃𝗲𝘀 𝗮𝗻𝗱 𝗦𝘁𝗶𝗹𝗹 𝗟𝗶𝗳𝗲 𝗶𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝗠𝗡𝗦𝗥 𝗖𝗼𝗹𝗹𝗲𝗰𝘁𝗶𝗼𝗻 remains on view until 𝟮𝟬𝘁𝗵 𝗦𝗲𝗽𝘁𝗲𝗺𝗯𝗲𝗿.

Take the opportunity to visit us!

Num brasão de nobreza, o escudo é normalmente encimado por um elmo. Aqui surge um chapéu de abas largas, de onde descem ...
25/08/2026

Num brasão de nobreza, o escudo é normalmente encimado por um elmo. Aqui surge um chapéu de abas largas, de onde descem cordões terminados em borlas: é o galero, o chapéu eclesiástico, que nos diz que quem usava estas armas pertencia à hierarquia da Igreja.

Também as borlas têm significado, já que o seu número indica o grau de quem usava as armas: um bispo, um arcebispo e um cardeal distinguem-se precisamente por aí. Neste caso, correspondem à dignidade episcopal.

Estas são as armas de D. Frei Aleixo de Miranda Henriques, esculpidas em granito no século XVIII.

𝗛𝗮́ 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮̀ 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮.

𝑂𝑠 𝑔𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠, 𝑠𝑢𝑟𝑔𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑛𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑎 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑜𝑠 𝑠𝑒́𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑋𝑉𝐼 𝑒 𝑋𝑉𝐼𝐼, 𝑟𝑒𝑢𝑛𝑖𝑎𝑚 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜𝑠 𝑟𝑎𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑒𝑒𝑛𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠. 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑠 𝑝𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜𝑠 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑎̃𝑜 ℎ𝑜𝑗𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑜𝑠 𝑝𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛𝑜𝑠.
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On a coat of arms of the nobility, the shield is normally topped by a helmet. Here we find a broad-brimmed hat, with cords ending in tassels: the galero, the ecclesiastical hat, which tells us the bearer of these arms belonged to the hierarchy of the Church.

The tassels carry meaning too, as their number indicates the bearer's rank: a bishop, an archbishop and a cardinal are told apart precisely by this. Here, they correspond to episcopal dignity.

These are the arms of D. Frei Aleixo de Miranda Henriques, carved in granite in the 18th century.

𝗧𝗵𝗲𝗿𝗲 𝗶𝘀 𝗮𝗹𝘄𝗮𝘆𝘀 𝗼𝗻𝗲 𝗺𝗼𝗿𝗲 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝘁𝘆 𝘄𝗮𝗶𝘁𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗼 𝗯𝗲 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗼𝘃𝗲𝗿𝗲𝗱.

𝐶𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑠 𝑜𝑓 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑒𝑠, 𝑤ℎ𝑖𝑐ℎ 𝑒𝑚𝑒𝑟𝑔𝑒𝑑 𝑖𝑛 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒 𝑏𝑒𝑡𝑤𝑒𝑒𝑛 𝑡ℎ𝑒 16𝑡ℎ 𝑎𝑛𝑑 17𝑡ℎ 𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑖𝑒𝑠, 𝑏𝑟𝑜𝑢𝑔ℎ𝑡 𝑡𝑜𝑔𝑒𝑡ℎ𝑒𝑟 𝑟𝑎𝑟𝑒 𝑎𝑛𝑑 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑖𝑠𝑖𝑛𝑔 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑐𝑡𝑠. 𝑇ℎ𝑒𝑠𝑒 𝑠𝑚𝑎𝑙𝑙 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑒𝑠 𝑜𝑓 𝑘𝑛𝑜𝑤𝑙𝑒𝑑𝑔𝑒 𝑎𝑟𝑒 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑦 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑔𝑛𝑖𝑠𝑒𝑑 𝑎𝑠 𝑡ℎ𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑒𝑟𝑢𝑛𝑛𝑒𝑟𝑠 𝑜𝑓 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑚𝑠.

𝗠𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗢𝗹𝗶𝘃𝗲𝗶𝗿𝗮, 𝘂𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗶𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗻𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗲𝗺 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹, 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗲𝗺 𝟭𝟴𝟱𝟯.Formado na Academia Portuen...
23/08/2026

𝗠𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗢𝗹𝗶𝘃𝗲𝗶𝗿𝗮, 𝘂𝗺 𝗱𝗼𝘀 𝗶𝗻𝘁𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗱𝗼 𝗻𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗲𝗺 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹, 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗲𝗺 𝟭𝟴𝟱𝟯.

Formado na Academia Portuense de Belas-Artes, viveu em França entre 1873 e 1879, viajando depois pela Bélgica, Países Baixos, Inglaterra e Itália. De regresso ao Porto, trouxe consigo a prática da pintura ao ar livre. Foi professor na Academia Portuense durante mais de quatro décadas, chegando a diretor.

No Museu do Abade de Baçal, além de outras obras suas, pode ver a 𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗲𝗰̧𝗮, na Sala da Pintura e Escultura.

𝗡𝗮 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗲𝗺:
𝗣𝗿𝗮𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗟𝗲𝗰̧𝗮
Marques de Oliveira
Óleo sobre madeira
1884


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𝗠𝗮𝗿𝗾𝘂𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗢𝗹𝗶𝘃𝗲𝗶𝗿𝗮, 𝗼𝗻𝗲 𝗼𝗳 𝘁𝗵𝗲 𝗳𝗶𝗴𝘂𝗿𝗲𝘀 𝘄𝗵𝗼 𝗯𝗿𝗼𝘂𝗴𝗵𝘁 𝗻𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮𝗹𝗶𝘀𝗺 𝘁𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲𝘀𝗲 𝗮𝗿𝘁, 𝘄𝗮𝘀 𝗯𝗼𝗿𝗻 𝗶𝗻 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗶𝗻 𝟭𝟴𝟱𝟯.

A graduate of the Porto Academy of Fine Arts, he lived in France between 1873 and 1879, later travelling through Belgium, the Netherlands, England and Italy. On his return to Porto, he brought with him the practice of painting outdoors. He taught at the Academy for more than four decades, eventually as its director.

At the Museu do Abade de Baçal, alongside other works of his, you can see𝗟𝗲𝗰̧𝗮 𝗕𝗲𝗮𝗰𝗵 in the Painting and Sculpture Room.

𝗜𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗲:
𝗟𝗲𝗰̧𝗮 𝗕𝗲𝗮𝗰𝗵
Marques de Oliveira
Oil on wood panel
1884

21/08/2026
𝗘𝗺 𝗽𝗲𝗿𝗶́𝗼𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗲 𝗱𝗲 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗽𝗮𝗱𝗿𝗼𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗡𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗮𝘀 𝗚𝗿𝗮𝗰̧𝗮𝘀, partilhamos o cartaz das Fest...
21/08/2026

𝗘𝗺 𝗽𝗲𝗿𝗶́𝗼𝗱𝗼 𝗱𝗲 𝗳𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗲 𝗱𝗲 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝗽𝗮𝗱𝗿𝗼𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲, 𝗡𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗮𝘀 𝗚𝗿𝗮𝗰̧𝗮𝘀, partilhamos o cartaz das Festas da Cidade de Bragança de 1928, da autoria de Matos Lamuria.

Antes da era digital, a criação de cartazes recorria a técnicas tradicionais de desenho e pintura. Neste exemplar, em guache sobre papel, desde a tipografia à representação das figuras, tudo era executado à mão.

Tal como hoje, a escolha das imagens, dos símbolos, das cores e da composição contribui para criar uma identidade visual capaz de comunicar e captar a atenção do público. Neste caso, o autor reuniu numa só composição a cidade, o seu património, os seus símbolos e a devoção a Nossa Senhora das Graças.

Quase um século depois, esta obra permite-nos olhar para a forma como se anunciavam as Festas da Cidade, antes das ferramentas digitais.

𝗡𝗮 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗲𝗺:
𝗣𝗶𝗻𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗖𝗼𝗺𝗲𝗺𝗼𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗮 𝗱𝗮𝘀 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗖𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
Matos Lamuria
Guache sobre papel
64 x 49 cm
1928
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𝗔𝘁 𝗮 𝘁𝗶𝗺𝗲 𝗼𝗳 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮𝘁𝗶𝗼𝗻 𝗮𝗻𝗱 𝗼𝗳 𝗵𝗼𝗻𝗼𝘂𝗿𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗵𝗲 𝗰𝗶𝘁𝘆'𝘀 𝗽𝗮𝘁𝗿𝗼𝗻 𝘀𝗮𝗶𝗻𝘁, 𝗡𝗼𝘀𝘀𝗮 𝗦𝗲𝗻𝗵𝗼𝗿𝗮 𝗱𝗮𝘀 𝗚𝗿𝗮𝗰̧𝗮𝘀, we share the poster for the 1928 Bragança City Festivities, by Matos Lamuria.

Before the digital age, posters were created using traditional drawing and painting techniques. In this example, in gouache on paper, everything from the lettering to the depiction of the figures was executed by hand.

As today, the choice of images, symbols, colours and composition works to create a visual identity able to communicate and hold the public's attention. Here, the author brought together in a single composition the city, its heritage, its symbols and the devotion to Nossa Senhora das Graças.

Almost a century on, this work lets us see how the City Festivities were announced, before digital tools.

𝗜𝗻 𝘁𝗵𝗲 𝗶𝗺𝗮𝗴𝗲:
𝗖𝗼𝗺𝗺𝗲𝗺𝗼𝗿𝗮𝘁𝗶𝘃𝗲 𝗣𝗮𝗶𝗻𝘁𝗶𝗻𝗴 𝗳𝗼𝗿 𝘁𝗵𝗲 𝗖𝗶𝘁𝘆 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗶𝘁𝗶𝗲𝘀
Matos Lamuria
Gouache on paper
64 x 49 cm
1928

Decorrem atualmente importantes trabalhos de requalificação do 𝗷𝗮𝗿𝗱𝗶𝗺 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝘀𝗲𝘂 𝗱𝗼 𝗔𝗯𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗰̧𝗮𝗹, no âmbito do Plano de...
20/08/2026

Decorrem atualmente importantes trabalhos de requalificação do 𝗷𝗮𝗿𝗱𝗶𝗺 𝗱𝗼 𝗠𝘂𝘀𝗲𝘂 𝗱𝗼 𝗔𝗯𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗲 𝗕𝗮𝗰̧𝗮𝗹, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A intervenção prossegue, tendo em vista a valorização deste histórico espaço.

Agradecemos a compreensão de todos e pedimos desculpa por eventuais incómodos causados no decorrer dos trabalhos.

Em breve, esperamos poder voltar a receber-vos num jardim renovado.

𝗔𝗹𝗱𝗿𝗮𝗯𝗮A palavra aldraba, de origem árabe, designa a peça que fecha uma porta ou que, colocada no exterior, anuncia quem...
18/08/2026

𝗔𝗹𝗱𝗿𝗮𝗯𝗮
A palavra aldraba, de origem árabe, designa a peça que fecha uma porta ou que, colocada no exterior, anuncia quem chega. Dela terá nascido o verbo aldrabar, no sentido de fechar com aldraba.

Hoje, porém, aldrabar ouve-se sobretudo com outro significado: enganar, iludir. E é aqui que esta peça br**ca connosco. O que aparenta ser apenas uma aldraba é também uma fechadura, com a entrada da chave dissimulada entre os elementos decorativos.

Uma aldraba que, afinal, também nos aldraba o olhar.

Esta peça integra a exposição de longa duração do Museu do Abade de Baçal.

𝗛𝗮́ 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮̀ 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮.

𝑂𝑠 𝑔𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠, 𝑠𝑢𝑟𝑔𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑛𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑎 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑜𝑠 𝑠𝑒́𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑋𝑉𝐼 𝑒 𝑋𝑉𝐼𝐼, 𝑟𝑒𝑢𝑛𝑖𝑎𝑚 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜𝑠 𝑟𝑎𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑒𝑒𝑛𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠. 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑠 𝑝𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜𝑠 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑎̃𝑜 ℎ𝑜𝑗𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑜𝑠 𝑝𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛𝑜𝑠.
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The Portuguese word 𝘢𝘭𝘥𝘳𝘢𝘣𝘢, of Arabic origin, is a fitting that fastens a door or, placed outside, announces a visitor. From it came the verb 𝘢𝘭𝘥𝘳𝘢𝘣𝘢𝘳: to fasten a door.

Today, however, 𝘢𝘭𝘥𝘳𝘢𝘣𝘢𝘳 is far more commonly heard as something else: to deceive, to trick. And here the piece plays with us. What looks like a mere door knocker is also a lock, its keyhole concealed among the decorative elements.

An aldraba that, in the end, deceives the eye.

𝗧𝗵𝗲𝗿𝗲 𝗶𝘀 𝗮𝗹𝘄𝗮𝘆𝘀 𝗼𝗻𝗲 𝗺𝗼𝗿𝗲 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝘁𝘆 𝘄𝗮𝗶𝘁𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗼 𝗯𝗲 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗼𝘃𝗲𝗿𝗲𝗱.

𝐶𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑠 𝑜𝑓 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑒𝑠, 𝑤ℎ𝑖𝑐ℎ 𝑒𝑚𝑒𝑟𝑔𝑒𝑑 𝑖𝑛 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒 𝑏𝑒𝑡𝑤𝑒𝑒𝑛 𝑡ℎ𝑒 16𝑡ℎ 𝑎𝑛𝑑 17𝑡ℎ 𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑖𝑒𝑠, 𝑏𝑟𝑜𝑢𝑔ℎ𝑡 𝑡𝑜𝑔𝑒𝑡ℎ𝑒𝑟 𝑟𝑎𝑟𝑒 𝑎𝑛𝑑 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑖𝑠𝑖𝑛𝑔 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑐𝑡𝑠. 𝑇ℎ𝑒𝑠𝑒 𝑠𝑚𝑎𝑙𝑙 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑒𝑠 𝑜𝑓 𝑘𝑛𝑜𝑤𝑙𝑒𝑑𝑔𝑒 𝑎𝑟𝑒 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑦 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑔𝑛𝑖𝑠𝑒𝑑 𝑎𝑠 𝑡ℎ𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑒𝑟𝑢𝑛𝑛𝑒𝑟𝑠 𝑜𝑓 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑚𝑠.

Endereço

Rua Abílio Beça, N. º 27
Bragança
5300-011

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