Museu da Cerâmica

Museu da Cerâmica O Museu da Cerâmica encontra-se encerrado para os preparativos ligados à sua requalificação.

O Museu da Cerâmica foi criado oficialmente em 1983 e está instalado na Quinta Visconde de Sacavém, adquirida para o efeito pelo Estado em 1981 e situada na zona histórica de Caldas, próximo da antiga fábrica de Bordalo Pinheiro. A Quinta foi mandada construir na década de 1890, pelo 2º Visconde de Sacavém, sendo constituída por um Palacete em estilo romântico revivalista, um edifício secundário e

área ajardinada. Os Jardins, de traçado romântico, constituem um interessante conjunto evocativo do gosto do final do século XIX, com as suas alamedas, floreiras e lagos, sendo de realçar as decorações cerâmicas que e azulejares ornamentam todo o conjunto.

Rota Bordaliana | Cerâmica nas ruas das Caldas da RainhaEnquanto o Museu da Cerâmica se encontra temporariamente encerra...
11/01/2026

Rota Bordaliana | Cerâmica nas ruas das Caldas da Rainha

Enquanto o Museu da Cerâmica se encontra temporariamente encerrado para preparativos relacionados com a sua requalificação, deixamos uma sugestão para continuar a descobrir e a conhecer melhor a cerâmica: a Rota Bordaliana.

Espalhadas pela cidade, encontram-se 18 figuras inspiradas na obra de Rafael Bordallo Pinheiro (1846–1905). Entre figuras humanas, animais e elementos naturalistas, estas peças evocam o percurso que o artista fazia desde a estação de comboios até à fábrica que fundou nas Caldas da Rainha — as Faianças Artísticas Bordallo Pinheiro.

Entre os destaques da rota encontram-se as Rãs de Boca Aberta e a Rã Gigante, junto à estação de comboios, a Vespa, na Avenida da Independência, e o Polícia Civil, no edifício do Posto de Turismo.

📍 O mapa da Rota Bordaliana pode ser consultado no site da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.
ℹ️ As informações e as fotografias que ilustram este post foram igualmente retiradas do site da Câmara Municipal das Caldas da Rainha.

Um Fadista em Cerâmica!Para atenuar um pouco as saudades das nossas peças, trazemos hoje uma figura de movimento. Este F...
09/01/2026

Um Fadista em Cerâmica!

Para atenuar um pouco as saudades das nossas peças, trazemos hoje uma figura de movimento. Este Fadista (Inv. MC 250) é uma peça moldada do século XX. Trata-se de uma figura de movimento porque possui, no seu interior, um sistema de encaixe, que permite o movimento do tronco da peça.

A imagem mostra uma figura masculina, de pé, sobre uma base. Traja camisa, casaca, calças largas, faixa à cintura, lenço ao pescoço e chapéu de abas largas. Tem uma mão no bolso e, na outra, segura uma navalha, quase impercetível na reprodução.

A obra foi produzida pelos sucessores de José Alves Cunha, nas Caldas da Rainha, numa fábrica gerida pela sua filha, Henriqueta Ceselina Cunha, em conjunto com o marido, Ângelo Marcelino Garcia. A produção seguiu a mesma linha criativa do pai, incorporando também novas temáticas. A fábrica passou a designar-se “José Alves Cunha Sucessor”, mantendo a produção até meados da década de 1910. Após a morte de Ângelo Marcelino Garcia, em 1910, Henriqueta Cunha estabeleceu sociedade com alguns operários, passando a fábrica a denominar-se “José Alves Cunha Sucessores, Lda.”.

E você, já tinha visto um fadista em cerâmica?

📣 Embora temporariamente encerrados à visita, continuamos presentes e ativos nas redes sociais. Acompanhe-nos!

✨ A Equipa do Museu da Cerâmica agradece a todas e a todos os nossos seguidores e parceiros por mais um ano de partilha....
30/12/2025

✨ A Equipa do Museu da Cerâmica agradece a todas e a todos os nossos seguidores e parceiros por mais um ano de partilha. Inspiramo-nos em figuras como Maria dos Cacos, criadora autodidata que moldava o barro com engenho, simplicidade e uma imaginação vivaz — expressão autêntica do saber popular que a cerâmica tão bem preserva.

Enquanto prosseguem os trabalhos de preparação para a futura requalificação do Museu, continuamos a cuidar do nosso património, certos de que a criatividade e a tradição que ele representa continuarão a inspirar-nos em 2026 🤍🏺

Em breve partilharemos novidades. Até lá, obrigada por nos acompanhar!

Um pote ou um bordado? Ou os dois? 🏺✨Esta é uma peça verdadeiramente curiosa! O conjunto é formado por um pote, um testo...
27/10/2025

Um pote ou um bordado? Ou os dois? 🏺✨

Esta é uma peça verdadeiramente curiosa! O conjunto é formado por um pote, um testo (ou prato) e uma pucarinha.

O pote (Inventário MC 1662), de formato arredondado, tem duas asas de fita que ligam o bordo ao corpo. É ricamente decorado com incisões (pequenos sulcos) e empedrado de quartzo — pedrinhas brancas que formam desenhos inspirados na natureza, como rosas e espigas.

O testo, que serve de tampa, tem o bordo enfeitado com círculos e padrões geométricos, enquanto a pucarinha (um pequeno jarro) repete o mesmo tipo de decoração, também feita com quartzo branco.

Esta peça veio do Museu José Malhoa e passou a fazer parte do acervo do Museu da Cerâmica quando este foi criado. É originária de Nisa, uma região conhecida por esta técnica tão especial.

Como explica o Museu do Bordado e do Barro da Câmara Municipal de Nisa,

"A sua principal característica diferenciadora é sem dúvida alguma a técnica decorativa do empedrado, na qual se usam pequenos fragmentos de quartzo branco, que rasgam o barro em sulcos bem delineados, dando azo a belos motivos decorativos, cuidadosamente planeados e essencialmente ligados à flora e fauna regionais."

Por enquanto, o Museu da Cerâmica continua encerrado, mas seguimos por aqui a partilhar o nosso amor pela cerâmica. 💛
Já conhecia peças como esta? Conte-nos nos comentários!

📸 Fonte das imagens de Nisa: https://museubordadoebarro.cm-nisa.pt/barro.html

Aceita um café ou um chá? ☕🍵Com estes dias mais frescos, um café ou um chá sabe ainda melhor. Já pensou em servir uma be...
20/10/2025

Aceita um café ou um chá? ☕🍵

Com estes dias mais frescos, um café ou um chá sabe ainda melhor. Já pensou em servir uma bebida quente num bule como este? Sabemos que já pensou (e, confessamos, nós também)…

Porém, este Bule (Inv. MC 1943) é especialíssimo, e jamais o utilizaríamos para servir. Produzido por Avelino António Soares Belo (1872–1927), apresenta um lindo vidrado verde e formas singulares que transformam esta peça utilitária numa verdadeira obra de arte. Repleto de formas geométricas, é uma das várias peças de Avelino António Soares Belo que fazem parte da nossa coleção.

O ceramista recebeu diversos prémios e trabalhou na Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha e no Atelier Cerâmico do Visconde de Sacavém. Em 1899 abriu a sua própria fábrica, onde, acredita-se, terá sido produzida esta peça.

O Museu continua temporariamente encerrado à visitação, mas seguimos a partilhar o nosso amor pela cerâmica aqui, nas redes sociais. Bom café e uma ótima semana! 🌿

Foto Avelino António Soares Belo: Projeto CP2S, “Cerâmica, Património e Produto Sustentável – do ensino à indústria”, “Biblioteca de um Ceramista Industrial (1880–1980)”, Exposições, Núcleo 2 - A Fábrica Belo, por Liliana Gouveia

Dia Internacional da Paz | 21 de setembro👉 Hoje celebramos a Paz como valor universal. Este ano, o Dia Internacional da ...
21/09/2025

Dia Internacional da Paz | 21 de setembro

👉 Hoje celebramos a Paz como valor universal. Este ano, o Dia Internacional da Paz inspira-nos a agir agora por um mundo mais pacífico, recordando que a arte e o património ajudam a construir pontes e futuros mais harmoniosos.

Tal como a cerâmica, a paz nasce de gestos pacientes e de equilíbrio. Frágil mas duradoura, lembra-nos que é na união dos elementos que encontramos harmonia.

As andorinhas de cerâmica, tornaram-se um símbolo português de amor, fidelidade, família e liberdade. Estas aves, que regressam sempre ao mesmo ninho, lembram-nos que a paz também é regresso, união e esperança.

A peça em destaque, MC 1936 – Prato Andorinhas, da autoria de Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (1867 – 1920) faz parte do acervo do Museu da Cerâmica e representa o voo, em liberdade, de 3 andorinhas.

✨ Que esta data nos inspire a moldar, todos os dias, um futuro mais harmonioso.

📢 Nota: o Museu da Cerâmica encontra-se temporariamente encerrado ao público, mas continuamos próximos através das nossas partilhas aqui, nas redes sociais.

✨🎉 Hoje celebramos o mestre Manuel Mafra (1831 - 1905) ✨🎉👶 Nascido a 30 de agosto de 1831, em Mafra, filho de um oleiro,...
30/08/2025

✨🎉 Hoje celebramos o mestre Manuel Mafra (1831 - 1905) ✨🎉

👶 Nascido a 30 de agosto de 1831, em Mafra, filho de um oleiro, Manuel Cipriano Gomes cedo começou a trabalhar em Caldas da Rainha, construindo uma carreira que revolucionaria a cerâmica portuguesa. Em 1853, assumiu a antiga olaria da Maria dos Cacos e, em 1860, fundou a sua própria Fábrica de Louça das Caldas da Rainha.

🌿🐍🦎 Conhecido por unir natureza e barro, criou um estilo único, inspirado no ceramista renascentista Bernard Palissy: onde lagartos, serpentes, insetos e vegetação surgem em relevo, com técnicas inovadoras como o musgado (texturização com peneira para efeito de musgo) e a policromia. Em 1881, foi chamado de “O Palissy das Caldas”.

👑 Mafra foi o primeiro ceramista caldense a marcar oficialmente as suas peças, reconhecido como o Fornecedor da Casa Real, passando a ostentar “M. Mafra / Caldas / Portugal” com uma coroa real, título concedido pelo rei consorte D. Fernando II a partir de 1870. Recebeu prémios em Viena (1873), Filadélfia (1876), Paris (1878) e Rio de Janeiro (1879).

🎨 A peça em destaque, criada entre 1870 e 1887, representa todo o seu talento: riqueza de texturas e relevo naturalista, símbolos da sua arte e prestígio. As asas são formadas por duas cobras enroladas, em movimentos serpenteantes, além de borboletas, lagartos e búzios (MC 1473).

📢 Mesmo com o Museu da Cerâmica temporariamente encerrado, continuamos a celebrar e a divulgar o legado cerâmico que constitui o nosso património.

💙 A arte de Manuel Mafra vive nas suas peças, e na memória e na alma das Caldas da Rainha. Parabéns, mestre Mafra!

📸 Dia Mundial da FotografiaFotografar 📸 é mais do que captar o instante — é garantir memória 🧠, detalhe 🔍 e continuidade...
19/08/2025

📸 Dia Mundial da Fotografia

Fotografar 📸 é mais do que captar o instante — é garantir memória 🧠, detalhe 🔍 e continuidade ♾️.

🎞️ Neste Dia Mundial da Fotografia, celebramos a imagem como ferramenta essencial na preservação do património cultural. No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), está em curso um vasto programa de digitalização 2D e 3D de milhares de bens culturais, incluindo peças cerâmicas do nosso museu.

🔍 A plataforma 👉 Arquiva – Património Cultural disponibiliza as imagens obtidas até ao momento e encontra-se em constante atualização. Brevemente, estarão também disponíveis as fotografias das nossas peças! Até lá, partilhamos alguns momentos do processo de digitalização, desde a preparação das peças até ao registo, como é o caso da Catedral de Colónia, de José da Silva Pedro (MC 2004). Através da lente 📸, o património cerâmico ganha nova vida digital 💻✨.

📢 Mesmo de portas fechadas, devido a preparativos ligados à requalificação, o Museu da Cerâmica integra o movimento em que a fotografia deixa de ser apenas registo e se torna ponte entre o objeto e o mundo. Viva a fotografia!

📸   | Quantos Bichos o Bordalo Tem? 🐇🦎🦋Enquanto o Museu da Cerâmica permanece temporariamente encerrado, recordamos com ...
14/08/2025

📸 | Quantos Bichos o Bordalo Tem? 🐇🦎🦋

Enquanto o Museu da Cerâmica permanece temporariamente encerrado, recordamos com saudade — e gratidão — os nossos visitantes e eventos. Um dos momentos mais marcantes foi a exposição "Quantos Bichos o Bordalo Tem?", resultado de uma inspiradora parceria com o Agrupamento de Escolas Raul Proença.

Nesta iniciativa, integrada na Bienal Cultura Educação #1 Retrovisor: uma História do Futuro, promovida pelo Plano Nacional das Artes, mais de duas centenas de alunos exploraram a fauna e a flora da região e a obra de Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905). Inspirados pelas formas de animais que estudaram, criaram peças de cerâmica e cenários imaginários, dando asas à criatividade e ao olhar artístico.

Aqui, três das obras que integraram a exposição, onde o público pôde ver a natureza reinterpretada através das mãos e da imaginação dos jovens, unindo tradição cerâmica e novas perspetivas. 🌿

Mesmo de portas fechadas, continuamos atentos e inspirados, celebrando memórias como esta.

12 de Agosto: Dia Internacional da Juventude 2025No Dia Internacional da Juventude 🧑‍🎓🌍, celebramos aqueles que moldam —...
12/08/2025

12 de Agosto: Dia Internacional da Juventude 2025

No Dia Internacional da Juventude 🧑‍🎓🌍, celebramos aqueles que moldam — com as mãos 👐, o pensamento 💡 e o olhar crítico 👁️ — os museus do futuro 🏛️.

📢 Embora o Museu da Cerâmica esteja temporariamente encerrado ao público, mantemos o olhar atento e a inspiração acesa para aqueles que hão de dar forma ao amanhã.

🌍 Em 2025, o tema global definido pelas Nações Unidas para esta data é “Ações Locais da Juventude para os ODS e Além”, sublinhando o papel essencial dos jovens na concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, tanto nas suas comunidades como através da cultura.

🟤🏺 Apesar do encerramento atual, recordamos com entusiasmo momentos vividos com a juventude — como os que hoje partilhamos. Através de oficinas e experiências práticas com a cerâmica, jovens criadores deram vida a peças únicas, transportando a tradição portuguesa com ousadia e autenticidade.

Inspirados por essas experiências, lembramos que são as mãos jovens que moldam o barro 👐🌱 e o futuro dos museus e das sociedades 🏛️✨.

🌀 O Zé Povinho está em destaque, e nós também!O Museu da Cerâmica convida-vos a visitar a exposição "Zé Povinho", patent...
08/08/2025

🌀 O Zé Povinho está em destaque, e nós também!
O Museu da Cerâmica convida-vos a visitar a exposição "Zé Povinho", patente na Galeria do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.

🎨 Com curadoria de Jorge Silva, esta mostra celebra 150 anos da personagem mais irreverente da nossa cultura popular — com obras que vão dos primeiros cartoons às interpretações mais contemporâneas.

👨‍🌾 Sabias que...
O Zé Povinho foi criado em 1875 por Rafael Bordalo Pinheiro, e acredita-se que tenha sido inspirado numa figura real: José da Fonseca Peres, natural de Abrantes. Um homem corpulento, de colete, chapéu largo, charuto na mão... e atitude! O resultado? Um símbolo do povo português — humilde, atento, crítico e com muito sentido de humor.

🏺 E o nosso museu?
Apesar de estarmos temporariamente fechados ao público, continuamos bem ativos!
Fomos convidados a participar na exposição com 5 peças de cerâmica e faiança que representam o humor e a crítica social tão típicos do Zé Povinho. Entre elas:
👉 MC 188 – Caixa
👉 MC 210 – Tinteiro
👉 MC 220 – Apito
👉 MC 226 – Cinzeiro
👉 MC 232 – Figura de Movimento

📍A exposição pode ser visitada até 28 de setembro, na Galeria CCC, nas Caldas da Rainha. A entrada é gratuita e aberta a todas as idades.
🎟️ Leva a família, convida os amigos e vem descobrir o lado mais mordaz (e divertido) da nossa identidade!

🔗 Mais info: ccc.com.pt

🦪 Dia Mundial da Ostra | 5 de agosto💨 ...E se a ostra não estivesse no prato, mas sim a servir para cuspir?Neste Dia Mun...
05/08/2025

🦪 Dia Mundial da Ostra | 5 de agosto

💨 ...E se a ostra não estivesse no prato, mas sim a servir para cuspir?

Neste Dia Mundial da Ostra, destacamos uma peça invulgar da nossa coleção: a Escarradeira - Ostra (MC 328), criada por Rafael Bordalo Pinheiro (1846 – 1905) — uma obra que transforma humor e crítica social em cerâmica.

📅 O Dia Mundial da Ostra celebra-se a 5 de agosto e promove a valorização gastronómica e ecológica deste bivalve. As ostras são não só uma iguaria apreciada mundialmente, mas também importantes aliadas na purificação da água e na preservação da biodiversidade marinha.

Mas nem só à mesa as ostras tiveram lugar. No século XIX, escarradeiras (ou cuspideiras) como esta eram utensílios comuns em salões, hotéis, bancos e comboios — usadas sobretudo por quem mascava tabaco. Feitas de cerâmica, vidro ou metal, podiam ser simples ou altamente decorativas, e em casas mais abastadas tornavam-se até símbolo de estatuto.

Com o passar do tempo — e com o alerta para o seu papel na propagação de doenças como a tuberculose — a sua produção começou a desaparecer, sobretudo após 1918.

🎨 Bordalo Pinheiro transformou esse objeto do quotidiano num veículo de sátira social. A Escarradeira Ostra junta a função à crítica: um comentário mordaz sobre os hábitos e figuras do seu tempo, envolto numa forma grotesca e irónica.

🍷 Curiosamente, as escarradeiras não desapareceram por completo. Hoje ainda são usadas em práticas específicas, como provas de vinho, chá e café, onde cuspir entre amostras é essencial para manter a perceção apurada dos sabores.

📣 O Museu da Cerâmica encontra-se temporariamente encerrado ao público, mas continuamos a dar voz às nossas coleções através das estórias que partilhamos consigo — aqui, nas redes sociais.

Endereço

Rua Drive Ilídio Amado
Caldas Da Rainha
2500

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Quarta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Quinta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Sexta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Sábado 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30
Domingo 10:00 - 12:30
14:00 - 17:30

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