Anozero - Bienal de Coimbra

Anozero - Bienal de Coimbra Bienal de Coimbra: uma iniciativa CAPC, Câmara Municipal e Universidade de Coimbra.

Anozero - Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra é uma iniciativa proposta pelo Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, organizada em parceria com a Câmara Municipal de Coimbra e a Universidade de Coimbra, que assume como objectivo primordial promover uma reflexão sobre a classificação da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. A Bienal, que teve a

sua primeira edição em 2015, propõe um confronto entre arte contemporânea e património, explorando riscos e múltiplas possibilidades. Entre bienais, o Anozero produz uma exposição monográfica de um artista de reconhecimento internacional.

Vasco AraujoParticipante/Participant Anozero'26Vasco Araújo (Lisboa, Portugal, 1975) vive e trabalha em LisboaAtravés da...
21/05/2026

Vasco Araujo
Participante/Participant Anozero'26

Vasco Araújo (Lisboa, Portugal, 1975) vive e trabalha em Lisboa
Através da escultura, instalação, vídeo, desenho e performance, Vasco Araújo assume-se como contador de histórias, deslocalizando e transformando narrativas num processo de desconstrução pós-modernista. Apresenta três máquinas de escuta que simulam diálogo e autoquestionamento, colocando questões sobre a relação com o eu, o outro e o mundo, e convocando a oralidade como origem de troca e vínculo.
As esculturas em resina acrílica materializam memórias de gestos de partilha, vontade e amor entre corpos.

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Vasco Araújo (Lisbon, Portugal, 1975) lives and works in Lisbon
Through sculpture, installation, video, drawing and performance, Vasco Araújo positions himself as a storyteller who dislocates and transforms narrative within a clearly postmodern process of deconstruction. He presents three listening machines that create the illusion of dialogue and self-questioning, raising fundamental questions about our relation to ourselves, others, and the world, and foregrounding orality as the origin of exchange and connection.
The acrylic resin sculptures materialize memories of gestures of sharing, desire and love between bodies.

Cortesias/Courtesies: artista/artist; Coleção Arte Contemporânea – Lisboa Cultura; Vasco Collection, Lisboa; Galeria Francisco Fino, Coleção/Collection Mário Rui de Castro e/and Coleção / Collection Paulo Amaro

© Jorge das Neves

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Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
Calçada Santa Isabel
Qua–Dom/Wed–Sun 11h00–19h00
(ùltima entrada às 18h30/Last entry 18h30)
Aberto nos feriados/Open on holidays

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Anozero'26
Segurar, dar, receber/To hold, to give, to receive
11 ABR/APR–5 JUL

Curadores/Curators
Hans Ibelings e/and John Zeppetelli
Curador Assistente/Assistant Curator
Daniel Madeira

𝘼𝙑𝙄𝙎𝙊No domingo, dia do Cortejo da Queima das Fitas, quatro espaços do Anozero’26 estarão encerrados ao público: Círculo...
19/05/2026

𝘼𝙑𝙄𝙎𝙊

No domingo, dia do Cortejo da Queima das Fitas, quatro espaços do Anozero’26 estarão encerrados ao público: Círculo Sereia, Círculo Sede, a Sala da Cidade do Museu Municipal de Coimbra e o Jardim Botânico da Universidade de Coimbra.
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On Sunday, the day of the Queima das Fitas parade, four venues of Anozero’26 will be closed to the public: Círculo Sereia, Círculo Sede, the Museu Municipal de Coimbra — Sala da Cidade, and the Botanical Garden of the University of Coimbra.

“𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲) 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼 Na Sala do Capítulo, “𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲), de 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼...
09/05/2026

“𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲)
𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼
Na Sala do Capítulo, “𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲), de 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼, convida o público a entrar num espaço onde a memória se revela em fragmentos.

A partir dos vestígios do Museu de Raqqa, destruído pela guerra, a artista constrói uma instalação sonora e escultórica que questiona o que permanece, e o que se perde, ao longo do tempo.

Uma experiência sensorial que se descobre em silêncio.

𝗘𝘀𝘁𝗮 𝗶𝗻𝘀𝘁𝗮𝗹𝗮çã𝗼 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗴𝗿𝗮 𝗼 Anozero - Bienal de Coimbra — “𝗦𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗿, 𝗱𝗮𝗿, 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗿 / 𝗧𝗼 𝗵𝗼𝗹𝗱, 𝘁𝗼 𝗴𝗶𝘃𝗲, 𝘁𝗼 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗶𝘃𝗲”.

Patente até 05 de julho
Todos os dias | 15h00–20h00 (última entrada 19h30)
Entrada gratuita

🔗 www.coimbraconvento.pt/pt/agenda/
📸 Câmara Municipal de Coimbra | Catarina Gralheiro

Município de Coimbra

“𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲) 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼Entre memória e ausência Em “𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲), 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯...
09/05/2026

“𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲)
𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼

Entre memória e ausência
Em “𝘀𝗲 𝗲𝘀𝘁𝗮𝘀 𝗽𝗲𝗱𝗿𝗮𝘀 𝗳𝗮𝗹𝗮𝘀𝘀𝗲𝗺” (𝟮𝟬𝟮𝟲), 𝗠𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗧𝗿𝗮𝗯𝘂𝗹𝗼 trabalha a invisibilidade da memória, dando forma a um conjunto de “guardiões” que habitam entre o passado e o presente.

A instalação, integrada no Anozero - Bienal de Coimbra 2026, propõe uma reflexão sobre a destruição, a conservação e a reconstrução do património em contextos de rutura.

Um espaço para pensar e sentir.

Patente até 05 de julho
Todos os dias | 15h00–20h00 (última entrada 19h30)
Entrada gratuita

🔗 www.coimbraconvento.pt/pt/agenda/

Município de Coimbra

08/05/2026

O silêncio do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova tem uma textura muito própria, mas hoje, aqui na Anozero - Bienal de Coimbra, ele parece ganhar uma vibração nova. Como alguém que vive e respira as áreas artísticas, estar aqui é um exercício de desaceleração necessário. O tema desta edição, "Segurar, Dar, Receber", atinge-nos de forma quase física enquanto percorremos estes corredores. É uma curadoria que foge da frieza das galerias tradicionais para nos falar de cuidado, de hospitalidade e da urgência em olhar para as feridas do mundo com outros olhos.
Caminhar entre as intervenções que ocupam Coimbra é ver a cidade ser reescrita pelo olhar de artistas que nos desafiam a parar. Sinto que a Bienal conseguiu, mais uma vez, transformar este peso histórico das pedras num espaço de diálogo aberto e horizontal. Há qualquer coisa de muito poderoso na forma como a arte contemporânea se infiltra nestes lugares antigos, lembrando-nos que criar é, na sua essência, um ato de entrega e reciprocidade. Saio daqui com o olhar renovado e o coração cheio de perguntas, que é, no fundo, o que de melhor a arte nos pode dar.

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲Uma reportagem de Marta Costa e Ana Bartolomeu / Notícias UC sobre a dimensão da arquitetura nesta ediçã...
07/05/2026

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲
Uma reportagem de Marta Costa e Ana Bartolomeu / Notícias UC sobre a dimensão da arquitetura nesta edição da Bienal

«Enquanto núcleo central da Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova recebe um número significativo de obras e de artistas, com mais de 25. Como conta o diretor do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Carlos Antunes, “é uma bienal que tem a arquitetura como elemento central”. E isto espelha-se também em algumas das peças e artistas. De Lina Bo Bardi a Arturo Franco, passando por Arno Brandlhuter ou Centrala, a arquitetura e a arte fundem-se nos corredores e salas do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.»

Artigo completo, com reportagem vídeo em noticias.uc.pt/artigos/os-espacos-da-bienal-2026-mosteiro-de-santa-clara-a-nova



A report by Marta Costa and Ana Bartolomeu for UC News highlights the role of architecture in this edition of the Biennial:

“As the central hub of the Coimbra Contemporary Art Biennial, the Monastery of Santa Clara-a-Nova hosts a significant number of works and artists, with more than 25 represented. As Carlos Antunes, director of the Coimbra Circle of Plastic Arts, explains, ‘this is a biennial that places architecture at its core.’ This is also reflected in several of the works and artists featured. From Lina Bo Bardi to Arturo Franco, including Arno Brandlhuber and Centrala, architecture and art merge throughout the corridors and rooms of the Monastery of Santa Clara-a-Nova.”

Full article, including video report, available at
noticias.uc.pt/artigos/os-espacos-da-bienal-2026-mosteiro-de-santa-clara-a-nova


Anozero'26
Segurar, dar, receber / To hold, to give, to receive
11 ABR/APR – 5 JUL
Curadores / Curators
Hans Ibelings e/and John Zeppetelli
Curador Assistente / Assistant Curator
Daniel Madeira

Agenda de iniciativas/Events programmeConsulte toda a programação da Bienal na agenda do site. Link na bio./Check the fu...
04/05/2026

Agenda de iniciativas/Events programme
Consulte toda a programação da Bienal na agenda do site. Link na bio./Check the full Biennial programme on the website. Link in bio.

PROGRAMA EDUCATIVO
8 MAI · Sexta-feira · 16:30–17:30
Workshops e Convivência Criativa
«A distância que nos aproxima», com TSF-Notícias e RUC (ao vivo)
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

PROGRAMA EDUCATIVO
9 MAI · Sábado · 09:30–18:30
Fórum de Arte e Educação
«Escolas: Desobedecer a quê?»
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

VISITAS ORIENTADAS COM O PÚBLICO
Até 5 JUL · Sábados e domingos · 16:00–17:00
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
Participação gratuita
Inscrições: [email protected]

PROGRAMA CONVERGENTE

9 MAI · Sábado · 17:00–17:30
«Sonic Migrations», Giulia Gallina
Sé Velha
Programa Convergente Anozero’26 — Experiências sensoriais e participativas

Até 16 MAI · Terça-feira a sábado · 10:30–13:00; 14:30–19:30
Exposição «Volátil», de André Silva
Galeria 7

Até 17 MAI · 15:00–18:00
Exposição de desenhos «Mapas do Olhar #03: ancestralidades, migrações e deslocamentos»
Alunos de Artes da Escola Secundária Avelar Brotero
Centro Cultural Penedo da Saudade

Até 3 JUL · Terça-feira a sábado · 15:00–19:00
Exposição «Como habitar o tempo», de Nuno Sampaio, com curadoria de Lia Cachim
Fundação Bissaya Barreto – Casa das Artes Bissaya Barreto

Até 3 JUL · 11:00–13:00 e 15:00–18:00
Exposição «CUIDADORIA: abraçar, constelar, outrar»
Curadoria de Ana Rito e Hugo Barata
Fundação Bissaya Barreto – Casa-Museu Bissaya Barreto

Até 4 JUL · Segunda a sábado · 14h00–18h00
«Fight Lookism», exposição coletiva, curadoria Daniel Madeira
Seminário Maior de Coimbra

Até 5 JUL
«Ofícios do Olhar», Miguel Silva
Intervenção instalativa nas montras do comércio da Baixa
Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra

Até 12 JUL · Segunda a sexta-feira · 10:00–17:00
Exposição «Os trópicos têm poros», de Lilian Walker, com curadoria de Cristiana Tejo
Sábados por marcação e sessões especiais
Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲Na Revista E do Expresso, o crítico Celso Martins descreve o Anozero’26 como uma “casa comum”, onde arqu...
01/05/2026

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲

Na Revista E do Expresso, o crítico Celso Martins descreve o Anozero’26 como uma “casa comum”, onde arquitetura, comunidade e empatia se cruzam com algumas das questões mais urgentes do presente, incluindo o genocídio.

Partindo da raiz ghabh — “segurar, dar, receber” —, a bienal surge como um programa coeso que pensa a arte enquanto espaço de partilha e regeneração, propondo formas de habitar um mundo complexo.

Ao longo do texto, destaca-se a dimensão sensorial e imersiva da exposição, com atenção ao papel do som e da experiência corporal. A arquitetura afirma-se como eixo estruturante, refletindo sobre memória, identidade e transformação social, enquanto outros núcleos abordam ecologia, gesto, figura humana e a dimensão política contemporânea.

Para o autor, a bienal afirma-se como um espaço onde a arte não só observa o mundo, mas procura vislumbrar a possibilidade de um recomeço — um gesto simultaneamente estético e político.

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In Revista E of Expresso, critic Celso Martins describes Anozero’26 as a “shared home,” where architecture, community, and empathy intersect with urgent contemporary issues, including genocide.

Starting from the root ghabh — “to hold, to give, to receive” — the biennial is presented as a cohesive programme that understands art as a space for sharing and regeneration, proposing ways of inhabiting a complex world.

The text highlights the exhibition’s sensory and immersive dimension, emphasizing sound and embodied experience. Architecture emerges as a central axis, reflecting on memory, identity, and social transformation, while other sections address ecology, gesture, the human figure, and contemporary political realities.

For the author, the biennial becomes a space where art not only observes the world but also seeks the possibility of a new beginning — a gesture that is both aesthetic and political.

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Anozero'26
Segurar, dar, receber / To hold, to give, to receive
11 ABR/APR – 5 JUL

Curadores / Curators
Hans Ibelings e/and John Zeppetelli
Curador Assistente / Assistant Curator
Daniel Madeira

https://expresso.pt/revista/culturas/2026-04-29-bienal-anozero-em-coimbra-da-arquitetura-a-comunidade-e-empatia-mas-tambem-ao-genocidio-1c1af945

Programa Educativo Anozero'26𝗣𝗲𝗿𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗢𝗿𝗶𝗲𝗻𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝗔𝗿𝘁𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗙𝗲𝗹𝗶𝗽𝗲 𝗕𝗮𝗿𝗯𝗼𝘀𝗮1 de Maio · sexta-feira· 16:00–17:30 Moste...
30/04/2026

Programa Educativo Anozero'26
𝗣𝗲𝗿𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗢𝗿𝗶𝗲𝗻𝘁𝗮𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗿 𝗔𝗿𝘁𝗶𝘀𝘁𝗮 𝗰𝗼𝗺 𝗙𝗲𝗹𝗶𝗽𝗲 𝗕𝗮𝗿𝗯𝗼𝘀𝗮
1 de Maio · sexta-feira· 16:00–17:30
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
Gratuito | Todos os públicos

A exposição atravessada por um olhar que não explica, mas provoca?

Neste percurso orientado por Felipe Barbosa, o convite é a abrandar, escolher e descobrir. Nem todas as obras precisam de ser vistas — há liberdade para seguir o que chama, demorar onde o olhar repousa e construir um caminho próprio.

Mais do que uma visita guiada, é uma experiência de deslocação: um outro modo de ver, pensar e sentir a exposição.

Inscrições
[email protected]


Felipe Barbosa vive e trabalha entre Coimbra e o Rio de Janeiro. Formado em Belas Artes na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em Linguagens Visuais na mesma instituição, é atualmente doutorando no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Na sua prática artística, debruça-se sobre as relações entre objetos do quotidiano, construtivismo, colecionismo e história da arte. Expõe regularmente desde os anos 2000, com destaque para exposições coletivas como PLAY du FITE – Biennale Textile e Zonas de Transição no Musée Bargoin, em Clermont-Ferrand, entre outras.

Anozero'26
Segurar, dar, receber/To hold, to give, to receive
11 ABR/APR–5 JUL

Curadores/Curators
Hans Ibelings e/and John Zeppetelli
Curador Assistente/Assistant Curator
Daniel Madeira

MAIS INFO www.anozero26bienaldecoimbra.pt

Bienal de arte contemporânea em Coimbra, 11 abril a 5 julho 2026. Tema: Segurar, dar, receber. Exposições em 8 locais históricos da cidade.

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲 O crítico José Marmeleira/Público destaca o Anozero’26 – Bienal de Coimbra como um percurso onde dor, b...
27/04/2026

𝗠𝗲𝗱𝗶𝗮 𝗔𝗻𝗼𝘇𝗲𝗿𝗼’𝟮𝟲

O crítico José Marmeleira/Público destaca o Anozero’26 – Bienal de Coimbra como um percurso onde dor, beleza e experiência estética se entrelaçam, transformando a arte num espaço sensorial e reflexivo sobre o mundo contemporâneo. A bienal reúne obras que abordam conflito, memória e deslocação, propondo uma experiência que oscila entre a inquietação e a contemplação. O Anozero, escreve José Marmeleira, reúne «trabalhos que tornam a arte num sujeito no qual o lamento, a beleza e o amor se escutam e se vêem» . Entre instalações imersivas e obras que cruzam arte e arquitetura, a bienal afirma-se como um espaço onde os visitantes percorrem não apenas exposições, mas verdadeiros “habitats” sensoriais e emocionais. A relação entre obra, espaço e público constrói uma experiência contínua, onde a arte prolonga o pensamento para além das salas expositivas.


Art critic José Marmeleira (Público) highlights Anozero’26 – Coimbra Biennial as a journey where pain, beauty, and aesthetic experience intertwine, transforming art into a sensory and reflective space on the contemporary world. The biennial brings together works that address conflict, memory, and displacement, proposing an experience that oscillates between unease and contemplation.
Anozero, writes José Marmeleira, brings together “works that turn art into a subject in which lament, beauty, and love can be heard and seen.”
Between immersive installations and works that connect art and architecture, the biennial establishes itself as a space where visitors move through not only exhibitions, but true sensory and emotional “habitats.” The relationship between artwork, space, and audience creates a continuous experience, where art extends thought beyond the exhibition rooms.
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Anozero'26
Segurar, dar, receber/To hold, to give, to receive
11 ABR/APR–5 JUL

Curadores/Curators
Hans Ibelings e/and John Zeppetelli
Curador Assistente/Assistant Curator
Daniel Madeira

Endereço

Coimbra
3000-104

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 11:00 - 19:00
Quinta-feira 11:00 - 19:00
Sexta-feira 11:00 - 19:00
Sábado 11:00 - 19:00
Domingo 11:00 - 19:00

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