14/05/2026
Quando falamos de cultura, não falamos de um privilégio reservado a alguns, é um direito coletivo, uma herança comum e um espaço de encontro entre pessoas, histórias e identidades.
A cultura pertence a todos e deve ser acessível sem exceções. O seu acesso permite o enriquecimento pessoal, a aprendizagem, o desenvolvimento e o entretenimento de todos os seres humanos.
Dizia Mahatma Gandhi que a cultura de uma nação reside no coração e na alma do seu povo.
Só uma nação com preocupações de inclusão e verdadeiramente solidária, focada nas pessoas, pode providenciar de forma igualitária o acesso ao panorama cultural do seu país.
No mundo do turismo, onde o papel dos guias e instituições afectas a interpretação da cultura é fundamental, estas preocupações revestem-se de particular importância.
Juntos devem garantir que as histórias contadas representam informação rigorosa e contextualizada sobre a cultura de um país. Com formação e responsabilidade, ajudam a evitar estereótipos e a valorizar a autenticidade, promovendo uma compreensão mais fiel do património cultural, adaptado às necessidades de cada indivíduo, independentemente das suas capacidades.
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When we speak about culture, we are not referring to a privilege reserved for a few — it is a collective right, a shared heritage, and a space where people, stories, and identities meet.
Culture belongs to everyone and should be accessible without exception. Access to it enables personal enrichment, learning, development, and enjoyment for all human beings.
Mahatma Gandhi once said that the culture of a nation resides in the hearts and souls of its people.
Only a nation that is truly inclusive and supportive, focused on people, can provide equal access to its cultural landscape.
In the world of tourism, where the role of guides and institutions involved in cultural interpretation is fundamental, these concerns become especially important. Together, they must ensure that the stories told convey accurate and contextualized information about a country’s culture. Through training and responsibility, they help prevent stereotypes and value authenticity, promoting a more faithful understanding of cultural heritage, adapted to the needs of each individual, regardless of their abilities.