06/06/2025
É com profundo pesar e tristeza que a evoca a ceramista Maria Emília Araújo (1940-2025), que nos deixou esta madrugada. Com atelier permanente na , onde trabalhou de forma próxima com diversos artistas, entre os quais Querubim Lapa ou Manuel Cargaleiro, a sua obra destaca-se pela intensa policromia e composições diversas que conjugam motivos abstractos e cenas figurativas, bem presentes num dos seus revestimentos mais emblemáticos – “Homenagem a Lisboa”, de 1972, no edifício Caleidoscópio, ao Campo Grande. Hoje recordamos a sua sempre intensa actividade e a forma generosa como nos acolheu em 2018, quando a conhecemos na Viúva Lamego.
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It is with deep regret and sadness that remembers the ceramist Maria Emília Araújo (1940-2025), who passed away today. Her work is characterised by its intense polychromy and diverse compositions, combining abstract motifs and figurative scenes. This is clearly evident in one of her most iconic tiles, ‘Homage to Lisbon’, created in 1972 and located in the Caleidoscópio building in Campo Grande. Today we remember her intense activity and the generous way she welcomed us in 2018, when we met her at .
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