Museu Nacional de Arqueologia

Museu Nacional de Arqueologia ARQUEOLOGIA NA RUA: Visite o nosso Mural em frente ao Museu, ou online em mna.arqueologianarua.pt
(1)

Permanente fechado.

O MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA

Por Despacho nº 32/2022, do Director-Geral do Património Cultural, foi determinado o encerramento do Museu Nacional de Arqueologia ao público, a partir de dia 18 de abril, no âmbito das obras de reabilitação e restauro do edificado que permitirá o crescimento exponencial da área expositiva do Museu, previstas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Criado po

r Decreto Régio em 1893, sob a designação de “Museu Etnológico Português, teve como seu fundador e primeiro director José Leite de Vasconcellos. As coleções etnográficas no seu conjunto refletem na sua origem, constituição e organização, a própria história do Museu Nacional de Arqueologia, que, no seu conceito fundacional, se designou Museu Etnológico, muito embora a componente arqueológica tivesse sido dominante desde o início. E se, no programa inicial de 1893-1894, se haviam consagrado apenas duas secções – a Arqueológica e a Moderna – uma terceira é muito precocemente acrescentada – a de Antropologia Física. O Museu ocupou inicialmente as instalações da Academia das Ciências de Lisboa, até 1903, quando se mudou para o edifício dos Jerónimos, tendo aberto ao público em 1906. O acervo do Museu reúne as colecções iniciais do fundador e de Estácio da Veiga. A estas somaram-se numerosas outras de trabalhos arqueológicos realizados sob tutela do Museu, bem como doações ou legados, a exemplo de Bustorff Silva, Luís Bramão, Samuel Levy. Foram ainda feitas incorporações a partir de outros departamentos do Estado, como as colecções de arqueologia da antiga Casa Real Portuguesa, após a implantação da República; colecções de arqueologia do antigo Museu de Belas Artes, quando se criou o actual Museu Nacional de Arte Antiga, entre outros.

No dia em que se celebra o Dia Mundial da Barba, relembramos “A Barba em Portugal – Estudo de Etnografia Comparativa”, a...
05/09/2026

No dia em que se celebra o Dia Mundial da Barba, relembramos “A Barba em Portugal – Estudo de Etnografia Comparativa”, a original publicação de 1925 em que José Leite de Vasconcelos desenvolve uma análise abrangente da sociedade e da cultura portuguesas. Mais do que uma particularidade física, a barba é estudada enquanto manifestação de hábitos, tradições e formas de representação social. O seu uso, comprimento ou ausência podia transmitir informações relacionadas com a idade, a posição social, a autoridade, as crenças religiosas ou até a origem geográfica de uma pessoa. Estas características não permanecem constantes: os seus significados modificam-se de acordo com as épocas, os contextos culturais e as transformações dos costumes.
Numa viagem que começa em tempos pré-históricos, o autor demonstra, assim, que o corpo humano pode conservar marcas importantes da história e dos costumes de uma comunidade.
A curiosidade que o tema continua a suscitar levou a editora "A Bela e o Monstro", em parceria com o jornal "Público", a publicar, em 2019, a edição fac-similada deste estudo.

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ ICOM Portugal Rede Portuguesa de Museus CCDR Lisboa e Vale do Tejo NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia A Bela e o Monstro

Um grupo de alunas do projeto SITIMUS - Salvaguarda e Valorização da Villa Romana de Santa Catarina de Sítimos, o MNA no...
04/09/2026

Um grupo de alunas do projeto SITIMUS - Salvaguarda e Valorização da Villa Romana de Santa Catarina de Sítimos, o MNA no âmbito da escola de Escola de Verão, um projeto com a coordenação de Sónia Bombico e Ana Patrícia Magalhães.

As participantes, vindas do Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Portugal, tiveram a oportunidade de conhecer o Museu no contexto único da obra, numa visita orientada por António Carvalho, Diretor; Teresa Costa, do serviço de Mediação, Acessibilidade e Inclusão (MAI); e Margarida Santos e Joana Almeida, da equipa de Conservação e Restauro.

Do mural "Arqueologia na Rua", às galerias em obra, passando pela nova área de monitorização e conservação das coleções, deu-se a conhecer as diferentes dimensões em que a equipa do Museu atua e quais os desafios na conciliação da missão educativa e científica em tempos de PRR.

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ ICOM Portugal CCDR Lisboa e Vale do Tejo NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia Rede Portuguesa de Museus Sitimus Villa Romana

Nos dias 12 e 13 de setembro, recebemos mais uma edição do Open House Arqueologia - uma iniciativa em parceria com o Mus...
02/09/2026

Nos dias 12 e 13 de setembro, recebemos mais uma edição do Open House Arqueologia - uma iniciativa em parceria com o Museu de Lisboa - Teatro Romano, promovendo quatro visitas orientadas pelo Diretor e pela equipa do MNA, sempre às 11h00 e às 15h00. Sob o título "Museu Nacional de Arqueologia em (re)construção", esta será uma oportunidade única para descobrir o Museu numa altura em que já estará concluída a 1.ª fase da obra de remodelação.
Reserve o seu lugar através do email: [email protected]

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ ICOM Portugal Rede Portuguesa de Museus NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia Museu de Lisboa

Este mês, é com Vénus que fazemos as Pontes com a História. Partimos desta figura icónica para descobrir como a sua imag...
31/08/2026

Este mês, é com Vénus que fazemos as Pontes com a História. Partimos desta figura icónica para descobrir como a sua imagem se transformou ao longo dos tempos, acompanhando as mudanças na história, na cultura e nas mentalidades.

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. ICOM Portugal UNIARQ CCDR Lisboa e Vale do Tejo Rede Portuguesa de Museus NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia

O termo “anforeta” decorre de ânfora e designa um recipiente de pequenas dimensões e quase sempre sem pegas. Herdeiras d...
28/08/2026

O termo “anforeta” decorre de ânfora e designa um recipiente de pequenas dimensões e quase sempre sem pegas. Herdeiras da tradição greco-romana, serviam para armazenar e transportar vários produtos, neste caso, azeite. É, inclusive, aos romanos que se deve a expansão do azeite por todo o Império, sendo um dos principais viveres transportados pelas rotas marítimas do Mediterrâneo.
Sempre presentes no quotidiano doméstico, estes recipientes testemunham também, ao longo dos séculos, a vasta rede de comércio que ligava diferentes regiões do mundo.
Quantas viagens terá feito esta anforeta, até que a resgatamos do seu descanso no fundo do mar? É com esta interrogação que terminamos a série inspirada no mar.

📷Anforeta de azeite / Lagos / Séc. XVIII / 2012.3.1

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. ICOM Portugal UNIARQ CCDR Lisboa e Vale do Tejo NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia Rede Portuguesa de Museus

Este capacete singular foi comprado por José Leite de Vasconcelos em 1907 e é o objeto em destaque no "Antes e Depois" d...
26/08/2026

Este capacete singular foi comprado por José Leite de Vasconcelos em 1907 e é o objeto em destaque no "Antes e Depois" de hoje.
A peça, em liga de ferro forjado, encontrava-se quase totalmente coberta por concreções de coloração cinzenta, ocultando o metal subjacente. Em algumas zonas observava-se destacamento laminar, expondo uma camada negra, bem como corrosão de cor laranja, lacunas, fissuras e deformações na base. No interior identificaram-se depósitos de terra e poeiras, e ainda vestígios da atividade de insetos. A intervenção consistiu na remoção mecânica das concreções, seguida da conversão dos produtos de corrosão, limpeza final e aplicação de uma camada de proteção com Paraloid B-72 e cera microcristalina. Durante a limpeza foram revelados uma inscrição a tinta vermelha identificada como um anterior número de inventário "1034", e vestígios de chapa em liga de cobre que reveste as cabeças dos rebites em liga ferrosa na base do capacete.
Que aventuras terá vivido este soldado?

📷 Capacete / Séc. XV / ETNO 4930

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. Rede Portuguesa de Museus UNIARQ ICOM Portugal CCDR Lisboa e Vale do Tejo NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia

O mar é um elemento imprevisível. Na noite de 2 de fevereiro de 1786, uma violenta tempestade ao largo de Peniche provoc...
24/08/2026

O mar é um elemento imprevisível. Na noite de 2 de fevereiro de 1786, uma violenta tempestade ao largo de Peniche provocou o naufrágio de um navio de guerra espanhol. O episódio foi retratado por Jean Pillement, importante artista francês que viveu em Portugal no século XVIII e exerceu uma profunda influência na pintura nacional.

O MNA conserva dois quadros que representam esta tragédia: um dedicado ao naufrágio e outro ao salvamento. Estas obras ilustram o mar como um ambiente de perigo e de adversidade, embora fosse essencial para o comércio, a pesca e a defesa militar.

A pintura evidencia essa dualidade: surge como fonte de riqueza e de comunicação entre povos, mas também como uma força da natureza capaz de provocar destruição e morte.

📷 Naufrágio de San Pedro de Ancantara, Jean Pillement (1728-1808) / 1780 - 1786 (?) / 992.66.1

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ ICOM Portugal CCDR Lisboa e Vale do Tejo Rede Portuguesa de Museus NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia

Numa parceria com a Terra das Ideias, estamos a desenvolver uma aplicação web para disponibilizar o registo fotográfico ...
22/08/2026

Numa parceria com a Terra das Ideias, estamos a desenvolver uma aplicação web para disponibilizar o registo fotográfico detalhado e o mapeamento georreferenciado da iconografia da ala oitocentista do Mosteiro dos Jerónimos, onde o MNA se encontra instalado.
Este projeto tornou-se possível no âmbito das empreitadas que se encontram a decorrer, pois só com o recurso aos andaimes é possível observar e registar integralmente o programa escultórico, as marcas de canteiro e os graffiti que, por sua vez, só se revelaram na sua totalidade com a limpeza das fachadas.
Futuramente, estes elementos poderão ser visualizados, e localizados, quer o público se encontre perto do Mosteiro ou não.

A equipa não só é, naturalmente, multidisciplinar, congregando especialidades como a História da Arte, a Arqueologia, a Fotografia, a Engenharia Informática, o Design de Interfaces, e a Conservação e Restauro, como tem origem em variadas instituições que se dedicam à salvaguarda do património nacional.
Para além da estreita colaboração com o Grupo ACA e com a AOF, associaram-se também a este desafio do MNA e da Museus e Monumentos de Portugal, EPE, o Património Cultural, I.P. e o Lab Jose de Figueiredo.
Trata-se de uma oportunidade única para recolher informação inédita e detalhada, fundamental para aprofundar a investigação acerca deste complexo monástico.

Rede Portuguesa de Museus
CCDR Lisboa e Vale do Tejo
UNIARQ
NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia
Junta de Freguesia de Belém

Já está disponível para consulta o volume “A Presença Romana em Cascais: Um Território da Lusitânia Ocidental”, apresent...
20/08/2026

Já está disponível para consulta o volume “A Presença Romana em Cascais: Um Território da Lusitânia Ocidental”, apresentado ao público, no Casal Saloio de Polima, em Cascais, no passado dia 24 de julho.
Da autoria de Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, com edição da Associação Cultural de Cascais, a publicação dá continuidade aos conteúdos da exposição homónima realizada no MNA de janeiro de 2005 a janeiro de 2006.
Esta obra é o culminar de décadas de investigação sobre a arqueologia romana no concelho e celebra ainda os 50 anos de atividade desta Associação em prol do património cultural e arqueológico da região.

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ Rede Portuguesa de Museus CCDR Lisboa e Vale do Tejo ICOM Portugal ICOM Portugal NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia

No "Antes e Depois" de hoje destacamos uma ânfora que se encontrava muito  fragmentada, tendo sido alvo de um habilidoso...
17/08/2026

No "Antes e Depois" de hoje destacamos uma ânfora que se encontrava muito fragmentada, tendo sido alvo de um habilidoso restauro. Alguns dos fragmentos mantinham-se na posição original, fixos com “gatos” (uma espécie de agrafos) em ferro, já oxidado, gesso e uma pasta de preenchimento corada. Algumas frações estavam separadas do corpo deste objeto, e outras tiveram de ser afeiçoadas de forma a encaixar corretamente.

A intervenção do Laboratório de Conservação e Restauro consistiu na desmontagem do conjunto de fragmentos colados; remoção dos “gatos” por processos mecânicos; consolidação pontual dos destacamentos, das fraturas e das fissuras com resina acrílica; limpeza química; dessalinização; e montagem.

Foi ainda realizada a colagem com resina acrílica, a reintegração estrutural com gesso odontológico branco, pasta à base de gesso e pasta de resina acrílica com microesferas de vidro, bem como a reintegração cromática com tintas acrílicas.

📷 Ânfora piscícola da forma Mañà C2b / Castro de Chibanes, Palmela / Séc. II - I a.C. / 2017.16

Museus e Monumentos de Portugal, EPE Património Cultural, I.P. UNIARQ CCDR Lisboa e Vale do Tejo ICOM Portugal NARQ - Núcleo de Estudantes de Arqueologia

Endereço

Praça Do Império
Lisbon
1400-206

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Museu Nacional de Arqueologia publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Museu Nacional de Arqueologia:

Atalhos

Compartilhar

Categoria