01/09/2026
Dezoito peças em ouro compõem um dos mais extraordinários conjuntos conhecidos da ourivesaria portuguesa do século XVIII. A sua excecionalidade material e formal remete para a esfera régia, embora a identidade de quem o encomendou permaneça por esclarecer.
Na entrevista ao Diário de Notícias, Hugo Miguel Crespo revisita a investigação desenvolvida em torno deste faqueiro que data do reinado de D. João V.
Esse estudo está na origem de Magnânimo — Um Faqueiro de Ouro para o Rei de Portugal, edição da São Roque coordenada por Hugo Miguel Crespo, que reúne diferentes especialistas num exercício de investigação e contextualização desta obra singular da ourivesaria portuguesa.
Entrevista disponível online no Diário de Notícias: https://www.dn.pt/cultura/faqueiro-em-ouro-se-no-foi-feito-para-o-rei-foi-com-certeza-para-algum-da-famlia-real