Museu do Ouro de Travassos

Museu do Ouro de Travassos O Museu do Ouro de Travassos foi inaugurado em 2001 e surge como resultado de um processo de valorização da atividade de ourivesaria na Póvoa de Lanhoso.

O Museu do Ouro de Travassos foi inaugurado no dia 3 de março de 2001 e surge como resultado de um processo de valorização e de dignificação do trabalho artesanal do ouro. A abertura ao público do Museu do Ouro, em Travassos, prende-se com o facto de esta freguesia ter ainda um número significativo de oficinas artesanais em funcionamento e vestígios arquitectónicos de muitas outras. Para além de m

usealizar, dinamizar as oficinas ainda em laboração e colaborar na recuperação das que se encontram em ruínas, o Museu do Ouro é uma instituição ativa, ao serviço da comunidade que lhe deu origem, e nela criando um polo dinamizador da região e do respectivo saber tradicional, dirigido a uma ampla região e a públicos diversificados. A ideia da criação de um museu da ourivesaria em Travassos data dos anos 80 e resulta dos esforços de um ourives – Francisco de Carvalho e Sousa – que ao longo de 50 anos de atividade foi recolhendo espólio e documentação, formando uma coleção importante e que é a parte principal do núcleo inicial do Museu. O edifício do Museu engloba duas oficinas de épocas diferentes já desativadas fazendo parte da Casa de Alfena. Nestas duas oficinas foram criados quatro espaços expositivos, uma reconstituição de uma oficina dos anos 50, uma sala do ouro, uma sala de exposições temporárias e uma loja de ouro tradicional português. LOCALIZAÇÃO

Sair da A3 em Braga Sul e seguir em direção a Chaves. Doze quilómetros depois virar à direita em direcção à Póvoa de Lanhoso e, dali, seguir em direção a Cabeceiras de Basto. Manter essa rota até encontrar (cerca de 7 km depois) uma indicação, à esquerda, para Travassos. Virar para a aldeia e continuar na estrada de asfalto até encontrar, do lado esquerdo, o Museu do Ouro e a Casa de Alfena (1,5 km depois do cruzamento).

07/11/2025
07/10/2025

[O Museu em ação]

Sexta-feira, dia 10 de outubro - 18h30
Auditório do Museu

Conferência de Carlos Fiolhais: "Viagens a sítios da Grécia onde nunca fui"
Ciclo "Viagens ao Mundo Antigo", com coordenação científica de Ana Sofia Silva.

🏦Entrada Livre.
👍Ficamos à vossa espera.

Sinopse
"Uma das minhas melhores recordações das aulas de História no liceu foi a descoberta da Grécia Antiga. A professora apresentava-nos diapositivos cheios de luz e de ruínas. O primeiro artigo que escrevi para um jornal foi sobre o Partenon, tendo consultado para isso o livro «Hélade» de Maria Helena Rocha Pereira. Na Universidade ensinei História da Ciência, pelo que falei da ciência na Antiga Grécia, que alvoreceu com Tales e Anaximandro de Mileto, e se desenvolveu com Pitágoras de Samos, Aristóteles de Estagira, Eratóstenes de Cirene, Arquimedes de Siracusa e Hiparco de Niceia, entre outros. Já estive em muitos sítios do mundo, espalhados por quase todos os continentes. Na Europa já estive na maioria dos países, mas, por contingências do acaso e para grande pena minha, nunca se proporcionou visitar as terras desses sábios. O mais perto que estive foi quando visitei na Turquia o que resta de algumas cidades gregas, em Bodrum/Halicarnasso e Cnido. Não pude deixar de me emocionar, já que sou, como toda a gente na Europa e no mundo, herdeiro do antigo mundo grego. Vou falar sobre esses e outros sítios da Grécia onde nunca fui mas anseio ir, enfatizando a dívida que a ciência tem com aqueles personagens."
Carlos Fiolhais

Na década de 1970, perto da atual cidade de Varna, na Bulgária, os arqueólogos descobriram um vasto cemitério da Idade d...
05/06/2025

Na década de 1970, perto da atual cidade de Varna, na Bulgária, os arqueólogos descobriram um vasto cemitério da Idade do Cobre, datado do 5º milénio a.C.

No princípio, a necrópole parecia uma descoberta notável, mas rotineira, até que chegarem à sepultura 43. O que estava lá dentro reescreveria a história antiga.

Naquela sepultura estava um homem de um estatuto extraordinário, agora conhecido como o Homem de Varna. À sua volta, havia artefactos de ouro tão abundantes que este único enterramento continha mais ouro do que alguma vez tinha sido encontrado em todo o mundo conhecido naquela época. Colares, diademas, armas e ornamentos finamente trabalhados rodeavam-no numa exibição de riqueza e arte incomparável para a época.

Enquanto civilizações como a Mesopotâmia, o Egito e o Vale do Indo são celebradas pelo seu desenvolvimento urbano precoce e inovação cultural, a cultura de Varna — com quase 7.000 anos — continua a ser um enigma silencioso.

Surgindo ao longo das margens do Mar Negro, não foi uma sociedade menor ou passageira. Foi a primeira cultura conhecida a produzir ouro, revelando um nível de complexidade, comércio e artesanato muito à frente do seu tempo.

O túmulo do Homem de Varna não é apenas uma sepultura, mas sim um eco dourado de uma civilização esquecida que prosperou no passado remoto da Europa.

Fonte: ancient-origins.net

Hoje recebemos a visita dos participantes no ###IV Encontro Nacional de Mestres Alfaiates, que decorreu este ano na Póvo...
25/05/2025

Hoje recebemos a visita dos participantes no ###IV Encontro Nacional de Mestres Alfaiates, que decorreu este ano na Póvoa de Lanhoso.
Os nossos Parabéns à organização do evento e obrigado pela visita!

Extração de ouro em Portugal.Durante a época romana, o ouro foi extraído da Península Ibérica em duas regiões geologicam...
27/04/2025

Extração de ouro em Portugal.

Durante a época romana, o ouro foi extraído da Península Ibérica em duas regiões geologicamente diferentes, conforme se pode ver no mapa.

Ambas são partes do cinturão Variscan, um cinturão de montanha colisório que atravessou a Europa central e, antes da abertura do Oceano Atlântico, continuou nos Apalaches.

Uma das maiores pepitas de ouro do mundo, com aproximadamente 20 kg, foi extraída do Brasil e está em exposição no Museu...
20/02/2025

Uma das maiores pepitas de ouro do mundo, com aproximadamente 20 kg, foi extraída do Brasil e está em exposição no Museu do Tesouro Real, em Portugal.

Essa pepita foi encontrada em 1839, na região de Minas Gerais, e ficou conhecida como “Pepita do Brasil”.

É um dos exemplares mais impressionantes de ouro natural já encontrados e foi levada para Portugal, onde foi mantida como parte do tesouro da coroa portuguesa.

Atualmente, a pepita faz parte da coleção do Museu do Tesouro Real, localizado no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

É uma relíquia importante tanto para a história do Brasil quanto para a de Portugal, já que reflete o período de intensa exploração de ouro no Brasil durante o século XVIII e XIX.

Fonte: Fatos Desconhecidos

15/02/2025

A Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E., anuncia a conclusão dos concursos públicos internacionais para a direção do Museu de Lamego, Museu Nacional de Arte Antiga, Museu Nacional de Arte Contemporâ...

22/08/2024

Do litoral ao interior, a Estrada Nacional 103 (EN 103) desbrava o norte do país entre o Minho e Trás-os-Montes. Praias fluviais, cascatas e parques naturais – Gerês e Montesinho - fazem parte do traçado com paragem para abastecer com a rica e afamada gastronomia regional

Recebemos hoje a visita de um grupo da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos.O nosso agradecimento por terem vin...
06/07/2024

Recebemos hoje a visita de um grupo da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos.

O nosso agradecimento por terem vindo!

Num belo dia de sol, recebemos a região em torno de Lisboa no Museu do Ouro de Travassos!Gratos pela vossa visita!
02/06/2024

Num belo dia de sol, recebemos a região em torno de Lisboa no Museu do Ouro de Travassos!
Gratos pela vossa visita!

Endereço

Rua De Aldeia De Baixo, 291
Póvoa De Lanhoso
4830-771

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