Museu do Ouro de Travassos

Museu do Ouro de Travassos O Museu do Ouro de Travassos foi inaugurado em 2001 e surge como resultado de um processo de valorização da atividade de ourivesaria na Póvoa de Lanhoso.

O Museu do Ouro de Travassos foi inaugurado no dia 3 de março de 2001 e surge como resultado de um processo de valorização e de dignificação do trabalho artesanal do ouro. A abertura ao público do Museu do Ouro, em Travassos, prende-se com o facto de esta freguesia ter ainda um número significativo de oficinas artesanais em funcionamento e vestígios arquitectónicos de muitas outras. Para além de m

usealizar, dinamizar as oficinas ainda em laboração e colaborar na recuperação das que se encontram em ruínas, o Museu do Ouro é uma instituição ativa, ao serviço da comunidade que lhe deu origem, e nela criando um polo dinamizador da região e do respectivo saber tradicional, dirigido a uma ampla região e a públicos diversificados. A ideia da criação de um museu da ourivesaria em Travassos data dos anos 80 e resulta dos esforços de um ourives – Francisco de Carvalho e Sousa – que ao longo de 50 anos de atividade foi recolhendo espólio e documentação, formando uma coleção importante e que é a parte principal do núcleo inicial do Museu. O edifício do Museu engloba duas oficinas de épocas diferentes já desativadas fazendo parte da Casa de Alfena. Nestas duas oficinas foram criados quatro espaços expositivos, uma reconstituição de uma oficina dos anos 50, uma sala do ouro, uma sala de exposições temporárias e uma loja de ouro tradicional português. LOCALIZAÇÃO

Sair da A3 em Braga Sul e seguir em direção a Chaves. Doze quilómetros depois virar à direita em direcção à Póvoa de Lanhoso e, dali, seguir em direção a Cabeceiras de Basto. Manter essa rota até encontrar (cerca de 7 km depois) uma indicação, à esquerda, para Travassos. Virar para a aldeia e continuar na estrada de asfalto até encontrar, do lado esquerdo, o Museu do Ouro e a Casa de Alfena (1,5 km depois do cruzamento).

03/04/2026

O Museu do Ouro de Travassos encontra-se encerrado por motivos de força maior.

O ouro ultrapassa o dólar como principal reserva mundialPela primeira vez em trinta anos, o ouro superou o dólar america...
19/03/2026

O ouro ultrapassa o dólar como principal reserva mundial

Pela primeira vez em trinta anos, o ouro superou o dólar americano e se tornou o maior ativo de reserva global. Bancos centrais de diferentes países agora mantêm trilhões de dólares em ouro, mostrando uma mudança importante na forma como as nações protegem sua riqueza.

Essa mudança vem acompanhada de uma valorização histórica do ouro, que chegou a mais de US$ 5.300 por onça no início de 2026. Países como China, Índia e Polônia têm investido pesadamente em ouro, reduzindo sua dependência de ativos denominados em dólar.

O movimento reflete uma estratégia de proteção contra a volatilidade econômica e os riscos geopolíticos. Com o ouro voltando a ser o centro das reservas internacionais, os governos priorizam ativos físicos e tangíveis em vez de depender exclusivamente de moedas e títulos tradicionais.

Fonte: World Gold Council. (2026). Global Reserve Asset Trends: The Rise of Gold over the US Dollar. World Gold Council Reports.

O Ouro (Au) é o metal de cor amarela brilhante denso, de todos conhecido. Ocorre na Natureza, no estado livre (não combi...
09/03/2026

O Ouro (Au) é o metal de cor amarela brilhante denso, de todos conhecido. Ocorre na Natureza, no estado livre (não combinado), como uma das milhares de espécies minerais.

Altamente dúctil e maleável, não oxida e é um excelente condutor de eletricidade. Bastante raro na crosta terrestre, a sua abundância média está estimada em cerca de 0,003 ppm (partes por milhão) da respectiva massa, o que corresponde a 0,0000003%, ou seja, por cada tonelada de rocha da crosta terrestre, existe, em média, cerca de 3 miligramas de ouro.

É usado nas artes decorativas, principalmente em ourivesaria e joalharia, num sem fim de objectos, e na indústria eletrónica, tendo ainda, em algumas geografias, alguma presença, feito época em odontologia. E como investimento em barras e moedas e demais produtos financeiros associados às transações do metal em bolsa.

Sempre foi considerado uma reserva segura, em tempos de crise económica e o seu preço flutua em função das crises políticas mundiais.

Foi um dos primeiros metais trabalhados pela humanidade, usado como padrão monetário (Padrão Ouro) durante séculos e outrora com valor fiduciário com a emissão de moeda intimamente relacionada com o seu valor em ouro (recordemo-nos das notas antigas que diziam “cinquenta escudos ouro”, e com grande importância em diversas culturas, como símbolo de riqueza e poder.

Raramente usado no seu estado refinado puro, conhecido como ouro de 999,9 ‰, este metal, dito nobre ou precioso, conhecido dos antigos sistemas monetários, nas alianças de casamento e em muitas jóias, é na verdade uma liga deste metal onde existe uma porção variável de outros metais, com destaque para o cobre e a prata e, por vezes, paládio, cobalto e zinco.

“Ouro de lei” é uma expressão usada em Portugal para se referir a um conjunto de ligas de ouro cuja pureza é estipulada por lei. Além de ligas de mais baixo teor, a habitual na joalharia é a liga que contém, no mínimo, 750‰ de ouro, que se diz “ouro de 18 quilates”.

Em Portugal, a tradição é a liga com 800‰ de ouro, ou seja, “ouro de19,2 quilates”. Para que fique claro, o quilate usado nas descrições da pureza das ligas de ouro é, na origem, o mesmo que, desde 1907, foi patronizado para o peso das pedras preciosas no então designado Sistema Métrico, com a sigla “ct”, do francês “carat,” equivalente a 200 mg (a unidade em si é mais antiga e remonta ao uso das sementes de alfarrobeira cujo peso era muito próximo do actual valor padrão).

A relação com as ligas de ouro começou quando, no início do século IV d.C., por volta do ano de 312, o imperador Constantino, o Grande (272-337 d.C.) mandou cunhar o solidus, moeda em ouro fino, que pesava 24 sementes de alfarroba, ou seja, 24 quilates (cerca de4.5 g), surgindo aqui a expressão “ouro de 24 quilates” para o ouro puro e todas as outras facilmente estabelecidas em proporção.

O solidus tornou-se a principal moeda de referência no comércio e no sistema monetário romano e bizantino e foi amplamente aceite além das fronteiras do Império: As palavras soldado e soldo (pagamento) derivam do uso do “solidus” como pagamento entre os militares.

Nas ligas de ouro usadas em ourivesaria e joalharia, os outros metais são, geralmente, cobre, para dar cor mais avermelhada e dureza, prata, para ajustar a cor mais para os esverdeados e a maleabilidade, e, por vezes, pequenas quantidades de paládio, no chamado ouro branco, brancura que também pode ser conseguida, submetendo a peça sem paládio (que é caro) a um banho de ródio, outro metal do grupo da platina.

Embora o ouro fosse conhecido e usado pelos nossos avós pré-históricos, foi só no início do século XIX que passou a ser tratado como elemento químico no sentido moderno. Sempre reconhecido como substância única, só passou a ser considerado elemento químico com a consolidação da teoria atómica, em 1803, principalmente com os trabalhos do inglês John Dalton (1766-1844).

Cerca de uma década depois, o químico sueco Jöns Jakob Berzelius (1779-1848), o primeiro cientista a organizar os elementos químicos de forma sistemática, introduziu a maioria dos símbolos químicos. inclusive o ouro, com o símbolo Au (do latim “aurum”, com o mesmo significado).

Cerca de meio século mais tarde, em 1869, o ouro apareceu como elemento nº 79, na Tabela Periódica de Dmitri Mendeleev (1834-1909),

António Galopim de Carvalho

O nosso muito obrigado à Junta de Freguesia de Travassos pela homenagem que nos foi prestada.
08/03/2026

O nosso muito obrigado à Junta de Freguesia de Travassos pela homenagem que nos foi prestada.

O Museu do Ouro de Travassos completou 25 anos e foi dia de dar os parabéns a todos os que estiveram envolvidos na sua c...
08/03/2026

O Museu do Ouro de Travassos completou 25 anos e foi dia de dar os parabéns a todos os que estiveram envolvidos na sua concretização.

O Museu do Ouro de Travassos completou 25 anos de abertura ao público no dia 3 de março. Hoje dia 7 comemoramos este ani...
07/03/2026

O Museu do Ouro de Travassos completou 25 anos de abertura ao público no dia 3 de março.
Hoje dia 7 comemoramos este aniversário com a inauguração de da exposição Da Póvoa de Lanhoso a Cáceres: Uma viagem de Ouro, guiada pelo autor Juan Valadés Sierra.

O Museu do Ouro de Travassos faz hoje 25 anos.São 25 anos a contar a história da ourivesaria de Travassos, a mostrar as ...
03/03/2026

O Museu do Ouro de Travassos faz hoje 25 anos.
São 25 anos a contar a história da ourivesaria de Travassos, a mostrar as nossas ancestrais técnicas de fabrico e a promover a nossa economia.

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/por-que-raz%C3%A3o-portugal-continua-a-guardar-centenas-de-toneladas-de-ouro/ar...
12/02/2026

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/por-que-raz%C3%A3o-portugal-continua-a-guardar-centenas-de-toneladas-de-ouro/ar-AA1UFTxM?ocid=msedgntp&pc=U531&cvid=698e3abe9cd44b0e93ab374dab58bca8&ei=40&fbclid=IwY2xjawP7GwFleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeSS7SCqonr7gXV2y5lTDrM_wwXkAd_EQH7MM7Doy3kVOHwIJrFRp5PJpl3SY_aem_6-cSqSzcKfgIPyueBUb5BA

Em plena era digital, Portugal continua a confiar no ouro como garantia de segurança financeira. Com 382,66 toneladas guardadas entre o Carregado e Londres, o metal precioso é uma segurança contra crises económicas, choques geopolíticos e instabilidade monetária. View on euronews

12/02/2026

Endereço

Rua De Aldeia De Baixo, 291
Póvoa De Lanhoso
4830-771

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