𝓟𝓸́𝓿𝓸𝓪 𝓓𝓮𝓼𝓪𝓹𝓪𝓻𝓮𝓬𝓲𝓭𝓪

𝓟𝓸́𝓿𝓸𝓪 𝓓𝓮𝓼𝓪𝓹𝓪𝓻𝓮𝓬𝓲𝓭𝓪 A Póvoa desaparecida. Aquela Póvoa que já não volta mais!

Hoje, dia 1 de Junho, pelas 21 horas, no Diana-Bar,  a Junta de Freguesia da Póvoa de Varzim encerra as celebrações do D...
01/06/2026

Hoje, dia 1 de Junho, pelas 21 horas, no Diana-Bar, a Junta de Freguesia da Póvoa de Varzim encerra as celebrações do Dia do Pescador com a apresentação da reedição do romance poveiro “Maresia” de Raul Faria, com a declamação de poesia de José Alberto Postiga, um momento musical com Sílvia Raquel, Rúben e Diana Silva e a apresentação de uma coreografia de Dança Contemporânea pela Associação cultural BE ARTIST, Profª Joana Rios! A entrada é livre e a não perder! Estão todos convidados.

28/04/2026
25/04/2026
05/04/2026

𝐓𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐏𝐨𝐯𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬
𝐏𝐚́𝐬𝐜𝐨𝐚 𝐏𝐨𝐯𝐞𝐢𝐫𝐚 “𝐀 𝐈𝐃𝐀 𝐀𝐎 𝐀𝐍𝐉𝐎”
𝐒𝐞𝐫𝐚́ 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐞́ 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐞𝐫𝐚?

Dia do Anjo ou Ida ao Anjo, noutros tempos, na segunda-feira de Páscoa, a Póvoa ficava deserta e quase não viam Poveiros na Póvoa...

Trouxa às costas, cesto de Picnic na mão, a pé ou nas camionetas da carreira, os Poveiros, e seus familiares especialmente os da Poça da Barca e das Caxinas, mas não só, lá abalavam para Argivai, para o local do Anjo.

Esta festa não é exclusiva da Póvoa, dado que é celebrada em algumas localidades do litoral norte, mas era na Póvoa que conhecia a sua maior expressão!

E de onde vem a sua origem?
Esta festividade popularizada na Festa da Hera dos anos 20 do século XX, possuiu algumas reminiscências de cultos pagãos, iniciada com a ida tradicional da população da Póvoa de Varzim às bouças do Anjo, como é conhecida a freguesia de Argivai (paróquia de São Miguel - o Anjo), onde parte da população tinha origem.

No final do século XX, o desenvolvimento urbano da Póvoa de Varzim, nomeadamente a criação de autoestradas (reduzindo e dividindo significativamente os espaços verdes), a crescente população e a necessidade de variedade de destinos fizeram com que muitas outras áreas da região fossem usadas para esse piquenique familiar, sendo que na zona de Esposende os destinos favoritos eram o Ofir , a Apúlia e a Barca do Lago, mas mesmo aqui a pressão imobiliária levou à alteração de costumes, rumando hoje os Poveiros a São Félix e Serra de Rates na Póvoa de Varzim, tendo o litoral de Mindelo em Vila do Conde sido bastante popular também, contudo, alguns lavradores descontentes com esta suposta "invasão", começaram a vedar os terrenos e a delimitação e classificação desta zona como reserva ornitológica, levaram ao abandono da escolha deste local como escolha para a sua utilização para os Picnics do "Dia do Anjo".

No entanto, algumas famílias tradicionais continuam a visitar as zonas verdes que restam da freguesia de Argivai.

Mas voltando à origem histórica desta romaria das famílias Poveiras, esta encontra-se ligada à "Festa da Hera", contextualizando, a Hera, é uma planta muito comum na Póvoa de Varzim.

Acha-se com grande frequência nos muros graníticos que dividem os campos rurais.

Na Páscoa, e quando chega a primavera, adquirem simbolismo, aquando da visita do compasso com a cruz dando a "boa nova" a cada casa, e assim, a população espalha folha de hera em frente à porta de suas casas para serem calcadas pelo compasso.

Estas folhas espalhadas pelas ruas podem também formar caminhos, por onde deve passar o compasso ao passar a rua, visitando todas as casas com a porta aberta.

A colocação das folhas depende do brio dos residentes de cada rua.

Mas o Dia do Anjo, é também celebrado na Póvoa de outro modo, aproveitando a proximidade e o convívio entre as pessoas especialmente os mais jovens, era o dia apropriado para os Poveiros mais apaixonados se declarem à sua amada, e por isso é também conhecido pelo Dia dos Namorados.

Este costume começou porque o Dia do Anjo era também um dia em que os estudantes e outros rapazes solteiros esperavam com ansiedade. Visto que era o único dia que os pais davam inteira liberdade de manhã à noite.

A meio do piquenique cantavam-se muitas músicas do cancioneiro poveiro que puxavam para a dança.

As raparigas, nos anos 20, para financiar os músicos dissidentes da Banda Poveira e que fundaram a Banda Povoense (popularmente Banda dos Passarinhos) aproveitaram a tradicional ida ao Anjo e colocavam-se à entrada das bouças, onde as famílias faziam os piqueniques, vendendo folhas de hera aos casais que passassem.
Daqui nasceram muitos casamentos que ainda hoje se mantem.

Mas, a tradição casadoira, de ser neste dia que muitos jovens Poveiros conheciam a sua cara-metade já se deteriorou e já se perdeu, passando este, a ser um dia de piquenique em família e de convívio com os vizinhos e amigos.


Créditos: Texto de Xavier Flores - Associação Cultural Póvoa Ontem e Hoje, baseado em fontes públicas, na experiência e memória pessoais, e ainda em recolha na internet. Fotos de Arquivo e/ou publicadas na página Póvoa Ontem e Hoje.

Associação Cultural Póvoa Ontem e Hoje PÓVOA DE VARZIM

Conheça um pouco da nossa história, da nossa cultura e das nossas gentes...O Poveiro e as alcunhas. Nota prévia: Alcunha...
28/03/2026

Conheça um pouco da nossa história, da nossa cultura e das nossas gentes...
O Poveiro e as alcunhas.

Nota prévia: Alcunhas são designações informais, apelidos ou cognomes atribuídos a pessoas, lugares ou objetos, baseados em características físicas, comportamentais, episódios marcantes ou apelidos familiares. Funcionam como identificadores sociais, muitas vezes substituindo o nome próprio, e podem ter caráter carinhoso, descritivo ou pejorativo.

Principais Aspetos das Alcunhas:
Origem: Deriva do árabe al-kunya, referindo-se a cognome ou sobrenome.
Função: Distinguir indivíduos, especialmente em comunidades pequenas onde nomes idênticos são comuns.
Tipos: Podem realçar traços físicos (ex: "gordalhão"), comportamentais (ex: "sorna") ou ironizar situações.
Sinónimos: Apodo, cognome, epíteto, alcunho.
Diferença Regional: Em Portugal, "apelido" é frequentemente o nome de família (sobrenome), enquanto no Brasil "apelido" é o equivalente à "alcunha".

Exemplos Comuns (Tradicionais/Populares):
Características: Pé de Ginja, Forreta, Boca de Sapo, Maria Rapaz.
Distinção Familiar: O Velho, O Novo, O Moço.
Famosos/Notórios: Pelé, Tiradentes, Passo Largo (Aragorn).

Se a sua família também tem uma alcunha, diga-nos qual e se souber, qual a origem da mesma. Obrigado!

As alcunhas na Cultura Poveira
Os nomes próprios do Poveiro desaparecem por completo para só prevalecerem as alcunhas.
Em lugar de João José Loureiro, José Filipe de Carvalho, João Martins da Nova, António da Silva Nunes, Francisco Fernandes Troina surgem-nos o João Caneta, o José Pinheira, e João Trunfo, o António Potrico e o Francisco Fome-Negra.
Só a alcunha é conhecida, só por ela se pode dar relação do indivíduo procurado dentro da comunidade. É inútil persistir com o nome próprio, porque muito raramente uma pessoa estranha à classe – e mesmo até nos da classe – consegue dar com o indivíduo que se procura. Muitas mulheres desconhecem o nome do próprio marido, vendo-se aflitas quando lho exigem para assentos de casamento, baptizados ou escrituras. O mesmo sucede com as filhas, que conhecem os pais pelo primeiro nome e a alcunha.

Algumas alcunhas poveiras :
A –Os Andrés (Santos), Os Amarelos (Santos Graça), Os Agulhas (Francisco Neves – Pereira Marques), Os Anjinhos (Ribeiro Pontes – Terroso Novo), Os Alexandres (Gomes da Vinha), Os Angeiras (Martins Neves), Os Avanças (Silva Braga), Os Alagados (Martins Areias), Os Andóras (Correia Novo), Os Aïndas (Francisco Nunes), Os Arocas (Francisco da Cunha).

B –Os Bentas (Nunes), Os Bragas (Pereira da Silva), Os Botos ou Versos (Francisco Ribeiro), Os Belezas (Santos), Os Bonifácios (Costa Castanho), Os Baetas (Pereira da Silva), Os Bronzes (Moreira Alexandre), Os Barruïs (Pereira Rajão – Casanova), Os Balés (Milhazes), Os Biatas (Correia Novo), Os Beb’Águas (Pereira Marques – Ribeiro Pontes), Os Bravos (Caetano Feiteira), Os Beiças (Fernandes Cadilhe).

C – Os Canetas (José Loureiro), Os Chascos (Fernandes Braga), O Cego do Maio (Rodrigues Maio), Os Chabões (Gonçalves Regufe – Francisco Marques), Os Coutos (Marques do Couto), Os Chichões (Gonçalves Gomes), Os Come-Pilados (Bernardo), Os Chibantas (Martins Leite), Os Caurretes (Ribeiro Pontes – Carlos da Silva), Os Covas (Rodrigues Campos), Os Canhotas (Francisco dos Santos – Martins Areias), Os Canários (Pereira da Silva), Os Catraios (José Dourado), Os Caragos (Pereira da Silva), Os Canastreiros (Dias da Silva), Os Currotos (Francisco Arteiro – Gonçalves de Castro), Os Chenas (Marques da Mata), Os Carvalhidos (Costa Marques), Os Caga-Libras (Santos Paroleiro), Os Chicharros (Moreira Alexandre), Os Capelões (Denis), Os Cocas (Ribeiro Pontes), Os Chaves (Francisco Neves), Os Carriços (Fernandes Abreu – Costa Branco), Os Cobiões (Rodrigues Maio), Os Cantinhas (Francisco Pinheiro – Rodrigues Cocelo), Os Chinchas (Ribeiro da Costa), Os Canejos (Félix Rajão – Rodrigues Maio), Os Caras (Fernandes Torrão), Os Celigatos (Fernandes Torrão), Os Caqués (Pereira da Silva), Os Cavalheiras (Rodrigues da Silva), Os Cochêchas (Silva Braga), Os Caixas (Gomes da Cruz), Os Cascas (Vicente Correia), Os Chinelos (Luís Postiga), Os Cangueiros (Pires – Gonçalves da Vinha), Os Cucas (Costa Moiro), Os Cantadeiras (Silva Laranja – Ribeiro Pontes), Os Caramelhos (Pereira Marques), Os Chanchas (Rodrigues da Silva), Os Calçadas (Pereira Marques), Os Caças (Martins Neves), Os Catritas (Filipe Nunes), Os Cadecos (Fernandes Troina), Os Cotovias (Silva Nunes), Os Cholas (Craveiro), Os Cascarra do Pita (Francisco dos Santos Júnior).

D – Os Duartes (Martins Areias – António Terroso), Os Dibós (Castro Cantinha), Os Dabanas (Marques Pinto).

E – Os Elenas (Gomes Cruz), Os Elias (Santos Paroleiro), Os Esquecidos (Filipe Ramos), Os Espadas (Rodrigues Pereira), Os Esgueiras (Gonçalves de Castro).

F –Os Fome-Negras (Fernandes Troina), Os Fangueiros (Francisco Maio), Os Fanecas (Martins Areias), Os Ferras (Luís, Francisco e Manuel Trocado), Os Feiteiras (José Cardoso), Os Frutuosos (Francisco Arteiro Gavina), Os Folhetas (Gomes Cruz), Os Figueiras (Gonçalves Regufe), Os Fernandes (Francisco dos Santos Graça), Os Fogajeiras (Regufe – Martins dos Santos), Os Famas (António Cristelo), Os Fonas (Silva Braga), Os Facadas (Rodrigues da Silva), Os Fuzelas (Fernandes da Silva), Os Ferreiras (Ferreira Moreira), Os Forneças (Fernandes Areias), Os Feliças (Francisco da Cunha – Correia Novo – Fernandes Braga).

G – Os Giesteiras (Rodrigues Maio), Os Grandes (Gomes Sapudo), Os Garrilhas (Rodrigues Maio), Os Graixas (Marques Pinhão), Os Guimarães (Gomes Leite), Os Giras (Santos Lourenço), Os Galos (Ferreira Festas – Rodrigues Maio), Os Graças (Gonçalves de Castro), Os Guias (Ferreira Graça), Os Grilas (Rodrigues Mateus), Os da Gorda (Costa Marques), Os dos Hábitos (Luís Postiga).

I – Os Izambas (Martins das Neves), Os Ingrés (Regufe Novo), Os Ilhas (Gonçalves Neto).

J – Os Juliões (Fernandes Cadilhe), Os Jacós (Filipe Ramos), Os Janeiras (Santos Viana).

L – Os Lambucos (Francisco Arteiro), Os Liberatas (Gomes Madalena), Os Liros (Silva Sencadas), Os Lavradeiras (Costa Marques), Os Lagoas (António Ferreira), Os Limas (Martins Moreira), Os Ladinhos (Domingos Nunes), Os Leonoras (Fernandes Moça – Rodrigues da Costa), Os Liqueiros (António Ferreira), Os Lianças (Moreira de Castro), Os da Lapa (Ribeiro Pontes), Os Lopes (Ribeiros Pontes), Os Locaias (Postiga), Os Laganças (Silva Braga), Os Landinhas (Pereira da Silva), Os Larachas (Pereira da Silva), Os Léles (Luís Postiga), Os Lazeras (Francisco de Castro), Os Lorianos (Pereira Marques), Os Lagosteiros (Dias Ferradeira), Os Loureiros (Martins das Neves).

M – Os Malgas (Bernardo de Castro), Os Micharros (Moreira Maia), Os Moucos (Gonçalves Neto), Os Maranhas (Ferreira Moreira), Os Maiatos (Fernandes Moça – Martins Moreira), Os Moirinhos (Gonçalves Marques), Os Molinhos (António Rajão), Os Milhazes (Manuel), Os da Madrinha (Costa Marques), Os Maragatos (Rodrigues Maio – Fangueiro da Silva), Os Mourilhes (Rodrigues Maio), Os Mulatos (Pereira da Silva), Os da Mata (Marques da Mata), Os Magáres (Silva Fangueiro), Os Mortes (Fernandes da Silva), Os Mitras (Filipe Ramos), Os Moiros (Rodrigues da Silva – Francisco Marques), Os Melros (Rodrigues Maio), Os Monetas (Gomes Marafona), Os Mariquinhas (Mata Novo), Os Melaços (Francisco Trocado), Os Melões (Fernandes Cadilhe).

N – Os da Neta (Costa Marques), Os Negrinhos (Rodrigues Maio), Os Nócas (Fernandes Areias), Os Nogueiras (Fernandes Areias), Os Nitos (Ribeiro Pontes), Os Nicolaus (Francisco Marques), Os Netos (Gonçalves de Castro), Os dos Negócios (Francisco Marques).

P – Os Pinheiras (Filipe de Carvalho – Costa Marques), Os Pintassilgos (Costa Jorge), Os Patas (Pereira Campos), Os Penedas (Gonçalves de Castro – Francisco de Castro), Os Pernas (Ribeiro Pontes), Os Parentes (Costa Marques), Os Padeiras (Silva Marques – José dos Santos), Os Patriças (Luís Postiga – Ribeiro Pontes), Os Poupados (Fernandes Caseira), Os Piroqueiros (Silva Braga), Os Peidadão (Francisco Nunes da Benta), Os Papilos (Nunes da Silva), Os Pragas (Monte Novo), Os Preus (Francisco Neves), Os Putões (Marques da Mata), Os Piçorricos (Pereira Marques), Os Piolhos (Martins dos Santos), Os Pataratas (Francisco Nogueira – Francisco Fangueiro), Os Pintados (Ferreira Maravalhas), Os Pimpões (Pereira da Silva), Os Parranas (José da Silva – Francisco Graça), Os Pelados (Costa Marques), Os Potricos (Silvas Nunes), Os Patuleias (Rodrigues da Silva), Os P***s (Gomes Madalena), Os Piços (António Terroso), Os Porra-Alfa (Francisco da Cunha), Os Pilotos (Moreira Maciel), Os Pochos (Ferreira Festas – Correia Pinto), Os Pescadas (Francisco Cucêlo), Os Patacos (Domingos Nunes), Os Relicas (Gomes Arteiro), Os Pitas (Rodrigues Maio – Gonçalves de Castro), Os Poças (José da Nova – Lopes Macieira), Os Patrões (Francisco Frasco), Os Pastoras (Teixeira).

Q –Os Quilores (Gonçalves de Castro), Os Quadros (Leocádio da Nova), Os Quartilhos (Pereira da Silva).

R – Os Russos do Caralhais (Moreira de Castro), Os do Rei (Lopes Macieira), Os da Rosa (Francisco Marques), Os Rosmaninhos (Santo Constantino), Os Russos (Costa Marques), Os Reigoiças (Caetano Feiteira), Os Rio d’Ave (Francisco Marques), Os Ruins (Francisco Frasco), Os Rigores (Santos Graça – Francisco da Cunha), Os Ratos (Francisco Frasco – Ferreira Novo), Os Reinas (Joaquim Marques – Bonito dos Santos), Os Raças (Trocado), Os do Heitor (Francisco Neves), Os Ramos (António Terroso), Os Recas (Gomes Cruz), Os Rélas (Custódio Rajão), Os Rafaéis (Rajão), Os do Rico Senhor (António Dourado), Os Reis da Marta (Luís Postiga), Os Reixas (Fernandes Cadilhe), Os Risotes (Rodrigues Marques), Os da Russa (Costa Novo), Os Respeitos (Pinheiro Cadilhe), Os da Reitora (Pereira da Silva).

S – Os Sofias (Moreira Ribeiro), Os Sérgios (Martins Areias), Os Saitas (Luís Postiga – Baptista da Silva), Os Saramagos (Fangueiro da Silva), Os Sás (Rodrigues Maio), Os Sedas (Francisco Moita), Os Salvadores (Francisco Moita), Os Simões (Caetano Feiteira), Os Sabinos (Castro Lopes), Os Serras (Gonçalves Gavina), Os Sanchas (Gomes dos Santos), Os Sangue-Ruim (Fernandes Troina – Rodrigues Maio), Os Salsas (Baptista de Lima), Os Sarrões (Rodrigues da Silva), Os do Sol (José Milhazes), Os Sanas (Pereira Campos), Os Soisas (Rodrigues Maio – Francisco Neves), Os Serguilhas (Martins Moreira – Francisco Moita), Os S. Brás (Bernardo Martins), Os Sedões (Francisco Arteiro).

T – Os Trunfos (Martins da Nova), Os Tremoceiros (Francisco Neves), Os Tamancas (Pedreira), Os Turras (Marcelino Marques), Os Tabojos (Ferreira Moreira), Os Tambucos (Pereira Marques – Rodrigues Maio – Francisco Trocado), Os Três Noites (Francisco Moita), Os da Trunfa (Moreira de Castro), Os Tinocos (Mendes Guimarães), Os Turras (Rodrigues Maio), Os Torres (Francisco Marques), Os Troinas (Baltazar do Couto), Os Tristes (Rodrigues da Cunha), Os da Hora (Lopes Macieira – Lourenço).

V – Os da Venda (José Pentieiros), Os Vigueiras (Domingos Nunes), Os Vigos (Pereira Rajão), Os Varandas (Rodrigues Pereira), Os Vasques (Lopes Gavina), Os Vilelas (Martins Moreira), Os Vidralhos (Gonçalves de Castro), Os Valentes (Francisco Nunes), Os Vilões (Silva Braga), Os Vilas (Francisco Rajão), Os do Vau (Baltazar do Couto), Os Viçosos (Gonçalves Fabião).

Z – Os Zangarelhas (Francisco Nunes).

Créditos: Texto de Xavier Flores - Associação Cultural Póvoa Ontem e Hoje com base na fonte utilizada e que foi o livro "O Poveiro" de Santos Graça e também em pesquisa na internet.
Fotos publicadas nas Páginas da Associação ou recolhidas na Internet.

Livro "O Poveiro" de Antonio Santos Graça (Obra de Autor , editada em 1932)

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Póvoa De Varzim

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