Museu Militar do Porto

Museu Militar do Porto O Museu Militar do Porto possui um acervo diversificado de peças de uso militar e artístico.

Objetivos do Museu Militar do Porto:

– Contribuir para a divulgação do património à sua guarda, designadamente pela exposição pública de espécimes com interesse cultural e patriótico, devidamente valorizadas com meios ou processos de esclarecimento, de dinamização pedagógica e de lazer;

– Colaborar com os restantes órgãos do Serviço Histórico-Militar e com outros organismos civis e militares, na

investigação histórico-militar;

– Prestar a colaboração que lhe for determinada na celebração de comemorações e na realização de cerimónias e de manifestações culturais com interesse histórico-militar e, de um modo geral, com significado histórico-cultural.

OBRA DO MÊS DE MARÇO 2026A 4 de março de 1394 nasceu, no Porto, o Infante D. Henrique, considerado o principal impulsion...
01/03/2026

OBRA DO MÊS DE MARÇO 2026

A 4 de março de 1394 nasceu, no Porto, o Infante D. Henrique, considerado o principal impulsionador da expansão ultramarina. Decorrente dos momentos de glória que Portugal viveu nessa época, o Museu Militar do Porto propõe, este mês, como sugestão de leitura "Homens, Espadas e Tomates", com edição de 1997, escrito por Rainer Daehnhardt, um autor que se especializou no "estudo da evolução do Homem através da arma e sua utilização".

Esta obra relata feitos heroicos dos portugueses nos DESCOBRIMENTOS, narrando muitos casos extraordinários de coragem e heroísmo, dos portugueses, dando a conhecer as armas de ambos os lados combatentes.

A História de Portugal encontra-se repleta “(…)de actos individuais de bravura e heroísmo que são demonstrados em situações que desafiam a lógica(…) “ e que fazem questionar sobre “(…) como foi possível e com que tipo de armas se confrontou um tão escasso número de portugueses contra exércitos substancialmente superiores(…)”.

Assim, “No estudo comparativo do rspectivo armamento surgem explicações que nos esclarecem sobre as razões pelas quais certos riscos foram assumidos.”

Não terá sido apenas a superioridade das armas, mas “(…) a razão principal reside (…) na qualidade dos homens, na sua fé, coragem e convicção na defesa da sua existência, enfim da sua identidade portuguesa (…)”.

Como refere Armando Canelhas, arquiteto e Ten. Coronel do Exército Português, no prefácio: “O povo Português, através da sua milenária vida, tem mostrado possuir uma resistência extraordinária à destruição e uma enorme capacidade de recuperação.”. Acrescenta, ainda, que “O autor teve a louvável preocupação de escrever num estilo simples e claro (…) com a finalidade de proporcionar uma fácil compreensão para o maior número de leitores (…)”.

Este livro, de interesse para os entusiastas do tema, encontra-se disponível para consulta na Biblioteca do Museu Militar do Porto.

Catálogo bibliográfico online: https://bibliotecas.defesa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=C772211S89879.1157918&profile=bmmp&source=~!dglb&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!253734~!0&ri=1&aspect=subtab117&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=HOMENS&index=.GW&uindex=&aspect=subtab117&menu=search&ri=1&limitbox_4=LOC01+=+BMMP

Peça do Mês de Fevereiro Mala de porão utilizada pelo Capitão Miliciano Manuel Carlos Brito, da 1ª Companhia do Batalhão...
27/02/2026

Peça do Mês de Fevereiro

Mala de porão utilizada pelo Capitão Miliciano Manuel Carlos Brito, da 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores 4210, na sua comissão em Angola, durante a Guerra Colonial.

Na segunda feira, 23 de fevereiro, o Museu Militar do Porto recebeu a visita dos colegas do Paço dos Duques de Bragança....
27/02/2026

Na segunda feira, 23 de fevereiro, o Museu Militar do Porto recebeu a visita dos colegas do Paço dos Duques de Bragança.

Esta visita de intercâmbio resultou de uma prévia receção e carinhoso acolhimento que a direção do Paço dos Duques de Bragança proporcionou ao Diretor do Museu Militar do Porto, Cor Alberto Correia, e a uma equipa deste Museu, promovendo a aproximação e partilha entre os profissionais destas duas instituições museológicas.

Em retribuição, a equipa liderada pelo Diretor do Paço dos Duques de Bragança, Dr. Milton Pacheco, teve oportunidade de visitar e conhecer um pouco mais da história e das coleções do Museu Militar do Porto, bem como os desafios com que as instituições museológicas se debatem atualmente. Momentos como estes fortalecem os laços de colaboração e enriquecimento de experiências de quem trabalha na área dos museus.

XI MEETING DE ESGRIMA MEDIEVAL No sábado, 21 de fevereiro, realizou-se o XI Meeting de Esgrima Medieval.A componente teó...
22/02/2026

XI MEETING DE ESGRIMA MEDIEVAL

No sábado, 21 de fevereiro, realizou-se o XI Meeting de Esgrima Medieval.
A componente teórica teve lugar durante a manhã, no Museu Militar do Porto, com duas apresentações :

“Introdução ao Espadim na História e nas HEMA” por João Marinheiro (realizada em inglês "An introduction to the smallsword")
e
'O conceito de venida em Figueiredo.” por Alexandre Botelho

Seguiu-se um debate moderado por Ricardo Macedo

Da parte da tarde prosseguiu-se com os trabalhos, nas suas componentes práticas, que tiveram lugar no Pavilhão CDUP Estádio Universitário.

Peça do mês de janeiroPoema "EXORTAÇÃO "Pedro Homem de Mello (1904-1984)
10/02/2026

Peça do mês de janeiro

Poema "EXORTAÇÃO "

Pedro Homem de Mello (1904-1984)

10/02/2026
OBRA MÊS FEVEREIROA obra que o Museu Militar do Porto apresenta como sugestão de leitura para o mês de fevereiro, As Mul...
01/02/2026

OBRA MÊS FEVEREIRO

A obra que o Museu Militar do Porto apresenta como sugestão de leitura para o mês de fevereiro, As Mulheres e a Guerra Colonial - Mães, filhas, mulheres e namoradas: a retaguarda dos homens na frente de batalha de Sofia Branco “(…) conta histórias da participação de mulheres portuguesas na guerra colonial em que Portugal esteve envolvido de 1961 a 1974(…)”.

No prefácio, Carlos de Matos Gomes sublinha que a obra “(…) apresenta-nos um painel alargado das mulheres portuguesas nas décadas de 60 e 70, que nos revela um país e uma sociedade em mudança profunda. A autora dá-nos a conhecer mulheres que arrostaram com a discriminação, lutaram contra ela, ajudaram a fazer o país quer criou as condições para o 25 de Abril (…).”

A obra é composta por 13 capítulos, tantos quantos os anos de guerra, nos quais “(…) 49 mulheres revelam como, entre 1961 e 1974, todo o país foi à guerra e como, depois disso, nada foi como dantes também para elas.”

Retratam-se mulheres que “Rezaram e fizeram promessas pelos homens mobilizados, escreveram-lhes centenas de aerogramas, adiando o amor, às vezes sem volta, tornaram-se madrinhas de guerra sem sequer os conhecer. Foram para o território desconhecido de África, que amaram ou odiaram, ou resignaram-se a esperar por eles, muitas vezes já com filhos nos braços.” São mulheres que “Trataram deles quando voltaram, mutilados e traumatizados, e habituaram-se a amar homens diferentes daqueles que haviam conhecido antes da guerra. Aguentaram verdadeiros infernos, porque o casamento era para a vida. Cada uma à sua maneira, todas essas mulheres foram pioneiras, desbravando caminhos outrora vedados. “

A autora valoriza o papel e a ação destas mulheres ao afirmar que “Elas não cruzaram os braços, envolveram-se, apoiando o esforço de guerra, ou opondo-se ao regime. É altura de lhes darmos voz, porque elas têm o que contar. São essas mulheres os sujeitos deste livro, que tenta mostrar uma outra face da guerra, o seu dano colateral, penetrante e permanente.”

Esta primeira edição, publicada pela editora A Esfera dos Livros em 2015, encontra-se disponível para consulta na Biblioteca do Museu Militar do Porto.

Catálogo bibliográfico online:
https://bibliotecas.defesa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=176998SIQ0704.582384&menu=search&aspect=subtab117&npp=20&ipp=20&spp=20&profile=bmmp&ri=&term=As+mulheres+%C3%A9+a+guerra+Colonial&index=.GW&x=0&y=0&aspect=subtab117




O REGICÍDIO A 1 de fevereiro de 1908, Portugal foi abalado por um dos acontecimentos mais marcantes da sua História: o r...
01/02/2026

O REGICÍDIO

A 1 de fevereiro de 1908, Portugal foi abalado por um dos acontecimentos mais marcantes da sua História: o regicídio.

Regressados de Vila Viçosa, o rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe foram assassinados a tiro, no Terreiro do Paço, em plena luz do dia. Ao lado deles seguia a rainha D. Amélia de Orleães, que, numa tentativa desesperada de defesa, enfrentou os atacantes e sobreviveu ao atentado. O príncipe D. Manuel que seguia com os pais e o irmão sobreviveu.

Os autores do atentado, Manuel Buíça e Alfredo Luís da Costa, ligados à Carbonária, foram mortos no local. Outros suspeitos de estarem implicados foram presos, mas a verdade sobre o seu envolvimento nunca chegou a ser totalmente esclarecida.

O príncipe D. Manuel subiu ao trono como D. Manuel II, mas a monarquia estava profundamente fragilizada.

Este ato de violência marcou o princípio do fim da monarquia portuguesa.

Dois anos depois era implantada a República, a 5 de outubro de 1910.

O regicídio permanece como uma página trágica da história de Portugal.

REVOLTA REPUBLICANA DE 31 DE JANEIRO DE 1891 No dia 30 de janeiro, o Museu Militar do Porto inaugurou uma exposição dedi...
31/01/2026

REVOLTA REPUBLICANA DE 31 DE JANEIRO DE 1891

No dia 30 de janeiro, o Museu Militar do Porto inaugurou uma exposição dedicada ao movimento republicano de 31 de janeiro de 1891.

A Revolta de 31 de janeiro de 1891, ocorrida na cidade do Porto, consistiu num levantamento militar de carácter republicano contra o regime monárquico. Este movimento, liderado maioritariamente por sargentos, teve como principal objetivo a instauração da República, refletindo o crescente descontentamento face à monarquia, bem como a insatisfação popular perante a situação política e económica do país.

Apesar de ter sido um movimento fracassado, esta revolta constituiu o primeiro episódio significativo de tentativa de derrube do regime monárquico em Portugal. Apenas a 5 de outubro de 1910 viria a ser proclamada a República.

Na sequência destes acontecimentos, o dia 31 de janeiro passou a ser assinalado como o Dia Nacional do Sargento, em homenagem à coragem, lealdade e ao papel fundamental dos sargentos enquanto elo de ligação entre o comando e a tropa, promovendo igualmente a reflexão sobre a sua condição e dignificação.

VISITA ORIENTADA AO ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO E MUSEU MILITAR DO PORTO No passado sábado, 17 de janeiro, elementos do Grup...
19/01/2026

VISITA ORIENTADA AO ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO E MUSEU MILITAR DO PORTO

No passado sábado, 17 de janeiro, elementos do Grupo de Amigos do Museu de Amarante realizou uma visita coordenada ao Ateliê António Carneiro e ao Museu Militar do Porto. Divididos em dois grupos foi possível proporcionar visitas orientadas para os participantes conhecerem estas duas instituições museológicas que, aproveitando a sua proximidade e aliando sinergias, colaboram na divulgação do património da cidade e dos seus acervos de pintura, escultura e histórico militar.

OBRA MÊS DE JANEIRO O Museu Militar do Porto inicia o ano de 2026 com a proposta de leitura do “Livro das Fortalezas” de...
01/01/2026

OBRA MÊS DE JANEIRO

O Museu Militar do Porto inicia o ano de 2026 com a proposta de leitura do “Livro das Fortalezas” de Duarte Darmas, executada entre 1509-1510 por iniciativa do Rei D. Manuel I.

Trata-se de uma reprodução comentada pelo General João de Almeida, editada em 1943 e ilustrada com fac-símiles dos desenhos do manuscrito quinhentista guardado na Torre do Tombo.

Inclui um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas e 57 desenhos: 55 referentes às fortificações situadas na fronteira com Espanha e 2 desenhos relativos às de Sintra e de Barcelos, que não se enquadram na zona fronteiriça.

Os desenhos de cada fortaleza são precedidos de notas explicativas do referido general sobre a sua localização, origem, natureza, e evolução que sofreram até à época em que foram desenhadas.

Apesar de se conhecer pouco sobre a vida de Duarte Darmas, este livro é considerado uma valiosa fonte para o estudo da cartografia e antiga arquitetura militar de Portugal.

Encontra-se disponível para consulta no Museu Militar do Porto.
Catálogo bibliográfico online:

https://bibliotecas.defesa.pt/ipac20/ipac.jsp?session=176718268QYE1.5172&profile=bmmp&source=~!dglb&view=subscriptionsummary&uri=full=3100024~!254058~!6&ri=2&aspect=subtab117&menu=search&ipp=20&spp=20&staffonly=&term=Duarte&index=.GW&uindex=&aspect=subtab117&menu=search&ri=2&limitbox_4=LOC01+=+BMMP



PEÇA DO MÊS DE DEZEMBRO LORIGA OU COTA DE MALHA DE FERRO MEDIEVALVeste de proteção, feita de milhares de anéis de ferro ...
31/12/2025

PEÇA DO MÊS DE DEZEMBRO

LORIGA OU COTA DE MALHA DE FERRO MEDIEVAL

Veste de proteção, feita de milhares de anéis de ferro entrelaçados e rebitados, aberta à frente para facilitar a sua colocação. A sua estrutura flexível permitia a mobilidade do guerreiro.

A Loriga era vestida sobre uma camisa acolchoada de várias camadas (Gambeson) a qual reforçava a proteção. Dependendo do tamanho poderia pesar mais de 10 kg. A distribuição do peso era facilitada pelo uso de um cinturão.

Esta loriga pode ser vista na exposição "D. Dinis, Rei Visionário e Estratega" patente no Museu Militar do Porto.

Endereço

Rua Do Heroísmo, 329
Porto
4300-259

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00
Quarta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00
Quinta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00
Sexta-feira 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00
Sábado 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00
Domingo 10:00 - 12:30
14:00 - 17:00

Telefone

+351225365514

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Museu Militar do Porto publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar