Museu e Ruínas Cerro da Vila

Museu e Ruínas Cerro da Vila Sítio arqueológico que remonta à época romana / Archaeological site dating back to Roman times. Under Augustus (27 B.C. to 14 A.D.)

Permanente fechado.

Sob Augusto (27 a.C - 14 d.C.), encontramos a região integrada na Província Lusitânia e dividia em três civitates, territórios dotados de uma capital: Balsa (Luz de Tavira, Ossónoba (Faro) e uma terceira civitas com capital em Cilpes (Silves) ou, mais provavelmente, em Lacobriga (Lagos). Pertencente ao território de Ossónoba, o Cerro da Vila era uma villa rustica, um dos pequenos centros onde se f

azia a exploração agrícola e que dispunha de uma residência campestre, cuja primitiva ocupação remonta à primeira metade do século I a.C. A sua localização favoreceu também o aproveitamento dos recursos marítimos e o tráfico de mercadorias, atestado pela existência de um porto. No século II e, particularmente, a partir do século III, a área residencial adquiriu uma expressiva dimensão. Provida de um grande edifício termal, era luxuosamente decorada com mosaicos e mármores, possuindo uma excelente rede de abastecimentos de água. As paredes eram revestidas com estuques pintados a fresco e o chão decorado com mosaicos formados por milhares de tesselas multicolores. Pouco sabemos sobre a economia produtiva local mas várias oficinas com tanques indicam o fabrico de preparados de peixe (garum), ou mais provavelmente, a tinturaria de tecidos a partir do murex, molusco que permitia obter várias tonalidades de púrpura. Os senhores do Cerro da Vila fizeram-se sepultar em mausoléus com columbarium, uma cripta com pequenos nichos laterais para colocação das urnas contendo as cinzas. Em época mais tardia, foi crescendo um vasto cemitério com sepulturas de inumação. Sob domínio islâmico, aproveitando as infraestruturas de regadio das antigas villae, um denso povoamento de agricultores e hortelãos permitia alimentar os mercados urbanos locais, como o de Santa Maria de Faro, e manter as primeiras explorações de frutos secos da região. Um conjunto de silos dessa época, abertos no interior das casas romanas demostra a continuidade de ocupação dos edifícios e denuncia a grande atividade que o Cerro da Vila mantinha nesse período. O notável conjunto de cerâmicas aqui descoberto integra-se na produção comum dos séculos VIII a X. In the early of the 2nd century B.C., the Algarve was annexed by the Roman Empire. the region was integrated into the Provincia Lusitania and divided into three civitates, territories granted a capital: Balsa (Luz de Tavira), Ossónoba (Faro) and a third civitas with its capital at Cilpes (Silves) or, more probably, at Lacobriga (Lagos). Cerro da Vila, belonging to the Ossónoba territory, surrounded by fértile fields and supplied with water from a dam some 2 quilometres away, was a villa rustica, one of the small centres with a country residence where farming was carried out and it was occupied as from 1st century A.D. It was also in a good position to benefit from maritime resources and trading, whish is confirmed by the existence of a port. In the 2nd century, and particular, from the beginning of the 3rd the residential área had been considerably extended, provided with a large termal building, and was luxuriously decorated with mosaics and marble, it also had na excelente supply network for its water. The walls were covered with vividly coloured frescos in geometric and floral motifs, while the floor was decorated with mosaics made of thousands of tiny, multicoloured tesserae. Little is known about local economic production, but a number of workshops with tanks would seem to indicate either fish preparations (garum) or, more probably, the dyeing of fabrics with murex, a selfish which could be used to produce diferente shades os purple. The lords of Cerro da Vila were buried in mausoleums with columbarium, a crypt with small lateral niches on wich the urns containing their ashes were placed. However, at a later date, a large cemetery with burial tombs was built. Under Muslim domination, the infrastructures of the irrigation of the old villae were used to form na extensive settlement of farmers and smallholders to provide for the urban markets, such Santa Maria de Faro, and maintain the first exploitation of dried fruit in the region. A series of silos dating from this period, open inside the Roman houses, demonstrate the continued occupation of the buildings and the considerable activity there was at Cerro da Vila during this period. The quite remarkable ceramics discovered here can be classified into common to the 8th, 9th and 10th century.

Endereço

Avenida Cerro Da Vila, Vilamoura
Quarteira
8125-403

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