Museu Municipal de Vale de Cambra

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Museu Municipal de Vale de Cambra O Museu Municipal de Vale de Cambra abriu ao público a 18 de Maio de 1997. Tem como principal miss?

MMVC | Crucifixos escolares A peça que hoje partilhamos convosco - um crucifixo escolar do século XX - faz parte do noss...
15/10/2026

MMVC | Crucifixos escolares

A peça que hoje partilhamos convosco - um crucifixo escolar do século XX - faz parte do nosso acervo e remete-nos para o cenário típico das salas de aula portuguesas durante grande parte do século passado.

A sua presença obrigatória não era um mero acaso, resultando da forte ligação histórica entre a Igreja Católica e o sistema educativo.

O crucifixo funcionava como uma peça central no espaço escolar, evocando a ideia de que o ensino devia ser pautado pela moral, pela virtude e pelos bons costumes cristãos.

Para além do seu significado estritamente religioso da Paixão de Cristo, a cruz carregava no ambiente escolar uma profunda simbologia de autoridade e ordem, reforçando o papel do professor e do próprio Estado através do aval divino.

Num país de forte tradição católica, era também vista como um elemento de união e identidade cultural, funcionando como um guião visual permanente para os valores que se pretendiam transmitir às gerações mais jovens.

Com a transição para uma sociedade plural e a afirmação do Estado laico, estes crucifixos foram sendo gradualmente retirados das escolas públicas, de modo a assegurar a liberdade religiosa e a neutralidade do ensino.

Ainda se lembra de ver estas cruzes na sua sala de aula? Que memórias ou reflexões lhe traz esta imagem? Partilhe connosco nos comentários!

MMVC | Pinho, Soares, Leite & Companhia - 𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂Foi uma das primeiras fábricas de lacticínios de Vale de Cam...
09/10/2026

MMVC | Pinho, Soares, Leite & Companhia - 𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂

Foi uma das primeiras fábricas de lacticínios de Vale de Cambra, mas dela pouco se sabe. Já funcionava em 1901, data em que a firma Pinho, Soares, Leite & Companhia, identificados como industriais com fábrica de lacticínios em Vale de Cambra, pediram o registo da marca “𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂” que se destinava a ser aplicada nas latas contendo a manteiga do seu fabrico (Boletim da Propriedade Industrial, 1901, n° 8, Agosto, p.237).

Contudo, posteriormente, o registo do nome “Fábrica de Lacticínios do Vale de Cambra” foi pedido e concedido em 13 de Julho de 1903 (Boletim da Propriedade Industrial, 1903, n° 7, Julho, p. 199).

O Jornal de Cambra de 2 de Julho de 1903 dava conta da fábrica:
”Vai ser inaugurada, brevemente, uma fábrica de lacticínios nesta vila. Os seus quatro proprietários merecem os melhores elogios pela sua iniciativa que contribuirá para o progresso do concelho de Macieira de Cambra.”

Como produtores e vendedores de manteiga, foram agraciados, como fornecedores da Casa Real, pelo rei D. Carlos, em 1905 (ANTT, CR, Mordomia Mor, ano 1905, 121). Em 1909, apôs-se a inclusão desse privilégio nas suas embalagens de “𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂”, as quais passaram a apresentar uma nova ima¬gem: o centro da embalagem representava o escudo real, encimado pelo nome da firma e tendo por baixo as palavras “Fornecedores da Casa Real” (Boletim da Propriedade Industrial, 1909, n° 6, Junho, p. 161).

Localizamos o anúncio desta fábrica no Jornal de Cambra de 1909, no qual se publicitava a “𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂”, anunciando análises feitas em laboratório de Lisboa demonstrativas de ser uma das melhores manteigas nacionais. Os seus proprietários, a firma Pinho, Soares; Leite & Ca, de Macieira de Cambra, identificavam-se como possuindo a fábrica de maior produção no continente. No mesmo ano em que foram nomeados fornecedores da Casa Real, tinham ganho, com a sua manteiga, um prémio na Exposição Agrícola de Lisboa.

A mesma marca ganhava o primeiro prémio em 18 de Setembro de 1910, no Palácio de Cristal, no Porto. O ocorrido é noticiado no Jornal de Cambra:
“À manteiga “𝑴𝒂𝒏𝒕𝒆𝒊𝒈𝒂 𝑨𝒍𝒍𝒊𝒂𝒏𝒄̧𝒂”, da fábrica de lacticínios de que são proprietários os senhores Pinho, Soares, Leite & Ca. Foi conferido o primeiro prémio na exposição a que concorreu no dia 18 do corrente, no Palácio de Cristal do Porto. É justa a recompensa que foi dada àquela finíssima manteiga, é mais uma prova da sua pureza e prestigiada qualidade. Com esta honra muito tem a lucrar os seus proprietários e o nosso concelho” (Jornal de Cambra, Nº 140, de 25 Setembro de 1910).

No entanto, em 1911 já não se faz publicidade à manteiga nos jornais locais e a firma deixa de ser notícia.

𝑻𝒆𝒙𝒕𝒐: Ângelo Augusto da Silva Pinho
𝑭𝒐𝒕𝒐𝒈𝒓𝒂𝒇𝒊𝒂: Jornal de Cambra, 2 de Julho de 1903

MMVC | Dia Mundial da Música Celebra-se hoje, 1 de outubro, o Dia Mundial da Música — uma data dedicada a enaltecer a li...
01/10/2026

MMVC | Dia Mundial da Música

Celebra-se hoje, 1 de outubro, o Dia Mundial da Música — uma data dedicada a enaltecer a linguagem universal que une gerações, preserva memórias e dá voz às nossas emoções.

Para assinalar a efeméride, destacamos dois instrumentos de sopro do nosso espólio, incorporados através da generosa doação de, também ele músico, Ângelo Augusto da Silva Pinho: um eufónio e um saxofone soprano.

Ambos pertenceram a músicos da Lira Cambrense — histórica denominação da Banda de Música da Sociedade Artística Musical de Vale de Cambra —, uma das instituições culturais mais emblemáticas do nosso concelho.

O som que um dia ecoou pelas mãos dos nossos instrumentistas permanece hoje salvaguardado no nosso acervo, lembrando-nos de que a música é a alma das festividades, da tradição e da identidade de um povo.

Neste dia especial, convidamos todos a escutar com atenção a harmonia que nos rodeia e a celebrar a arte sonora que continua a inspirar o nosso quotidiano.

MMVC | Desafio do Museu Guardadas na nossa coleção, estas duas peças fazem parte da memória e das rotinas dos nossos ant...
25/09/2026

MMVC | Desafio do Museu

Guardadas na nossa coleção, estas duas peças fazem parte da memória e das rotinas dos nossos antepassados, mas quantos de nós saberiam usá-las hoje?

Queremos testar a sua memória e conhecimento:
* Como se chama cada uma destas peças?
* Qual é a grande diferença no uso de uma e de outra?

Conte-nos tudo o que sabe nos comentários!

MMVC | O Ciclo do Vinho – uma exposição que poderá visitar no nosso museu… Em Vale de Cambra, a cultura da vinha e a pro...
18/09/2026

MMVC | O Ciclo do Vinho – uma exposição que poderá visitar no nosso museu…

Em Vale de Cambra, a cultura da vinha e a produção de vinho verde assumem uma importância histórica, ocupando uma posição cimeira na agricultura local.

Devido à geografia acidentada da região, os terrenos estão divididos em pequenas parcelas com socalcos, onde as videiras são conduzidas em ramadas elevadas a alguns metros do solo, sendo o acesso à vinha feito através de escadas de madeira.
O processo da produção do vinho verde divide-se em quatro fases principais.

1. Cuidados e Preparação da Vinha

O ciclo de produção exige um trabalho rigoroso de manutenção muito antes da colheita.
• Os trabalhos agrícolas iniciam-se com a poda das videiras, que é realizada entre os meses de dezembro e março.
• Este processo arranca frequentemente antes do aparecimento dos primeiros rebentos em janeiro ou fevereiro.
• A partir do mês de março, dá-se início ao processo de enxertia, o qual é feito a partir de vinha brava.
• Em meados de abril começam os tratamentos preventivos e a desinfeção das plantas.
• Para o efeito, aplicam-se soluções de água com cal, sulfato e enxofre, utilizando pulverizadores manuais, enxofradeiras ou máquinas de sulfatar mecânicas.
• Estes produtos fitossanitários devem ser aplicados com intervalos regulares de 10 a 15 dias, dependendo estritamente das condições climáticas.
• Os dias de nevoeiro exigem uma desinfeção imediata para prevenir o aparecimento do oídio(pó branco) nas uvas.
• Após estes cuidados contínuos, inicia-se o processo de maturação dos frutos, cujo desenvolvimento começa a ser notório por volta da época de Santiago.

2. A Vindima

A determinação exata da data da vindima é um fator fundamental para a qualidade final do vinho, estando dependente da relação de equilíbrio entre a diminuição da acidez e o aumento dos açúcares (que determinam o álcool provável) durante a maturação.
Tradicionalmente, a exuberância vegetativa das vinhas criava ensombramentos que atrasavam o processo de maturação. O receio das chuvas que surgem após o equinócio de verão levava frequentemente os lavradores a antecipar a colheita para evitar a podridão dos cachos, o que originava vinhos com níveis de acidez muito elevados.

Atualmente, a colheita decorre de forma programada, geralmente entre o final de setembro e o início de outubro. O corte dos cachos mobiliza famílias e dezenas de trabalhadores sazonais oriundos das terras vizinhas.

• As uvas são cortadas e depositadas em cestas de vime ou cabazes.
• É imperativo que os cachos sejam transportados inteiros para a adega, sem estarem amassados ou calcados, para evitar que as condições de calor desencadeiem uma fermentação precoce indesejada.
• O transporte dos cestos para o lagar era, noutros tempos, feito à cabeça pelas trabalhadoras ou, no caso de grandes volumes de produção, através de dornas transportadas por carros de bois.

3. Vinificação

Chegadas à adega, o processamento tecnológico diverge consoante o tipo de vinho pretendido:
• Vinhos Brancos: Utiliza-se o método de "bica aberta". Neste método tecnológico, o mosto fermenta isoladamente após a prensagem das uvas, não existindo qualquer contacto com as películas ou outros elementos sólidos do cacho.
• Vinhos Tintos: Aplica-se o processo de "curtimenta". Nesta modalidade, as uvas fermentam em contacto com as partes sólidas nos lagares ou em autovinificadoras, após terem sido submetidas a esmagamento ou pisa.
O esmagamento das uvas nos lagares começou por ser feito exclusivamente através de pisa humana, um método histórico que ainda é pontualmente praticado durante as vindimas. A partir da década de 1960, a introdução de esmagadoras mecânicas otimizou o processo, poupando tempo e aumentando a eficácia do processamento.
Após a pisa, o mosto permanece no lagar em fermentação durante dois a três dias, período findo o qual o bagaço ascende à superfície. O líquido é então retirado para pipos ou cubas metálicas para finalizar o seu processo de fervura, enquanto o bagaço é transferido para a prensa de modo a extrair o vinho residual. Os subprodutos desta prensagem são posteriormente encaminhados para o alambique para efeitos de destilação de aguardente.

4. Repouso, Trasfega e Engarrafamento

O tratamento final assegura a estabilização físico-química do vinho.
• O vinho recém-produzido permanece em repouso nos pipos durante um período aproximado de dois meses, o que permite a sedimentação das impurezas.
• A primeira prova ocorre tradicionalmente em novembro, coincidindo com a festividade do São Martinho.
• Segue-se a técnica de trasfega, um procedimento que consiste em transferir o vinho limpo para uma nova cuba ou pipo para separar o sedimento.
• Sempre que se verifique necessidade de tratamento, são adicionados cristais de sulfito com vista a melhorar e garantir a qualidade do vinho.
• O termo do processo produtivo ocorre entre os meses de fevereiro e março, altura em que o vinho pode estagiar nos pipos ou ser engarrafado em formato de garrafas e garrafões.
• Simultaneamente, é durante estes mesmos meses que se reinicia o trabalho de preparação das videiras, marcando a génese de um novo ciclo do vinho.

MMVC | Visita ao Concelho: Roteiro de Exploração pelo Concelho de Vale de Cambra.No âmbito da tradicional visita ao conc...
11/09/2026

MMVC | Visita ao Concelho: Roteiro de Exploração pelo Concelho de Vale de Cambra.

No âmbito da tradicional visita ao concelho realizada no arranque do ano letivo 2026/2027 — numa iniciativa em parceria entre o Agrupamento de Escolas de Búzio e a Câmara Municipal —, o nosso Museu teve o privilégio de acolher um grupo de professores, que incluiu tanto docentes recém-chegados como aqueles que já integram o agrupamento.

A iniciativa, desenvolvida em colaboração direta com a equipa de Turismo e Cultura do Município, visou aproximar a comunidade educativa da realidade local e identificar recursos pedagógicos de relevo para o novo ano escolar.

Durante a passagem pelo Museu, foi proporcionada aos professores uma visita técnica sobre o projeto "Histórias que Inspiram", enquadrada pela exposição temporária patente. A sessão permitiu apresentar uma reflexão aprofundada sobre a identidade do território, destacando a marcante transição histórica e social de um concelho de matriz rural para um polo industrial.

Agradecemos ao Agrupamento de Escolas de Búzio e à Câmara Municipal de Vale de Cambra por esta constante cooperação, bem como a todos os professores participantes pela presença e pelo entusiasmo demonstrado na valorização do nosso património local.

MMVC | Desafio do Museu MunicipalO Museu Municipal desafia-o a testar a sua memória e a partilhar os seus conhecimentos ...
10/09/2026

MMVC | Desafio do Museu Municipal

O Museu Municipal desafia-o a testar a sua memória e a partilhar os seus conhecimentos sobre este objeto do nosso espólio etnográfico (agro-alimentar industrial).

Montado sobre um cavalete de madeira, este equipamento era utilizado no quotidiano rural para um propósito muito peculiar.

Reconhece esta peça? Sabe qual a sua finalidade?

Deixe a sua resposta nos comentários e ajude-nos a preservar a história local.

MMVC | Cartaz das Festas Setembrinas de 1930Tendo como orago a Senhora da Natividade, Macieira de Cambra foi palco, ao l...
07/09/2026

MMVC | Cartaz das Festas Setembrinas de 1930

Tendo como orago a Senhora da Natividade, Macieira de Cambra foi palco, ao longo do século, das mais importantes festividades realizadas no concelho.

A acústica da Praça da República tornou-se o cenário perfeito para momentos culturais únicos, marcados pela presença de prestigiados grupos, artistas conceituados e Bandas de Música de enorme qualidade, apreciadas por todos os amantes da arte musical.

As celebrações dividiam-se em dois grandes momentos de devoção: no primeiro domingo de setembro homenageava-se o Senhor do Calvário e, no dia 8 do mesmo mês, a Senhora da Natividade. A união destas duas festas deu origem à emblemática designação de Festas Setembrinas.

Uma herança de fé, cultura e tradição que marca a história da nossa comunidade!

Fotografia: PINHO, Ângelo Augusto da Silva (2022) – Cultura popular: Memórias e tradições da população cambrense. Vale de Cambra: Município de Vale de Cambra.

MMVC | Visita do Group Dance Ensemble Mały ŚląskNo passado dia 21 de agosto, foi com particular agrado que o Museu Munic...
27/08/2026

MMVC | Visita do Group Dance Ensemble Mały Śląsk

No passado dia 21 de agosto, foi com particular agrado que o Museu Municipal de Vale de Cambra recebeu o grupo de dança polaco Mały Śląsk, composto por 47 elementos.

Esta visita, integrada no intercâmbio cultural do Folkcambra 2026, constituiu uma excelente oportunidade para dar a conhecer o património cultural, a história e a identidade do nosso concelho.

Agradecemos a vossa visita e fazemos votos de uma excelente estadia em Vale de Cambra!
Grupo Etnográfico Terras de Cambra

MMVC | Romaria à Nossa Senhora da Saúde da SerraHá romarias que são muito mais do que uma festa. São memórias que se rep...
14/08/2026

MMVC | Romaria à Nossa Senhora da Saúde da Serra

Há romarias que são muito mais do que uma festa. São memórias que se repetem de geração em geração, promessas que se cumprem, caminhos percorridos a pé e encontros que fazem parte da identidade de uma terra.

A tradição da romaria da Senhora da Saúde remonta a séculos, e reúne, todos os anos, milhares de romeiros.

O 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐮𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐒𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐝𝐚 𝐒𝐞𝐫𝐫𝐚, tal como o conhecemos hoje, foi construído entre 1929 e 1935, tendo evoluído a partir de um pequeno nicho existente no lugar de Gestoso, São Pedro de Castelões, onde se encontravam as imagens de Nossa Senhora e de Santo António.

Mas talvez a imagem mais forte desta festa esteja precisamente nos romeiros. Vindos de Vale de Cambra e das terras vizinhas, como Oliveira de Azeméis, Sever do Vouga, Estarreja, Ovar, Murtosa e de muitos outros lugares da beira-mar, chegam à Serra movidos pela fé e pelo cumprimento das suas promessas.

Durante horas, muitos fazem o caminho a pé. Antigas descrições falam de grupos que partiam ainda de madrugada, enfrentando longos percursos, o cansaço, o calor, a chuva ou o vento, mas mantendo a alegria, os cânticos e a esperança de chegar ao alto da serra. É esse espírito de sacrifício e devoção que transformou a romaria da Senhora da Saúde numa das grandes manifestações religiosas e populares da região.

A festa decorre tradicionalmente nos dias 13, 14 e 15 de agosto. Os primeiros dias são marcados sobretudo pela chegada dos romeiros mais distantes; já o dia 15 assume maior expressão entre as gentes de Cambra e das terras vizinhas. É uma celebração onde a fé convive com o encontro, a música, a tradição e o convívio popular.

Em Vale de Cambra, a romaria continua a subir a serra. E com cada romeiro que chega, leva consigo uma promessa, uma lembrança e uma história — mantendo viva uma tradição que pertence não apenas à Serra, mas a toda uma região.

Fotos: Arquivo Municipal de Vale de Cambra.

Endereço

Praça Da República 370
Vale De Cambra
3730-223

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Terça-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Quarta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Quinta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30
Sexta-feira 09:30 - 12:30
14:00 - 17:30

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