Filigrana Em Tela - Marcisa Bayma - Viana do Castelo

Filigrana Em Tela - Marcisa Bayma - Viana do Castelo Tudo feito a mão. "Pintar é libertar-se, e isso é o essencial." A pintura deixa-me livre e nas cores quentes e frias em suas misturas intermináveis revelo-me."

(Pablo Picasso)
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https://linktr.ee/encomendas_filigrana_em_tela "Na pintura em tela sou autodidata, construo o que o meu sentimento permite sem ser criticada ou autorizada. Esta sou Eu. Artista plástica: Marcisa Bayma
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24/05/2026

"𝑩𝑶𝑫𝑨𝑺 𝑫𝑬 𝑷𝑹𝑨𝑻𝑨" 25 𝒂𝒏𝒐𝒔 𝒅𝒆 𝒄𝒂𝒔𝒂𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐. 𝑼𝒎𝒂 𝒗𝒊𝒅𝒂 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒊𝒓𝒂 𝒅𝒆 𝒂𝒎𝒐𝒓, 𝒄𝒖𝒎𝒑𝒍𝒊𝒄𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒆 𝒆𝒔𝒄𝒐𝒍𝒉𝒂𝒔 𝒇𝒆𝒊𝒕𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝒎𝒂̃𝒐𝒔 𝒅𝒂𝒅𝒂𝒔. 𝑬𝒏𝒕𝒓𝒆 𝒐𝒔 𝒅𝒊𝒂𝒔 𝒇𝒂́𝒄𝒆𝒊𝒔 𝒆 𝒐𝒔 𝒅𝒊𝒇𝒊́𝒄𝒆𝒊𝒔, 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒕𝒓𝒖𝒊́𝒓𝒂𝒎 𝒂𝒍𝒈𝒐 𝒓𝒂𝒓𝒐: 𝒖𝒎 𝒂𝒎𝒐𝒓 𝒒𝒖𝒆 𝒐 𝒕𝒆𝒎𝒑𝒐 𝒏𝒂̃𝒐 𝒂𝒑𝒂𝒈𝒐𝒖, 𝒂𝒑𝒆𝒏𝒂𝒔 𝒕𝒐𝒓𝒏𝒐𝒖 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒑𝒓𝒐𝒇𝒖𝒏𝒅𝒐, 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒃𝒐𝒏𝒊𝒕𝒐 𝒆 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒗𝒆𝒓𝒅𝒂𝒅𝒆𝒊𝒓𝒐. 𝑸𝒖𝒆 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒊𝒏𝒖𝒆𝒎 𝒂 𝒂𝒎𝒂𝒓-𝒔𝒆 𝒄𝒐𝒎 𝒂 𝒎𝒆𝒔𝒎𝒂 𝒕𝒆𝒓𝒏𝒖𝒓𝒂 𝒄𝒐𝒎 𝒒𝒖𝒆 𝒄𝒐𝒎𝒆𝒄̧𝒂𝒓𝒂𝒎 𝒆𝒔𝒕𝒂 𝒉𝒊𝒔𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒂 𝒊𝒏𝒆𝒔𝒒𝒖𝒆𝒄𝒊́𝒗𝒆𝒍. 𝑨𝒕𝒆𝒍𝒊𝒆̂ 𝒅𝒆 𝒑𝒊𝒏𝒕𝒖𝒓𝒂 𝑭𝒊𝒍𝒊𝒈𝒓𝒂𝒏𝒂 𝒆𝒎 𝑻𝒆𝒍𝒂 𝑴𝒂𝒓𝒄𝒊𝒔𝒂 𝑩𝒂𝒚𝒎𝒂®



12/05/2026

Nascer em Viana do Castelo não é apenas um acaso geográfico. É uma herança de mar e montanha, de vento atlântico e coração teimoso. A mulher minhota carrega dentro de si a força antiga das raízes fundas, como quem aprendeu desde cedo que a vida se vence com dignidade, trabalho e alma inteira.
Há nela qualquer coisa de eterno. Um fogo silencioso que não se explica, sente-se. Está no olhar firme, na maneira como ama sem medida, na coragem com que suporta o mundo sem deixar cair a delicadeza. A mulher minhota não nasce frágil; nasce inteira. Moldada pela chuva do Norte, pelo som dos ranchos, pelo ouro ao peito que nunca foi vaidade, mas símbolo de honra, de família e de memória.
Ela sabe amar como poucas. Ama com verdade, com presença, com entrega absoluta. Quando dá a mão, dá também o coração. E quando sofre, sofre em silêncio digno, porque aprendeu com as mães e avós minhotas que a grandeza não precisa de ruído. Há uma poesia rara na mulher de Viana: "uma mistura impossível entre bravura e ternura, entre saudade e esperança".
É impossível ficar indiferente à sua essência. Porque nela vive Portugal inteiro. V@ive o cheiro da terra molhada, o sal do mar revolto, o toque dos lenços bordados à mão, o orgulho das festas populares, o eco dos cantares antigos que atravessaram gerações. A mulher minhota é tradição, mas também é liberdade. É raiz e voo ao mesmo tempo.
Quem conhece verdadeiramente uma mulher minhota percebe depressa que ela não se conquista apenas com palavras bonitas. Conquista-se com lealdade, respeito e verdade. Porque ela reconhece o vazio à distância. O coração minhoto pede profundidade. Pede alma. Pede permanência.
E talvez seja por isso que deixa marca. Porque a sua presença não passa, permanece. Como permanece o rio Lima ao atravessar a cidade, como permanece a memória das varinas, dos pescadores, das romarias e das noites iluminadas de Viana. A mulher minhota leva consigo a beleza rara das coisas autênticas. E num mundo tantas vezes apressado e superficial, ela continua a ser abrigo, intensidade e verdade.
"Ser minhota é mais do que nascer no Minho. É carregar uma identidade feita de coragem, paixão e amor à terra." E ser mulher minhota é ser poema vivo: forte sem perder a doçura, intensa sem perder a elegância, apaixonada sem nunca deixar de ser livre.

Assinado:
Marcisa Bayma uma Mulher do Norte, Minhota de alma e Portuguesa de coração.
12.05.2026 - "Viana do Castelo da freguesia da terra da Cebola"

06/05/2026

“𝐄 𝐚𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚 𝐩𝐨𝐫 𝐚𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚𝐫 𝐮𝐦𝐚 𝐝𝐮́𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐧𝐨 𝐦𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐧𝐨𝐬 𝐦𝐞𝐮𝐬 𝐩𝐞𝐧𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬. 𝐎 𝐪𝐮𝐞 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫?”
Há convites que chegam como vento, não pedem licença, atravessam-nos.
E este… este não bateu à porta. Entrou direto no lugar onde a minha arte respira em mim mesma.
Disseram-me: vem.
Vem viver daquilo que és.
Vem levar a tua pintura única com "agulhas e seringas" para além do horizonte que conheces.
E eu tremi.
Porque sempre sonhei com isto, mas nunca imaginei que o sonho tivesse um preço invisível. Um daqueles que não se escreve em contratos, mas se sente nos ossos.
Partir não é apenas mudar de país. É deslocar raízes.
É confiar que aquilo que nasceu em liberdade sobreviva dentro de um nome maior do que o meu.
A minha arte… sempre foi indomável, cresceu sem mapa, sem dono, sem destino traçado.
Foi minha, inteira, crua, por vezes imperfeita mas verdadeira.
Uma "pintura feita de precisão, pontos e riscos, de gesto e pulsação, onde cada agulha não fere mas revela, onde cada seringa não invade mas cria. Um território estranho para muitos, mas profundamente meu.
E agora pedem-me que a leve… mas que a partilhe com uma estrutura que não sou eu.
E eu pergunto, em silêncio:
se a minha arte deixar de ser só minha… continuará a ser livre?
Mas há outra pergunta, mais funda, mais inquieta:
e se este for o caminho onde ela se torna ainda mais viva?
Talvez a liberdade não seja um lugar, talvez seja aquilo que eu consigo proteger dentro de mim, mesmo quando tudo à volta muda.
Talvez eu não esteja a ser chamada a abdicar,
mas a expandir.
E ainda assim… há medo.
Não de partir.
Mas de, no regresso a mim mesma, já não me reconhecer.
Por isso não respondo já.
Deixo que o silêncio fale primeiro.
Deixo que a minha arte, essa voz antiga, fiel, indomável, me diga se quer ir mais longe… ou permanecer onde sempre soube ser inteira.
Porque no fim, a escolha não é entre ir ou ficar.
É entre perder-me…
ou levar-me comigo.
E só assim saberei:
se este convite é um destino ou uma despedida disfarçada de promessa.
Como resolver esta questão que não é um sonho e sim uma realidade de agora?




04/05/2026

𝑷𝑹𝑬𝑵𝑫𝑨 𝑷𝑨𝑹𝑨 𝑪𝑨𝑺𝑨𝑴𝑬𝑵𝑻𝑶.
𝑬𝒏𝒕𝒓𝒆 𝒇𝒊𝒐𝒔 𝒅𝒐𝒖𝒓𝒂𝒅𝒐𝒔 𝒆 𝒑𝒓𝒐𝒎𝒆𝒔𝒔𝒂𝒔 𝒆𝒕𝒆𝒓𝒏𝒂𝒔, 𝒅𝒐𝒊𝒔 𝒄𝒐𝒓𝒂𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒔𝒆 𝒆𝒏𝒄𝒐𝒏𝒕𝒓𝒂𝒎 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒆𝒔𝒄𝒓𝒆𝒗𝒆𝒓 𝒖𝒎𝒂 𝒉𝒊𝒔𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒂 𝒒𝒖𝒆 𝒐 𝒕𝒆𝒎𝒑𝒐 𝒏𝒂̃𝒐 𝒂𝒑𝒂𝒈𝒂. 𝑸𝒖𝒆 𝒐 𝒂𝒎𝒐𝒓 𝒅𝒆 𝒗𝒐𝒄𝒆̂𝒔 𝒇𝒍𝒐𝒓𝒆𝒔𝒄̧𝒂 𝒏𝒐𝒔 𝒅𝒆𝒕𝒂𝒍𝒉𝒆𝒔 𝒅𝒐 𝒅𝒊𝒂 𝒂 𝒅𝒊𝒂, 𝒄𝒓𝒆𝒔𝒄̧𝒂 𝒏𝒂𝒔 𝒕𝒆𝒎𝒑𝒆𝒔𝒕𝒂𝒅𝒆𝒔 𝒆 𝒃𝒓𝒊𝒍𝒉𝒆 𝒂𝒊𝒏𝒅𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒏𝒂𝒔 𝒂𝒍𝒆𝒈𝒓𝒊𝒂𝒔 𝒄𝒐𝒎𝒑𝒂𝒓𝒕𝒊𝒍𝒉𝒂𝒅𝒂𝒔. 𝑩𝒆𝒂𝒕𝒓𝒊𝒛 & 𝑳𝒖𝒊𝒔, 𝒒𝒖𝒆 𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒂𝒎𝒂𝒏𝒉𝒆𝒄𝒆𝒓 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒖𝒎 𝒓𝒆𝒄𝒐𝒎𝒆𝒄̧𝒐 𝒄𝒉𝒆𝒊𝒐 𝒅𝒆 𝒄𝒂𝒓𝒊𝒏𝒉𝒐, 𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒅𝒆𝒔𝒂𝒇𝒊𝒐 𝒖𝒎𝒂 𝒖𝒏𝒊𝒂̃𝒐 𝒂𝒊𝒏𝒅𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒇𝒐𝒓𝒕𝒆, 𝒆 𝒄𝒂𝒅𝒂 𝒔𝒐𝒏𝒉𝒐 𝒖𝒎 𝒄𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐 𝒑𝒆𝒓𝒄𝒐𝒓𝒓𝒊𝒅𝒐 𝒍𝒂𝒅𝒐 𝒂 𝒍𝒂𝒅𝒐. 𝑸𝒖𝒆 𝒐 “𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒔𝒆𝒎𝒑𝒓𝒆” 𝒅𝒆 𝒗𝒐𝒄𝒆̂𝒔 𝒔𝒆𝒋𝒂 𝒍𝒆𝒗𝒆, 𝒗𝒆𝒓𝒅𝒂𝒅𝒆𝒊𝒓𝒐 𝒆 𝒊𝒏𝒇𝒊𝒏𝒊𝒕𝒐.💝
"𝑨𝒕𝒆𝒍𝒊𝒆̂ 𝒅𝒆 𝒑𝒊𝒏𝒕𝒖𝒓𝒂 𝑭𝒊𝒍𝒊𝒈𝒓𝒂𝒏𝒂 𝒆𝒎 𝑻𝒆𝒍𝒂 𝑴𝒂𝒓𝒄𝒊𝒔𝒂 𝑩𝒂𝒚𝒎𝒂 ®"



25/04/2026

Hoje fiz um resumo da minha alma artista nestes 13 anos de pintura em tela.

A alma de um artista vive, inevitavelmente, em desequilíbrio como quem avança sobre uma corda bamba suspensa no vazio. E, ainda assim, o que nos impede de cair não é a razão, nem a técnica, nem sequer o reconhecimento… é o coração. É a pele da alma exposta, é o peso indomável das emoções, é a vertigem das sensações que nos atravessam e nos rasgam por dentro.

Não acredito, nem por um instante, num artista que sinta de forma falsa. A arte não nasce da mentira. Pode desdobrar-se em mil leituras, mas a sua raiz é sempre verdadeira mesmo quando fere. Todos os artistas que deixaram marca no tempo contaram, à sua maneira, a própria história: fragmentada, velada, escondida em metáforas. Houve quem criasse à beira da loucura, quem pintasse no coração da guerra, quem carregasse silêncios densos, feridas invisíveis, paixões incendiárias, conflitos íntimos, dependências que consumiam como fogo lento.

Ser artista é viver com a pele em carne viva. É sentir para além do suportável. E quando a profundidade se cruza com essa sensibilidade extrema, nada permanece leve tudo se adensa, tudo se torna matéria viva, visceral, quase sangrenta na forma como pulsa.

Em mim habitam duas linguagens: "a música e a pintura, o que se escuta e o que se revela ao olhar." Em ambas me entrego inteira, sem medida. Não conheço o território do “quase”. Ou me recolho ao abrigo da minha própria sombra, ou abro as asas e deixo-me arder numa felicidade impossível de conter. Ou digo a verdade no instante em que nasce, ou não sei sustentar a ficção de uma mentira.

É nesse intervalo entre o tudo e o nada que germinam muitos dos meus abismos. Porque em mim há uma urgência de expor sentimentos verdadeiros. Ou transbordo, ou me fecho. Não sei existir pela metade. Não sei ocultar sem pagar um preço que o corpo reclama, duro, real, inevitável. O silêncio pesa-me nos ossos, corrói-me em silêncio.

Por isso, escolho sempre explicar em vez de justificar. Escolho revelar em vez de esconder. Porque esconder dói, dói fundo, dói quase com violência, como se o meu próprio corpo recusasse tudo aquilo que não é sentimento verdadeiro.

Sou assim no mundo… um mundo que, tantas vezes, ainda não reconheço como meu. Há momentos em que a ausência de pertencer se impõe, em que me sinto deslocada, desenraizada, como se habitasse um lugar que não me cabe.

E, no meio de tudo isto, a única resposta que me resta é simples, ainda que difícil de aceitar: "eu pinto por amor. O dinheiro… esse é apenas a sombra tardia de sentimentos quando se revelam, nus sobre a tela."

“Eu, Marcisa Bayma, sou parte daquilo que pinto, mas sou inteira daquilo que sonho.”

E, se olhares verdadeiramente para uma obra minha, depois de atravessares tudo isto, talvez consigas ver para além da forma. Talvez consigas ler-me. Talvez consigas tocar aquilo que sou.

Artista plástica autodidacta Marcisa Bayma
Viana do Castelo 25.04.2026

20/04/2026

É um pequeno encanto, um gesto de ternura, Para guardar ou oferecer com alma tão pura.
Vem do Minho, terra verde, cheia de tradição, do Norte de Viana, feito com o coração.

São dezanove sonhos, modelos singulares, Para mães, amigas, professoras ou amores sem pares. A quem é especial, a quem merece sorrir, um presente eterno que o tempo não vai ferir.

Mais de dez anos promete existir, firme a decorar, Pois nada igual no mercado se pode encontrar.
Cabe em qualquer canto, discreto a brilhar, e é impossível não encantar quem o olhar.

Escolhe o teu número, vem sem demora, Reserva o teu antes que chegue outra hora. São só dezanove, promessa que fiz e, aguardam por quem for mais rápido e feliz.


14/04/2026

"𝑷𝒆𝒓𝒇𝒆𝒊𝒕𝒐 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒆𝒕𝒆𝒓𝒏𝒊𝒛𝒂𝒓 𝒎𝒐𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐𝒔, 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔 𝒐𝒖 𝒆𝒎𝒐𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒎𝒆𝒓𝒆𝒄𝒆𝒎 𝒇𝒊𝒄𝒂𝒓 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒔𝒆𝒎𝒑𝒓𝒆." “𝑯𝒂́ 𝒅𝒆𝒕𝒂𝒍𝒉𝒆𝒔 𝒒𝒖𝒆 𝒇𝒂𝒍𝒂𝒎 𝒔𝒆𝒎 𝒑𝒂𝒍𝒂𝒗𝒓𝒂𝒔… 𝑬𝒔𝒕𝒆 𝒏𝒂̃𝒐 𝒆́ 𝒂𝒑𝒆𝒏𝒂𝒔 𝒖𝒎 𝒒𝒖𝒂𝒅𝒓𝒐, 𝒆́ 𝒖𝒎𝒂 𝒉𝒊𝒔𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒂, 𝒖𝒎 𝒔𝒆𝒏𝒕𝒊𝒎𝒆𝒏𝒕𝒐, 𝒖𝒎 𝒑𝒆𝒅𝒂𝒄̧𝒐 𝒅𝒆 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒐 𝒄𝒓𝒊𝒂.


04/04/2026

𝑨 𝒂𝒓𝒕𝒆 𝒒𝒖𝒆 𝒎𝒆 𝒎𝒐𝒗𝒆 𝒆𝒏𝒗𝒐𝒍𝒗𝒆-𝒎𝒆 𝒑𝒐𝒓 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒊𝒓𝒂, 𝒄𝒐𝒎𝒐 𝒖𝒎 𝒔𝒐𝒑𝒓𝒐 𝒊𝒏𝒗𝒊𝒔𝒊́𝒗𝒆𝒍 𝒒𝒖𝒆 𝒔𝒆 𝒂𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒂 𝒅𝒐 𝒎𝒆𝒖 𝒔𝒆𝒓 𝒆 𝒎𝒆 𝒍𝒆𝒗𝒂 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒕𝒆𝒓𝒓𝒊𝒕𝒐́𝒓𝒊𝒐𝒔 𝒐𝒏𝒅𝒆 𝒕𝒖𝒅𝒐 𝒂𝒓𝒅𝒆 𝒂̀ 𝒇𝒍𝒐𝒓 𝒅𝒂 𝒑𝒆𝒍𝒆. 𝑨𝒍𝒊, 𝒂 𝒂𝒍𝒎𝒂 𝒎𝒂𝒏𝒕𝒆́𝒎 𝒂 𝒔𝒖𝒂 𝒋𝒂𝒏𝒆𝒍𝒂 𝒆𝒔𝒄𝒂𝒏𝒄𝒂𝒓𝒂𝒅𝒂 𝒂𝒐 𝒊𝒏𝒇𝒊𝒏𝒊𝒕𝒐, 𝒅𝒆𝒊𝒙𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒆𝒏𝒕𝒓𝒂𝒓 𝒐 𝒊𝒏𝒅𝒊𝒛𝒊́𝒗𝒆𝒍. 𝑬 𝒏𝒂𝒔 𝒗𝒆𝒊𝒂𝒔, 𝒆𝒎 𝒄𝒐𝒓𝒓𝒆𝒏𝒕𝒆 𝒗𝒊𝒗𝒂, 𝒄𝒐𝒓𝒓𝒆𝒎 𝒂𝒔 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒑𝒓𝒐𝒇𝒖𝒏𝒅𝒂𝒔 𝒆 𝒊𝒏𝒊𝒎𝒂𝒈𝒊𝒏𝒂́𝒗𝒆𝒊𝒔 𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒑𝒓𝒆𝒕𝒂𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒅𝒆 𝒖𝒎 𝒄𝒐𝒓𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒒𝒖𝒆 𝒆́ 𝒑𝒐𝒆𝒎𝒂 𝒆 𝒅𝒆 𝒖𝒎𝒂 𝒂𝒍𝒎𝒂 𝒒𝒖𝒆 𝒏𝒂𝒔𝒄𝒆𝒖 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒔𝒆𝒓 𝒂𝒓𝒕𝒆." 𝑴𝒂𝒓𝒄𝒊𝒔𝒂 𝑩𝒂𝒚𝒎𝒂

29/03/2026

𝙎𝙤𝙗𝙧𝙚 𝙤 𝙙𝙞𝙖 𝙙𝙚 𝙤𝙣𝙩𝙚𝙢
“Maior do que a paciência será sempre a minha dedicação.”
É um diálogo silencioso entre a alma e o coração, um mergulho contínuo num olhar interior que nem sempre encontra tradução no mundo exterior.

A arte, na minha vida, é uma voz secreta. Uma confidência que se espalha pelo mundo, entregue a quem a quiser escutar. Sei que há quem a admire profundamente, como também sei que há quem nada sinta perante ela e isso faz parte. Porque nunca foi sobre a beleza visível, nem sobre o coração do Minho pintado em formas e cores. É, antes, sobre o que está dentro, sobre aquilo que pulsa, que inquieta, que transborda.

Nesta obra, deixo não apenas traços, mas vestígios do que percorreu nas minhas veias no momento da sua criação. Cada emoção que não coube em mim encontrou ali o seu lugar.

•Cada ponto minúsculo representa os meus passos nesta existência, passos incertos, por vezes perdidos, questionando o sentido de estar aqui, perguntando-se se há, sequer, brilho suficiente para justificar o caminho.✓

•Os traços em forma de cornucópias são as voltas da minha vida em curvas apertadas, contextos entrelaçados, como se descesse eternamente por encostas sinuosas vindas do topo de um Everest interior, onde cada descida traz consigo vertigem e descoberta.✓

•Os arabescos são os meus refúgios. Lugares onde me recolho sempre que sinto que não pertenço. São o abrigo de uma existência que, muitas vezes, vive em contradição consigo mesma , uma sinestesia de ser, sentir e existir fora do compasso do mundo.✓

•As curvas em semicírculos, extra finas e minúsculas, inspiradas na delicadeza da filigrana, como o mais subtil fio de ouro, desenham o meu labirinto interior. Um espaço onde me perco e procuro, incessantemente, uma saída para a liberdade. Porque talvez a "mais dura prisão seja essa: estar aprisionado dentro de si próprio, entre incompatibilidades, regras impostas, conceitos rígidos e julgamentos que tentam limitar aquilo que, por natureza, nasceu livre.✓

•O brilho que ilumina as minhas obras não é apenas estética, é esperança. É fé. É a certeza íntima de que existe algo maior que me ampara, que me guia, que cuida de mim. Eu acredito em Deus, e essa crença é luz constante no que crio.

"Não sou artista plástica apenas porque pinto. Sou artista porque sonho, porque amo e porque amo amar a felicidade mesmo quando ela parece distante."

(Já não sei se tudo isto foi uma interpretação da minha obra ou um desabafo da minha alma em linguagem sensorial.) Talvez seja ambos. Talvez seja apenas parte de uma grande verdade.
Obrigada por teres chegado até aqui.
Prazer eu sou a Marcisa Bayma.
Uma mulher que já não viverá o dobro da idade, mas que combina com quase tudo, menos com a tristeza. Esta sou eu sempre mais prolixa do que lacónica mais nunca "Escaganifobética"


Endereço

Largo Do Souto N° 53 Darque
Viana Do Castelo
4935-112

Website

https://linktr.ee/encomendas_filigrana_em_tela, https://meu-website-8753e7.webnode.pt/

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